Sei Lamor Della Mia Vita!
51 Através de nós
Mascara de desveciliou dos braços de Milo e desceu da maca em silencio, o escorpiano soltou um resmungo e abraçou o travesseiro. O italiano soltou o ar exasperado enquanto saia do quarto, ele não tinha conseguido dormir, ele apenas tinha ficado de olhos abertos abraçando Milo sentido o cheiro único de seus cabelo misturado com o aroma do sabonete, seu corpo era quente confortável, mais nada nesse mundo o faria fechar o os olhos e dormir com alguma paz. Ele desejava acreditar que tudo seria como antes, no entanto não, ele era um tolo.
Tudo o que Milo tinha vivido com Camus todos esses anos juntos não se apagavam assim, isso o amor que Milo tinha pelo ruivo não tinha cabado, ele podia ver claramente nos olhos do loiro quando ele vira o aquariano, o encanto estava lá ainda, assim como todos os momentos de outrora que ambos tiveram. Ele e seu coração provavelmente não poderiam sobrepujar as memórias, a ilusão, por eu ele sabia que essa ilusão muitas vezes era mais forte que a própria realidade.
Ele se sentiu derrotado, mesmo sem ter lutado, o sentimento de imponência estava ali junto com ele. Ceus como ele queria se enfiar em buraco e escuro e desaparecer até que tudo estivesse acabado, sim esse sentimento de fracasso não era parte dele mais ele não podia evitar, Camus tinha, pra lutar, pra prosperar, pra vencer, e ele tinha as armas para isso. Pensar, era isso que ele precisava pensar, e descobrir que atitudes tomar.
Mascara respirou fundo tentando não pensar mais nisso, amanha ele pensaria nisso, amanha
–Morte?
O italiano parou no corredor antes de seguir para a cozinha, Saga estava de pé oculto pelas sombras.
–Saga você está bem?
–Eu poderia ser melhor Morte.
O canceriano se arrepiou e deu um passo para trás apreensivo, ele reconheceria aquele tom de voz maliciosa em qualquer lugar e em qualquer idioma. Seu coração acelerou e ele sentiu o órgão fechando sua garganta. Saga deu alguns passos a frente o sorriso em seus lábios
–Eu esperava uma recepção melhor Morte, afinal faz tanto tempo, eu senti saudade suas.
Mascara da Morte apertou a mão em um punho e caminhou na direção do homem ainda oculto pela sombras, o sorriso em seu rosto pareceu ficar ainda maior,os glóbulo oculares vermelhas saltada das orbes.
–Você não é bem vindo aqui Ares, va embora.
O homem soltou uma gargalhada esganiçada.
–Você mudou tanto meu querido, mais eu estou de volta
O italiano apertou a mandíbula, quando os dedos do homem traçaram a linha de seu rosto.
–O que faz você pensar que eu quero- O italiano sorriu com crueldade –que você pensa que é seu merdinha? Voce é tão seguro de si, mais você se esquece que sou Mascara da Morte de Cancer, eu não sou um brinquedo frágil que você manipular, como você faz com Saga.
–Colera queimou nos olhos vermelhos de Aries. Antes que pudesse prever, o italiano foi arremessado contra a parede do templo, sua cabeça se chocando contra a pedra causando uma dor lacerante, no minuto seguinte a boca do homem estava contra sua, mãos firmes segurando seu pulso, uma das pernas entre as sua o quadril colado no seu mantendo-o no lugar. Masca foi desnorteado seus olhos turvou, a língua invadindo sua boca
De onde estava Milo pode ver a forma que os dois homes se pressionavam um contra o outro, uma lagrima escorreu pela sua face foi limpada brutalmente pelos dedos confusos, ele queria ir até queria gritar,chorar. Ele nunca tinha esperado isso do itaiano, ou do próprio Saga. Ele tinha acordado sozinho na cama ainda quente, Carlo devia ter ido a cozinha, n entanto foi ai que ele sentiu o cosmo do geminiano na casa, seus pensamentos voaram, ele sabia que ambos haviam sido amantes, ele havia tentado apagar os pensamentos, fechou os olhos e enterrou a cabeça no travesseiro tentando ignorar, Saga devia estar apenas de passagem. Mais não foi assim.
Seu peito se apertou, então era essa a vingança que Carlo estava planejando para ele? Mais lagrimas desceram de seus olhos quando o Italiano desvencilhou os pulsos das mãos do italiano e segurou seu rosto de forma possessiva. O escorpiano baixou a cabeça e fez seu caminhou de volta para o quarto. Tudo o que tinha que fazer era arrumar suas coisas e voltar para sua casa.
Mascara soltou seus pulsos do aperto do grego e segurou seu rosto afastando o rosto do homem do seu
–Saga seu filho de puta, volte pra mim.
O home na sua frente piscou algumas vezes até seus olhos voltarem ao azul marinho de antes, Saga pareceu confuso, seu rosto retorcido em uma careta, os olhos o encarando em choque.
–O que houve
Sua voz foi baixa, não mais eu um sussurro.
–Saga...
Mascara não teve coragem de terminar a frase e nem foi preciso, o geminiano fechou os olhos
–Não, não, não....
–Saga por favor
–Não, não não
O grego parecia estar simplesmente em um estado catatônico, não podia escutá-lo, seus olhos fitaram o nada e seu corpo desceu até o chão.
Mascara se viu chocado enquanto Saga se escolhia em uma bola humana a seus pés, o corpo balançado para a frente e para trás, a cabeça entre os joelhos, os braços em volta das pernas, os cabelos espalhados por toda parte os soluços em sua garganta, cortando os gemidos em intervalos regulares. O italiano se ajoelhou na frente do homem
–Saga, olhe pra mim por favor...
Saga simplesmente pareceu não notar sua presença. Carlo relutante aproximou a mão da cabeça do homem e afagou sem jeito, ele não sabia como consolar as pessoas, ele nunca sentiu necessidade de fazê-lo antes, mais nesse momento ele não poderia deixar Saga dessa forma. Segurando o rosto do geminano, Mascara o obrigou a encará-lo.
–Me diga o que houve Saga, eu estou aqui
O reconhecimento brotou nos olhos do homem mais velho.
–O que houve?
–Eu, eu vi Aioros.
Mascara trincou os dentes claro que tinha que ter um dedo sagitariano nessa historia, sempre que se tratava de Aioros, Saga se reduzia a nada, se não culpa.
–O que ele fez?
–Nada. Fui eu quem fiz
O olhar de desespero no rosto do homem cortou o coração duro do italiano.
–...Eu destruiu ele, o transformei naquela coisa, como eu pude, como, como, como
Carlo suspirou cansado, enquanto trazia o grego para se aninhar em seu peito
–O que você que dizer com isso?
–Ele esta morto Aioria, ele morreu, ele não voltou, nunca mais voltara.
– O que nos fazemos destruiu tudo
Carlo sussurou mais para si mesmo o que para o grego.
Saga fechou os olhos tentando acalmar seu coração e agradecendo o fato do italiano não tentar consolá-lo, ele estava tão cansado de ser tratado como um coitado, como algo quebrado, que precisava ter vigiado e mimado, cansado das pessoas dizerem que não foi culpa dele. Isso apenas piorava.
–Como você esta se sentindo agora?
O canceriano perguntou passando a mão em seus cabelos suavemente.
–Cansado.
–Sim a vida é uma maldita cadela
O outro gracejou rindo da própria piada. O grego apreciou a forma como o peito de mascara convulsionou com a risada amarga.
–E você Mascara como está?
O italino parou para pensar por alguns intantes, ele não esperava o homem para perguntar isso, ele nunca tinha tido esse tipo de relação com o homem, na verdade com ninguém, ele não era do tipo que se queixava de suas inseguranças.
–Voce não vai me dizer? – Saga pediu novamente.
–Eu me sinto derrotado.
–Sim eu sei bem como é.
Saga suspirou tentando esquecer a forma como Aioro tinha atirado todas aquelas palavras em sua cara, antes de expulsa-lo de sua casa.
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