Seduction And Perversion
7 PECAMINOSA
Notas iniciais
PECAMINOSA
POV_BELLA
Quando eu digo que a vida é uma droga, ninguém acredita em mim.
Bom, pelo menos a minha vida é uma droga.
Por quê?
Simples, tenho 17 anos e minha mãe me obrigada a fazer o que eu não quero.
O que ela me manda fazer?
Ela quer que eu seja FREIRA, acredita?
Eu não sirvo para isso não, se ela queria ser freira, o problema é dela, não me mete no meio.
O pior de tudo é o fogo que eu tenho no meio das pernas.
Aquela merda de convento não UM homem para me aliviar.
Eu preciso arranjar um jeito de fugir daqui, o mais rápido possível.
Minha oportunidade perfeita será quando minha Tia Esme vir me buscar para passar as férias na casa dela.
Daí não passa.
Ela viria amanhã, estava tudo pronto para minha fuga. Na hora de sairmos eu fugia correndo para Deus sabe onde. Eu poderia arranjar um emprego, até strip-tease eu faço se for preciso.
Passei a noite toda em claro imaginando como seria, se daria tudo certo. Finalmente eu me veria livre desse bando de velhas chata. Minha única amiga aqui era a Jessica, mesmo ela sendo toda certinha ela era muito legal. E principalmente, me apoiava em minha escolha de fugir, ela dizia que se a pessoa não tem interesse é melhor ninguém obrigar!
Quando finalmente amanheceu a irmã Matilde veio me chamar para esperar minha tia na secretaria.
Felizmente não seria preciso eu usar aquelas roupas ridículas fora daqui, então peguei um vestido bem confortável e discreto.
Não tinha malas, apenas alguns objetos pessoais.
10 minutos.
20 minutos.
Finalmente ela chegou, tia Esme e linda como sempre.
-Bella, minha querida.
-Que saudades tia. — Senti um pouco de remorso por estar fugindo logo quando minha tia esta sendo tão legal comigo.
-Esta tudo certo, já podem ir. – Disse irmã Matilde. – Se comporte bem Bella.
Olhei para ela e mostrei a língua. Parecia que ela teria um infarto com aquela cara de indignação.
Quando estávamos perto da saída eu levei minha tia para o caminho diferente.
-Tia, a senhora se importa se eu for dar tchau para uma amiga minha, será rapidinho?-----Claro querida, fique a vontade. — Olhei para o lindo rosto da minha tia e pedi desculpas silenciosamente. Seria tudo mais fácil se eu tivesse nascido filha dela.
Fui pelo caminho certo em direção a saída e quando já estava fora comecei a correr. Mas logo esbarrei em alguém e quase fui ao chão, se não fosse mãos fortes e quentes me segurarem pelo braço.
-Mas o que é isso?- Perguntou a voz rouca que fez meu corpo todo se arrepiar.
Olhei para a figura linda em minha frente, seus cabelos eram despenteados como se ele tivesse acabado de fazer sexo selvagem, os olhos eram duas esmeraldas verdes e a boca era simplesmente divina!
-Me solta cara, não tenho muito tempo. — Disse tentando me desvencilhar de seus braços.
Seus olhos me observavam com curiosidade.
-Isabella?- Nunca meu nome saiu tão perfeito da boca de alguém.
-Como sabe meu nome?- Perguntei.
-Você é a sobrinha da Esme?
-Você conhece a Tia Esme?- Santo Deus, será que esse gostoso é o novo namorado da minha tia? NÃOOOOO.
-Na verdade eu sou filho do namorado. — Disse ele divertido. Espera ai, eu falei aquilo em voz alta?
-Ok, já estamos apresentados então me deixar sair daqui.
-Calma irmã, para que a presa? –Perguntou ele prendendo riso.
-Irmã é o caralho, eu NÃO sou freira.
-Mais vai ser, alias você já parece uma. – Disse ele soltando uma gargalhada ruidosa.
Soltei meus braços de seu aperto e empurre-o até encostar-se à traseira do carro. Colei meu corpo no seu e pude sentir todos os seus músculos definidos. Ouvi-o respirar com dificuldade e dei um sorriso sedutor.
Esfreguei meu corpo no dele e pude notar o começo de uma ereção.
-Quem é a freira agora?- Sussurrei em seu ouvido e depois chupei o lóbulo de sua orelha.
Suas mãos foram para meu bumbum e apertou com força. Gemi, a tempos eu não era “pegada” desse jeito.
-Sabia que está cometendo um pecado irmã? Não quero fazer arte desta orgia. – Disse ele se afastando meu corpo. Ele ia ver só, eu iria mostrar como ele vai implorar para participar.
Merda, porque eu estou perdendo meu tempo com ele sendo que eu poderia estar bem longe daqui agora.
-BELLA, o que você estava pensando. — Perguntou minha tia.
-Desculpe tia, eu iria fugir.
-Oh minha querida, já pensou em conversar com sua mão sobre isso.
-Eu já conversei tia, mas com ela não tem conversa.
-Vamos para casa e lá daremos um jeito de resolver isso querida, só me promete que não vai tentar fugir de novo.
-Eu prometo.
Entramos todos no carro, a tia foi na frente e o cara dos cabelos acobreados foi dirigindo enquanto eu estava sentado atrás dele.
-Esse é o Edward, filho de Carlisle.
-É, já nos conhecemos. –Disse olhando para seus olhos através do retrovisor. Passei a língua pelos lábios e apenas movi-os sem sair som.
-Gostoso.
Ele perdeu um pouco a direção do carro e eu prendi o riso.
-Tudo bem Edward?- Perguntou minha tia.
-Claro Esme, foi só uma câimbra.
Logo chegamos à linda casa da minha tia, estava toda a família reunida na sala. Eu me senti um peixe fora da água. Eu nunca vivi assim, em um ambiente tão familiar, e ver isso às vezes me afeta. Acho que minha mão nunca me amou de verdade, sempre preferiu minha irmã Tânia. Talvez seja por isso que ela me obrigou a ir para o convento.
Fizemos todas as apresentações, Carlisle era um cara legal, Emmet era divertido e Jasper muito calmo. Todos lindos, claro.
Alice e Rose estavam lindas como sempre.
-Vamos, o jantar já esta pronto- Chamou minha tia.
Todos nos reunimos em volta da mesa.
Notei que eu sentei bem na frente do gostoso do Edward e isso me deu uma idéia perversa.
Tirei minha sapatilha e comecei a passar meu pé em sua perna, mas sempre olhando para minha comida. Vi o Eddie tossir um pouco e se remexer na cadeira.
Prendi a gargalhada.
Eu subia o meu pé desde seu tornozelo até sua coxa. Sua respiração estava um pouco rápida e notei que ele me olhava, continuei olhando para minha comida.
-Então Bella, soube que pretende ser freira. –Perguntou Carlisle.
-Na verdade quem pretende isso é minha mãe, por mim eu seria uma cantora de rock.
Em nem um momento eu parei de massagear a perna do Edelicia. Carlisle achou melhor não continuar no assunto e engatou uma conversa animadora com Esme.
-Você esta bem Edward?- Perguntou Alice.
-Olhei pela primeira vez para ele e notei que suas bochechas estavam bem coradas. Ele ficou ainda mais lindo assim.
-Estou bem Allie, só com um pouco de calor.
Ele me olhou como se me desafiasse e eu sorri.
Dessa vez meu pé foi um pouco mais alto até chegar a sua ereção extremamente grande.
Merda, ele vai me arrombar.
Ótimo!
Apertei a cabeça de seu membro entre meus dedos e ele começou a tossir bastante.
-Filho, algum problema?
-Não pai, eu só engasguei.
Ele desceu sua mão ate meu pé e tentou tira-lo de lá. Eu fui mais esperta e comecei a massagear imitando movimentos de vai e vem e vi ele se render.
Abriu um pouco mais as pernas e esparramou um pouco o corpo sobre a cadeira. Eu fazia movimentos rápidos e fortes e a medida que via sua expressão de prazer notei que ele estava perto. Dei um apertão com força e ele gemeu. Alto.
-Filho...
-Acho que não me sinto muito bem. — Disse ele com a voz fraca. Seu rosto estava todo vermelho.
Esme colocou sua mão na tesa dele e exclamou:
-Meu Deus, ele esta ardendo em febre.
Retirei meu pé de sua ereção que ainda pulsava e fiz com minha mão um movimento de “depois”.
-Se importam se eu me retirar?
-Claro que não querido, vá tomar um remédio e se deite um pouco.
O resto do jantar foi tranqüilo, mas eu queria ir logo para meu quarto esperar todos dormirem para fazer uma visitinha para o Edelicia..
-Eu já vou me retirar, o jantar estava ótimo, obrigado tia.
-Imagine querida, seu quarto é o de sempre, fique a vontade.
-Obrigado, Boa noite a todos.
Fui para meu quarto que era o de sempre e notei o barulho que veio do quarto ao lado. Quer dizer que o Edelicia dorme no quarto ao lado. Perfeito.
Vesti uma camisola que Alice havia me dado quando eu contei que não queria ser freira e esperei até bem tarde, quando poderia ir ao quarto do Edward. Já era pouco mais de meia noite e eu estava pronta para ir para o quarto de Eddie quando ouso o barulho do trinco da porta se fechando. Olhei para o lugar de onde veio o barulho e dou de cara com o gostoso, tesudo do Edward apenas com uma calça em seu corpo.
Ofeguei.
-Você ma provocou. Me fez ficar excitado e quase goza na mesa do jantar. — Disse ele se aproximando. Minha respiração estava rápida e eu sentia que minha minúscula calçinha já não prestava mais. — E o pior de tudo. Deixou-me duro e pulsando de desejo por você.
-Eu posso te recompensar agora.
-Era o que eu esperava. — Disse ele pegando em meus braços e me jogando na cama com força.
-Então vem que eu faço gostoso. –Ele gemeu e se deitou em cima de mim.
-Pronta para ser fodida até ficar arrombada?
-Pronto para foder uma freira?- Não queria que ele se arrependesse depois dizendo que só fez sexo comigo por que não controlou o desejo.
-Eu quero você. — Disse ele beijando meu pescoço.
Meu corpo já ardia em desejo e a cada toque de sua mão em minha pela faziam choques percorrer por todo meu corpo.
Sem nem uma gentileza, ele arrancou minha camisola do corpo e eu a vi apenas em pedaços espalhados pelo chão.
Adoro homens selvagens.
Mas Edward era um selvagem que ao mesmo tempo era doce. Não saberia explicar como.
Ele me encheu de abraços e beijos.
Lambia cada parte do meu corpo me deixando louca. Mesmo eu estando com pouquíssimos homens, na época que eu fugia, ele era o que sabia deixar uma mulher completamente maluca e implorando por mais.
Beijou minha boca com uma adoração que fiquei sem ar, nossas línguas se juntando em uma dança erótica e sensual.
Sua mão desceu ate minha intimidade e ele começou a esfregar a mão lá. Isso era pouco, u queria mais, queria que alguma coisa entrasse em mim.
-Eddie...por favor...
-Por favor o que anjo? – Disse ele circulando a auréola do meu seio, meus lhos reviravam.
-Eu quero... — Eu não consegui pronunciar nem uma palavra.
-O que você quer? Fala que eu te dou, qualquer coisa. — Depois de falar começou a morder meu seio e depois passar a língua.
-Você dentro de mim. Agora....
-Que parte de mim dentro de você??
-Caralho Edward, eu quero seu pênis dentro de mim. Me fodi logo porra.
Ele olhou para mim com os olhos negros e depois sorri.
-Ainda não anjo. — Disse ele descendo seus beijos por mim barriga. — Ainda temos muitas coisas para fazer.
Ele retirou minha calçinha minúscula, abriu minhas pernas e gemeu ao ver minha entrada totalmente aberta e pronta para ele.
Desceu sua cabeça e começou a beijar meu ventre.
Logo senti sua língua lambendo toda a extensão da minha intimidade, me penetro com um dedo e mordeu meu clitóris.
Eu arqueava minhas costas querendo mais contato e ele continuava seu trabalho lá em baixo.
Olhei para a cena que acontecia na minha frente e isso me fez gemer. Ver Edward lambendo minha buceta com os olhos fechados e expressão de prazer me fez sentir o orgasmo chegando.
Meu corpo tremia, minhas mãos agarradas no cabelo dele, empurrando-o ainda mais para mim, minha respiração estava rápida e eu senti choque concentrados na minha intimidade.
O orgasmo veio forte e potente. Eu queria gritar, mas provavelmente acordaria a todos então apenas mordi meu lábio até sentir o gosto de sangue.
Ele deitou-se em cima de mim novamente e me olhou nos olhos.
-Você tem o gosto mais delicioso que eu já senti.
Ele chupou meu lábio que ainda sangrava e depois depositou um beijo singelo, como se fosse para sarar.
-Você é linda, me deixa louco. Deus, você é uma feiticeira. Olha o que está fazendo comigo, me fazendo desejar uma freira.
-Eu não sou freira. – Disse irritada. –Isso me faz lembrar que ainda tem alguém animado.
Empurrei seu corpo na cama e me sentei em cima dele, estrategicamente em cima de sua ereção.
Ele ainda estava com a calça do pijama então eu rebolei o fazendo gemer e tombar a cabeça para trás.
Tirei sua caça e logo vi aquele membro enorme apontado para mim. Passei a língua entre os lábios como se eles estivessem secos e olhei para ele.
Dei um beijo na cabeça do seu pau e depois lambeu o pré-gozo que havia ali. Ele gemeu e pegou meus cabelos com força.
Engoli todo seu para e ainda ficou um bom pedaço para fora. Peguei na base e comecei a apertar. Ele socava seu quadril para frente me fazendo engolir cada vez mais e eu o senti pulsa.
Mas ele me tirou de lá, virou meu corpo e se deitou em cima de mim.
-Que tal se nois irmos para os finalmente logo. — Implorou ele.
-Com certeza.
–Camisinha? – Pediu desesperado.
-Não se preocupe, eu tomo remédio.
Ele olhou para mim e começou a rir.
-Você é única. — Nesse momento que ele disse essas palavras com tanto carinho que se eu estivesse em pé minhas pernas falhariam.
Senti seu pau abrir espaço dentro de mim e meu corpo todo se arrepiar.
Eu joguei meus quadris para frente a fim de fazê-lo entrar definitivamente em mim. Mas Lee me impediu.
-Calma anjo, vamos aproveitar.
Seus movimentos eram lentos e tortuosos. Sua boca caiu em meu seio e ele sugou meu mamilo com delicadeza.
Agarrei em seus cabelos desesperada. Eu queria mais, muito mais!
-ME fode com força Eddie, me arromba. -Pedi.
-Merda, caralho de mulher gostosa... Acaba comigo assim anjo.
Suas investidas se tornaram fortes e ritmadas. As minhas pernas que antes estava plantadas na cama vê fazendo movimentar para cima e entrar mais fundo nele, circularam o redor da sua cintura. Uns de meus pés ficaram apoiados em sua bunda, para poder controlar o ritmo.
Ele mordia meu ombro com força para não gemer alto, mas eu ainda podia sentir a respiração dele saindo desesperado.
Seu membro pulsava com violência, e as paredes da minha vagina mastigavam ainda mais ele. Eu podia sentir cada pedaço do seu pai dentro de mim.
Espasmos percorriam todo meu corpo.
Seu rosto se afundou no vale dos meus seios e minha mão se enroscou no meu próprio cabelo tamanho ao prazer que eu sentia, puxei meus próprios cabelos quando senti explodirmos juntos em um orgasmo delicioso.
Meu corpo tremia junto ao seu, o suor percorria sua testa fazendo seus fios dourados grudarem lá.
Ele distribuía beijos por todo meu seio e pescoço.
Ficou olhando em meus olhos até nossas respirações se aclamarem.
-Você vai ser minha.
-Eu já sou. — Eu não poderia perder ele. Era um puto safado que nem eu. Tem um fogo incontrolável, é perfeito para mim.
Ele me enrolou em seus braços e cobriu nossos corpos. Pela primeira vez eu me senti que estava em casa.
-Dorme anjo. Ainda temos muita luta pela frente.
Permiti que meus olhos pesados se fechassem, enquanto meu corpo era fortemente apertado contra o dele.
Fale com o autor