Sei Lamor Della Mia Vita!
25 Se deixando seduzir
Notas iniciais
BEIJO, VOU FICAR COM SAUDADES DE VOCES
Milo abriu os olhos incerto, sua cabeça esava feito chumbo, sua boca estava seca sem falar no vazio que era o estomago, o loiro passou a mão pelos cabelos tentando recobrar a consciência olhou ao redor estranhando o espaço era um como grande, diferente do que tinha imaginado, uma espécie de loft dentro do quarto, a cama em que estava deitado era diferente
do que já tinha visto ficava em cima de uma parte do piso que era mais elevada que o restante do quarto, não era retangular e sim quadrada, com dossel moderno, eram quatro estruturas compridas que saiam do piso de mármore negro nos quatro cantos da cama que se inclinavam para dentro, fazendo uma junção das pontas, o que dava uma intenção de triangulo gigante os lençóis de seda preta, na parede atrás da cama um gigantesco painel com imagens esotéricas, dispostos pelo cômodo estavam vários outros moveis, dois jogos de sofás de couro e mesa de centro de vidro um de cada lado do cômodo , e uma prateleira de tamanho descomunal que ia do teto até o chão na parede ao lado da porta, do teto pendia um lustre gigante em forma de cascatas, iluminando o local. Perto da cama a
caixa de uma armadura, e não era qualquer armadura, era a armadura de Câncer. Câncer! Mais o que diabos, e de quem era esse quarto, se levantou bruscamente, sentindo um desconforto em um local não muito agradável. As imagens vieram com
toda a força em sua mente, ele entrando na casa de câncer, nu, o italiano o pressionando contra a parede ele sendo carregado, se contorcendo na cama e o rosto afogueado do italiano .... Não, não podia ser, ele e Mascara da Morte, haviam transado selvagemente, seus gritos pelo cômodo, por Zeus tinha se comportado feito uma vadia louca, e ainda tinha dormido abraçado ao outro. Tinha ficado louco so podia, oq eu faria ocmo olharia para o outro, coo sairia dali e se o vissem, como explicaria o que pensariam, e Camus ele amava Camus não amava então por que tinha dormido com outro que por sinal era Mascara da Morte.
Mordeu lábio temendo olhar para a cama novamente, mais graças aos deuses estava vazia, poderia sair sem que Carlo o visse. Um sorriso involuntário brotou em seu lado, Carlo, o italiano havia lhe dito seu nome, o que isso significava!
Não por cristo não era hora de pensar nisso tinha que sair dali o mais depressa possível, não podia surtar, precisava manter a calma, sair da maldita casa era questão de honra, vida ou morte, sabe-se la.
Carlo parou na porta do banheiro, permanecendo com a mão no trinco, observou o grego pelos segundos que se passavam eram obvia a confusão do outro, e mais evidente ainda que ele procurava uma maneira de sair despercebido, sorriu consigo mesmo descendo o olhar pelo corpo nú, muitas marcas da noite anterior ainda permaneciam em sua pele. Seu membro por baixo da toalha começava a despertar apenas com aquela visão ali diante de seus olhos, a verdade é que seu desejo pelo escorpiano ao invés de acabar como imaginou que fosse ocorrer apenas aumentara, Zeus sabia o esforço que havia feito para dormir aconchegado aquele corpo e não procurar por mais sexo, dormir não, por que ele não tinha dormido nada, aquele maldito loiro era o pecado em pessoa céus agora que tinha provado
o doce se viciara, agora so precisava convencer o outro de que ambos poderiam perfeitamente se relacionar, e já sabia como.
Soltou a maçaneta e foi até o loiro.
–Algum problema Milo?
O grego pulou em cima da cama se cobrindo com os lençóis, Carlo sorriu com a atitude infantil do escorpiano.
–Eu não se por que você esta se cobrindo- o italiano se aproximou lentamente enquanto o loiro recuava sobre a cama- tudo o que você esta tentando ocultar, eu já vi e provei, como tenho certeza que pode se lembrar.
Milo mordeu o lábio, sim se lembrava, e como lembrava, os lábios cheios do italiano descendo pelo se falo, os dedos em si o levando a loucura. Não, não devia pensar nisso.
–Boas lembranças?- Carlo sorriu mais ainda parando ao lado da cama. Os olhos de Milo descera pela figura, os cabelos escuros colados ao rosto, a barba feita, as costeletas charmosas, a umidade emanando da pele, o cheiro de sândalo e almíscar em suas narinas, o peito malhado a tatuagem de caranguejo, os músculos do abdômen bem definidos, a toalha escura em volta do quadril, e por baixo dela um volume nada disfarçado, o loiro mordeu o lábio sentindo o baixo ventre formigar e o inicio de uma ereção, seus pelos se arrepiando, e aas lembranças do prazer como fleches em alta velocidade passando por seus olhos.
Carlo parou ao lado da cama na frente de Milo
–Eu não entendo por que tanto pudor – o escorpiano tentou ignorar o incomodo entre suas pernas, enquanto seus olhos focavam nos bíceps maciços do italiano cruzados sobre o peito- certo que o efeito do álcool pode ter passado pelo tom de vermelho do seu rosto, seus pensamentos não são nada castos.
O loiro se encolheu mais ainda, desviou o olhar tentando fugir do magnetismo, não entendia o que era esse fio que parecia que leva-lo em direção ao outro tinha que sair dali antes que não pudesse mais se controlar, sim por que a ereção que se formava entre suas pernas era uma previsão de que ele acabaria fazendo besteira, mais como levantar dali, sem que o maldito italiano percebesse.
O moreno sorriu percebendo batalha interna que ele travava consigo mesmo, tinha que ajuda-lo com isso. O escorpiano se encolheu mais ainda diante do olhar faminto do italiano.
–Eu realmente não posso realmente te deixar ir.
Milo mordeu o lábio.
Carlo sorriu avançando sobre a cama.
Foi tão rápido que nem o próprio escorpiano se deu conta, so despertou com o contato do corpo frio junto ao seu, o moreno estava sentado em cima de seu quadril, as pernas musculosas, prendendo as suas, e seus pulso paralisados acima da cabeça
–Desculpe pela abordagem mais não vou deixar que você fuja – o loiro fechou os olhos tentando conter o gemido, seu membro estava sendo pressionado pelas nadegas do outro, a toalha úmida incomodando- Madre de Dio, você não sabe o quanto me deixa louco Milo
Carlo mordeu o lóbulo da orelhar do menor, causando arrepios exaustivos.
–Mascara....- o italiano balançou a cabeça
–Eu te disse qual meu nome, e o fiz por uma razão, eu quero ouvi-lo sair da sua boca- Milo prendeu o folego quando os lábios do outro tocaram o seu, ao contrario do que imaginou não ouve beijo, o outro apenas mordeu seu lábio inferior rebolando sobre seu colo- Vamos diga meu nome
A voz rouca parecia entorpece-lo, e seu corpo não contribuía, como podia ser tão volátil, ele estava sendo sexualmente manipulado pelo canceriano, quando ele é quem fazia esse tipo de coisa.
–Vamos diga meu nome!- o maior sorriu, se encaixando entre as pernas do menor- Não custa nada- o grego mordeu o lábio, tentando não gemer diante daquele contato tão intimo, Mascara tocou a testa do loiro com a sua, e movimentou o quadril, provocando o atrito entre as ereções
–Ahhh Carlo- Milo gemeu sem nem mesmo se dar conta, o italiano sorriu satisfeito
–Isso mesmo é assim que eu gosto- Carlo sorriu diante da expressão de ira do loiro, pegando ambas as pernas e colocando em volta de seu quadril – Se segure firme
–O que...
Mascara se levantou em um impulso levando o grego junto consigo
–O que você esta fazendo?
–Estou te levando para o banheiro.
–Por que?
Carlo sorriu novamente
–Por que voce esta fedendo
Milo segurou o ar, e empurrou o italiano como aquele carcamano filho de uma puta ousava falar assim com ele
–Quietinho, não se preocupe eu vou junto....
Notas finais
ATENÇÃO novamente no proximo capitulo vai se a aproximação do Afrdite com o Aioria, aguardem....
bijocass para todos voces....
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