Notas iniciais
Amoreeees, olha eu aqui de novo... Primeiro, quero agradecer a SUPER RECOMENDAÇÃO da Nanabellinha, muitooo obrigado floor eu amei de coração *--* Esse capitulo é para a MSN e a Prih-1901 que sugeriram que eu escrevesse uma capitulo "patrão e secretaria". MSN, isso não tem nada de clichê naõ viu, até porque eu adorei a ideia!! Essa e para vocês... . Boom, quero agraçer a todos que acompanha a fic e deixam as lindas REVIEWS, meu maoir combustivel e fico muito feliz quando as recebo... Então obrigado a: Nanabellinha, Prih-1901, MSN, letvivian, Uzumaki Sakura, rafa1993,JeehMasen, jessicadek, SANDRA_N_S_PENA, thaissasantos, Tata Sag Cullen,Johana_, SirizinhaPattz, PriHalliwell... Booa Leitura.~ PS. recadinho lá em baixo...

ENTREGUES AO PRAZER

POV_EDWARD

A simples idéia de ter que trabalhar para mínima impossível.

Meu pai praticamente me obrigou a ir trabalhar com ele em sua agencia de viagem The Cullen.

A idéia era no mínimo estapafúrdia.

Eu com apenas 19 anos tinha mas é que aproveitar a vida.

Bom, mas tudo mudou quando eu a vi.

Sentada-se à mesa que estava ao lado da porta do escritório de meu pai. Seus cabelos estavam presos em um coque mal feito, alguns fios caiam em seu rosto perfeitamente liso e macio, indo parar no canto esquerdo da sua boca. Esta era incrivelmente vermelha, inchados como se acabasse de dar um beijo selvagem. A parte do seu corpo que me era permitido ver através da mesa mostrava um decote “comportado”, mas que mesmo assim chamava minha atenção para seus seios fartos.

Por de baixo da mesa era possível ver suas pernas expostas, seus pés repousavam em um salvo fino, as batatas de suas pernas não eram nem finas e nem grossas, no tamanho ideal!

Fui interrompido com um pigarrear suave vindo dela.

-Posso ajudá-lo?- Perguntou com uma voz que tinha um timbre perfeito.

-Eu vim falar com Carlisle.- Disse me aproximando da porta. Ela se levantou e tentou me impedir.

-Tem hora marcada?- Perguntou ela irritada.

O vestido que ela usava marcava cada curva de seu corpo magnífico. Passei a língua entre os lábios, como se eles tivessem ficados secos de repente, ou por simplesmente eu vê-la como algo realmente delicioso.

-Eu não preciso de hora marcada- Anuncie.

Ela levantou uma das sobrancelhas em um ato totalmente sexy.

-Sr. Cullen pediu para não ser interrompido. Portanto volte com hora marcada. — Seu tom autoritário me deixou ainda mais excitado.

-Tenho certeza que para mim ele abre uma exceção. — Disse passando minha mão por sua cintura delicadamente para poder tirá-la do caminho da porta. Ouvi-a ofegar e depois que eu já havia entrado no escritório ela correu para dentro tentando se explicar.

-Desculpe chefe, eu disse que não era para ser interrompido, mas ele não me ouviu. — Disse me olhando irritada. Sorri torto me deliciando com sua irritação. Uma gatinha manhosa pensando ser uma leoa. Quero só ver na cama.

-Tudo bem Bella, ele é meu filho. — Seu nome é Bella? Perfeito para ela. Ela me olhou com o rosto corado e eu tive um desejo louco de lamber suas bochechas.

-Desculpe-me, mas eu não sabia, eu...

-Tudo bem. — Interrompi. – Eu nem me apresentei.

Aproximei-me dela e segurei sua mão delicada. Como estava de costas para meu pai, primeiro dei um beijo nas costas de sua mão e depois passei minha língua pelo seu pulso. O gosto de sua pele era delicioso, e quando ouvi ela gemer baixinho, notei que precisaria me sentar logo, pois seria constrangedor alguém notar minha ereção logo agora.

-Muito prazer, sou Edward Cullen.

-Isabella Swan.- Disse com a voz fraca. Olhei profundamente em seus olhos cor de chocolates, eles eram lindos.

-Pode ir agora Bella.- Disse meu pai.

Acompanhei os movimentos dos quadris dela, a cada passo parecia que ela dançava, até perdê-la de vista.

-Acho melhor se acalmar filho, será indelicado da sua parte andar por ai nesse estado. — Disse meu pai prendendo a gargalhada.

Sentei-me em sua frente esperando ele começar a dizer sobre meu trabalho.

-Bom filho, a única coisa que terá que fazer aqui será meu trabalho. Pretendo viajar alguns dias com sua mãe e você ficara responsável pela empresa. Acha que consegue fazer isso?- Perguntou irônico. Espera ai, ele está falando de Edward Cullen, vou mostrá-lo que sou muito capaz de gerenciar a empresa. Agora comecei a me interessar, mentira! Foi por causa dela.

-Quando eu começo?- Perguntei mostrando-me interessado.

-Amanhã mesmo, espero que esse interesse não seja apenas por causa da garota.

-Em partes é sim. – Disse.

-Volte amanhã.

Ao sair da sala vi Isabella de costas para mim, em pé ao lado da mesa e falando no telefone.

Aproximei-me sorrateiramente a abracei seu corpo quente por trás.

-A partir de amanhã serie seu novo chefe. – Sussurrei em seu ouvido e depois suguei o lóbulo da sua orelha.

-Então amanhã eu te dou boas vindas. – Disse ela me olhando nos olhos. Senti meu corpo em chamas, seria muito pedir para ela ir embora comigo porque eu não agüentaria esperar até amanhã?

-Vou esperar ansiosamente.

O cheiro de morangos que emanava de sua pele estava me embriagando. Tudo nela me enlouquecia.

Sai de lá o mais depressa possível, antes que eu cometesse alguma estupidez.

Fui para casa e fiquei pensando nela.

Mulheres nem uma despertaram tamanho desejo em mim. A textura da sua pele fazia-me desejar lamber todo seu corpo. Seus lábios vermelhos me faziam imaginar eles ao redor do meu membro e isso simplesmente me enlouquecia.

Estava deitado em minha cama, e isso não ajudava, queria ela aqui, para me afundar no seu corpo, entrar nele com volúpia.

Meu membro já pulsava dolorosamente, parecia querer rasgar a o tecido da minha calça.

Comecei a tirar minha roupa lentamente e depois caminhei para o banheiro de meu quarto. Liguei a água no mais gelado possível, a sensação do contato entre a água gelada e meu corpo febril me fez gemer.

Comecei a imaginar as mãozinhas quentes de Isabella tocando meu membro duro e latejante, só de imaginar isso eu sentia meu líquido quente sair pela ponta de meu pênis come seu fosse água saindo de uma torneira. Comecei a acariciá-lo de cima para baixo em movimentos lentos. Seu que seria muito melhor se fosse às mãos suaves dela e não minhas mãos pesadas e sem qualquer delicadeza.

Comecei a imaginar sua língua traçando um caminho de fogo pelo meu membro, céus, eu estava a ponto de enlouquecer. Meu corpo encostado na parede do banheiro, pois minhas pernas falharam tamanho ao prazer.

Os movimentos de minha mão ficaram mais rápidos, quase com violência e eu senti uma explosão dentro de mim, minhas pernas falharam e meu corpo começou a escorregar pela parede.

Deus do céu, se apenas com o pensamento de ser ela foi assim, imagina quando eu estiver dentro dela.

Acabei de tomar meu banho e Alice me procurou convidando-me para ir a uma boate, não estava muito a fim de ir, mas era melhor aceitar se não minha querida irmã seria capaz de me capar.

A boate estava muito bem movimentada, muitas mulheres lindas e gostosas, isso estava me animando. Até chegar amanhã tinha muito tempo, eu poderia aproveitar.

Havia uma loira alta e de curvas magníficas, mas nada comparado a Isabella então descartei. Tinha uma morena escultural, mas seus lábios eram muitos finos, os de Isabella eram cheios e apetitoso.

Mas que merda! Vou ter que comparar todas as mulheres com Isabella agora?

Porra!

Vi outra loira sentada no bar com um vestido curtíssimo e com as penas abertas mostrando parte de sua calçinha vermelha.

Seria ela.

Aproxime-me e fui direto ao ponto

-Esta sozinha?- Perguntei.

-Até agora sim. — Disse ela tentando ser sedutora.

-Ótimo, agora ira me fazer companhia. — Nem esperei ela responder e a puxei para um beijo ardente. Seu beijo era gostoso, mas sentia como se faltasse algo.

-Porque não vamos para um lugar mais privado bonitão- Perguntou em meu ouvido.

-Era o que eu estava pensando. Só preciso avisar alguém.

Deixei-a no bar e fui atrás de Alice, havia muita gente, o jogo de luzes me deixava impossibilitado de enxergar muito bem que acabei esbarrando em alguém.

-Me desculpe. — Disse a voz, e eu conhecia essa voz muito bem.

-Sem maiores danos. –Disse ajudando Isabella a se recompor.

-Oh, você. — Disse com um sorriso lindo.

-Sim, eu. — que coisa mais idiota de se falar Edward.

-Está sozinho?- Perguntou.

-Com a minha irmã.- Eu já nem me lembrava mais da loira que ficou me esperando no bar.- E você?

-Sozinha.

-Então acho melhor eu ficar com você, não é bom uma mulher tão gostosa ficar desacompanhada. Pode aparecer algum tarado.

-Mas e se eu quiser que um tarado me ataque?- Perguntou sedutoramente.

-Eu posso ser ele.

Sem nem uma resposta ela me puxou pela camisa e me beijo. Sua língua em contato com a minha era a sensação mais deliciosa que eu já provei.

Uma de suas mãos segurava meus cabelos enquanto a outra entrava na minha camisa e aranhava meu peitoral.

A minhas estavam em sua cintura fina e uma delas logo desceu para seu trazeiro, empinando-a para frente e fazendo-a se esfregar em minha ereção recém formada.

Ela rebolou e soltou um gemido abafado. O ar já faltava em nossos pulmões então desci os desci os beijos para seu pescoço, mordia, lambia e sugava com força. Parecia que eu queria engoli-la.

Tirei minha mão de seu trazeiro e levai-a ate o seu seio esquerdo, massageando todo o local. Pude notar que ela estava sem seu sutien e isso facilitou minha vida, pois comecei a beliscar seus mamilos. Ela sob gemia e rebolava em minha ereção.

-Porque não vamos para outro lugar?- Praticamente implorei.

-Eu tudo que mais quero. Mas você só vai ter isso amanhã, na sua comemoração de boas vindas.

-Não faz isso comigo garota.

-Até amanhã chefe. — Disse ela ao se afastar. Fiquei completamente chocado e não consegui me mover. Logo eu a perdi d vista.

Porra!

Isso me tirou completamente do serio. Fui atrás de Alice e avisei que iria embora.

Cheguei em casa e cai na cama esperando louco para amanhã chegar logo.

...

Acordei era 7 da manhã.

Minha mãe ficou chocada com isso e meu pai me olhou como quem dizia “eu sei o que você vai fazer lá”. Nem ligue, era isso mesmo.

Tomei um banho rápido e infelizmente tive que me vestir de terno, mesmo indo simplesmente com a intenção de fodar Isabella, ainda teria que trabalhar.

Comi qualquer coisa e fui às presas para a empresa, cheguei lá já era quase sete horas.

Entrei no andar do escritório do meu pai, agora meu, e a vi sentada na mesma posição de ontem. Quando me viu abriu um sorriso estonteante e se levantou.

-Bem vindo chefe. — Disse ela com um sorriso sacana.

Nem respondi nada, andei em passos rápidos até ela e a puxei para meus braços beijando-a com volúpia.

Logo ela respondeu a altura, enroscando sal língua em uma batalha loucamente deliciosa.

Suas mão arrancaram meu paletó e a gravata. Separei nossas bocas pela falta de ar e comecei a lamber seu pescoço.

-Acho que estamos com presa em anjo. — Sussurrei.

-Esperei isso desde ontem quando te vi. — Murmurou ela.

Peguei suas pernas e coloquei-a sentada na beirada da mesa. Usava um vestido tomara que cai com um zíper do começo ao fim. Simples e fácil para tirar.

Comecei a abrir o zíper, mas ela me interrompeu.

-Vamos lá para sua sala. Lá não seremos interrompidos e sempre tive um fetiche louco por fazer sexo no escritório.

-Então eu vou realizar o seu fetiche com muito prazer. — Disse puxando ela para dentro do escritório.

Ao entra tranque a porta e tirei minha camisa e tênis, vi que ela tirava seus sapatos de salto altíssimos e desprendia seus cabelos. Eles ficaram soltos e despenteados. Seus lábios estavam mais vermelhos que o normal.

Era a imagem mais incrivelmente sexy que já vi em minha vida.

Ela me chamou com o dedo indicador e fui até ela como bom menino que sou.

Empurrou-me para a poltrona do meu pai e eu cai sentado. Retirou o cinto da minha casa e lentamente começou a abaixar o zíper da mesma fazendo que sua unha grande e vermelha passasse propositalmente em cima de minha ereção. Gemi com o contato e ela sorriu satisfeita.

Levantei meus quadris ajudando-a a tirar minha calça e fique apenas com minha boxer branca.

Ela se sentou com as penar uma de cada lado do meu corpo fazendo com que seu vestido subisse consideravelmente expondo sua roupa intima, o que parece um corpete. Mas o que me deixou realmente fora de mim foi o fato de ela sentar bem em cima de meu membro pulsante, mesmo com o tecido da boxer pude notar o quão molhada ela estava.

Suas mãos aranhavam meu peitoral enquanto sua boca mordia meu mamilo me deixando louco. A cada rebolada que ela dava em meu pênis minhas unhas cravavam cada vez mais fundo na carne macia de suas nadegas.

-Você ainda está com muitas roupas. — Disse com a voz rouca de desejo.

-Calma chefe, eu ainda tenho uma surpresinha para você.

Ela saiu do meu colo e subiu em cima da mesa.

-Oh céus. — Gemi.

Seu corpo começou a remexer-se sensualmente, suas mãos passeavam por todo seu corpo, massageando seu próprio seio. Ela passava a língua pelos lábios constantemente, me dando água na boca com a visão.

Uma de suas mãos começou a descer o zíper de seu vestido expondo parte do seu corpete.

Seu vestido caiu aos seus pés me dando a visão privilegiada de seu copo delicioso seminu em cima da mesa de meu pai, rebolando magnificamente.

Virou-se de costas e rebolou ate o chão, quer dizer, ate a mesa, e meu deu uma visão completa do seu traseiro durinho. Não me agüente e comecei a acariciar meu membro por cima da boxer.

-Quer tirar o resto?- Perguntou.

-Sem duvidas.

Ela se sentou no canto da mesa e eu me levantei indo até ela. Envolvi seu corpo em meus braços e comecei a lamber seu maxilar.

Suas mãos se agarram em meus cabelos e puxou, ela parecia ter alguma tara por meus cabelos e isso me agradou muito.

Minhas mãos estavam no fecho do seu corpete e logo ele estava fora de seu corpo expondo seus seios fartos e rijos pelo desejo que partilhávamos.

Comecei a sugar seu mamilo esquerdo enquanto apertava o outro entre meus dedos. Ela gemia e falava palavras desconectas em meu ouvido, suas mãos espalmaram meu trazeiro trazendo meu quadril em direção a ela. Quando nossos sexos se tocaram ainda por cima das nossas peças intimas, gememos e ela começou a rebolar me deixando louco.

Suas pernas apertaram ao meu redor implorando por mais ficção e eu já não me agüentava mais. Sues seios estavam vermelhos e com as marcas de meus dedos.

Comecei a baixar os beijos para sua barriga. Fique sentado na poltrona enquanto ela continuava na mesa. Minha língua circulou seu umbigo e depois começou a chupar a região perto do osso de sua bacia.

Sua respiração poderia ser ouvida de longe de tão descompensada que estava.

Retirei sua calçinha e dei de cara com seu sexo totalmente molhado.

-Prontinha pra mim hein Isabella.

-Sempre chefe.

Não me agüentei e cai de boca naquela gruta molhada. Lambi toda a extensão e depois suguei, mordi e penetrei com meus dedos, ela rebolava na minha cara enquanto suas mãos puxavam meus cabelos para não me permitir sair dali.

Senti suas paredes se contrair contra meu dedo e constatei que ela estava próxima do orgasmo então aumentei a força e velocidade ate sentir seu meu escorrer daquela entrada apertada. Sugue aquele liquido delicioso e depois fui beijá-la para sentir seu próprio gosto.

Quando suas mãos tocaram meu pênis que já estava impaciente querendo se interar nela eu gemi. Lembrei-me de quando gozei ontem pensando em suas mãos fazendo isso. a sensação era mil vezes melhor. Suas mãos eram suaves e os movimentos eram calmos. Controlei-me ao maximo para não gozar em suas mãos, queria fazer isso dentro dela.

Tirei suas mãos de lá e fui até minha calça pegar uma camisinha. Desenrole--a em meu membro enquanto ela observava todo o processo mordendo os lábios.

Abracei seu corpo mais uma vez, abri suas pernas e constatei que ela estava excitada novamente.

Com um movimento rápido penetrei seu corpo de uma vez só.

-Oh.- Gemue ela.

Meus movimentos eram lentos e tortuosos. Ela mordia meu ombro e suas mãos apertavam meu trazerio me fazendo entrar cada vez mais fundo.

Comecei a lamber seus pescoço maravilhoso e apertar seus seios.

-Porra chefe! Vai mais rápido. — Disse ela. Tive que rir de sua pressa.

-Calma anjo, temos o dia todo.

-Para que calma? Você ta parecendo mais um molenga. — Disse ela rindo.

Parei completamente meus movimentos.

Perai, ela acabou de chamar Edward Cullen de molenga?

Sim ela chamou, mas ela vai ver só com quem se meteu.

Deitei seu corpo na mesa e peguei uma de suas pernas e coloquei em meu ombro. Ela me olhou assustada, mas eu não dei nem tempo dela se preocupar e a penetrei com força.

-Ahhhh.- Gritou ela.

-Quem é molenga agora?- Perguntei com a voz falha pela respiração desregular.

-Você... — Disse ela ainda com traços de brincadeira em seu semblante.

-Não deveria ter dito isso.

Peguei sua outra perna e também a coloquei em meu ombro e comecei a penetrar lentamente.

-Quem é o bom aqui, que é que manda?- perguntei tentando me controlar para não entrar nela com força.

-Voce... o chefe.... é o bom... maaaais forte chefe...

Sem me controlar entrei em seu corpo com tanta força que a mesa balançou

Meus movimentos eram rápidos e fortes.

Eu sentia seu membro me mastigar completamente, ela empinou cada vez mais seu quadril em fazendo sentir seu útero.

Senti meu pênis inchar enquanto sua intimidade me apertava cada vez mais.

O meu corpo começou a tremer junto com o dela, o suor escorria em sua testa fazendo os fios grudarem em sua testa.

O orgasmo veio quente, avassalador, potente.

Meu corpo caiu sobre o seu na mesa e eu beijei todo seu rosto até chegar na boca e beijar rapidamente.

-Bem vindo chefe. Espero que fique bastante tempo. — disse com a voz fraca.

-Pode ter certeza de que não saio mais

Notas finais
amores, eu descobri que LEMONS, significa relação sexual entre homens, por isso eu estou mudando o nome da fic para Seduction And Perversion, ok?? boom, o que acharam do capitulo?? REVIEWS?? RECOMENDAÇÕES?? até a proxima Beijos