Notas iniciais
Estou tão feliz!!! Os comentários estão cada vez mais incríveis!! Eu já falei que amo vocês??? Muito obrigada!!! Mas então, vamos ao capítulo? Como prometido, veremos a reação do papai morcego ao receber a grande notícia do namoro... Ele tenta matar o Vitor, briga com a Violet, proibi os dois de se encontrarem, se conforma ou faz tudo junto e misturado? Bom, vamos descobrir... ^^

Capítulo 3 – That’s a Promiss

“Isso é uma promessa”

– Violet –

Você o quê? – perguntou ligeiramente irritado.

– Eu...estou...namorando...

– Como assim “namorando”?? Não acha que muito nova para isso? Você tem 16 anos!!

– Eu sei que sou nova, mas não é nenhum pedido de casamento ou algo do tipo! E além do mais, estou apaixonada...

– Você tem coisas mais importantes para se focar do que um namoro adolescente. Estamos prestes a entrar em guerra, Voldemort está te caçando e além de tudo ainda tem a escola! Eu não admito distrações da sua parte por conta desse namoro!

– Eu sei, e isso nem vai acontecer! Eu consigo administrar meu tempo e um namoro não vai me distrair tanto!

– Quem é?

– Como?

– Seu... – hesitou encarando-me — ...o garoto, quem é? Por Merlin, que não seja ninguém da grifinória!

– Não é da grifinória, já que isso te preocupa... Aliás, nem de Hogwarts é.

– Como assim não é de Hogwarts?! E desde quando você tem tempo para conhecer garotos e namorar desconhecidos?

– Ele não é desconhecido! E eu o conheço há um bom tempo...

– Certo, vou repetir minha pergunta... Quem é?

– Vitor Krum. – respondi de imediato – Ele participou do Torneio Tribruxo como o campeão de Durmstrang.

Meu pai me encarava firmemente, um tanto mais pálido que de costume e, arriscaria dizer, mais irritado.

Vitor Krum... Foi ele que te levou ao baile não foi? Duas vezes?

– Sim...

– Você o conheceu ano passado, se viram uma vez esse ano e já estão namorando? Como sabe que ele é bom o suficiente para você?

– Desde o Torneio nós trocamos várias cartas e quase todas as visitas à Hogsmead nos encontrávamos... Aliás, foi da última vez que ele me pediu em namoro...

– A última visita foi há quase um mês! Não pensou em me contar antes?!

– Pensei, mas não queria que ficasse irritado...

– Bom, eu acho que você falhou em seus objetivos, eu estou sim irritado. Ele é três anos mais velho que você e mora do outro lado do país!

– Eu tenho a mesma idade que você tinha quando se apaixonou pela Lillian!

– E eu tinha a mesma idade que o Sr. Krum quando você foi feita!

Aquilo foi o suficiente para me fazer corar. Caramba, meu pai realmente iria por esse caminho?

– E-eu... Eu não pretendo fazer nada do que vocês fizeram tão cedo...

– Eu realmente espero que vocês fiquem bem longe do que eu e sua mãe fizemos por um bom tempo, muitos anos, para ser mais exato. E eu terei uma conversinha com o Sr. Krum...

– Você o quê? – surpreendi-me.

– Vou mandar uma carta ao Sr. Krum para que me encontre em minha casa, preciso deixar algumas coisas bem claras... – disse abrindo a porta do quarto e me deixando de boca aberta.

– Espera... Pai! – exclamei seguindo-o enquanto descíamos as escadas – Você não pode fazer isso...

– É claro que posso, sou seu pai... No meu tempo os garotos pediam a mão das garotas para o pai primeiro.

– Você não fez isso com a Lillian!

– Exato, e olhe no que deu! – rebateu assim que chegamos à sala.

– Pai, por favor... Não faz isso!

– Me dê um motivo.

– Eu te conheço, suas conversar vão envolver ameaças e torturas psicológicas!

– Eu não vejo nenhum problema nisso. E como eu disse, terei uma conversa com seu...enfim, com o Sr. Krum.

– Por favor, não!

– Não o quê? – interrompeu Alastor aparecendo do nada.

– Ahn... Nada... Nós...

– Ela está namorando.

– Você o quê?! – repetiu Alastor me encarando, os vestígios de um sorriso totalmente desaparecidos. – Não acha que é muito nova para isso? 16 anos! Tem uma vida inteira pela frente, precisa ser agora?!

Ah não... Ele também não... Merlin, socorro!

– Eu...

– Quem é?

– Alastor...

– Quem é Violet?

– Vitor – suspirei.

Krum?

– Sim.

– Pensei que tivesse me dito que eram apenas amigos...?

– Sim mas...

– Você sabia? – interrompeu Snape.

– Que eram amigos sim. Namorados, não. Você tem coisas mais importantes para pensar do que um namoro pirralha...

– Eu sei, e como disse para o meu pai, consigo administrar meu tempo muito bem! E não adianta dizer o contrário, não vou terminar com ele!

– E é por isso que terei uma conversinha com o Sr. Krum, preciso deixar certas coisas claras e alguns limites demarcados.

Limites demarcados?! – repeti incrédula.

– Concordo Morcegão, e eu vou junto.

– O quê?!! Não!! – gritei – Meu pai já é assustador sozinho, não precisamos que um ex auror que já torturou milhares de pessoas o acompanhe!

– Qual o problema? Ele é seu pai e eu seu padrinho, temos que zelar por seu bem estar...

– Meu bem estar não envolve ameaças e torturas!

– Não, mas envolve um namoro acompanhado pelos pais e responsáveis! – rebateu Snape – Pela primeira vez concordo com esse velho rabugento, nós dois vamos sim falar com o Sr. Krum, e é bom que você não o avise...

– Por que não?

– A surpresa é a grande cartada pirralha... – piscou Alastor.

– Isso não pode estar acontecendo comigo...

– O que não pode estar acontecendo com você? – perguntou Sirius ao lado de Jullie e Tonks, que chegaram repentinamente.

– Violet está namorando. – respondeu Moody tranquilamente.

– Parabéns! – exclamou Tonks, porém, calou-se assim que recebeu olhares mortais de meu pai e meu padrinho.

– Você não é muito nova?

– Sim! Eu sei!!! – gritei irritada – Eles dois fizeram questão de me lembrar disso!! Já sei que sou muito nova, também sei que tenho responsabilidades e também sei que o Vitor é mais velho que eu!

Vitor?

– Vitor Krum, ex-aluno de Durmstrang, participou do Torneio Tribruxo e ficou em segundo lugar na somatória dos pontos. Também é apanhador do time de quadribol da Bulgária e considerado um ídolo dos esportes nos jornais...

– Como sabe tudo isso Alastor? – perguntei desconfiada.

– Fiz algumas pesquisas sobre seus amigos...

– Você fez o quê?! – repeti. – Está espionando meus amigos?

– Não, apenas estou de olho em você.

– Mas...

– Chega de conversa. – cortou-me meu pai – Vou mandar uma carta ao Sr. Krum e depois te chamo Moody. Quanto a você mocinha, não tente avisá-lo e não saia, em hipótese alguma, dessa casa. Ouviu bem?

– Tá, tudo bem... – suspirei derrotada — Só... Tentem não pegar pesado com ele sim?

– Não se preocupe, eu não aprovo os métodos bárbaros que seu pai tem em mente...

– Claro que não, você tem alguns muito piores em mente!

– Detalhes pirralha, apenas detalhes...

– E você cachorro, cuide bem da minha filha, caso contrário arranco seu pescoço.

Pai!

– Eu não sou babá.

– Com esse cabelo rosa é difícil acreditar... – debochou Severo – E você princesa, não se esqueça do que falei.

Meu pai então puxou-me para um abraço rápido, beijou minha testa e logo saiu da casa, deixando-me ao lado de um grupo que me encarava fixamente.

– Então... Você está namorando!

– Não começa Tonks, por favor... – pedi subindo as escadas e me trancando no quarto.

– NARRAÇÃO –

Assim como o prometido, Severo mandou uma carta à Vitor Krum praticamente intimando-o à comparecer em sua casa em uma data e horário estipulados. Saoirse, é claro, desejou um “boa sorte” e “volte vivo” para o querido irmão, que bufou e respondeu à carta, confirmando.

Sendo assim, na próxima segunda Vitor Krum bateu à casa de Severo Snape no horário combinado, porém, não esperava que teria uma companhia à mais.

– Muito bem, serei direto... – começou Snape assim que Alastor e Vitor já estavam no escritório – Quais suas intenções com a minha filha?

– As melhores possíveis, Sr. Snape... Eu lhe garanto. – respondeu encarando o homem sentado à sua frente e Alastor, parado em pé ao lado de Snape e analisando cada movimento do rapaz.

– Suas garantias não me servem de nada Sr. Krum... – respondeu Snape – E o que o faz pensar ser bom o suficiente para ela?

– Me desculpe Sr. Snape, mas creio que ninguém nunca será bom o suficiente para ela... Violet é uma garota incrível e merece o melhor, tudo que posso oferecer ao senhor como garantia é meu amor por ela.

– Eu a considero muito nova para namoros, mas também sei que ela é extremamente teimosa e não vai acatar minha opinião. Portanto, não vou proibi-los de se encontrarem, mas se eu souber que o senhor ultrapassou os limites, juro que te procuro até o fim do mundo. Não admito que minha filha perca o foco de suas coisas por conta de um namorado, e realmente espero que o senhor seja sensato o suficiente para não atrapalhá-la em seus deveres...

Traduzindo: sem toques íntimos, sem insinuações e sem contato físico profundo – completou Alastor ameaçadoramente – Se soubermos que o Sr. avançou o sinal de qualquer forma, pode ter certeza que vamos caçá-lo até o inferno.

– Não vou impedi-los de seguir com esse relacionamento, mas para isso, espero que o senhor a faça feliz e, em hipótese alguma, atreva-se a magoa-la.

Pelos próximos minutos Severo e Alastor disseram tudo que pensavam daquele namoro, imporam suas “recomendações” e deixaram bem claro que, se houvesse qualquer problema, o rapaz iria se arrepender pelo resto da vida. Vitor ouviu tudo atentamente e não pode deixar de sentir-se intimidado com o interrogatório.

Alastor perguntou sobre seus pensamentos acerca de um relacionamento à distância e indagou sobre suas ambições. Severo não foi diferente, pois fez realmente um interrogatório. Idade, personalidade, trabalho, sentimentos e, por fim, pediu que Vitor descrevesse o que sentia por Violet e porque queria namorá-la.

– Apenas, por favor, poupe-me dos detalhes... – pediu Alastor.

Foram horas trancados naquele escritório e, quando finalmente acabaram, Severo os chamou para um “chá” da tarde, servido gentilmente por Helga. Qualquer pergunta que vinha à sua mente era feita e respondida imediatamente, e logo o silêncio seguido por olhares mortais se instalava. Vitor deixou a casa dos Prince por volta do fim da tarde, e, apesar de nunca admitir, ficou extremamente nervoso com o interrogatório.

– Ele não é tão ruim afinal... – comentou Alastor. – Foi uma boa distração, deveríamos repeti-la mais vezes.

– Claro... – respondeu Severo abrindo o jornal e sentando-se em sua confortável poltrona na biblioteca.

– Ela vai gostar de saber que pegamos leve. Mas ainda acho que a ideia de usar Veritaserum era mais válida...

– Boa sorte em dizer isso à ela velhote... – debochou Snape, finalizando o assunto.

Alastor então saiu e voltou para a sede da Ordem, dando por encerrado o interrogatório básico. Severo, por sua vez, não conseguia deixar de pensar que o namoro com o tal Vitor Krum viera em boa hora. Nunca iria admitir, é claro, mas internamente sabia que o rapaz era um bom bruxo, claramente apaixonado e que faria o que estivesse ao seu alcance para proteger Violet. Num momento tão próspero à guerra, com Voldemort cercando cada vez mais e o perigo à sua porta, Vitor Krum seria uma forte proteção a mais para sua princesa.

Severo estava tão imerso em seus pensamentos que não percebeu quando bateram na porta de sua casa, de modo que apenas na terceira batida ele levantou-se e foi atender, surpreso por suas “visitas”.

Cissa? – exclamou ele ao ver Narcissa Malfoy e Bellatrix Lestrange à sua porta.

– Sev... – respondeu a de cabelos bicolores. – Podemos conversar? É importante...

– Claro, entre...

Narcissa era, de longe, a única mulher que realmente se aproximara dele na adolescência sem qualquer intenção que não fosse amizade. Cissa e Severo sempre foram melhores amigos na época da escola, a loira conhecia até mesmo a falecida Eileen. Entretanto, havia um bom tempo que os dois não se viam, e ter Narcissa e Bellatrix à sua porta era sinônimo de problema.

– O que houve? – perguntou ele assim que os três trancaram-se na biblioteca

– Eu... Eu estou desesperada Sev, e creio que você é o único capaz de me ajudar... – começou Narcissa – O Lord...

– Ele mandou não contar Cissa, deve ficar quieta! – interrompeu Bellatrix.

– Eu sei! Eu sei, mas Severo certamente já sabe do plano, não é Sev? Por favor, eu preciso de ajuda...

– Sim Cissa, eu sei do plano, mas se não soubesse você seria acusada de traição ao Lorde. – respondeu ele friamente enquanto Bellatrix o encarava incredulamente.

Você sabe?!

– É claro Bellatrix, sou o Comensal detentor de maior confiança de nosso Lorde, até mesmo mais que você.

– E onde você estava quando o Lorde caiu?! – perguntou ela irritada – Onde estava quando nosso Milorde precisou de ajuda, há quinze anos?!

– Caso não se lembre, sou espião do Lorde, realmente acha que eu estaria aqui, agora, se ele desconfiasse de minhas ações? E creio que posso te fazer a mesma pergunta... Onde estava dez anos atrás, quando deveria estar procurando seu Lord?

– Eu estava cuidando da Violet!

– Exato! Então não me julgue. Você cuidava dos interesses de seu Lorde, eu também. – respondeu friamente, porém, não pode deixar de notar que aquela era a primeira vez que Bellatrix chamava Violet pelo nome e não “garota”. — Agora, Cissa... O que quer realmente?

– Milorde... Ele... Ele está castigando Draco pelas faltas de Lucio! É isso, eu sei... – choramingou tirando um lenço da bolsa. – Lucio está preso e não pode me ajudar... Sev, por favor, me ajude... Draco não conseguirá executar as ordens do Lorde, eu sei que não!

– E o que quer que eu faça? Sabe que não posso e não vou interceder por ele com Milorde, seria burrice e perda de tempo...

– Mas você é o preferido do Lorde, a pessoa em quem ele mais confia! Por favor, não deixe que Draco faça isso sozinho, ajude-o! Ele é meu primogênito, o herdeiro do império Malfoy! Não posso perdê-lo como perdi Lucio...

– Você não perdeu seu marido, ele está preso... – comentou Bellatrix mexendo com algumas coisas sobre a mesa.

– Mexer nas coisas dos outros é falta de educação Bellatrix. – rosnou Snape sem ao menos olhá-la. – Cissa, sabe que não posso interceder por ele...

– Sim, mas você pode ajudá-lo... – rebateu Narcissa com os olhos azuis úmidos e lágrimas escorrendo por eles – Você pode auxiliá-lo nas tarefas! Por favor, Severo, com Lucio longe eu não posso defender meus filhos sozinha por muito tempo...

Severo encarou-a profundamente, ele entendia a dor que a amiga deveria estar sentindo naquele momento, afinal, o próprio filho fora mandado para uma missão suicida e o marido estava preso em Azkaban.

– Quando Draco aceitou a Marca Negra ele sabia onde estava se metendo, cabe a você não se intrometer agora Cissa, cuide do que lhe restou, que é Ellizabeth!

– Você sabe que ele não teve escolha Bella! – rebateu a loira – Ele nunca teve escolha...

– Todos temos escolha Cissa, acontece que infelizmente as dele estavam esgotadas... – lamentou Bellatrix com um sorriso zombeteiro. – Até a namoradinha ele enganou!

– Pare com isso Bella! – repreendeu-a Narcissa – Sev?

– Eu posso tentar...

Tentar? Essa é realmente uma palavra vinda do “confiável” Comensal Snape? – debochou Bellatrix.

– Estou sob a proteção de Dumbledore e não posso me arriscar perdê-la! O que quer que eu faça?

– Um Voto Perpétuo, por exemplo? – sugeriu a morena com um sorriso diabólico no rosto, o que deixou Snape ainda mais pálido.

– Você faria isso por mim Sev? – esperançou-se Narcissa — Faria um Voto Perpétuo?

– Sim, por você eu faria Cissa... – respondeu ele segundos depois.

– Oh, muito obrigada Sev, obrigada... – sorriu ela abraçando-o rapidamente.

– Faça algo de útil e seja a avalista Bellatrix, já que está aqui. – murmurou Snape encarando-a.

– Tem certeza? Não poderá voltar atrás...

– Creio que precisará de uma varinha também... – ignorou totalmente a pergunta e prostrou-se de frente à loira. – Me dê seu braço...

Enquanto Bellatrix sacava sua varinha, Narcissa e Severo estenderam o braço direito e seguraram o pulso um do outro firmemente.

– Você, Severo Snape, cuidará de meu filho, Draco Malfoy, enquanto ele estiver tentando realizar o desejo do Lorde das Trevas?

– Cuidarei.

Uma linha tênue dourada enlaçou ambos os pulsos assim que Bellatrix sibilou o feitiço, dando início ao Voto Perpétuo.

– E fará todo o possível para protegê-lo do mal?

– Farei.

Uma segunda linha dourada laçou os pulsos estendidos e, junto à primeira, formou o sinal do infinito.

– E se necessário for, caso pareça que Draco falhará, você terminará a tarefa que o Lorde das Trevas o incumbiu de fazer?

Snape tremeu nesse instante, porém sabia que não havia retorno. Por longos segundos o silêncio reinou, e por um momento Bellatrix chegou a pensar que ele não faria o juramento.

– Terminarei.

Quando Severo finalmente disse essa última palavra, uma terceira linha, dessa vez avermelhada, saiu da varinha de Bellatrix e juntou as demais, enrolando fortemente ambas as mãos como uma grossa corda de luz.

Estava feito. A partir daquele momento severo Snape estava preso a duas promessas: uma à Narcissa de que protegeria Draco, e outra à Dumbledore, que seria consequência da primeira.

– Vamos logo Cissa, já perdemos tempo demais vindo aqui... – reclamou Bellatrix deixando a biblioteca.

Narcissa já não chorava e em seus olhos só era visível o alívio em saber que o filho estaria protegido. Seu olhar encontrou com o do grande amigo e, dentro daqueles olhos negros, viu que poderia contar com ele sempre que precisasse, sabia que o velho amigo da época da escola estaria sempre ali para ela, e aquele Voto Perpétuo foi a prova disso.

Narcissa sorriu e logo em seguida aproximou-se e o abraçou fortemente. Nem mesmo os anos apagariam aquela amizade, e ela tinha certeza disso.

– Obrigada Sev, sabe que serei eternamente grata a você... – agradeceu com a cabeça pousada nos ombros do amigo.

– A única coisa que te peço é que, no futuro, caso seja possível, faça o mesmo por mim. – pediu apertando o braço da loira levemente.

– Eu farei. Isso é uma promessa Sev... – murmurou saindo do abraço, limpando com as mãos os últimos vestígios de que chorara do rosto e colocando novamente a máscara de indiferença característica dos Malfoy. – Até mais Severo.

– Até mais Narcissa.

Notas finais
Destaque para: “Ela vai gostar de saber que pegamos leve. Mas ainda acho que a ideia de usar Veritaserum era mais válida...”. Só eu adorei essa frase? "Traduzindo: sem toques íntimos, sem insinuações e sem contato físico profundo. Se soubermos que o Sr. avançou o sinal de qualquer forma, pode ter certeza que vamos caçá-lo até o inferno." Momento Ownn: “Eu farei. Isso é uma promessa Sev...”. Antes que me perguntem, Narcissa e Severo foram melhores amigos na época de escola e essa amizade perdurou por anos! E não, eles NÃO serão um casal, fora e cogitação! Sev e Cissa são apenas bons amigos. ^^ Não deixem de comentar hein!! Quero saber tudo! O que acharam do interrogatório, da decisão do Snape, do momento amizade Sev-Cissa... Enfim, tudinho, tudinho ^^ Bjjss e até depois!!