Notas iniciais
amoreeees, estou eu aqui de novo com mais um capitulo do P&S para vocêes. Primeiro quero agradecer a jessicadek pela linda e maravilhosa Recomendação: muito obrigada floor *amei* ♥ Hoje o capitulo é especial para a jessicastewart porque ela é um amor e eu fiquei super feliz por ela estar acompanhando a fic (eu sei que é chato quando nos pedimos para ler a fic por MP, mas ela foi super simpatica e deu uma passadinha aqui na S&P). Obrigado pelo apoio flor, essa é para você... Já viram que eu gosto de dedicar capitulos neh, é só deixar review que eu dedico, ook?? Pois o que seria de mim sem vocês leitoras(es) e suas lindas review e recomendações? Sem mais enrolação, vamos ao que interessa. Booa Leitura.~ PS> recadinho lá em baixo!

ATRAIDO PELO PERIGO

Estou fudido.

Literalmente.

Vou resumir um pouco da minha vida para vocês entenderem como eu vim parar nessa situação, er... constrangedoramente excitante.

Sou Edward Cullen, tenho 27 anos e já sou considerado o maior empresário no ramo alimentício. Tenho mais de trinta restaurantes distribuídos pelo mundo todo.

Como consegui isso? Quando meu pai morreu me deixou uma herança bem gorda e deu para pagar uma boa faculdade de administração e depois gastronomia.

Minha única família é Alice, minha irmã mais nova que estudava em um colégio interno na França.

Minha vida é luxuosa, mas sou uma pessoa descente e tenho sentimentos. Ainda não encontrei a pessoas que me faça “tremer na base”. Acreditava que não iria encontrar mais, não até o dia em que ela me pegou.

A partir daí, eu pensei que minha vida fosse se tornar um inferno.

E se tornou, mas para o lado positivo, em partes. Pois eu conheci o lúcifer em pessoa. Mais precisamente em mulher.

Isabella Swan.

Como eu á conheci? Bom, digamos que foi de um jeito de um jeito inusitado.

Fui o ultimo a sair do restaurante, já era bem tarde. Não era recomendado, nem para um homem, muito menos rico como eu, ficar andando sozinho a essa hora da noite. Mas fui tolo, não me importei com o perigo, mas ele veio bater a minha porta, mas precisamente em minha cara. Quando estava fechando as portas da frente do restaurante, ouso aquele clik de revolver e logo o sinto em minha cabeça.

-Olá Edward, como vai?- Falou um homem alto, parado ao meu lado com o rosto todo coberto.

-Sem enrolarão Caius, vamos logo com isso, a chefe está esperando.

-Vamos dar um passeio mauricinho. — Falou o tal do Marcus. Ele colocou um tipo de saco em minha cabeça, mas antes me amordaçou.

Empurrou-me até o carro e eu não sei onde estávamos indo. O pânico me dominava, meu celular tocou, mas eles desligaram.

Eu queria gritar, mas sabia que era inútil.

Notei quando saímos do carro e os carro e entramos em algum lugar. Sentaram-me em uma cadeira e amararão minhas mãos e pés, depois tiraram o saco da minha cabeça e ficaram me olhando por alguns segundos. Não queria me mostrar fraco na frente deles, por isso não demonstrei nem um medo. O desgraçado que estava por trás disso iria me pagar muito caro.

Tiraram o pano que amararão em minha boca e começou a fazer perguntas.

-Já deve saber o que esta acontecendo. Certo?

-Imagino que sim. — Disse com a voz mais tranqüila possível.

-Bom, por enquanto você fica aqui, eu tenho que falar com o chefe.

Voltou a amarar o pano em minha boca e saiu trancando a porta.

Olhei em volta do local onde eu estava, era um... quarto? Poderia descrevê-lo como de boa qualidade, um pouco luxuoso.

Eu pensei que estivesse lidando com algum senhor do crime, algum chefe de quadrilha que seqüestra homens ricos.

Bom, acertei. Em partes.

Minhas mãos doíam por causa do aperto, provavelmente já fazia mais de 4 horas que eu estava amarado aqui. Ouvi o barulho da fechadura da porta sendo aberta e não acreditei quando eu a vi entrar.

Simplesmente a mulher mais linda que eu já vi em toda minha vida.

O corpo perfeito, com curvas bem delineadas, cabelos castanhos caídos em cachos por seus ombros, pele extremamente branca e lábios carnudos.

Seu andar era de um felino, um predador prestes a atacar, mas não para matar.

-Olá Edward. — Disse a voz suave e rouca. — Já entramos em contato com sua família.

Ela se aproximou e tirou o pano da minha boca. O toque de suas mãos eram suaves e quentes. Eu imaginei essas mesmas mãos tocando no meu pau e me... PORRA! CARALHO! Eu estou seqüestrado e fico pensando em sexo? Dever ser a tensão.

-Devo dizer que sua situação não é nada boa.

-Não brinca! — Disse sarcástico. Incrivelmente ela riu. Seu sorriso era fascinante.

-Não brinca você, não sabe do que eu sou capaz. -disse ela se abaixando e ficando com o rosto bem perto do meu, eu podia sentir o cheiro delicioso de seu hálito de uísque, seus olhos eram ameaçadores e isso me deixou excitado.

-O que quer dizer com “a minha situação não esta boa”?

-Eu entrei em contato com alguém que pode providenciar o pagamento do seu resgate, tal de Mike, mas ele não se mostrou nem um pouco interessado.

-Aquele desgraçado. — Mike sempre me invejou, não iria desperdiçar a oportunidade e me tirar da jogada.

-Cadê a sua família?- Perguntou ela se sentando de frente para mim, na ponta da cama.

-Eu só tenho minha irmã mais nova, mas não meta ela nisso. –Tentei parecer o menos medroso possível, se alguma coisa acontecesse com Alice, eu não me perdoaria.

Ela ficou me olhando por um longo tempo e eu não poderia dizer o que tinha em seu olhar.

-Se não você vai fazer o que? –Perguntou ela perigosamente. Deliciosa.

Uma surra... de pau! Ouvi uma gargalhada estridente.

PORRA, eu falei m voz alta?

-Não se preocupe Edward. –Disse ao se levantar e para em minha frente. Eu tive vontade de rir, como alguém tão perigoso usa perfumo com fragrância de morangos? –Não farei nada com a menina.

Ela saiu rebolando os quadris sensualmente e já na porto olharam para mim por alguns segundo, mas foi o suficiente para eu me sentir pelado, e depois falou com um dos homens que içava na porta.

-Nos tratamos bem nossos hóspedes, mas e preciso se comportar bem durante a hospedagem. –Disse ela ao longe. – Se você tiver bom comportamento eu posso te dar um bônus no final.

Saiu às pressas do quarto enquanto os dois guarda-roupas entravam e me desamarravam. Ouvi vozes altas vindo de fora e reconheci a dela, parecia extremamente nervosa.

A noite toda eu passei acordado. A cama era confortável, mas o sono não vinha, eu tinha que dar um jeito de me comunicar com alguém, por culpa do desgraçado do Mike eu ainda estava aqui.

Fiquei sentado na poltrona onde a mesma mulher havia se sentado e logo ouvi o barulho da maçaneta da porta.

Ela entrou usando uma calça apertada, marcando todas as suas curvas com uma blusa delicada demais, para uma mulher como ela.

-Bom dia Edward. Já estamos providenciando seu café da manhã. –Ergui uma de minhas sobrancelhas em duvida, que tipo de seqüestradora ela era que tratava as vitimas com tanta mordomia?

-Receio que seu caso não seja nada bom, que tipo de amizades você tem Edward, não querem nem saber de você! –Disse com um brilho estranho no rosto.

-Se você me deixar falar com ele, tenho certeza que vai conseguir o dinheiro que você quer. pago o quanto for preciso.

-Tudo bem. Marcus traga um telefone até aqui.

Eu pensando que as coisas poderiam ficar melhores se eu falasse com o Mike. O puto desgraçado não quis saber, disse que ninguém se importaria se eu vou morrer ou não. Ele não quis liberar dinheiro nem um e ainda desligou em minha cara. Esse vadio ainda vai me pagar caro.

Depois da tentativa frustrada de convencer o Mike, a mulher ficou me olhando inexplicavelmente. Ouvi a batida na porta e logo ela mandou que entrasse. Uma loira linda apareceu pela porta carregando uma bandeja cheia de coisas.

-Pode colocar na cama Tânia. — Ordenou ela a mulher.

-Sim senhora. — Ela se encaminhou até a cama e depositou a bandeja lá. — Quer que eu sirva?

Perguntou olhando diretamente para mim, seu olhar tentava ser sedutor. Era uma mulher linda, mais eu preferia a chefe.

-Saia Tânia. –Disse a mulher nervosa.

-Mas...

-Nada de mais, você já fez seu trabalho, não preciso, mas de você aqui.- Disse rudemente.

Antes de a mulher sair eu agradeci.

-Obrigado. — Ela sorriu vitoriosa e depois olhou para a mulher que soltava fumaça pelos ouvidos.

Só agora fui perceber que estava faminto, ataque a comida deliciosa que estava ali.

-Desculpe por não te alimentar antes, mas os incompetentes dos meus homens não sabem fazer as coisas direito. — Disse amigavelmente.

Deus, como uma mulher tão linda pode ter uma vida assim? Se ela se juntasse a mm eu poderia dar uma vida de princesa para ela, sem precisar de seqüestrar pessoas inocentes.

Olhávamos um para o outro sem dizer palavra nem uma, mas logo ela se pronunciou.

-Isabella Swan.-Disse me olhando nos olhos.

-Eu tenho uma idéia que pode ser produtiva para nois dois Isabella.

-Sou toda ouvidos.

-Você vai até o banco comigo e eu saco o dinheiro que você quer. Eu fico livre e você com a grana.

Ela me olhou ainda mais intensamente e depois começou a rir.

-Acha mesmo que eu vou cair nessa? Já tentaram me enrolar uma vez assim, mas não conseguiram.

-Será melhor para nois dois. Mike nunca vai quere que eu saia daqui.

-EU NÃO VOU SER ESTUPIDA AO PONTO DE ACREDITAR EM VOCÊ, NÃO DEVEMOS CONFIAR NAS PESSOAS. OLHA ESSE TAL DE MIKE, TRABALHA PARA VOCÊ E NUM ESTA NEM AI. – Gritou ela apontando o dedo na minha cara.

-SÓ SENDO UMA IDIOTA PARA NÃO VER A LOGICA DISSU TUDO. – Gritei de volta.

-IDIOTA, me chamou de idiota?- Perguntou ela se aproximando e ficando na ponta dos pés para ficarmos no mesmo nível, mesmo assim não funcionou.

-Eu esperava mais de uma seqüestradora, já percebi que você não é experiente. — Eu não poderia descrever o que estava acontecendo comigo, sua fúria simplesmente me encantava, eu não tinha medo das conseqüências de enfrentá-la.

-VOCÊ é que é um IDIOTA, não serve para ter amigos de verdade. — Disse ela dando um tapa no meu ombro.

-E você, por um acaso tem? –Argumentei. — A única coisa que você tem é um monte de puxa sacos que só querem se aproveitar de você pelo seu “trabalho”- Disse dando ênfase na ultima palavra.

-Oras, seu atrevido. — Disse ela vinda me dar um tapa na cara. Mas eu puxei sua mão e grudei nossos corpos. Sua respiração era rápida e batia deliciosamente em meu rosto. Seus lábios entre abertos era um convite irrecusável para um beijo.

E eu o fiz. Beijei sua boca com vontade, contornando seus lábios com a língua e logo ela me deu passagem.

Nossas línguas se enroscavam em uma dança sensual e maravilhosa. Seu sabor me deixava simplesmente louco.

Minhas mãos apertavam seu bumbum arrebitado, enquanto as suas aranhavam meus ombros.

Quando o ar nos faltou separei ela de meu copo minimamente, não queria perder contato com sua pele quente.

Mas ao contrario de mim, ela me empurro para longe. Havia em seus olhos um brilho estranho que não identifiquei. Logo ela saiu porta a fora sem dar uma palavra.

E desde esse dia ela não vem mais aqui.

Dois longos dias havia se passado e ela não voltou aqui. Apenas Tânia que entrava para me dar comida, e se jogar para cima de mim.

Eu nem ligava, fingia que não via e ela sai decepcionado.

Estava em mais um dia esperando por uma decisão de Isabella, quando vejo a mesma entrar vestindo um sobretudo preto.

-Vamos sair. — Disse simplesmente.

Dois caras me algemara e me vendaram. Levaram-me até um carro e de la fui para algum lugar.

Senti o carro para e logo mãos quentes tocaram meu rosto retirando a venda e depois as mãos tirando as algemas.

Isabella

Estávamos em um beco escuro, sem nem um movimento.

Eu estava sentado no banco do carona e ela no motorista. Olhou-me nos olhos por alguns minutos e depois falou.

-Você é diferente dos outros riquinhos que eu já seqüestrei.

Eu não podia responder nada, sua beleza era demais para mim, ela estava muito próxima.

Seu olhar era penetrante, ela parecia ver minha alma.

Tocou meu rosto tão suavemente que meus olhos se fecharam.

Vi quando ela se aproximou e seus lábios de colaram com o meu.

O beijo que se inicio lento ficou desesperado com o passar do tempo, puxei seu corpo para cima do meu e ela sentou com uma perna de cada lado. Minhas mãos puxavam seus cabelos com força enquanto as suas arrancavam minha camisa.

Suas unhas passaram pelo meu peito fazendo-me gruir.

Era loucura.

Uma doce e prazerosa loucura.

Estava completo e totalmente atraído por essa mulher problema.

Ela me beijava com desespero, apertando todo meu corpo.

A mulher mais quente eu já vi, seus braços pequenos me apertavam com força suas mãos percorriam meu peito e logo parou no cós da calça. Levantei o quadril para ajudá-la a se livrar logo, e ela tirou minha boxer tudo ao mesmo tempo. Quando viu meu pau duro, apontando para ela, gemeu e passou a língua pelos lábios.

Não, ela não iria fazer isso?

Ela abaixou o encosto do banco ate estarmos deitados e depois começou a beijar meu pau. Era apenas beijinhos calmos, mas quando sua língua sugou o pré-gozo que havia na ponta eu enlouqueci. Peguei em seus cabelos e a fiz de movimentar mais depressa.

Eu gemia alto, sua língua circulou a cabeça do meu pau e eu soquei meu quadril em direção a sua boca. O som do seu gemido fez meu pau vibrar. Senti choques em meu corpo, eu tremia e minhas mãos suavam. Senti que estava quase e tentei afastar seu rosto para não gozar dentro da boca dela, mas ela me impediu e deu uma mordida bem na cabeça do meu pau. Isso foi o suficiente para eu explodir dentro da boca dela. Antes me recuperar totalmente, ela subiu em cima de mim e me beijo com vontade. Senti meu próprio gosto na boca dela e isso me excitou novamente.

-Você tem um gosto delicioso. — Sussurrou ela ofegante. Só agora havia notado que ela ainda estava vestida.

Desatei o nó do seu sobretudo e quase enfarte quando vi o seu corpo nu.

-Mas o que...?

-Eu estava com um pouco de presa. — Disse ela com as bochechas coradas. Não pude evitar e lambia o local levemente vermelho. Ela gemeu e rebolou em minha coxa. Eu podia sentir sua excitação lambuzando o local.

Virei nossos corpos e deitei por cima dela. A imagem dela em meus braços era perfeita, ali era seu lugar.

Não resisti e beijei sua boca com desespero.

Cada um de nossos movimentos deixava-me ainda mais moldado em seu corpo. Meu pau pressionado na sua barriga enquanto ela esfregava seu sexo na minha coxa. Desci minha mão até la e apertei seu clitóris. Seu gemido foi tão desesperado que tive que romper nosso beijo. Mas não deixei de beijar sua pele. Minha língua traçava caminhos de fogo pelo seu pescoço. Mordi seu ombro enquanto ela rebolava em meus dedos, que nesse momento já penetrava sua entrada.

Seus gemidos cada vez mais altos imploravam por mais.

Desci minha cabeça ate estar na altura da sua buceta, quando a vi toda molhada não esperei mais e cai de boca lá. Lambia, sugava e penetrava meus dedos. Suas pernas apertavam minha cabeça, mas a sensação de provar seu gosto era incrível. Senti seu orgasmo vindo e parei de lambê-la. Queria deixá-la excitada, mas para gozar dentro de mim.

Beijei seus seios, dando total atenção aos mamilos túrgidos e duros. Lambendo e sugando.

Pressionei meu pau na sua entrada e senti-a jogar o quadril em minha direção. Ela estava tão rendida, nem parecia a mulher de alguns dias atrás.

-Por Favor Edward... eu preciso de você.

Não esperei ela pedir duas vezes e a penetrei. Inicialmente bombeei devagar, mas depois fui aumentando a velocidade.

Surpreendi-me quando ela empurrou-me corpo, quebrando a penetração e me fazendo ficar por baixo.

-Nunca se esqueça, eu gosto de ficar no comando. –Disse sedutoramente.

Levantou seu corpo e sentou no meu pau com força.

Gritei. Meu corpo tremia, não existia prazer igual ao que essa mulher me proporcionava.

Ela estava sentada em mim enquanto eu permanecia deitado. Suas mãos apoiavam em meu peito enquanto ela subia e desci. Minhas mãos na sua cintura a ajudavam nos movimentos.

Olhar para ela nesse momento não tinha palavras para descrevê-la.

Seu corpo subia e descia agora em uma velocidade alucinada, fazendo seus seios imitarem o movimento, seus olhos fechados, a boca entreaberta e, os cabelos totalmente bagunçados e as bochechas extremamente vermelhas.

A imagem da perdição, do perigo.

-Deixe-me beijá-la Bella. –Implorei.

Ela abriu os olhos e me olhou carinhosamente.

-Do que me chamou?

-Bella...

Seu corpo se deitou meu e ela me beijou intensamente. Nossas línguas se massageando freneticamente.

-Fala de novo?- Pediu.

-Bella?... Bella.... Bellaaa

-Ah.

Mordeu meu ombro e começou a me aranhar. Sentia sua carne apertando meu pau, cadê pedaço dele foi capaz de sentir sua pele interna. Meu corpo começou a tremer novamente, dessa vez junto com o dela.

Seu rosto estava suado, com os cabelos grudando na pele.

Vi que ela olhava atenta a parte do nosso corpo que estava conectada.

Olhei também, isso era a coisa mais erótica que vi.

Meu pau entrando e saindo de dentro dela.

-Viu como nos conectamos perfeitamente. — Disse com a voz rouca.

Ela apenas me olhou e começou a sugar meu pescoço.

Já não agüentava mais, eu sentia o orgasmo próximo, mas ele não vinha.

Peguei em seus joelhos e a fiz abris as pernas no maximo que o espaço permitirá e penetrei. Senti meu pau ir fundo.

-ooooooh –Gritou ela.

-Meu.. De...

-Deuuus.

Meu corpo tomado pelo êxtase, eu não consegui falar, só ouvíamos nossas respirações e o som do coração. Segurei seu corpo contra o meu, não podia permitir que ela me deixasse, se ela quiser poder me manter refém para sempre.

Ela saiu de meu abraço e se sentou no banco do motorista vestindo sua roupa.

-Se veste e sai. — Disse ela. Olhei-a incrédulo. Não podia estar falando serio.

-Está brincando ne?

-Sai logo porra, entes que eu me arrependa.

Puxei seu rosto em minha direção e fique encarnando seus olhos cheios de lagrimas tentando entender.

-Por quê? O que eu fiz? –Perguntei.

-Você não entende, você tem que ir, fugir para qualquer lugar se não vão te achar e te matar.

-Quem vai me achar? –Perguntei desesperado com sua agonia.

-Meu chefe, as coisas que eu faço é a mando dela, mas você tem que ir embora agora, já devem ter notado sua falta.

-É você?

-Eu me entendo com o Aro.

-Porque ele faz questão de me ter como refém?

-Mesmo que ele não conseguir dinheiro, vai te matar para não deixar suspeitas.

-Então você vai comigo. — Disse serio.

-O que? Eu não...

-Não tem discussão.

-Você me quer?- Perguntou ela com a voz baixa.

-É claro que quero. — Disse olhando em seus olhos.

Apenas vi a hora que ela ligou o carro e acelerou.

-Tem um meio de sair do país?-Perguntou.

Ela iria, lutaria para ficar comigo.

-Sim.

-Então vamos, Aro já deve estar atrás de mim.

-Olha onde eu fui me meter. Tinha que me sentir atraída logo por você? –Disse brincando. Ela riu e me olhou carinhosamente.

-Atraído pelo perigo.

Não me importei com isso, à única coisa que eu tinha era Alice e o restaurante. Meu dinheiro era suficiente para manter minha vida longe daqui, mas com ela.

Isabella.

Notas finais
amorees, dia 20 vai fazer um mês de fic e eu tive uma ideia meio louca aqui, o que você acham disso: Quem quiser participar, recomenda a fic e no final deixa seu nome para eu escrever um capitulo meio "diferente". Se der muitas( o que eu acho meio deficil), eu vou escolher três para fazer esses capitulos. O capitulo vai funcionar assim, será uma mégane à trois(sexo a três) entre a Bella o Edward e a leitora escolhida. Maaas, desde já devo avisar, no capitulo tera bissexualidade, a menina tem que estar de acordo em escrever o capitulo assim, com esse tipo de relação ook? Se alguém estiver interresada, vou ficar muito feliz. . Então, o que acharam do capitulo de hoje?? Beijos