Notas iniciais
Oii gente!!! Dessa vez demorei menos... :D Próximo destino: Bordeaux!

CAPÍTULO 45 – BORDEAUX

Bordeaux

– NARRAÇÃO –

– Violet? Você está bem? – perguntou Mary entrando no salão com Vitor e Alessa.

– Ah, sim, sim eu só... – respondeu confusa, levantando-se. – Desculpem.

– Como foi? Monstro disse alguma coisa relevante? – perguntou Alessa.

– Vocês consideram relevante o fato de não ter sido o Régulus quem trocou os medalhões?

– É claro! – exclamou Mary animada – Quem foi?

– Monstro.

– Espera, agora me perdi...

– Lembram da caverna em que o Harry e Dumbledore foram para pegar o medalhão? Bem... Voldemort precisava de um elfo e Régulus ofereceu Monstro.

– Mas... Por que ele precisava de um?

– Para fazer a mesma coisa que Dumbledore fez por Harry na caverna. – respondeu surpreendendo os demais.

– Isso é...muita...maldade... – comentou Alessa.

– Quando Monstro voltou para casa teve que contar tudo ao Régulus, que planejou roubar a Horcrux... Ao que parece ele tinha descoberto coisas a respeito do Lord que o deixou irritado, ele dizia que “Voldemort é uma farsa”.

– E estava certo. – debochou Mary – Mas e depois?

– Depois que conseguiram pegar a Horcrux, Monstro o levou até o topo de um penhasco, que era o lugar mais próximo e seguro, para que Rég se recuperasse... Mas os comensais apareceram e Voldemort mandou a Bellatrix matá-lo...

– Que horror! Ele mandou a Bellatrix matar o próprio primo? Porque ele não fez isso?

– Porque é mais divertido ver dois primos se odiarem do que poupar um deles. – respondeu Vitor. – Foi ela então?

– Ela o empurrou do penhasco. – explicou – Só não sei por que não usou algum feitiço, que seria mais fácil e rápido... Enfim, depois que ele caiu Voldemort mandou o Snape procurar seu corpo, mas ele não encontrou...

– Ou seja, o corpo desapareceu...

– Monstro acredita que algum “peixe grande” o comeu... Mas, considerando que ele está vivo, talvez ele tenha se escondido em algum lugar.

– Como é possível alguém conseguir fugir e se esconder de bruxos como Snape e Voldemort?

– É uma ótima pergunta para fazermos quando o encontrarmos. – respondeu Violet.

– Monstro disse algo que possa nos ajudar?

– Só que Rég gostava de inverno e de “um líquido roxo dos trouxas”...

– Líquido roxo? Pode ser qualquer coisa... Suco, bebida...

– Vinho. – afirmou Alessa. – Normalmente pessoas que gostam de inverno gostam de vinho, que esquenta.

– Como você sabe?

– Eu já tomei, é muito bom... – sorriu. – Mas voltando... Tem mais, não é?

– Eu tive uma “visão”... – respondeu. – Vi o mesmo homem e a mesma mulher no sofá, conversando. Ela disse algo sobre “ele está muito exigente, juro que se disser algo parecido de novo eu o jogo no Dordogne”.

Dordogne? – repetiu Alessa.

– É, eu não sei o que é, mas pode ser algum lugar...

– Um rio. – respondeu a ruiva. – Dordogne é um rio que atravessa parte da França.

– Espera, como sabe disso também?

– Sophie me fez ler muitas coisas trouxas, e antes de virmos eu pensei que seria bom conhecer um pouco da geografia trouxa... E meu pai gostava de jantar em restaurantes trouxas quando eu era pequena. – admitiu. — Então... Se essa mulher realmente se referiu ao Rio Dordogne, significa que temos que começar pela França. Vamos viajar?

– Eu acho melhor ficarmos aqui. – manifestou-se Vitor e, quando as meninas o encararam surpresas, continuou. – Violet não tem domínio da magia negra ainda, e sabemos o que acontece quando ela se aproxima de algum objeto com esse tipo de magia...

– E o que sugere então?

– Treinar sua magia, te ajudar a controlar melhor esse poder todo para depois sairmos atrás das Horcruxes.

– Mas como eu vou treinar se não sei nada?

– Não sei se lembram, mas Karkaroff era adepto em ensinar Magia das Trevas aos alunos... E eu fui aluno dele desde que entrei em Durmstrang. Ou seja...

– Você pode ajudá-la! – exclamou Mary sorrindo – Isso é ótimo! Enquanto vocês treinam magia, nós duas podemos procurar mais sobre a França... Se vamos para lá precisamos saber no mínimo qual a moeda, certo?

Violet não queria concordar, mas sabia que era verdade. Sua magia estava mais forte e ela precisava aprender a controlá-la.

– OUTUBRO DE 1997 –

– Você se sente culpada pelo que aconteceu à Sophie?

– De certa forma, sim... Digo, eu não me arrependo de ter escondido sobre a mãe dela, mas sim de ter falado aquelas coisas... Eu não podia ter feito isso...

– Você se alterou sim, falou coisas que não deveria, mas ela não foi embora por isso... – começou ele – Ela foi embora porque não aguentava a ideia de não ter tido a oportunidade de se despedir, de perder a mãe... E o que você falou só contribuiu.

– Tem certeza? Quer dizer, eu me sinto tão mal... Só estou complicando as coisas. – admitiu – Sabe, eu nunca tinha visto no rosto da Alessa o que eu vi nos últimos meses...

– O quê?

– Decepção. – respondeu, não aguentando segurar as lágrimas – Nós brigamos quase que todos os dias! Eu não deveria fazer isso, mas não consigo me controlar! Quando vejo já falei e o estrago já foi feito...

– Você já... Tentou pedir desculpas?

– Não...

– Talvez devesse. Ela está realmente magoada... Se sentindo...inútil. Mary e Sophie eram as planejadoras, você é a relíquia que pode destruir o Lord das Trevas, e eu estou te ajudando com magia negra... Ela vê tudo isso e não consegue enxergar onde pode ser útil... Vocês discutindo só piora as coisas. Alessa está magoada, então talvez um pedido de desculpas seja bom...

– Eu... tenho medo.

– Medo? – surpreendeu-se – Medo de quê?

– De ela fazer o mesmo que a Sophie e ir embora! De ela estar me odiando nesse exato momento e não quiser nunca mais falar comigo... – confessou – Eu sou uma idiota...

– Não, não é... Mas está se esforçando.

– Não era para você me consolar e dizer que eu não sou?

– Em teoria... – concordou rindo – Violet, eu sei que você está diferente depois da poção localizadora e sei que não consegue se controlar sempre, mas talvez devesse treinar isso... O que eu disse hoje sobre magia ter tudo a ver com emoções está certo. Eu percebo que você sente muito mais do que aparenta, mas está escondendo isso com medo do que outras pessoas possam pensar... Você está mais insegura Violet, e isso não é bom...

– É apenas complicado Vitor... Desde que descobri que tenho Magia Negra no sangue eu tento me controlar, esconder isso! Eu me segurei tanto que agora não sei se consigo soltar... Tenho medo do que pode acontecer... – confessou – Da última vez eu quase matei pessoas que eu amo, inclusive você!

– Violet, acredite em mim... Eu já vi isso! Você sair do controle é normal, já aconteceu com inúmeros outros bruxos... – garantiu segurando suas mãos carinhosamente.

– Eu juro que eu tento soltar essa magia, mas não consigo... – disse fechando os olhos — Eu sei que posso fazer isso, aliás, já fiz antes! Eu tento pensar em coisas boas ou me focar em pessoas que eu amo, mas não dá...

– Não dá porque você não pode buscar apoio nos outros, em memórias boas ou ruins, você precisa buscar apoio em você mesma! Se aceitar... Precisa acreditar que é capaz e investir nisso! Precisa sentir!

– Mas eu aceito!

– “Não sentir, não os deixe saber”?

– Como...

– Você repete isso quase todas as noites. – interrompeu – Nós dois sabemos que todos os bruxos que possuíam magia negra eram das trevas, mas isso não é uma regra! Você ceder ao seu lado poderoso não significa que está cedendo aos Comensais, por exemplo. Uma vez me disseram que todos nós temos luz e trevas aqui dentro... – disse tocando o peito – O que nos define é o lado com o qual escolhemos agir. Você não precisa ter magia de luz para ser da luz, e não precisa ter magia negra para ser das trevas... E quanto à não parecermos namorados... Bem, podemos dar um jeito nisso certo? – sorriu puxando-a pela cintura.

No decorrer de outubro Violet e Vitor praticaram magia quase que a tarde toda, e de certa forma estavam evoluindo. A garota já conseguia mover objetos apenas com as mãos e já não precisava de sua varinha para realizar feitiços simples. Estavam confiantes. Mary e Alessa, por sua vez, pesquisaram tudo que se possa imaginar sobre a França e as visões que Violet tivera e avançaram progressivamente.

Novembro já estava chegando e com ele o inverno. Tinham decidido finalmente viajar e Violet estava inquieta, não sabia o que encontrariam nem se estava preparada para rastrear a primeira Horcrux. Todos decidiram que o melhor seria aparatarem para a Alemanha, caminharem até a estação de trem mais próxima e então roubar um carro para Vitor dirigir até a França. Seria cansativo, é claro, mas prevenção era algo que soava muito bem em seu plano.

Com tudo pronto, despediram-se da segurança do antigo Instituto e fizeram conforme o planejado. A viagem de trem foi rápida e tranquila para Violet, que dormiu no ombro de Vitor. Horas depois, quando finalmente chegaram à França, encontraram um carro econômico e sutil para a viagem pela via expressa.

Horas se passaram, talvez até dias, Violet não contou. Quando finalmente chegaram ao destino, pararam em um restaurante no começo da cidade e comeram algo decente, se comparado às últimas refeições. Todos estavam cansados, é claro, e assim que chegaram ao hotel mais próximo adormeceram profundamente.

Semanas se passaram e os quatro ainda conheciam a cidade. Era um lugar calmo e, se não estivessem em uma missão, Violet consideraria a hipótese de morar naquele lugar. Todas as noites, quando voltavam para o hotel, ela se concentrava a fim de encontrar alguma pista em suas visões, mas geralmente nada.

Naquela noite, em especial, Violet observava a tempestade cair de sua janela. Viu um casal se espremendo debaixo de um guarda-chuva e correndo das gotículas de água, um automóvel cruzar a avenida e um bolo de jornais rolando na correnteza das ruas. E foi então que, ao cruzar de um raio no céu, uma imagem apareceu em sua mente.

Um pedaço de papel branco com fios dourados cruzando a borda inferior delicadamente. No centro, um nome e um endereço...

– Isso é incrível! – animou-se Mary assim que Violet contou aos demais na manhã seguinte. – Talvez seja ele! Ou alguém que o conheça...

– E se for uma armadilha?

– É um risco que devemos correr. – comentou Alessa, surpreendendo Violet. – E não precisamos ir todos... Eu e Mary podemos ir e ver o lugar antes.

– E faremos isso agora! – exclamou Mary levantando-se e pegando seu lenço e bolsa.

– O que estava escrito no cartão? – perguntou Alessa colocando óculos escuros e um lenço preto no pescoço.

Jean-Paul Mansel, avocat. Rue Sainte-Catherine 3300, Bordeaux.

– Eu vi essa rua ontem... Fica a uns dez minutos daqui. – comentou Alessa fechando o zíper do casaco e pegando a chave.

– Voltamos logo... – piscou Mary antes de sair do quarto acompanhada por Alessa.

A espera foi quase uma tortura para Violet e Vitor, mas quando finalmente ouviram a porta se abrir, levantaram-se imediatamente e bombardearem as meninas de perguntas.

– Calma, calma... Acho que temos boas notícias... – sorriu Alessa.

– O endereço é de um escritório de advocacia do bairro, não é muito conhecido e não tem nem placa na entrada.

– Clandestino?

– Não, Mary me fez ir aos cartórios da cidade e a empresa realmente existe. Jean-Paul Mansel é o dono de um escritório fracassado, mas tem uma casa enorme e obviamente cara de manter.

– Tenho até medo de perguntar, mas que tipo de pesquisas?

– Do tipo roubadas. – assumiu Mary corando.

– Não acredito! Da Alessa eu até esperaria, mas você?!

– As coisas mudam... – riu a ruiva. – Mas isso não importa agora, importa que temos que pesquisar mais sobre esse Jean-Paul e suas “posses”.

– Como sabem que ele tem uma casa grande?

– Digamos que tivemos sorte... – começou Mary. – Estávamos subindo as escadas do escritório para inventar alguma coisa para falar com ele, e então ouvimos algumas pessoas conversando numa sala. De acordo com eles, Jean-Paul Mansel quase nunca recebe casos importantes e tem uma renda bem baixa...

– Mas mesmo assim tem um belo carro conversível e uma casa grande. Incoerente não?

– Talvez ele tenha alguém que o sustente... Ou tenha guardado dinheiro por um bom tempo.

– Ou é traficante e está no escritório só para ninguém dizer que ele ganha dinheiro sem fazer nada. – rebateu Mary. – Eu acredito na terceira opção.

– A questão é: o que faremos?

– Investigar. – respondeu Vitor. – Isso é estranho, eu concordo... Mas por algum motivo Violet viu esse cartão, e isso significa que o Sr. Mansel tem algo a ver com Régulus. Podemos segui-lo por um tempo e ver quais seus hábitos, onde mora e com quem...

– E depois o quê? Batemos na porta e perguntamos onde está Régulus Black?

– Não sei, depende do que encontrarmos...

– Tudo bem. – concordou Alessa — Podemos montar esquemas de “vigilância”. Sugiro que uma pessoa comece a seguir o Sr. Mansel em todos os lugares enquanto outras duas ficam por perto da casa. O quarto fica no escritório.

– Eu concordo... Mas tenho uma pequena ideia... – sorriu Violet – Nós precisamos saber, primeiro, se ele é um bruxo ou um simples trouxa que está ajudando o Reg. Ele mora com a mãe certo?

– Aparentemente sim. Mas o que está pensando exatamente?

– O mundo bruxo todo está atrás de mim, usaremos isso à nosso favor. Dois de vocês podem ir até a casa quando ele estiver no trabalho e se passarem por aurores disfarçados que estão procurando uma fugitiva “perigosa”, Violet Black. – continuou – Se eles são bruxos ou conhecem o Reg, vão desconfiar já no Black e talvez consigamos alguma informação...

– É um bom plano, pode dar certo... Mas antes temos que descobrir tudo que pudermos desses dois.

– DEZEMBRO DE 1997 —

Enquanto Mary seguia Jean-Paul Mansel, Vitor e Alessa dividiam-se entre vigiar a casa e o escritório. Violet, por outro lado, visitou todas as bibliotecas e possíveis registros da cidade a procura de qualquer informação sobre Jean-Paul Mansel e, com o natal cada vez mais próximo, o grupo teve resultados satisfatórios.

– Ele sai todas as manhãs às 7h em ponto, nunca atrasa um segundo sequer. Não usa o carro e aparentemente prefere caminhar. – começou Mary – Ele sempre anda rápido e olha para trás a cada três minutos, sinal de que está sempre preparado para alguma coisa.

– Quando ele chega ao escritório abre tudo, olha para trás de novo e sobe. Depois chegam os outros advogados e 12h sai para almoçar num restaurante na esquina. Nada de doces ou coisas pesadas, normalmente um prato saudável com vinho tinto e, no máximo, alguma massa.

– Você entrou no restaurante também? – riu Violet.

– O quê? Se é para espionar que seja bem feito! – defendeu-se Alessa, rindo também. – Mas continuando... Às 13h ele já está no escritório de novo e volta para casa às 19h, caminhando.

– Ele obviamente tem medo de alguma coisa, por isso sempre olha para os lados várias vezes. – concluiu Vitor. – E é pontual. Muito.

– Certo, e a casa? – perguntou Vi abrindo um pacote de biscoitos.

– A mãe, ou avó, não sei, fica em casa o dia todo e só sai para molhar o jardim ou ir ao mercado, olhando sempre para os lados claro, mas ela é mais discreta. – respondeu. — Eles realmente não têm uma vida social muito emocionante...

– Bem, eu tenho algo emocionante. Como sabem eu passei o mês inteiro enfiada nos livros. – sorriu a morena levantando-se e pegando um pequeno caderno. – De acordo com os registros da cidade... – disse aprendo a primeira página – Jean-Paul Mansel tem 46 anos, loiro. A mãe, Emmanuelle Mansel, tem 76 anos e é viúva...

– Certo, nada de mais.

– Por enquanto. – interrompeu Violet – Eles chegaram à cidade em fevereiro de 1979, mas a casa foi comprada por um fiador desconhecido em novembro de 78. De acordo com Monstro, Reg começou a ficar estranho em outubro de 78 e “morreu” em fevereiro de 79... O homem dos meus sonhos é loiro e vive com uma mulher que aparenta ser mãe e ambos comentaram do Dordogne. Reg gostava de “um líquido roxo trouxa”, aqui é a capital do vinho e o rio Dordogne fica perto... Esse Jean-Paul ser antissocial, andar nas ruas preocupado, nunca ir a festas e até mesmo não ser um advogado conceituado... Tudo bate! Ou o Sr. Mansel é amigo do Reg e o está ajudando, ou...

– Mansel é Régulus Black. – completou Mary – Se for um amigo, precisamos saber se é bruxo e se está por dentro do que acontece no mundo bruxo... E considerando que ele não sai para lugar nenhum, a Horcrux deve estar escondida na casa dele.

– O plano de sermos aurores é válido... Mas eu acho que seria arriscado voltarmos outro dia para procurar o medalhão. – interrompeu Vitor – Sugiro que eu e Mary nos apresentemos como aurores enviados do Ministério e Alessa o distrai no escritório, já que a Jullie também é advogada. E você poderia entrar pela porta dos fundos para pegar.

– Espera, você está dizendo que eu entraria sozinha? – espantou-se a morena – E se a Horcrux estiver mesmo lá? Eu não sei se conseguiria me controlar... Eu...

– Violet, treinamos magia por meses! Você pode não estar totalmente pronta ainda, mas sei que consegue fazer isso... Além do mais, eu e a Mary estaremos logo ao lado e a Alessa só precisa de um telefonema para aparatar. – garantiu Vitor. – Não se preocupe, sei que consegue...

– Tudo bem. – concordou Violet suspirando – Mas temos que montar nosso plano.

– Finalmente a ação! – sorriu Alessa.

Notas finais
Descobertas hein? Régulus foi para a França! Bordeaux, uma das capitais do vinho... É um lugar incrível não? Mas e quanto a Jean-Paul... Advogado! Vocês sabem o que acontece em dezembro com Harry certo? E também sobre o Gringotes... Bem, vamos mudar um pouco as coisas rsrsrs Quem está pronto para a ação levanta a mão!!!! Rsrsrs No próximo teremos bastante... Espero que gostem!!! ---------------------------- Capítulo 46 – Hey Trix ---------------------------- Teorias?? :D Pergunta da vez: O que acham de Lucio Malfoy? É capaz de amar ou totalmente insensível? Vejo vocês depois!! E não deixem de comentar hein... Bjjão!!