Sei Lamor Della Mia Vita!
24 Caindo nos braços da Morte
Notas iniciais
bom pessoal aqui esta o tão aguadado capitulo eu fiz em grande espero que gostem.
ATENÇÃO: o mascara não é bonzinho ele so é legal quando esta com Milo so isso não confundam
Milo 1º pessoa
Meu corpo estava queimando como nunca tinha acontecido antes, parecia que a vida estava fluindo através de mim, a sensação que eu tinha é que aquele homem sabia onde se localizavam todos os pontos nervosos por baixo da minha pele, apertei sua cintura com minhas pernas enquanto era carregado por dentro de corredores, Camus nesse momento nunca fizera tão pouca diferença na minha vida, parecia uma
vida distante, um outro plano, é como se Mascara sempre estivesse presente na minha vida, o que era incrível, mais sempre que eu me lembrava de vida, de despertar, ele estava presente, mesmo quando me humilhara de todas as formas possíveis, ele poderia não saber mais tudo que ele me dissera aquelas verdades dolorosas foram fundamentais para voltar a realidade. Mascara havia sido minha tabua de salvação. E agora tudo o que queria era cair nos braços da morte, e não pensar em nada!
Senti a macies da cama abaixo de mim, e o cheiro de almíscar com sândalo emanando do lençóis, Mascara encachou entre minhas pernas e se apoiou nos cotovelos, os dedos passando por meus cabelos delicadamente, eu sorri com o gesto aquele homem ali na minha frente me era totalmente desconhecido, o reverso da pessoa
que eu vira nos anos passados circulando pelo santuário com aquele cosmo negro.
–Você que me falar algo caro?
–Eu não sei você mudou tanto. –ele sorriu descendo as mãos por meus ombros e descendo por meu tronco causando leves e gostosos arrepios.
–Eu não mudei, você é que nunca me conheceu Milo – sua mão desceu calma até meu membro circulando e volta da base, mordi o lábios, sentindo meu membro latejar.
–Eu não sei não mascara
–Não sei se você percebeu, mais quando está nervoso fala demais – ele deu um sorriso malévolo e apertou a base do meu membro
–Ahh, mascara- sua mão subiu até a ponta e desceu até base lentamente pressionando, meu quadril arqueou para cima buscando por mais contato.
Ele sorriu sexy se curvando sobre mim, capturou meus lábios lentamente de forma carinhosa, algo dentro do meu peito remexeu em um aperto, doloroso, meu ar foi sugado pelos lábios que me afagavam.
–E tem muita pressa também. – Sua mão se moveu novamente sobre meu membro, descendo e subido em movimentos acelerados despertando o sangue adormecido dentro de mim, eu precisava senti-lo em mim, cada centímetros em movimentos lentos e depois acelerados. Os espasmos percorrendo em meu corpo.
–Mas...mascaraaa....
O delírio abrasador me queimou rápido veloz, eu estava vindo, me partindo em milhões de pedaços.
–Ainda
não — ele sorriu escandaloso parando os movimentos e colocando o indicador sobre minha glande, me impedindo de gozar- Nos ainda temos a noite toda.
–Pro inferno com paciência Mascara da Morte- me lancei para frente invertendo as posições- você não vai me torturar e depois se fazer difícil italiano- rebolei sobre o seu membro fechando os olhos com o volume sobre minha bunda- Eu não quero saber de paciência italiano- me comecei a desabotoar a camiseta exibindo o peito definido e musculoso.
O loiro escorregou como uma serpente até a os pès do italiano e começou a despi-lo, seu coração batia a celerado as mãos tremiam enquanto desabotoava o jeans do moreno, estava se sentindo um adolescente prestes a perder a virgindade, parou por alguns segundos observando a ereção por baixo do tecido, se lembrava da vez que vira o canceriano nu na casa de peixes. Puxou a calça junto com a boxe
expondo o membro ereto do moreno, sua boca subia nervosa pelas pernas do italiano, seus dedos em um toque suave conhecendo os músculos maciços, apreciando a sensação de tocar a pele, era tão diferente da de Camus mais não deixava de ser agradável pelo contrario. Seus lábios tocaram suavemente a base do membro poderoso
–Não ainda- mascara rugiu- antes que pudesse fazer algo, Milo abocanhou seu membro, e chupou lentamente com vontade, descendo até a base e subindo até a glande...
–Ohh per amore del cielo!,tu es favoloso ! (pelo amor de deus! Você é maravilhoso )
Milo sugou com mais prazer, ao sentir o italiano se contorcer
– Per carità, pare! (por favor, pare!)
Milo desceu os lábios até a base novamente, até a glande tocar sua garganta, arrancando um gemido profundo seguido de grunhidos do italiano.
Mascara trincou os dentes, por deus se o
maldito escorpiano continuasse assim ele acabaria gozando. O loiro pilho de uma cagna ( cadela) não tinha ideia do efeito que causava em si, nunca sentira tanto tesão assim por alguém!
–Chi comandares é io (quem manda aqui sou eu) – o italiano reclamou puxando o grego pelos braços e invertendo as posições.
O escorpiano sorriu gostando daquele controle, voltou o olhar para dentro das orbes azuis, que agora se encontram ainda mais escurecidas de desejo. Leva os lábios novamente a boca do italiano sugando –lhe a língua com necessidade. Os lábios do italiano desceram até o mamilo rosado do loiro...
–Ah... Aaaah! – o escorpiano gemeu sem pudores, com prazer que aquele toque causavam naquele lugar tão sensível. Ao mesmo tempo que a mão tocava seu membro em movimentos lentos, seu corpo se contorcia de prazer, as unhas cravados nas costas do canceriano, que por sua vez se arrepiava com o rompante violento, incentivando-o a caricias mais avidas, mordeu o mamilo com um pouco mais de
força, sugando-o com avidez. — Hmhh... Haah Masca....
Mascara deixou o local continuando exploração, excitando-se ainda mais com a reação do escorpiano a cada beijo e chupada que depositava até o outro mamilo. Seu membro pulsava completamente ereto, enquanto o próprio corpo estremecia protelando contra a demora do italiano em tomar o corpo a baixo de si, as unhas do escorpiano entrando cada vez mais profundo em sua carne criando uma mescla de dor e prazer, os lábios desceram lateral do corpo até chegar à cintura, onde mordia forte arrancando gritos de prazer. Desceu lentamente os lábios que beijam a pele macia e delicada até os pés do escorpiano. Abraçou cada pernas alternando entre beijo e mordidas subindo até a parte interna das coxas.
Milo ergue o tronco se poiando nos cotovelos, e observou a cena que se seguia, mordeu o lábio ao ver os lábios do italiano se aproximando de seu membro ereto, aquele ato não poderia ser considerado mais sexy, seu pênis estava dolorido tamanha a necessidade de alivio
–Mask...- Milo gemeu choroso
– Eu sei-
Mascara interrompe o ato delicadamente com um sorriso compreensivo, encarando-o sedutor, os olhos do escorpiano nublados de desejo. Se esgueirando sobre o corpo bronzeado e sussurra ao pé de seu ouvido. — Io sei... — deslizou delicadamente a ponta do nariz pela extensão de seu pescoço, descendo pelos músculos do abdômen até chegar novamente a virilha.
Começa depositando beijos molhados por toda a extensão daquele falo completamente ereto, indo até a ponta umedecida pelo líquido transparente que evidenciava o prazer do cavaleiro, sugando-o e deleitando-se com ele. O Canceriano deposita beijos molhado na glande e dando leves mordiscadas, arrancando gemidos longos e suntuosos dos lábios vermelhos e inchados.
Milo ofega, se jogando sobre a cama e levando instintivamente leva uma das mãos trêmulas à cabeça do juiz, segurando-lhe os cabelos quando sente seu membro ser envolto pelos lábios macios enquanto a outra mão segura firma os lençóis de seda negra.
–Mascaaaaa- o loiro ofega lançando o quadril na direção do rosto do Cavaleiro, os lábios quentes e maios do outro o estavam levando a loucura a língua deslizando vagarosamente fazendo movimentos circulares no membro pulsante, deliciando-se com seu gosto e excitando-se ainda mais com as reações que provocava. Deixou o membro do escorpiano arrancando um gemido choroso. Afastou as pernas do loiro abrindo espaço para seu rosto e forçou a língua contra o orifício. Milo rebolou contra os lábios do outro, gemendo rouco quando o outro voltou a tomar seu membro, Milo ofegou quando observou a face corada do outro os olhos lascivos, oblíquos
O italiano observou o extase nos olhos do loiro e o penetrou lentamente, sentindo o corpo em suas mãos estremecer enquanto aquele anel apertado fecha-se ainda mais a redor de seu dedo. Milo se curvou enquanto estremecia, enquanto o canceriano o tocava cada vez mais fundo procurando seu ponto erógeno, ao mesmo tempo em que os lábios trabalhava em seu pênis com uma maestria que não parava de surpreende o loiro...
–Ahhhh Mascara- o escorpiano gritou quando se abrindo ainda mais quanto sentiu a ponta do dedo do italiano tocar determinado ponto seu quadril se movia compulsivamente contra mão do moreno buscando por mais, o outro introduz cuidadosamente outro dedo no orifício já relaxado, mas ainda muito apertado, e movimenta levemente a mão, diminuindo e quebrando o ritmo da felação, sincronizando e acariciando a glande com a língua, cuidando para que o pisciano não chegue ao orgasmo antes do tempo.
Milo não conseguia mais raciocinar todo o seu corpo permanecia em letargio, não consegui pensar em nada apenas sentir o prazer que o outro lhe proporcionava, novamente outro dedo é introduzindo vagarosamente, forçando um pouco a passagem naquele anel estreito. Massageia carinhosamente a zona erógena, introduzindo e mexendo
os dígitos com movimentos ágeis incentivando os gemidos do loiro. Quando sentiu que o escorpiano estava preparado, parou com felação e dirigiu a boca por toda a extensão corpo, cobriu os com um beijo tórrido e urgente. Se encachou entre as pernas firmas do outro, erguendo uma até seu iniciando a penetração com muita lentidão e cuidado, segurando-o pelo quadril, invadindo aquele local apertado, enquanto tomava os lábios do loiro com ardor
–Masc....- Milo gemeu quando sentiu o membro do outro entrar em si, cravou as unhas nas costas do outro, ao contrario do que pensara não sentia dor, não havia nem desconforto, apesar do tempo em que estava sem sexo, so o que consegui sentir era cada polegada do membro do italiano entrando em si lentamente, a fricção prazerosa do seu anel cedendo passagem.
Mascara arfou ao sentir o membro esmagado pelas paredes quentes do italiano, os gemidos roucos do grego em sua ouvido, as unhas cravadas nas costas a mistura de dor e prazer o enlouquecendo, Milo abriu mais as pernas abrindo passagem para o outro estava ciente do quão difícil aquilo devia estar sendo par ao outro.
O corpo do canceriano sofria com os espasmos dificultando a concentração, Zeus sabia como estava sendo difícil não invadir o loiro de uma vez e faze-lo seu. Milo abriu os olhos fitando a face contorcida, o rosto vermelho do italiano contorcida em uma expressão de êxtase e dor ao mesmo tempo. O loiro tocou o rosto do moreno que o encarou, Milo sorriu impulsionado o quadril para a frente, fazendo o membro do outro entrar completamente dentro de si.
Mascara trincou os dentes tamanho o prazer que sentiu ao sentir seu pênis totalmente dentro do grego sendo apertado pelas paredes quente
–Caspita, picolli tu es pazzo? (nossa senhora pequeno você é louco)
Milo sorriu gostoso
–Não se preocupe eu estou bem, na verdade estou ótimo, nuca estive melhor.
Mascara sorriu e voltou a movimentar-se já sentindo os quadris do escorpiano acelerando impondo um ritmo, forçando-o a ira mais forte, por Zeus aquele escorpiano iria mata-lo, Milo ralhou enlaçando-o com as pernas, apertando-as em torno dele e impulsiona violentamente os quadris contra ele, em um movimento rápido e brusco, o pênis tocando seu ponto sensível
Os corpos suados encaixam com perfeição. Não é apenas sexo ou carícias, mesmo que os aqueles dois cavaleiros não soubessem os sentimentos que se misturam intensamente aumentando prazerosa e insanamente suas sensibilidades. Milo não queria entender o sentimento estranho que tomava conta de si. Nesse momento, desejava
apenas se entregar e esquecer todo o sofrimento, ambos queriam apenas se perder nos braços um do outro, sentindo o prazer de tão inusitada união.
– Aaaaahhh... Aaahhh... Aah! – Milo, gemeu junto com o italiano- Mais... mais forte.
Mascara gemeu agradecendo ao pedido, arremetendo com violência bem ao fundo se chocando contra o próstata do loiro que gemia coisas desconexas o corpo suando por baixo do seu, o italiano sentia seu membro completamente estrangulado cada vez que empurrava-se para dentro dele, seus músculos tremiam anunciando, em um misto intenso de dor e
prazer, propagando um extremo calor por todas as células de seu corpo. Ainda, não, não estava na hora. Segurou o pênis do loiro que antes estava abandonado e começou a mover a mão rápida, ao mesmo tempo em que aumentava a velocidade dos quadris arremetendo-se no interior do loiro que gritava em extase, o ar nos seus pulmões começava a faltar, as unhas do grego iam cada vez mais fundo em sua carne, o membro forçando-se contra sua próstata, batendo-lhe a ponta do falo com força e vigor, arrancando-lhe gritos roucos e ensandecidos. Os lábios encaixando em um beijo animal, Milo se segurou com mais força ao italiano apertando o abraço com as pernas enquanto seu próprio corpo queima e estremecia, o italiano com uma mão agarrada ao seu ombro coordenando os movimentos fortes.
– Ohhh, Mascara Aah... Aaahhh!
Milo se derramou não mão do italiano, as paredes pressionando o membro do canceriano que continuava a arremeter com força seu corpo se contorceu estremecendo fortemente, as paredes o apertavam tão intensamente que chegava a ser insuportável, seu corpo parecia que iria ser partir em um milhão de pedaços nunca tinha sentido nada tão intenso, lágrimas escorrem pelas laterais de sua face, uma mescla de prazer e algo que não sabia explicar, proporcionando-lhe uma sensação inigualável quase transcendental, nem o prazer que sentia ao matar se equiparava ao que sentia agora, soltou o ar permitindo que os espasmos se espalhassem por seu corpo espalhando-se rapidamente por todo o corpo, até finalmente se desfazer no interior do grego, seu corpo tremeu uma ultima vez e desabou sobre o corpo suado do grego, seu peito descendo e subindo rapidamente em busca de folego, observou os olhos do escorpiano que permanecia fechados os lábios entreabertos. Baixou o rosto cobrindo a boca do outro em um beijo calmo, Milo entre abriu os lábios permitindo a passagem da lingue do outro, em uma exploração calma. Lentamente os lábios se descolaram e Milo pode ver pela primeira vez o traço húmido pela face do italiano.
Mascara deixou o corpo cair para o lado e puxou o grego para si. Milo respirou fundo tocando a face do outro com a ponta do dedos.
–Mascara...- chamou incerto ao pé do ouvido do outro
–Carlo
–O que? – Milo perguntou se erguendo alguns sentimentos, olhando dentro dos olhos do italiano
–Meu nome, é Carlo. Carlo Eveno Di Angellis Vitalle e Negri.
Milo sorriu beijando o italiano
–É bem melhor que Mascara da Morte, Carlo Eveno Di Angellis Vitalle e Negri eu gosto, seu nome é pomposo.
O italiano sorriu também gostava, principalmente sendo pronunciando pelos lábios do grego
Fale com o autor