Notas iniciais
hey pessoal desculpa a demora mais não deu pra postar eu estava sem ciratvidade, mais aqui está, beijos.
espero que gostem

atenção enquete eu andei pensando ninguem sabe o nome do Mask não é mesmo, então eu resolvi colocar em votação dois nomes:

1º Carlo Eveno Di Angellis Vitalle e Negri

2º Angelo Eveno De Santis Ferraro e Riva

EVENO. rei da mitlogia que se apaixona pela propria filha,então para afastar os pretendentes propõe um desafio, quem perder é morto pelo rei. Porem quando Eveno percebe que os pretendentes de sua filha não desistem, ele então mata a todos cortando-lhes a cabeça, e decora com elas as paredes seu palacio.

Dai o motivo de eu deixar Eveno em ambos os nomes, eu queria algo que tivesse a ver com o personagem.

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Milo se olhou no espelho uma ultima vez enquanto terminava de se arrumar, avia optado por um jeans Black Skinner, coturnos abertos, e uma camiseta de linho preta com os dois primeiros botões abertos e as mangas dobradas, ficava bem nessa cor apesar de não ser costumado a usa-la, na verdade Camus não gostava por isso tinha deixado de usar, mais agora que tinha se livrado de todas as peça do guarda roupa que comprara durante o relacionamento com o aquariano,
voltara aos antigos modelos que tanto gostava. no andar de baixo a musica tocava a horas, já era possível escutar as pessoas conversando alteradas, principalmente o amigo Deba.

O escorpiano apareceu no grande salão de festas sorridente todos os seus amigos estavam
presentes, a musica alta e bebidas por toda parte.

–Milooo... – aldebarã chamou já grogue

–Deba meu amigo – cumprimentou com um tapa nas costas – se arrumou assim pra quem
grandão?

Aldebarã sorriu

–E você Milo que é sua próxima vitima?

–Vitima, você ta pirando acho que o álcool já te afetou- o grego desconversou pegando o copo da malvada brasileira que o touro servira pra ele

O maior sorriu do amigo, conhecia Milo muito bem, na verdade melhor que qualquer um assim que chegaram ao santuário quando eram pequenos ficaram logo amigos, com o passar dos anos aprendera a reconhecer coisas sobre o escorpiano que nem mesmo ele sabia. Talvez ele realmente não tivesse percebido, mais sabia que por traz de toda essa produção do escorpiano tinha coisa ah isso tinha, Milo só se vestia pra matar quando queria conquistar, se lembrava que ele fizera o mesmo
com Camus, agora só restava saber quem era esse santo que havia feito o milagre de atrair a atenção do cavaleiro.


–Uoou caramba Deba que troço é esse cara! – o brasileiro sorriu diante da careta do
bronzeado

–Isso meu caro amiga é a original brasileira

–Urgh agora eu entendo por que você não fica bêbado.

–Milo – Mú se aproximou do grupo sorrindo, o loiro avaliou a imagem do lilás, tinha que
admitir que Mú de Aries era incrivelmente exótico, os cabelos compridos soltos, emoldurando o rosto delicado, vestia uma túnica branca de algodão com bordados de flores azul claro na gola, e uma calça do mesmo tecido, a roupa típica de Jamiel, o amigo era imagem de candura em pessoa.

De canto de olho fitou Shaka do outro lado salão, o loiro também usava um típico traje budista a túnica comprida laranjada, e na mão o rosário os olhos sempre fechado e aquela expressão de quem se acha superior, junto dele estava Aioros, Aioria, Marin e Shina. Não sabia como dentro de sua casa poderia caber tantos egos gigantes juntos. O pensamento o fez rir.

–Hey olha só que chegou!


Mú olhou para a entrada onde Afrodite entrava de braços dados com Kanon, o pisciniano
tinha uma grande sorriso em seus lábios, o ariano girou os olhos será que o cara não tinha vergonha, no dia anterior estava com um e agora já estava com outro

–Hum o que aconteceu com Julian Solo?- No momento em que fechou a boca o ariano se
arrependeu sua voz sairá incrivelmente Acida, o que atraiu o olhar de Milo que sorria sacana, Aldebarã não notou estava distraído demais tentando chamar a atenção dos dois cavaleiros.

–Dido aqui – o maior urrou, Afrodite sorriu acenando e caminhou entre as pessoas na direção
deles -Hey vocês não acham que o Kanon está meio estranho não?

Milo olhou para os dois que se aproximavam, o grego tinha uma expressão seria o olhar um tanto melancólico diferente daquele Kanon costumeiramente displicente.

–Simples aquele ali não é o Kanon é o Saga – Mú soltou um suspiro de alivio, Aldebarã engasgou com sua bebida

–Sa...Saga? – pronunciou sem acreditar – mesmo com todo aquele período depressivo Saga ainda
era considerado o cavaleiro mais forte que Atena possuía, como o próprio Milo gostava de dizer o cavaleiro de gêmeos era o fodastico do santuário.


Shaka se remexeu no lugar pouco a vontade com o novo membro da festa de Milo, o que
raios Saga estava fazendo ali, ele não deveria estar enfiado em algum buraco choramingando?


Aioria torceu os lábios, peixes era um maldito exibicionista era muita prepotência aparecer
assim atracado no braço de Saga, como se fosse um item de luxo, maldito será que ele não sabia qual era seu lugar?

Afrodite se aproximou do grupo sorridente

–Oieee gente – o andrógeno disse dando um aceno geral

–Afrodite Saga, que bom que vocês vieram – Milo foi o primeiro a cumprimentar.

–É um prazer Milo- A voz de Saga soou profunda e aristocrática, Mú sorriu estendendo a mão assim como o maior. A presença de Saga ali era inédita o cavaleiro desde que fora ressuscitado se trancafiara na casa de gêmeos e só era visto quando a deusa convocava todos os cavaleiros.

–Hey olha la o sacana – Aldebarã apontou para a entrada onde finalmente Kanon entrava com
Julian a tira colo e logo atrás Mascara da Morte que por sua vez esquadrinhava todo o local, a procura de uma futura rota de fuga, caso aquele monte de cavaleiro que os odiavam resolvessem atacar todo de uma vez.

–Saga respirou fundo mantendo a expressão impassível enquando o irmão se aproximava,
a verdade é que não queria se confrontar com ele não ali na frente de todos, tinha evitado o gêmeo e seu novo amigo durante muito tempo, na verdade não tivera muito problema uma vez que a casa de gêmeos funcionava como duas realidades, se el não quisesse o irmão não o veria e nem ninguém. A presença de Julian Solo tinha abalado ainda mais as estruturas do relacionamento dos
irmãos, tinha vontade de confiar no gêmeo porem agora com sua nova companhia isso se tornava impossível, não com ele dormindo com um deus, deuses não eram confiáveis, principalmente o irmão mais velho de Zeus.

–Dido — Kanon disse se afastando do namorado e abraçando o amigo – seu safado por que não me esperou

–Você que mesmo que eu responda – Pela primeira vez Kanon elhou o irmão que permanecia com o
rosto impassível

–Que bom que você saiu do casulo – sorriu irônico

–E você Kanon deveria se enfiar em um. – Mú olhou para Milo arregalando os olhos, relembrando
a abriga que tinha presenciado dos gêmeos, não era possível que eles fossem fazer isso ali na frente de todos.

Afrodite mordeu o lábio, sentindo o clima tenso que se instalara no grupo que merda sera que Kanon não sabia ficar de boca fechada

–Voce se esqueceu que me deixou em lugar bem.... – Julian beliscou o namorado para que
ele calasse a boca, o grego tinha essa mania de falar demais – Aieee Kanon esfregou o braço — Julian por que você fezisso?


–Por que você fala demais Kanon.

Saga fitou o rosto do rapaz ao lado do irmão, era um homem bonito, jovem como tinha
imaginado, porem tinha aquela expressão de sabedoria e de quem já havia visto e vivido muito, assim como a deusa Atena, com certeza as caracteriscas de Posseidon, além disso seu porte aristocrático era visível, os ombros lagos bem acentuados, o queixo fino quase prepotente, a linha dos lábios grossos com um sorriso enorme, os olhos azuis mar com um brilho divertido, e os cabelo caindo como cascatas pelos ombros, vida, era o que via naquele ser, Julian Solo era a promessa
de paraíso com qual todo ser sonhava, sua imagem lembrava o oceano calmo, em sua magnificência, belo, poderoso, cativante, e principalmente viciante.

Julian sustentou o olhar do gêmeo mais velho. Então aquele era o poderoso Saga de Gêmeos
o traidor que passava infinitos dias a se martirizar, irmão tão idênticos, porem tão diferentes um do outro, um que sabia de sua culpa mais a aceitava, outro que não consegui se perdoar por atos pelos quais não teve controle algum, era obvio que o mais velho possuía uma sensibilidade sem igual, devia possuir uma bondade homérica, não tinha duvidas, era possível ver a dor naqueles olhos
azuis, a magoa que ele possuía, era possível sentir a dor emanando dele para si. Saga, o que por Zeus havia acontecido som esse homem?

Julian sorriu para gêmeo mais velho, Saga não soube como explicar, apenas se viu retribuindo aquele sorriso infantil do outro, algo em seu coração parecia aquecer.

Milo levantou o olha por sobre os ombro de Kanon onde Mascara permanecia em silencio
já com um copo de bebida não mão.

–Mascara – cumprimentou sorrindo.

–Seferis- o outro derramou acido em cima do escorpiano

O grego, analisou o italiano ele estava obviamente pouco a vontade, não era para menos, podia ver
os olhos dos outros cavaleiros perfurando as costas do canceriano, todos no santuário odiavam mais o italiano que qualquer outro, não apenas por ele saber desde o inicio que o mestre o santuário era um traidor e compactuar com ele, mais pela sua própria índole assassina e seu comportamento, Mascara sempre possuiu um visão deturpada de justiça, desde pequeno essa era a verdade, colecionar cabeças de mulheres, idosos e crianças, despertava o ódio até do mais prepotente
cavaleiro. A maior prova da maldade e do sadismo do canceriano era que sua armadura o havia abandonado, em todos os milênios de cavaleiros de ouro, prata ou bronze, nenhum usuário havia sido abandonado pela sua armadura, nem mesmo Saga depois da infinita lista de maldade que praticara, e esse fato estava enraizado na memoria dos cavaleiros, por isso Mascara era o principal alvo do ódio de todos, a verdade é que ele estava na berlinda, na cora bamba, pois a Atena era a única pessoa que impedia que os outros cavaleiros o trucidassem.

Mascara se voltou para o escorpiano, serio, assim como os outros estava vendo o julgamento
nas íris verdes agua. Que merda viera fazer ali deveria ter ficado em casa, não que se importasse com o que os outros pensavam mais se julgado por alguém como o escorpiano era definitivamente incomodo.

–Eu estou saindo daqui preciso de um cigarro – falou baixo apenas para Kanon escutar.

–Tudo bem eu também vou com você – Kanon respondeu a verdade é que também sentia a tensão
dentro do salão, os olhares em cima do amigo, sabia que outro tinha necessidade de sair dali, não por medo ou vergonha, essas palavras não existiam no vocabulário de mascara, mais por cautela, do jeito que o italiano era instável, se alguém ali lhe dissesse um ai ele era capar de mandar todos os cavaleiros juntos para o inferno.

–nos vamos dar uma volta por ai, você vem Dido? – Kanon perguntou sem encarar o irmão

–Não eu vou ficar aqui e conversar mais um pouquinho com o Deba depois a gente se encontra

–Certo. Vamos Julian – Saga acompanhou o mais jovem desaparecer no meio da multidão, os dedos sempre entrelaçados ao do irmão.

–Ei ruibio, venha cá – Shura chamou de longe, Milo saltitou entre as pessoas até o grupo, onde estavam o espanhol, Mú e Ikki.

–Fala toureiro.

–Eu estava conversando aqui com os menino e surgiu uma duvida.

–Duvida é?

–Isso ai, Ikki disse que você não aguenta

–O que? –Milo perguntou sentindo o cheiro de aposta

–Que você não bebia mais que eu- O loiro encarou a fênix que sorria de orelha a orelha o maldito sabia que ele não resistia um desafio

–Então façamos o seguinte — olhou para o dois – se eu perder os dois vão descer da casa de peixes até a casa de aries nús...

–E se você perder?

–Vocês decidem – O espanhol sorriu matreiro.

Shura pensou um pouco no grupo de inusitados convidados do grego. Um sorriso se formou em
seus lábios ao ver o o homem que seguia na frente dos outros.

–Eu já sei o que você vai fazer se perder Milo.

– O que Shura?

–Você vai entrar na casa de câncer pelado e roubar uma das cabeças de Mascara da Morte.

O grego arregalou os olhos

–Nem morto

–Você esta arregrando Milo, você já foi muito mais corajoso?

Milo mordeu o lábio ponderando, que se danasse pior do que estava sua situação não ficava

–Tudo bem eu aceito.

Uma salva bateu palmas, logo uma dúzia de copos de tequila foram depositados na mesa, á
frente do grupo e foram cheios até a borda.

–Quem terminar primeiro vence – Ikki ditou bancando o juiz — No 3 vocês começam. 1, 2, 3...

Os dois cavaleiros pegaram o primeiro como e beberam tudo de uma vez.

Notas finais
então e não se esqueçam de papitar sobre o nome do Mask
Carlo ou Angelo.