Secrets

6 Capítulo 5 - Consequências


Notas iniciais
Continuação do Flash back do capítulo anterior.

Elena olhava as ruas de Mystic Falls passando pela janela do carro. Tinha consciência do seu namorado falando alguma coisa ao seu lado, mas não estava conseguido prestar atenção. Tinha muita coisa na sua cabeça nesse momento.

- Elena! — ela virou-se e viu que estavam parados no sinal vermelho, Stefan se virou e colocou uma das mãos sobre o seu joelho – Você ouviu alguma coisa que eu falei?

- Desculpe, eu estava distraída – balançou a cabeça negativamente tentando afastar os pensamentos – Não consigo deixar de pensar em tudo que aconteceu ontem,

- Você passou por um grande estresse, isso é normal – deu um fraco sorriso para ela – Não se preocupe, já estamos quase chegando na sua casa.

- O sinal abriu e ele saiu com o carro. Virou na rua logo a frente e parou em frente a casa da família Gilbert.

- Vou entrar junto com você – avisou já tirando o cinto de segurança.

- Não precisa! — garantiu – Eu vou tomar um remédio para dor de cabeça e deitar um pouco na minha cama.

- Mesmo assim vou te fazer companhia – insistiu – Você sabe que vou acabar preocupado com você o resto do dia, vai ser melhor estar ao seu lado.

- Se você insiste – deu de ombros — Vamos logo. Já estou imaginando que a tia Jena vai fazer milhares de perguntas.

Assim que chegou ela teve que contar para a tia o que tinha acontecido com o seu carro. É claro que recebeu uma bronca por ter saído no meio da chuva, mas a mulher também ficou feliz pela sobrinha estar bem.

- Vou tomar uma aspirina e vou lá para cima – avisou – E o Stefan vai junto comigo, espero que não se importe.

- Está tudo bem – respondeu – Só não se esqueçam de que a Margarete está lá em cima.

Elena já podia sentir seu rosto esquentando pela vergonha. É claro que Jena sabia, muito tempo, que ela não era mais virgem, mas não podia deixar de ficar constrangida quando tinham alguma conversa a respeito de sexo.

- Não precisa se preocupar com isso – o garoto a abraçou pela cintura – Só vamos ficar lá em cima conversando.

A morena tomou o remédio e deitou na cama juntamente com namorado. Não sabia muito bem em que momento tinha adormecido, mas quando acordou já estavam quase no meio da tarde.

- Olá, dorminhoca! — Stefan continuava no mesmo lugar aonde estava – Já estava pensando em te acordar.

- Pelo jeito eu estava mesmo cansada – esfregou o olho – Não pensei que fosse dormir tanto.

- Sua tia veio aqui agora há pouco – avisou – Ela disse que deixou o almoço para nós dois lá na cozinha. Se você quiser almoçar agora.

- Não estou com fome – deu de ombros – Quem sabe mais tarde.

Ele deu um beijo na testa da namorada e a puxou para mais perto de si. Ficaram dessa maneira por alguns segundos.

- A sua dor de cabeça já passou? — quis saber logo em seguida.

- Passou sim – suspirou aliviada – Ainda bem, detesto acordar com dor de cabeça, não consigo fazer nada o resto do dia.

- Se eu não te conhecesse bem, diria que está com ressaca – deu uma leve risada – Meu irmão tem muito poder de persuasão quando quer.

- Ressaca, até parece – revirou os olhos – Você sabe muito bem que eu sou fraca para bebida. Damon nunca iria me convencer disso.

- Eu sei disso, meu amor, só estou brincando – deu um beijo no topo de sua cabeça – Mas agora me diga, o que foi que você e o Damon fizeram a noite inteira?

- Nada demais – se mexeu desconfortavelmente -Conversamos um pouco, depois eu fui dormir cedo.

- Sorte que o Damon estava em casa ontem – estava mexendo no cabelo da garota enquanto falava – Teria que ficar dentro do carro esperando até sabe lá quando.

- Não quero pensar nisso – afastou os pensamentos da cabeça – O importante é que está tudo bem.

- Tenho muito o que agradecer ao meu irmão por isso – completou.

Decidiriam então ir até a cozinha almoçar, depois disso passaram o restante do dia assistindo televisão.

- Você vai lá para casa hoje? — Stefan perguntou quando já estava escuro do lado de fora.

- Na verdade, eu estava querendo ficar aqui – respondeu. Não conseguiria encarar o cunhado depois de tudo – Espero que você não se importe.

- É claro que não me importo – garantiu – Vou ficar aqui com você hoje. E não adianta falar nada, não vou aceitar um não como resposta.

- Eu não ia falar nada – respondeu – Mas você tem mesmo certeza de que quer ficar aqui hoje?

- Quando eu cheguei da Itália nós combinamos que passaríamos todo o tempo possível juntos – lembrou enquanto dava um selinho na namorada.

- Por favor, eu estou bem aqui – os dois já tinha se esquecido que Jeremy estava sentado ao lado deles no sofá – Não estou querendo ouvir isso.

- Não sei do que você está reclamando, Jeremy – brincou – Até parece que você e a Bonnie nunca fizeram isso.

- Agora quem não quer ouvir – a garota colocou as mãos em cima do ouvido – Ainda estou me acostumando com a ideia do meu irmão e da minha melhor amiga estarem namorando.

Os dois começaram a rir do comentário dela, fazendo com que Elena se fingisse de brava.

Um pouco mais tarde todos na casa da família Gilbert se preparavam para dormir, inclusive o jovem casal. Stefan puxou a namorada para mais perto de si e a beijou, começou de um jeito calmo, mas logo as caricias foram ficando mais urgentes.

- Sei que só fiquei um dia longe – se afastou um pouco para poder olhá-la – Mas eu senti muito a sua falta.

- Às vezes eu fico imaginando como foi que você conseguiu ficar um ano longe lá na Itália – revirou os olhos.

- Também não sei – concordou – É por isso que estamos aqui recuperando todo o tempo perdido. Damon até perguntou se estávamos tentando bater o recorde de algum coelho.

- Você, realmente, me surpreendeu, senhor Salvatore – colocou as duas mãos no rosto dele – Nunca pensei que você pudesse ser tão insaciável desse jeito.

- É você que me deixa assim – mordeu o lábio inferior da morena.

Quando voltaram a se beijar, Elena não pode deixar de compará-lo com Damon, por mais que não quisesse, tinha prometido que nunca mais iria comentar a respeito daquela noite. Quando sentiu uma mão entrando por dentro da blusa do seu pijama, teve que afastá-lo.

- Stefan! — sua respiração estava ofegante – Será que você se importa se nós dois só dormimos hoje?

- Algum problema, Elena – a olhou parecendo bastante preocupado – Posso pegar alguma coisa para você lá embaixo.

- Eu estou bem, é serio – garantiu – Tudo que eu preciso agora é de ficar abraçada com você.

- Acho que posso resolver o seu problema – a abraçou e deu um beijo no topo da sua cabeça – Boa noite, meu amor.

Ele demorou muito tempo para conseguir pegar no sono naquela noite. Por mais que estivesse nos braços do seu namorado, era outro que estava no seu pensamento, seu cunhado.

Os dias se passaram lentamente e Elena ainda não tinha conseguido esquecer daquela noite. E, para piorar, no inicio da semana começou a sentir enjoos e pareciam que não iam passar nunca.

Essa não! — tinha acabado de acordar a náusea subiu pela sua garganta, tudo que conseguiu fazer foi correr em direção ao banheiro.

Lavou o rosto e foi para o andar debaixo da casa aonde o resto da sua família tomava café da manhã. Ela, apenas, pegou uma torrada pura e começou a comer.

- Tem certeza de que não quer comer mais nada? — sua tia perguntou – Posso fazer algumas panquecas se estiver com vontade.

- Só isso aqui está ótimo – respondeu – Para falar a verdade, acordei um pouco enjoada e tenho medo que nada mais pare no meu estomago.

- Essa não é a primeira vez essa semana que acorda sentindo enjoo, estou ficando preocupada – disse – Tem certeza de que não é melhor ir ao medico?

- Estou bem, tia, Jena, é sério – garantiu – É só um mal estar passageiro. Até o final da semana eu estou ótima de novo.

- Se você diz – continuou – Mas, se semana que vem você continuar assim, não tem desculpa. Vou te levar até o médico.

- Está bem – revirou os olhos.

Se não tivesse marcado com Bonnie e Caroline de encontrá-las no Grill, não tinha saído de casa por nada desse mundo. Tudo que queria fazer era voltar para o seu quarto e dormir o restante do dia, mas não podia fazer isso.

- Desculpem a demora, meninas – disse para as amigas enquanto se sentava em uma das cadeiras vazias – Tive alguns problemas hoje mais cedo.

- Não tem problema – Caroline deu de ombros – Chegamos a menos de dez minutos.

- É isso mesmo – concordou – Como estávamos com fome, pedimos uma porção de batata frita. Espero que não se importe.

Sentiu o seu estômago roncar ao ouvir falar em comida. Não entende como podia ter passado tão mal e agora estar com fome.

- É claro que não me importo – respondeu – Na verdade também estou morrendo de fome. Acho que poderia comer toda a comida daqui.

- Ótimo! — foi a loira quem completou – Pois ali vem a nossa comida.

Elena nunca poderia prever o que aconteceria a seguir. O garçom colocou o prato e cima da mesa e a onde de enjoo veio novamente. Ela só teve tempo de correr para o banheiro e colocar para fora o pouco que conseguiu comer no café da manhã.

Ficou algum tempo olhando a sua própria imagem pálida no espelho enquanto se recuperava. Voltou para a mesa e teve que aguentar o olhar inquisitivo das suas duas melhores amigas.

- O que foi que aconteceu, Elena? — Bonnie perguntou, preocupada – Você está pálida.

- Devo ter comido algum coisa que me fez mal – tentou parecer indiferente – Não é nada demais.

- Nada demais – a outra garota disse um pouco mais alto do que estava planejando – Eu te conheço há 19 anos, Elena, e nunca te vi passando mal antes.

Suspirou pesadamente e ficou encarnado o tampo da mesa. Aquelas duas a conheciam melhor do que qualquer um, até mesmo que Stefan, não adiantava mentir para elas, nunca acreditariam.

- Sinceramente, não sei o que está acontecendo – admitiu, por fim – Se eu estivesse em época de aula, podia até dizer que é estresse, mas não.

- Diz exatamente o que você está sentindo – Caroline pediu – Quem sabe podemos te ajudar em alguma coisa?

- Estou sentindo muito enjoo, principalmente de manhã ou quando sinto cheiro de alguma coisa forte – explicou – Também sinto mais fome que o normal, menos quando estou enjoada. E muito sono, ficaria deitada o dia inteiro se fosse possível.

- Sei que não sou médica, nem estou estudando para ser – voltou a falar enquanto colocava a mão no queixo – Mas como é que está a sua menstruação?

- É claro que não é isso, Caroline – respondeu, imediatamente – Eu não estou grávida, não tem como eu estar.

- Ah não? — cruzou os braços e ficou encarando a morena a sua frente – Você e Stefan estão juntos há quatro anos e nunca fizeram nada. Vou fingir que estou acreditando.

- Certo – deu de ombros, seu rosto estava totalmente vermelho nesse momento – Mas sempre nos protegemos, usávamos camisinha até quando eu ainda tomava pílula.

- Camisinhas furam – lembrou – É melhor você ir logo ao médico fazer um exame, nem que seja só para afastar a possibilidade.

- Eu saberia se a camisinha tivesse estourado alguma vez – garantiu – Tenho certeza absoluta de que não estou grávida.

Foi então que ela parou para pensar. Tinha uma pequena possibilidade de estar grávida sim, mas essa ideia era tão absurda que nunca poderia passar pela sua cabeça.

- Essa não! — cobriu o rosto com as duas mãos – Eu não posso acreditar nisso, só pode ser brincadeira.

- Está vendo só – a loira estava com um sorriso vitorioso nos lábios – Ela se lembrou de alguma coisa.

Tudo que Elena conseguiu fazer foi começar a chorar. Não era possível que isso estivesse acontecendo.

- Fica calma, amiga – Bonnie a abraçou – Você e o Stefan tem um relacionamento sério e ele nunca vai deixar você ou o bebê na mão. É capaz até de te pedir em casamento para poderem ser uma família para essa criança.

- O Stefan! — enxugou as lágrimas que caiam do seu rosto – Eu preciso fazer um exame, preciso ter 100% de certeza.

- Então é melhor marcar um médico logo – Caroline sugeriu – Quanto mais cedo confirmar, mas cedo vai pode começar a cuidar do bebê.

- Não posso ir ao médico, alguém vai descobrir e logo a cidade inteira vai saber – explicou – Preciso comprar um exame de farmácia, mas não posso fazer o teste lá em casa.

- Eu posso até ir lá comprar o teste, mas não pode ser lá em casa – Caroline avisou – Minha mãe está em casa e iria fazer milhares de perguntas.

- Podemos ir até lá em casa – a outra sugeriu – Não tem ninguém lá em casa mesmo. Meu pai está trabalhando e só volta mais tarde.

Então, elas pagaram a conta e passaram na farmácia antes de ir a casa de Bonnie. A morena foi até o banheiro e fez logo os três exames que tinham comprado, agora era só esperar os minutos que demorava para ficar pronto.

- E então, Elena – as duas se levantaram no momento em que ela apareceu no quarto – Qual foi o resultado do exame?

- Os três exames deram positivo – respondeu – Parece que você estava mesmo certeza, Caroline.

- Bom, acho que agora você já sabe exatamente o que tem que fazer? — a olhou, bem séria – Precisa contar para o Stefan e também vai procurar um médico.

- Sim, eu sei exatamente o que preciso fazer – concordou com a cabeça antes de pegar a sua bolsa – E preciso fazer agora mesmo.

- Espera, Elena – Caroline a segurou pelo braço – Você não está pensando em fazer nenhuma besteira, não é mesmo? Por que você pode se arrepender muito depois.

- Não precisa se preocupar com isso – garantiu – Nunca pensei em tirar esse bebê. Mas eu preciso resolver umas coisas, antes de qualquer coisa.

Andou um pouco até chegar a praça que ficava no centro da cidade. Pegou o celular e discou o número de Damon.

- Alô! — o telefone tocou três vezes antes que ele atendesse.

- Damon! — ela disse – Preciso falar com você, agora mesmo, será que pode m encontrar aqui na praça?

- Claro que posso! — respondeu – Mas você parece preocupada com alguma coisa. O que foi que aconteceu?

- Nós conversamos quando você chegar aqui – avisou – Por favor, não estaria te chamando se não fosse urgente.

- Tudo bem – respondeu – Só vou trocar de roupa e já vou para ai.

Menos de dez minutos depois, ele parou o carro em frente ao banco em que Elena estava sentada. Ela se levantou e entrou no veículo.

- Acho melhor irmos para outro lugar – pediu – Alguém pode nos ver aqui e vai ser um falatório em toda a cidade.

Damon concordou com a cabeça e ligou carro antes de sair andando. Parou em um estacionamento que ficava na saída da cidade, ninguém iria vê-los ali.

- Elena, confesso que estou começando a ficar preocupado – avisou – Será que você pode me falar logo o que é tão urgente?

- Tudo bem, vou direto ao assunto – suspirou pesadamente, não conseguiu encarar o moreno na sua frente – Eu estou grávida!

- Meus parabéns – foi tudo que ele disse, por fim – O Stefan vai ficar muito feliz quando souber. Ele sempre quis ter filhos, principalmente com você.

- Você realmente não está entendendo? — o olhou, bem séria – Não sabe mesmo por que estou te contando isso.

Foi então que ele entendeu o que ela estava falando. Tentou abrir a boca algumas vezes, mas não saiu som nenhum.

- Sei que combinamos nunca mais falarmos daquela noite – continuou – Mas eu precisava te contar isso.

- Como você pode ter certeza de que esse bebê é meu? — conseguiu falar, por fim – Afinal, você namora o meu irmão e não ficou com ele somente por uma noite.

- Nós dois sempre nos protegemos – explicou – Diferente de nós dois que nem pensamos nisso.

- Pensei que você tomasse pílula! — comentou – Já vi uma cartela na sua bolsa, uma vez.

- Eu tomava – falou – Mas a pílula estava me dando problema e médica achou melhor eu parar de tomar um tempo. Como estava em Atlanta mesmo, não me importei.

Colocou uma das mãos sob a barriga da morena, um sorriso enorme surgiu no seu rosto.

- Não posso dizer que estava esperando por isso – continuou – Mas estou muito feliz. É meu filho e vou dar todo o apoio que você precisar.

- Espera, Damon, você não está entendendo nada – afastou a mão dele – Vou dizer para o Stefan que o bebê é dele.

- Como assim? — disse mais alto do que estava planejando – Você está ficando maluca? Esse bebê é meu filho!

- Vai ser melhor assim – avisou – Se eu contar que é seu ele vai saber que passamos a noite juntos. Ele nunca vai nos perdoar por isso.

- Mas eu também tenho o direito de ficar perto do meu filho – continuou a gritar – É só explicar que estávamos bêbados, ele vai entender.

- Não importa – estava falando no mesmo tom dele – Eu nunca conseguiria me perdoar, não iria conseguir encarar o Stefan depois disso. Por mais que ele aceitasse cuidar do bebê sendo sobrinho dele.

- Acho que você está sendo precipitada – segurou a mão dela – Vamos pensar durante alguns dias e depois você toma a sua decisão.

- Já tomei a minha decisão – estava me firme – Assim que chegar em casa vou ligar para o Stefan e contar sobre o nosso bebê. Meu filho e dele.

- Você pode até falar que o bebê e dele – estava bem firme – Mas se eu contar a verdade para ele, em quem será que ele vai acreditar?

- Você está sendo infantil, Damon – revirou os olhos – Está mesmo disposto a destruir meu relacionamento com o Stefan só por uma besteira dessas?

- Acho que quem está sendo infantil é você – completou – E é do meu filho que você está falando, não é nenhuma besteira.

- Para mim chega – ela abriu a porta do carro – já estou indo, não aguento ficar nem um minuto com você nesse carro.

- Espera, Elena, eu te deixo em casa – avisou – Pode fazer mal para o bebê você andar tanto assim.

- Prefiro dessa maneira – disse – E você não se importa comigo nem com o bebê. Se não você não estaria disposto a contar a verdade ao Stefan e estragar a nossa felicidade.

Elena começou a chorar e continuou assim durante todo o caminho até em casa. Não conseguia acreditar que tudo aquilo estava acontecendo com ela, mas precisava resolver tudo isso e iria conseguir. Damon não iria atrapalhar tudo, o convenceria de que esse era o melhor, para os três.

Notas finais
Ta ai mais um capítulo.
Sinceramente, não gostei muito desse capítulo, mas prometo que vou melhorar no próximo.
Esse é o ultimo capitulo que vai ter Flash Back, no próximo cap já vamos voltar para o tempo presente. Espero que agora todos tenham entendido o que aconteceu entre o Damon e a Elena.
Agora vocês comentam.