Notas iniciais
Chegueiii crianças!!! Mamãe voltou ^^

Capítulo 2 – Unbelievable

"Inacreditável"


– NARRAÇÃO –

Sirius andava de um lado para o outro na sala da árvore genealógica da família, passava as mãos nervosadamente pelos cabelos e vez ou outra parava em frente à tapeçaria, observando atentamente o novo desenho.

– Isso é impossível... Impossível! – murmurava – Como... Merlin, eu só posso estar ficando louco...

– Almofadinhas! – chamou Remo entrando pela porta, porém, não estava sozinho. Ao seu lado entraram Moody e Tonks. – O que faz aqui? Violet quer falar com você...

– Ela já chegou? – perguntou fechando a porta rapidamente.

– O que você tem? – estranhou Tonks.

– Olhem para a árvore. – respondeu nervoso.

– O que tem? – perguntou Remo olhando distraidamente para a tapeçaria.

– De acordo com isso... Bellatrix tem uma filha!

Aquilo foi como uma bomba, uma explosão que fez com que todos olhassem atentamente para o desenho abaixo do de Bellatrix.

– Violet...? – sussurrou Tonks confusa.

– O que significa isso?! – exclamou Moody – Por que o nome dela está na árvore?!

– Eu não sei! Quando olhei pela última vez, antes da batalha no Ministério, estava tudo como sempre foi, mas hoje de manhã percebi o nome dela... – respondeu Sirius.

– Vamos por partes... – sugeriu Lupin – Como alguém entra na árvore genealógica dos Black?

– O nome só entra por laços de sangue e laços afetivos. – respondeu – Quando eu nasci meu nome automaticamente foi gravado na tapeçaria, ou seja, laços de sangue. Há também os casos em que um Black adota uma criança legalmente, então o nome entra na árvore... Mas eu não entendo como a Violet está aqui! E se forem ver bem, ela só está ligada à Bella, Rodolphus não.

– Foi a Bellatrix que adotou a Violet, não foi? – perguntou Tonks – Talvez seja por isso...

– Não, ela usou nome falso. Quem adotou a Violet legalmente foi Bella Lestry, e não Bellatrix Black Lestrange. – respondeu Moody – A não ser...

– O quê?

– Se você amasse o Potter como seu filho e realmente o considerasse um, e ele também se sentisse seu filho... Seria considerado um laço afetivo, não?

– O que quer dizer com isso? – disse Sirius lentamente. – Você não acha que...?

– A Violet já me confessou que considera a Bellatrix como sua mãe... Apesar de tudo ela não consegue ignorar as coisas boas que recebeu.

– A Violet gostar da minha prima eu até entendo, mas duvido muito que a Bella sinta o mesmo. Ela sempre odiou crianças!

– A Violet não gosta, ela ama a “mãe adotiva”. – corrigiu Moody concluindo seu raciocínio.

– Bellatrix a criou desde os cinco anos, ensinou tudo que sabe e realmente a treinou... Será que nesses nove anos de convivência não amoleceram um pouco o coração da sua prima?

– Não, não é possível Lupin, Bella não é capaz de amar!

– Nós dizíamos o mesmo do Moody, e olhe onde ele está... – ironizou Tonks – Em pouco tempo a Violet conseguiu amolecer o coração desse velho rabugento. Imaginem o que nove anos de convivência não podem fazer? Ela era uma criança, e se é o que é hoje, é graças à Bellatrix... Talvez Moody esteja certo, talvez Bellatrix realmente a ame...

– Mas então por que só agora apareceu esse laço afetivo? Por que não antes?

– Você deve lembrar Lupin, que quando a Violet entrou em Hogwarts ela odiava a “tia Bella”...

– Sim, ela não gostava de falar sobre ela por conta de tudo de ruim que passou...

– Exato. Ela só começou a enxergar Bellatrix de outra forma depois do que aconteceu ano passado no cemitério... Quando sua prima tentou convencê-la de entrar para os comensais e ofereceu um lar á ela, Violet viu verdade nos olhos dela, viu que Bellatrix realmente estava disposta a dar uma família a ela. Por isso que ela começou a ver as partes boas, porque Bellatrix tocou em seu ponto fraco: a família que nunca teve.

Então...?

Então, eu acredito que o mesmo aconteceu com a Bellatrix. Em algum momento entre a Batalha do Ministério e hoje de manhã, sua prima começou a olhar a Violet como filha, e como o sentimento é recíproco, os laços afetivos entre as duas ficaram mais fortes e a garota entrou para a árvore genealógica dos Black.

– E o que faremos agora? Será que ela sabe?

– Provavelmente não, eu só vi porque entrei na sala e olhei a tapeçaria...

– E quanto ao Monstro? – perguntou Tonks – Ele obviamente é mais leal à Narcissa e Bellatrix do que a você... Será que se ele ver a tapeçaria não vai contar à elas?

– Se eu ordenar que ele não fale a ninguém, mesmo sendo leal às duas ele não poderá dizer. – explicou Sirius – Mas e quanto à Violet? Ela ficará aqui um bom tempo...

– É perigoso esse laço entre elas num momento tão complicado como esse... – falou Lupin — Se alguém mal intencionado souber o que tem nessa tapeçaria, vai usar contra ela.

– E se Voldemort perceber que as duas se amam como mãe e filha, vai usar a Bellatrix para pegar a Violet. E sabemos que o amor é uma fraqueza na guerra, Violet é sensível e, caso saiba que Bellatrix a ama e está em perigo por isso, vai ajudá-la. – afirmou Moody.

– Então vou trancar a porta dessa sala e ninguém poderá entrar... Vou falar com o Monstro também. – disse Sirius. — Onde ela está?

– Lá em cima, vai tomar um banho e arrumar as coisas e depois desce. – explicou Moody.

– Em qual quarto ela vai ficar?

– Entre o meu e o das Chambers.

– Alessa chegou então? – perguntou Sirius receoso.

– É colega, está na hora de conhecer sua cunhada... – riu Lupin batendo levemente nas costas do amigo, que engoliu em seco.

Aquela foi a última vez que a sala da genealogia Black foi aberta, o assunto “mãe Black, filha Snape” não voltou a se repetir até que Dumbledore chegasse.

– Vocês estão certos, ao que tudo indica a Sra. Lestrange assumiu ser a mãe da Srta. Snape. – explicou o diretor à Sirius, Tonks, Lupin e Moody – Laços afetivos podem, muitas vezes, serem mais fortes que os sanguíneos. Todos nós sabemos o quão duro é o coração de Bellatrix, entretanto, esse tipo de coração, quando finalmente amolece, é dono de sentimentos fortes e poderosos.

– Snape é um exemplo. Ele sempre foi extremamente fechado e carrancudo, mas a filha conseguiu quebrar suas barreiras e agora ele claramente sente algo forte por ela...

– Sim Tonks, mas Severo sempre teve seu lado emocional escondido. Bellatrix não. Ela já nasceu para ser a mais forte das irmãs Black e tornou-se a mais cruel comensal, perdendo apenas para o próprio Voldemort. São com essas pessoas, as de sentimentos intensos e extremos, que devemos nos preocupar. Bellatrix foi uma pedra de gelo, mas cuidar de uma criança pareceu derreter esse gelo e agora, finalmente, derrubou suas barreiras.

– O que você quer dizer Dumbledore? – perguntou Sirius.

– Quero dizer que, se ela realmente se sente como a mãe da Violet, acredito que fará o que estiver ao seu alcance para proteger a filha, ou até mesmo se aproximar.

– Certo, agora virou uma piada...

– Diga-me Sirius, qual o perfil dela quando se trata de punir pessoas? – rebateu o diretor calmamente.

– Pelo que eu conheço, ela odeia usar força bruta e prefere mil vezes uma boa maldição. Gosta de torturar sim, mas nunca sujar as mãos... Lembro que ela disse que apenas os trouxas e os sangues-ruins se rebaixavam a uma luta corporal...

– Então como me explica a situação em que sua prima deixou a Srta. Pendragon?

Sirius não sabia o que dizer, ele conhecia sim a prima, mas ao mesmo tempo não podia acreditar no que o diretor falava.

– Foi uma ordem de Voldemort...

– E por que usar da força bruta, quando se tem os melhores treinamentos em Magia Negra? Por que sujar as mãos quando uma simples maldição pode fazer o serviço?

– Merlin! – surpreendeu-se Tonks – Acho que sei aonde quer chegar...

– Digam-me, o que Morgana Pendragon fez de tão ruim para merecer uma punição?

– Desobedeceu as ordens de Voldemort. – respondeu Sirius.

– E como ela fez isso?

– Ela... Tentou matar a Violet! – exclamou finalmente entendendo.

– Vê agora onde quero chegar? – disse Dumbledore serenamente – As pessoas mais frias tendem a sentir as emoções boas mais intensamente. Uma mãe não suporta a ideia de alguém machucando seu filho, imaginem então tentativas de assassinato? Bellatrix descontou toda a sua raiva e vingou-se de Morgana da forma mais cruel possível: uma tortura física e uma morte dolorosamente lenta.

– Uma mãe é capaz de tudo por seu filho, e agora que você falou, tudo faz sentido... – comentou Lupin.

– Bellatrix é explosiva e, quando decide algo, ninguém tira de sua cabeça... Mas mesmo assim não é impulsiva a ponto de se deixar levar por uma vingança. Morgana certamente a provocou e, creio que foi nesse momento que ela finalmente assumiu ser mãe... Por isso a marca na árvore, quando a Sra. Lestrange confessou á Morgana que amava sua “filha”, os laços afetivos tornaram-se fortes o suficiente e o nome da Srta. Snape entrou para a genealogia dos Black.

– E como ela fica agora? – perguntou Moody.

– Tenho algumas suposições, porém preciso confirmá-las antes...

– Diga logo Dumbledore! – exclamou Olho-Tonto.

– Os nomes dos bruxos são alterados magicamente quando um casamento ou adoção acontecem, certo? Violet foi adotada por Bella Lestry, pseudônimo de Bellatrix Black, então...

– Você acha que os documentos de adoção da Violet estarão no nome da Bella? – perguntou Sirius.

– Sim. Lembram-se o que aconteceu quando Severo assumiu a todos que era o pai dela?

– O nome Snape foi acrescentado magicamente ao dela... – respondeu Lupin entendendo aonde Dumbledore queria chegar. – Então agora...

– Creio que o nome Black também foi adicionado magicamente.

– Merlin, isso é totalmente surreal! – exclamou Sirius sentando-se à uma poltrona. – Isso quer dizer que ela é oficialmente uma Black? Uma das últimas herdeiras?

– Como disse, preciso averiguar algumas coisas antes e confirmar, mas ao que tudo indica, assim como Draco e Ellizabeth Malfoy, Violet é agora a terceira herdeira do império Black, a mais velha. – concluiu Dumbledore.

Aquela conversa foi uma nova bomba para os membros da Ordem. Moody não conseguia acreditar que Bellatrix Lestrange era capaz de amar, e muito menos sonhar que o alvo de tanto amor seria sua afilhada Violet. Dumbledore, é claro, ficou contente em saber que até mesmo a mais terrível das comensais poderia amar, mas ao mesmo tempo ficou preocupado com as complicações que esse novo fato implicaria na Guerra que estava por vir.

Todos concordaram em evitar aquele assunto o máximo possível. Violet não poderia saber que laços afetivos a ligavam à Bellatrix e os Black, pois se soubesse, seu lado emotivo falaria mais alto e acabaria causando problemas futuramente. Logo, um quadro foi posto sobre o desenho da garota, as janelas trancadas e a porta selada por um encanto impossível de desfazer.

Monstro foi severamente instruído à não entrar no cômodo e muito menos passar aquela informação a outro Black. O que obviamente não surtiu efeito, afinal, dois dias depois o pequeno elfo conseguiu invadir o quarto e, assim que viu a tapeçaria alterada, correu aos pés da irmã Black mais nova e contou tudo. Narcissa ficou ao mesmo tempo assustada e feliz. Assustada pois aquilo significava problemas, e feliz por sua irmã finalmente assumir que era mãe. A Sra. Malfoy então instruiu o elfo a não contar a ninguém o que vira.

– Monstro vive para servir os Black... – foi sua resposta antes de aparatar para a sede da Ordem novamente, onde Dumbledore acabava sua reunião com Sirius e Moody que concordavam que, se confirmadas suas suspeitas, o diretor deveria tomar providências para que o sobrenome Black não aparecesse nos documentos da escola e muito menos saísse na imprensa.

Enquanto isso, Violet e Alessa conversavam animadamente sobre as “atividades” que fariam enquanto estivessem na Ordem, e a primeira delas seria no café da manhã. A morena era ótima com poções e a ruiva com feitiços de levitação. Enquanto todos os outros travavam conversas aleatórias, a ruiva levitou uma poção que Violet preparara e a despejou no copo de Sirius, que ainda não tinha descido. Ninguém viu o pequeno frasco cair sobre o copo, se não fosse por Moody, que ergueu a sobrancelha interrogativamente para a morena assim que esta se sentou.

– Vamos Alastor, eu sei que você vai adorar... – sorriu ela marota.

– E quem disse o contrário? – respondeu ele comendo um pedaço de pão.

– Do que estão falando? – perguntou Tonks ao perceber os olhares cúmplices das garotas.

– Nada...

Violet reprimiu um sorriso e Alessa passou a conversar aleatoriamente com a irmã mais velha. E foi nesse momento que Sirius Black desceu as escadas, cumprimentou a todos e sentou-se em seu lugar.

– Você anda dormindo demais cachorro... – comentou Alastor.

– E o que eu faria caso acordasse cedo? – rebateu tomando um gole do suco logo em seguida – Sairia caçar uns Comensais com você?

– Sabe, cães vira-lata costumam caçar raposas e veados... – Alastor se divertia debochando do animago, que não percebeu quando a cor de seus cabelos começou a mudar.

– Muito engraçado Moody, realmente muito engraçado... – respondeu tomando outro gole do suco – Hmm... Isso tá bom. E fique você sabendo, que sou um cachorro de raça...

– E qual raça tem os pelos cor-de-rosa? – perguntou Tonks prendendo um riso, assim como os demais.

– Deve ser da sua raça, já que seu cabelo é roxo...

– Está me chamando de cachorro?! – perguntou ela com os cabelos repentinamente cor de fogo.

– Eu... Eu não... Eu não...

– O cabelo dela é assim porque está na genética, ela é metamorfomaga, já o seu... – insinuou Lupin apontando para o emaranhado rosa na cabeça do Black.

– O que tem meu cabelo? – perguntou repentinamente confuso.

– Você parece uma boneca Sirius, ficou lindo com o novo visual. – riu Jullie beijando-lhe a bochecha – Mas eu ainda prefiro seu cabelo preto...

E então todos caíram na risada. Sirius levantou-se rapidamente, correu para o banheiro e, quando finalmente viu seu reflexo no espelho, voltou para a cozinha bufando.

– Quem foi? – perguntou irritado – Quem estragou meus lindos cachos negros de causar inveja?!

– Eu prefiro os meus cachos negros... – comentou Violet fazendo uma expressão totalmente inocente. – Ou os da Alessa...

Você... Violet sua praga! – gritou indo até ela, porem, a garota rapidamente se levantou e escondeu-se atrás de Alastor.

– Ah, qual é Sirius, foi uma brincadeira... – falou ela rindo, sendo acompanhada pelos outros.

Brincadeira? E se esse treco nunca mais sair? E se eu ficar com cabelo rosa para sempre!! – exclamou desesperado – Ah eu te pego garota!

– Não se preocupe, é apenas por um tempo... – riu indo para trás de Tonks, que divertia-se imensamente.

Um tempo? Quanto tempo?

– Digamos que uns... Cinco dias... Talvez mais, não sei...

CINCO???? – gritou correndo atrás dela, que também correu.

Pelos próximos cinco minutos Sirius perseguia Violet ao redor da mesa enquanto os demais gargalhavam e até apostavam. A garota então fugiu para a sala e não percebeu quando alguém parou logo atrás, encarando a cena confusa, porém, familiar.

– Violet volta aqui!

– Não! — respondeu ela rindo e, quando finalmente viu o “visitante”, escondeu-se atrás dele. –Pai, me ajuda...

– Não sabia que apreciava a cor rosa, Black, é alguma tendência? — debochou Snape enquanto Violet o abraçava por trás e colocava a cabeça embaixo de seu braço, que apoiou-se no ombro da garota.

– Cala a boca, Ranhoso... Essa garota é uma praga!

– Considere-a uma pulguinha sonserina, e como toda pulga que se preze, ela precisa de um cachorro para atazanar, grifinória, de preferência. – explicou Severo divertindo-se internamente enquanto conduzia a filha de volta para a cozinha.

– Sabe Sirius, ela já fez isso... – comentou Alastor quando os três voltaram – Com a Minerva...

– Que eu me lembre, foi você quem colocou uma Poção de Fogo no suco dela... – rebateu Violet abraçada ao pai no batente da porta.

– Detalhes pirralha, apenas detalhes...

– Hmm... Pai, eu queria conversar uma coisa com você... – comentou Violet assim que todos voltaram a prestar atenção no café da manhã.

– Então vamos para o quarto. – respondeu ele puxando-a da cozinha e levando-a para cima.

Violet estava receosa de como começar a contar, mas uma hora ou outra ele saberia, então, melhor que fosse por ela. Severo a seguiu até o quarto e, logo após entrarem, fechou a porta e esperou.

– Seu quarto é muito melhor que esse... – comentou observando os detalhes do cômodo.

– Sinto falta do meu quarto, mas principalmente da biblioteca e do laboratório... – sorriu marota.

– Eu lhe garanto que MEU laboratório não sente sua falta...

– Nada de crianças no laboratório. – riu ela sentando-se e colocando a mão sobre o colo, o que não passou despercebido pelo homem, que levantou a sobrancelha sugestivamente.

– Desde quando usa anel?

– É... Na verdade é sobre isso que eu queria falar...

– Sobre um anel?

– Sobre o significado dele.

– Certo... – respondeu encarando-a calmamente.

– Bom, eu meio que... Esse anel é... – tentou receosa.

– Vá direto ao ponto Violet.

– Eu estou namorando. – respondeu de uma vez.

Notas finais
Vixe, é agora que o Morcegão enlouquece.... rsrsrsrs O que acham que acontece?? Momento maldade: eles não vão contar à Violet sobre os laços afetivos... :( Momento feliz: Violet é agora a terceira herdeira do império Black, a mais velha!! E então? Gostaram?? No próximo teremos a conversa dos morcegos e mais dois intrusos... rsrsrs Acham que o papai exigirá uma conversa com o futuro genro ou proibirá o namoro? E a brincadeira inocente com o Sirius?? Acho que farei mais alguma, tenho umas ideias perversas em mente... kkkkkkk Sabem, eu preparei uma pequena aventura para um casal de irmãos mais para frente... Algo que envolve uma missão e um vira-tempo. (Ok, chega de spoilers) -------------------- Eu tinhaa dito que no capítulo anterior aconteceria a descoberta sobre o nome da Violet, mas achei melhor explicar sobre o Harry antes para depois entrar com a explicação da Vi na árvore dos Black... Não fiquem tristes comigo... -------------------- Dessa vez não tem trechinho do próximo... :’( Mas não deixem de comentar, nos vemos mais tarde!! Bjjss!!