Capítulo 70: Uma vida

Logo que o doutor Stuart saiu do quarto de Scarlett, encontrou Eleanor no corredor esperando por ele.
" Doutor, Scarlett está bem?"
" Sim. Pode ficar tranquila, senhora Butler. Sua nora está ótima." ele disse com um olhar tranquilizador e um meio sorriso nos lábios.
" O quê ela teve doutor? " Eleanor perguntou ainda preocupada.
" Ela mesma vai contar para a senhora, senhora Butler. Sua nora não quer que eu conte nada, então vou respeitar a vontade dela." o doutor Stuart desconversou.
Quando Eleanor entrou no quarto, encontrou Scarlett sentada na cama, com um sorriso no rosto, completamente emocionada, alisando sua barriga com a mão. Naquele exato momento, Eleanor percebeu tudo.
" Oh, minha querida, é o quê eu estou pensando?" Eleanor perguntou encantada, com seus olhos azuis brilhando de tanta alegria.
" È sim. " Scarlett confirmou sorrindo sem tirar a mão de sua barriga.
" Oh, meu Deus! Eu vou ser avó novamente!"
" Sim, senhora Eleanor. Eu estou esperando um bebê."
Eleanor correu para abraçá-la com carinho. Após a morte de Bonnie, ela esperou ansiosamente a oportunidade de ser avó de novo. Deixou de acreditar que isso pudesse acontecer e agora, sua nora estava grávida carregando um Butler dentro da barriga.
" Mas, o bebê está bem, minha filha? Você esteve tão doente e tomou tantos chás medicinais." Eleanor perguntou preocupada colocando sua mão na barriga de Scarlett, em cima da mão dela com suavidade.
" Até o doutor Stuart, ficou impressionado. Ele me disse que qualquer mulher que tivesse passado pelo o que eu passei, teria perdido o bebê. Ele até chamou o meu bebê de pequeno milagre." Scarlett riu feliz.
" Sim, minha filha. Esse bebezinho é um pequeno milagre e virá para alegrar e adoçar ainda mais as nossas vidas. Oh, Scarlett, como eu estou feliz!" Eleanor abraçou-a com força, completamente emocionada. "Eu vou agora mesmo escrever um telegrama para Rhett! Ele precisa vir pra cá, correndo! Ele vai ser pai! Oh, isso é um milagre de Deus!"
" Senhora Eleanor, deixe-me contar pra ele que estou grávida, por favor." Scarlett pediu carinhosamente e rindo ao mesmo tempo ao ver sua sogra tão eufórica.
" Oh, claro, minha filha! Eu vou escrever um telegrama pedindo para ele voltar com urgência pra casa e você vai dar essa maravilhosa noticia para ele pessoalmente. Rhett vai ficar tão feliz! Obrigada, por me dar esse presente, minha filha, muito obrigada!" agradeceu Eleanor enchendo o rosto de Scarlett com beijos.
Scarlett riu feliz ao ver Eleanor sair correndo do quarto. Ela nem desconfiou que estava grávida. Agora, tinha um bebê de Rhett dentro de sua barriga, um bebê que podia unir ela e o marido, um bebê que podia aliviar o sofrimento de Rhett em relação a morte da filha, um bebê que iria nascer para mudar tudo. Scarlett nunca quis ter filhos, nunca planejou a vinda deles ao mundo, mas sabia que ao cumprir com seu papel de esposa, podia engravidar. E foi assim com seus três maridos. Nunca gostou de estar grávida, aquele período chato em que se sentia gorda e enorme, depois nunca teve muita paciência com as crianças. O único bebê que desejou realmente ter foi o bebê que ela perdeu quando caiu da escada e sofreu o aborto, agora a vida estava dando-lhe mais uma chance. Ela lembrou-se da pneumonia, da fuga do baile de Santa Cecília, da tentativa de estupro de Ross e seu sorriso sumiu, ela podia ter perdido aquele bebê e abraçou sua própria barriga como se quisesse protegê-lo de qualquer dano. Naquela época, Scarlett já estava grávida e não sabia. Decidiu naquele momento, que iria proteger aquele bebezinho que crescia dentro de sua barriga com unhas e dentes e alisando sua barriga novamente, murmurou com um carinho tão sincero que soou estranho até para ela mesma.
" Oi, meu bebezinho. Aqui quem fala é a sua mamãe. Não se preocupe meu querido, eu vou proteger você até mesmo com minha própria vida..."
Scarlett O' Hara Butler conversando com sua própria barriga era muito estranho de ver, mas ela estava tão feliz e ao mesmo tempo tão apaixonada por aquela nova vida que mais uma vez não percebeu que uma mudança iniciava-se em seu interior e em sua alma. Ela já imaginou uma menina parecida com Bonnie ou um menino parecido com Rhett, de qualquer forma aquele ser que estava dentro dela era realmente um pequeno milagre.
" Você já é um vencedor, bebezinho. Vai ser forte como os O'Haras e bonito como os Butlers. Oh, meu querido, logo você vai conhecer o seu papai e ele gosta tanto de bebês que vai cair de amores por você!"
Ela parecia uma criança conversando com sua própria barriga e ao mesmo tempo alisando-a com suavidade. Logo a porta do quarto abriu novamente e Rosemary entrou correndo e feliz para parabenizá-la. As duas se abraçaram, e Rosemary murmurou em seu ouvido apertando Scarlett contra si.
" Oh, Scarlett! Mamãe me contou tudo! Eu vou ser titia! Estou tão feliz!"
Rhett Butler passou uma noite infernal. Não conseguiu dormir e nem comer. Lamentava o fato de ter-se deixado enganar por Scarlett novamente. Ele quase confessou que amava-a durante suas noites de amor, pensou em reatar o casamento e dormir no mesmo quarto que ela. Agora, encontrava-se aos pedaços. Scarlett nunca o quis de verdade, apenas quis provar que podia tê-lo de volta. Ela o atraiu com todo o seu charme irresistível e ele caiu como um fraco. Sentado na pequena cama de solteiro, dentro da casa velha e grande de Dunmore Landing, Rhett deu um soco no colchão completamente revoltado. As palavras de Scarlett ainda martelavam em sua cabeça.
"Riu bastante de mim pelas costas, mas foi um tolo , pois eu também aproveitei de seu corpo e de seus beijos. Ambos, aproveitamos um do outro, portanto você não conseguiu me ter debaixo dos seus pés."
Ele nunca quis tê-la debaixo dos seus pés, apenas quis amá-la, protegê-la, mimá-la e estragá-la. Ela sempre foi a única mulher que ele amou, e isso era o seu castigo. Rhett sempre sentiu-se tão fraco perante Scarlett. Todas as vezes em que fugiu foi para não cair aos seus pés e declarar tudo o que realmente sentia, tornando-se seu escravo. Ele tentou proteger seus sentimentos de Scarlett com toda a força que tinha, mas nunca foi o suficiente. Rhett sempre foi atraído por Scarlett como uma mariposa era atraída para a luz. Agora, tinha que tentar esquecê-la de qualquer jeito. Tinha que enfiar de vez dentro da cabeça e principalmente dentro do coração, que qualquer amor que sentia morreu junto com Bonnie. Sua filha falecida era a única que merecia o seu amor incondicional. Rhett abaixou a cabeça e segurou-a com ambas as mãos enquanto as palavras de Scarlett continuavam martelando em sua mente.
" Como você pode ver, capitão Butler, você não é o único esperto e capaz de usar as mulheres. Você pode ser usado também..."
Aquelas palavras estavam torturando-o cada vez mais, e ele não conseguia tirá-las da cabeça, simplesmente não conseguia esquecê-las. Scarlett entregou-se com tanto ardor para ele, que algo não se encaixava em toda aquela história. Ela podia estar com raiva dele, por tudo o que ele fez e disse aquelas coisas querendo proteger a si mesma, mas logo, Rhett lembrou-se dos momentos de delírio de sua esposa e ficou ainda mais angustiado.
" Você me dá nojo...nojo..."
Rhett murmurou triste e quase chorando para si mesmo.
" Ela tem nojo de mim... eu fui um idiota em acreditar que ela podia me amar..."
Na manhã seguinte, Rhett foi até o centro de Charleston, contratar os trabalhadores para iniciarem a reforma de Dunmore Landing. Ficou combinado que a obra seria iniciada no dia seguinte com um prazo de 6 meses para tudo ficar pronto. Rhett pensava em morar ali definitivamente, quando não estivesse viajando. Agora, que realmente chegou a conclusão que seu casamento com Scarlett não tinha mais jeito, planejava fazer uma nova viagem para a Europa logo que Dunmore Landing estivesse completamente reformado e os trabalhos terminados. Ele iria fazer de tudo, qualquer coisa para conseguir esquecê-la ou pelo menos conseguir sobreviver sem ela. Rhett decidiu que iria focar na reforma e no seu trabalho no Banco, procurando pensar em Scarlett o menos possível.
No final da tarde daquele mesmo dia, ele recebeu o telegrama de sua mãe. Tremeu e abriu o telegrama rapidamente. No fundo estava com medo que Scarlett pudesse estar passando mal, mesmo sabendo que devia odiá-la e desprezá-la com todas as suas forças.
" Rhett, Volte pra casa agora mesmo, por favor. Scarlett precisa falar com você. Ass : Eleanor."
Rhett olhou para aquele papel e ficou com raiva. Depois de tudo, Scarlett queria que ele corresse atrás dela como um cachorrinho adestrado. Amassou o papel e jogou-o na velha lareira para ser consumido pelo fogo. Com o semblante frio e sério, Rhett murmurou rosnando.
" Scarlett, vai ficar esperando eu voltar, sentada! Ela nunca mais vai brincar comigo de novo."
Scarlett ficou a noite toda esperando pelo retorno do marido, mas Rhett não apareceu. Ela chorou escondida em seu quarto quando percebeu que ele não queria vê-la e que não iria aparecer. Ele tinha errado primeiro e agora estava punindo-a como se ela fosse a única errada de toda aquela história. Quando Eleanor entrou no quarto e percebeu que Scarlett tinha chorado, ela tentou tranquilizá-la.
" Minha filha, não se preocupe, Rhett vai voltar pra casa."
" Senhora Eleanor, seu filho foi tão mal pra mim e ainda acha que tem razão em me tratar desse jeito. Eu sei que disse coisas horríveis para ele durante a nossa briga, mas ele também errou. Eu quero muito pedir desculpas, mas eu também quero que ele reconheça o que fez comigo." disse Scarlett quase chorando novamente.
" Você não pode ficar nervosa, Scarlett. Agora, precisa ficar calma por causa do bebê que está esperando. Rhett sempre teve o gênio difícil, sempre foi muito teimoso e cabeça dura. Eu conheço muito bem o meu filho. Ele ama tanto você que não sabe nem como agir."
" Ele não vai voltar enquanto eu estiver aqui, senhora Eleanor." Scarlett lamentou com tristeza.
" Vai voltar sim. Se até amanhã, Rhett não aparecer, vou enviar um novo telegrama para ele e se ele insistir em ser um menino mal e birrento, eu vou até Dunmore Landing buscá-lo pessoalmente. " disse Eleanor bastante séria.
No dia seguinte, Rhett Butler recebeu um novo telegrama. Ele estava almoçando, enquanto escutava o barulho dos trabalhadores que começaram a iniciar as obras em sua propriedade. Com a carta na mão, ele pensou aborrecido, antes de abri-la.
" Droga! Telegrama da minha mãe novamente. Será que ela não consegue perceber que eu não quero falar com Scarlett?"
Rhett abriu o telegrama sem o mesmo nervosismo da primeira vez. Com toda a calma do mundo.
" Rhett. Eu preciso que você volte pra casa, com urgência! Eu preciso de você aqui e agora! Ass : Eleanor."
Rhett não amassou a carta e parou de comer naquele mesmo instante. Scarlett podia estar passando mal, podia ter acontecido alguma coisa de grave. Ela podia ter tido uma recaída. Ele tremeu quando pensou naquela possibilidade. E mesmo contra a sua razão que gritava para ele ficar longe de Scarlett, decidiu que iria até a casa de sua mãe ver o que estava acontecendo.

Já era final de tarde quando Scarlett viu através da janela de seu quarto, a carruagem entrar no jardim ornamental trazendo seu marido de volta para a mansão dos Butlers. Ela alisou sua barriga carinhosamente e permaneceu observando a distância, Rhett descer da carruagem com seu chapéu panamá na cabeça. Rhett saiu da carruagem com um semblante sério, carrancudo e ao mesmo tempo preocupado e entrou dentro de casa rapidamente sumindo de sua vista.
Scarlett correu para olhar-se no espelho. Ela estava pálida e sentia-se feia e desarrumada. Não queria encontrar o marido daquela maneira. Então, Scarlett foi atrás de seu roupão verde esmeralda e após vesti-lo, sentou-se no banco de estofado de veludo que ficava na penteadeira e escovou os seus longos cabelos negros em frente ao espelho. Decidiu deixar suas madeixas soltas, caídas por cima de seus seios. Pensou em passar sua colônia de águas de rosas no pescoço, mas quando abriu o frasco do perfume e sentiu o cheiro, sentiu náuseas novamente e resolveu não usá-lo. Após descobrir que estava grávida, ela passou a sentir enjoo de tudo. Ainda olhando-se no espelho e vendo seus olhos verdes refletidos nele, Scarlett pela primeira vez sentiu medo. Naquele momento, ela sabia que Rhett estava na sala conversando com a sua sogra. Ficou combinado que Scarlett iria comunicar o marido sobre a sua gravidez, mas ela estava muito curiosa para saber o que mãe e filho estavam conversando.
Scarlett alisou sua barriga novamente. Apesar de estar bastante apreensiva, ela tinha certeza que aquele pequeno milagre que estava crescendo dentro de seu útero iria uni-la ao marido de uma vez por todas. Rhett sempre gostou de bebês e ele ainda amava-a, ela tinha certeza disso, então a situação não poderia ser mais perfeita. Eles tinham brigado, ambos por causa daquele amor louco que sentiam e que não conseguiam controlar. Eles eram tão iguais em tudo que não conseguiam confessar aquele sentimento forte que explodia dentro deles. Scarlett lembrou-se do baile com tristeza. Aquele episódio, ela sabia que não iria conseguir superar, não somente por causa de Anne Hampton, mas principalmente por causa de Ross. Aquele canalha podia ter feito ela perder o bebê, Scarlett pensou com ódio. Se ele tivesse conseguido estuprá-la, Scarlett estremeceu ao pensar sobre essa possibilidade, seu pequeno milagre não estaria mais dentro dela.
Scarlett abraçou novamente sua barriga como se quisesse proteger o seu filho. Ela lembrou-se de como lutou para livrar-se de Ross naquele bosque escuro, como foi difícil fugir dele ainda mais que ela estava passando mal. Agora, ela sabia que seu instinto materno deu-lhe uma força extra. Conscientemente, Scarlett não iria permitir nunca que aquele homem nojento colocasse suas mãos imundas em seu corpo, mas inconscientemente e sem saber, ela já estava protegendo o seu bebê.
Scarlett lembrou-se de Anne Hampton, a dama falsa e sem sal que ela tanto odiava. Ela estava fora de sua vida e da vida de seu marido para sempre. Após descobrir que Rhett dançou com Anne porque estava com ciúmes dela com Ross, decidiu que apesar da dor e da magoa, iria dar uma chance para Rhett explicar-se e pedir-lhe desculpas. Scarlett sorriu em frente ao espelho. Claro, que após Rhett pedir-lhe perdão, ela iria fazer-se um pouco de difícil para aceitar, afinal: ela não iria ceder tão facilmente, mas no final iria acabar se rendendo. Precisava reconstruir o seu casamento e aquela era uma oportunidade que Scarlett não ia deixar passar. Após toda a dor, ela acreditava que finalmente a vida estava sorrindo para ela. Rhett visitou o seu quarto escondido durante todas as noites em que ela esteve doente, ficou perto dela, revirou a cidade para encontrá-la quando ela sumiu, chorou e bebeu por sua causa, ele só podia amá-la demais. Scarlett sorriu satisfeita. Agora, com um bebê a caminho, seu marido não iria deixá-la nunca mais e os dois iriam ser felizes juntos com uma família restaurada e um casamento de verdade. Scarlett planejava pedir desculpas ao marido por suas palavras duras durante o encontro dos dois no jardim. O encontro que ele planejou só para vê-la. Scarlett acreditava que iria ser fácil entender-se com Rhett. No final das contas, ela tinha conseguido o seu marido de volta. Agora, ela só precisava contar-lhe que estava grávida.
Scarlett decidiu passar um pouco de rouge nas bochechas. Nada muito acentuado, apenas para dar um pouco de cor saudável ao seu rosto. Ela olhou-se mais uma vez em frente ao espelho e sentiu-se bem melhor. Agora, era só esperar que Rhett aparecesse em seu quarto para conversarem. E ela já sentia-se inquieta por achar que ele estava demorando demais.
" Mamãe, eu achei que Scarlett estava passando mal, por isso vim correndo. Eu não quero falar com ela." Rhett disse para Eleanor usando sua máscara de indiferença.
" Rhett, meu filho, Scarlett tem uma ótima noticia para te dar e você vai agora mesmo conversar com ela." retrucou Eleanor sem conseguir esconder o seu sorriso de felicidade apesar da teimosia de seu filho.
" A senhora está alegre demais mamãe, o quê está acontecendo?" Rhett perguntou desconfiado .
" È Scarlett quem vai te contar. Agora, vá logo, meu filho! Vá atrás dela!"
" Mamãe, eu e Scarlett vamos brigar de novo, a senhora podia muito bem me contar a novidade e evitaríamos uma nova briga dentro dessa casa." Rhett insistiu pois não queria ver Scarlett de jeito nenhum.
" Rhett Butler, você vai subir agora para conversar com sua esposa. Não me faça te pedir de novo. Nem parece que tem 45 anos nas costas, parece um menino com medo de Scarlett." Eleanor reclamou fechando o sorriso e perdendo a paciência.
Rhett riu alto e olhou para sua mãe com carinho. Sim, ele tinha que admitir que tinha um certo medo de Scarlett. Ele nunca sabia como sua esposa viria a agir quando estavam juntos, além do charme diabólico que ela possuía. Mas, sentia-se mais forte e decidiu manter a máxima frieza possível na presença de Scarlett. Jurou para si mesmo que Scarlett tinha brincado com seus sentimentos pela última vez. Ele conseguiu mantê-la afastada de seu coração uma vez e iria conseguir novamente.
" Tudo bem, mamãe, eu vou subir e conversar com Scarlett. Não precisa ficar brava comigo." ele disse sorrindo e rendido. Não conseguia recusar um pedido de sua mãe.
" Vá logo, meu filho! Você já ficou tempo demais jogando conversa fora comigo. Vá!" ordenou Eleanor praticamente empurrando seu filho em direção da escada.
Rhett riu novamente e subiu as escadas, sumindo da vista de Eleanor que rezou baixinho:
" Oh, Senhor, ajude meu filho e minha nora a finalmente acertarem os ponteiros entre eles, por favor!"