Secrets
17 Capítulo 16 - Nada mudou
Quando Elena acordou, na manhã seguinte, seus olhos estavam totalmente inchados e doía até mesmo abri-los, sem contar na sua cabeça, que estava explodindo. Era por isso que não gostava de chorar, além de ficar parecendo uma idiota, tinha sempre essa “ressaca”.
Não se lembrava como é que tinha ido parar em seu próprio quarto. Provavelmente, Damon a tinha levado em algum momento da noite. Tinha sorte por tê-lo a ajudando.
O pior de tudo isso era tatear o lado da cama e constatar que estava vazio. É claro que já tinha acordado muitas vezes depois que Stefan já tinha se levantando, mas pelo menos sabia que ele estava na cozinha preparando o café da manhã ou então no restaurante. Lembrar-se que ele não tinha passado a noite em casa era doloroso demais.
Ouviu o barulho da porta abrindo e, por alguns segundos, teve a esperança de que poderia ser seu marido. Mas, na verdade, era Damon, e trazia consigo uma bandeja.
- Bom dia, Elena – foi se aproximando de onde ela estava – Como é que você esta se sentindo hoje?
- Como se tivesse sindo atropelada por um caminhão -fez uma careta enquanto se sentava – Espero que você tenha anotado a placa.
- Infelizmente eu não anotei – sentou-se na ponta da cama e colocou a bandeja entre os dois, revelando o pote de cerais – Mas eu trouxe o seu café da manhã.
- Não estou com fome – avisou – Sinto o meu estômago todo revirar, isso não vai ficar nem cinco minutos no meu organismo.
- Você está sentindo o seu estômago revirando porque não tem nada dentro dele – lembrou – É melhor comer alguma coisa, ou então vai acabar ficando doente.
- Não quero – cruzou os braços parecendo uma criança de cinco anos – Você não pode me obrigar a comer.
- Posso sim – encheu a colher e levou na direção do seu rosto – Ou você come por livre e espontânea vontade ou eu vou ter que te dar comida na boca.
Acabou aceitando que ele lhe dessa a primeira colherada e depois começou a comer sozinha. Devia estar mesmo com fome, pois acabou com tudo em pouco minutos.
- Está vendo como você precisava se alimentar? — observou logo em seguida – Eu sempre estou certo.
Ela deu um fraco sorriso, mas logo o desfez, deixando sua expressão séria de alguns minutos antes.
- Ele ligou? — decidiu perguntar. Não precisava falar mais nada, ele sabia muito bem de quem ela estava falando.
- Não – ele balançou a cabeça negativamente, enquanto Elena dava um suspiro pesado – Não acho que ele vá ligar nas próximas 24 horas. Dê mais algum tempo para ele absorver tudo.
- Sou mesmo uma grande idiota – afundou a cabeça no travesseiro – Não tive coragem de contar a verdade para ele na época, mas ao invés de deixar tudo mais fácil para todos, acabei criando uma bola de neve. E ela acabou de desmoronar toda na minha cabeça.
- Você só fez o que achou que seria melhor – observou – E talvez tenha sido mesmo o melhor para a Giulia, você o Stefan a criaram muito bem.
- O melhor para uma criança é ficar ao lado do pai e da mãe – continuou – Por mais que o Stefan a ame, ele não é o pai dela e deixou isso bem claro ontem.
- Como você mesma acabou de dizer, ele ama a Giu – segurou a mão da morena – Por mais que esteja magoado com nós dois, nunca vai deixar ela na mão.
- Será que nós podemos falar sobre outra coisa? — pediu – Tudo isso ainda é muito doloroso para mim.
- Tudo bem – deu de ombros – Sobre o que você quer falar, então? Podemos começar qualquer assunto.
- Aonde é que está a Giu? — decidiu perguntar, com tudo que tinha acontecido nas últimas horas, quase não tinha pensando na filha.
- Fiz um leite com chocolate para ela e a deixei na sala assistindo televisão – respondeu – Ela ainda está muito confuso para ela, mas eu prometi que depois você vai explicar para ela.
- Ela só tem quatro anos, Damon, é quase um bebê – lembrou – Não queria envolvê-la em tudo isso, mas, pelo visto, é impossível.
- É da vida dela que estamos falando, não tem como não envolvê-la – passou a mão pelos cabelos lisos de Elena – Você sabe que vamos precisar contar logo a verdade para ela, não é mesmo?
- Já tinha pensado nisso, mas não sei como fazer – deu de ombros – Como vou explicar de uma maneira que ela entenda?
- Se quiser, eu posso conversar com a Giu – sugeriu – É claro que seria muito melhor que você estivesse junto para isso.
- Não vou conseguir fazer isso – se afastou e ficou balançando a cabeça negativamente – Vou começar a me lembrar de tudo que aconteceu e vou começar a chorar. Não quero que a Giu me veja assim.
- Acho que você está certa – concordou, por fim – Estava pensando em levá-la para tomar um sorvete e assim ela ficaria mais a vontade, mas tem que ser um pouco mais tarde.
- Depois do almoço então – ela se sentou na cama e colocou os dois pés no chão – Isso me lembra que não temos nada para almoçar. Quem fazia a comida sempre era o Stefan e...
- Nós podemos ir até um restaurante, tem vários aqui perto, dá até para ir a pé – sugeriu – O que você acha?
- Mas Elena não precisou responder nada. Ir a um restaurante, qualquer que fosse, a faria se lembrar de seu marido.
- Tudo bem, então – revirou os olhos – Então vamos pedir alguma coisa por telefone. Você só não pode ficar sem se alimentar como queria fazer agora pouco.
- Acho que pode ser – concordou, por fim.
- Perfeito! — se levantou, totalmente decidido – Agora você vai tomar banho, colocar uma roupa bem confortável e vai lá para baixo. Nossa filha vai ficar muito feliz se você for assistir televisão com ela.
- Nossa filha – não pode deixar de sorrir nesse momento – Ainda é muito estranho te ouvindo falar isso, mas, ao mesmo tempo, é muito fofo.
- Ela é minha filha – lembrou – Agora que todas as cartas estão na mesa, quero garantir todos os meus direito em relação a isso.
Elena ficou encarando o homem por alguns segundos antes de caminhar em direção ao banheiro. Enquanto isso, ele foi para o andar debaixo se juntar a Giulia na frente da televisão.
A morena encheu a banheira de água e colocou alguns sais de banho antes de entrar no local, ficando somente com a cabeça do lado de fora. Ficou mais de meia hora apenas relaxando e sentindo os seus músculos distensionarem. Quando se enrolou na toalha estava se sentindo bem melhor, pelo menos por fora.
Depois de trocar de roupa ela foi para o andar debaixo da casa. Viu a filha totalmente concentrada na televisão mas se virou, provavelmente ao ouvir os passos, e saiu correndo em direção a ela quando a viu.
- Mamãe! — a abraçou na perna e fez com que a mulher se ajoelhasse para ficar na sua altura – Fiquei tão assustada ontem.
- Eu sei minha pequena – deu um beijo nos cabelos da menina – Sinto muito por isso, minha filha.
- Papai saiu daqui ontem com uma mala – lembrou – Vocês dois estão brigados, é isso?
Não pode deixar de olhar para Damon nesse momento, o que ela responderia? Ele apenas deu de ombros como se dissesse para ela continuar.
- Foi só uma briguinha de nada – conseguiu responder, por fim – Não precisa se preocupar com isso.
- Mas ele nunca tinha saído de casa antes – lembrou – Por que foi que ele fez isso, não gosta mais da gente.
- Não é isso, é um pouco mais complicado – deu um longo suspiro antes de falar – Quem sabe quando você for mais velha você entenda.
- Por que os adultos sempre falam isso – cruzou os braços, irritada – Queria já ser mais velha, assim poderia entender tudo.
- Você vai entender, não precisa ser impaciente – começou a fazer cosquinha na barriga dela, fazendo com que a menina começasse a rir sem parar. Quando parou, a pegou no colo – O que é que vocês dois estão assistindo com tanto interesse?
- Bob Esponja, é claro – foi o moreno que respondeu.
- Não acredito que isso ainda passa isso – revirou os olhos, ainda se lembrava de quando sua irmã caçula era mais nova e assistia a esse desenho o dia inteiro, tinha até um DVD – E o pior de tudo é você assistindo isso, Damon.
- Bob Esponja é legal – se defendeu – Acho que as piadas dele nunca vão perder a graça, nem que se passem cem anos.
- Você vai assistir com a gente, mamãe? — Giulia perguntou – Isso ia ser tão legal, eu ia adorar muito.
- Não consigo resistir a minha pequena me olhando desse jeito – deu um beijo na bochecha da filha – Vou assistir com vocês sim.
Sentou-se ao lado do cunhado e com a filha ainda sentada no seu colo. Não pode deixar que aquela cena era um pouco incomum, mas estavam parecendo uma família de verdade.
Depois de algumas horas estavam começando a sentir fome, então pediram a refeição por telefone, que não demorou muito para chegar. Fizeram a refeição com total tranquilidade e, o melhor de tudo, não tinham nenhuma louça para lavar depois. Quando terminaram, voltaram para a sala.
- Giu – o homem começou a falar depois de um tempo – O que acha de irmos dar uma volta?
- Mas agora? — reclamou – Eu queria ficar aqui vendo desenho, está tão legal ficarmos os três aqui.
- Deixa então eu reformular a minha pergunta – continuou – O que acha de irmos tomar um sorvete.
- Oba! — pulou do sofá imediatamente – Mamãe, você vai vir junto com a gente?
- Não, minha princesinha, você vai só com o seu tio Damon – respondeu – Tenho algumas coisas para fazer aqui em casa.
Giulia achou a resposta da mãe muito estranha, mas acabou concordando. Foi para o seu quarto trocar de roupa e logo os dois estavam saindo. Foram até a sorveteria que ficava no shopping, pois ela tinha uma variedade maior de sorvetes.
- Aqui está o seu sorvete de chocolate com duas bolas – depois de fazer os pedidos ele caminhou até a mesa em que a menina estava – E aqui está o meu de passas ao rum.
- Eca! — ela fez uma careta – Não entendo como você consegue tomar esse sorvete, é horrível.
- Posso dizer a mesma coisa desse seu sorvete de chocolate – comentou.
- Mas todo mundo gosta de chocolate – lembrou – Mas nem todo mundo gosta desse sorvete ai.
- Você ficaria surpresa como quantas pessoas gostam desse sabor – continuou – Quando você for mais velha você vai provar, tenho certeza de que vai gostar.
- Tenho certeza de que não vou gostar do sabor de sorvete que meu pai pede – mostrou a língua – De menta com gotas de chocolate.
- Isso é verdade, não entendo como é que o meu irmão gosta desse sabor de sorvete – comentou – Mas sabe, Giu, teve um motivo por eu te trazer aqui. Preciso conversar com você.
- O que é? — pareceu curiosa nesse momento – Por favor, não me diga que você vai se casar com a Katherine e vai se mudar lá de casa. É tão legal te ter morando com a gente, tio Damon.
- Não se preocupe, não é isso, eu a Kath somos só amigos – garantiu – Mas, mudando de assunto, Giu, você, por acaso, já sabe de onde vem os bebês?
- Nós vimos uma peça sobre isso no colégio – balançou a cabeça afirmativamente – O papai pega uma sementinha e coloca dentro da barriga da mamãe. Então a sementina cresce até tomar a forma de um bebê e então ele nasce.
Não pode deixar de sorrir a explicação dele. Ele não poderia ter falado melhor do que isso.
- Muito bem, você sabe, mesmo – observou – E, sua mãe já deve ter te falado que, quando você estava para nascer, ela e o seu pai, meio que não estavam esperando a sua chegada.
- Sim, mamãe falou que eu fui um acidente, mas eles me amam mesmo assim – respondeu – Só não entendo como é que meu pai pode ter colocado, sem querer, na barriga da minha mãe.
- Isso dai é um pouco mais complicado – decidiu dizer, não conseguia pensar em nenhuma explicação para isso – Mas não é nesse ponto que eu quero chegar.
- Você está me enrolando – cruzou os braços e o encarou divertida – Deve ser mesmo algo muito sério.
- Está certa, acho melhor ir direto ao ponto – sabia que não adiantava mesmo mudar de assunto, ela era muito esperta – Sabe, não é que o seu pai não tenha sementinhas, mas, quando uma sementinha foi colocada na barriga da sua mãe, que virou você. Não era uma sementinha dele e sim, minha.
- Como assim? — Giulia franziu a testa enquanto o encarava – Minha professora falou que para um homem colocar a sementinha na barriga de uma mulher eles tem que se amar muito, serem casados ou então namorados. Pensei que minha mãe namorasse o meu pai.
- E ela namorava o seu pai sim – garantiu – Isso foi só um pequeno acidente, digamos que foi uma troca de sementinha.
- Entendi – ela disse, por fim, parece que não era tão difícil assim explicar uma coisa para uma garota de quatro anos.
- Não importa qual confusão tenha acontecido – passou a mão pelo cabelo da menina – Você está aqui agora e é isso que importa.
- Mas, espera ai – o interrompeu – Se a sementinha de que eu cresci era sua e não do meu pai, quer dizer que você é meu pai?
- Biologicamente, sim – respondeu – Mas o Stefan te criou desde o dia em que você nasceu e também é seu pai. Ele te ama tanto quanto eu e a sua mãe.
- Isso é bem legal! — sorriu – Isso quer dizer que eu tenho dois pais, nunca conheci alguém que tivesse dois pais.
- É por que você é muito especial – explicou – Tem três pessoas na sua vida que te ama muito. Fora o seu avô, a tia Jena e seus tios.
- Foi por isso que o meu pai foi embora de casa? — sua expressão mudou para séria agora – Por que ele descobriu isso?
- Foi por isso mesmo – não sabia o que iria falar, então resolveu contar a verdade – Mas isso não muda nada, você ainda é a garotinha dele.
- Tio Damon – a olhou atentamente nesse momento – Será que agora eu posso te chamar de pai?
- Claro que pode – não pode deixar de dar um sorriso bobo – Tenho esperado por isso há quatro anos.
- Então agora eu tenho o meu papai Stefan e o meu papai Damon – concluiu – Até que vai ser divertido.
- Vem até aqui, Giu – esticou os braços para que ela se aproximasse e a pegou no colo para poder abraçá-la – Quero que você saiba que eu te amei desde o dia em que eu soube que você existia.
- Eu também te amo, papai – deu um beijo na bochecha dele, esse certamente era o dia mais feliz na vida de Damon.
Continuaram assim por mais alguns segundos até que a menina decidiu voltar par a sua cadeira.
- Mesmo você sendo o meu pai, meu sobrenome continua sendo Salvatore, não é? — quis saber, em seguida – E o vovó Giusepe continua sendo o meu avô.
- É isso mesmo – disse – Afinal, eu e o Stefan somos irmãos e temos o mesmo pai e o mesmo sobrenome.
- Então você estava mesmo certo, papai – continuou – Nada vai mesmo mudar, continuo sendo a mesma Giulia Salvatore de sempre.
- Exatamente – concordou – Nada vai mudar, nada mesmo.
Terminaram de tomar os sorvetes e voltaram para casa. O moreno não encontrou Elena na sala e foi até o andar de cima da casa, ela estava em seu quarto lendo um livro.
- Oi Damon – retirou os olhos da sua leitura assim que ele entrou no local – Como foi a sua conversa com a Giu.
- Muito boa – se sentou próximo a ela – Ela aceitou até melhor do que eu imaginava.
- Isso é bom – suspirou aliviada – Menos uma coisa para nos preocuparmos agora.
- Ela perguntou se poderia me chamar de pai – ficou olhando para os próprios pés – Agora eu sei qual é a sensação de um pai ouvindo um filho falar pela primeira vez.
- Eu sinto muito, Damon – Elena falou – Fui eu quem te privou de ter todas essas experiencias com a Giu. De acompanhar a minha gravidez e todo o desenvolvimento da nossa filha.
- Já disse que não tem problema – segurou a mão dela e ficou acariciando de leve – Estou vivendo tudo isso agora.
- Normalmente se vive isso quando os filhos são bebês – riu – Mas acho que isso está valendo também.
- Se tivermos outros filhos posso acompanhar tudo dessa criança – colocou a mão sob a barriga da cunhada como se tivesse um bebê lá dentro – Do jeitinho que tem que ser.
- Como teriam sido as coisas se eu não tivesse mentido? – mudou de assunto se afastando um pouco – Se tivéssemos assumido que você era o pai do meu bebê desde o inicio.
- Para inicio de conversa, eu teria te levado para Nova York comigo – fingiu está pensativo – Não ia te querer longe de mim por nenhum minuto sequer.
- Mas e as minhas aulas? — lembrou – Queria que eu perdesse todo o meu curso de biologia depois de só um ano?
- Você trancava o curso, como fez quando a Giu nascer – sugeriu – Ou então transferia para a Universidade de Nova York, ou então para Colúmbia.
- Então eu iria morar com você em Nova York – continuou – E como seria quando o bebê nascesse?
- Cuidaríamos dela com todo amor e carinho, é claro – observou – Hoje em dia ela seria uma daquelas novaiorquinas mimadas que fazem compras nas principais lojas de grife da cidade.
- Aos quatro anos? — se espantou.
- É assim que as coisas começam – explicou – Desse jeito, aos 20 anos, ela já teria estourado o limite de mais de mil cartões de crédito.
Então eles começaram a rir sem conseguir parar, estavam quase ficando sem ar. Quando Elena encostou a cabeça no travesseiro, o moreno coloca uma perna de cada lado dela e sentou sob a sua barriga.
- Pelo menos tudo isso tem um lado bom – ficou passando a mão pelo cabelo dela – Nós podemos criar a nossa filha aqui em Atlanta, vamos ter tudo isso sem a parte dos cartões de crédito.
Foi se aproximando mais e a beijou, começou calmo mas logo foi aprofundando. Por alguns segundos a mulher se deixou levar por todas aquelas emoções que estava sentindo com aquele simples toque de lábios, mas depois conseguiu afastá-lo colocando a mão sob o seu peito.
- Espera, Damon – disse, por fim – Só porque agora você vai assumir publicamente a paternidade da Giu e tudo mais, não significa que vamos ficar juntos.
- Sei disso – concordou com a cabeça – Não sei o que deu em mim para te beijar assim, acho que foi um impulso.
- Vou ser bem sincera, sinto uma atração muito forte por você desde a primeira vez que ficamos juntos e ainda estou muito confusa em relação a tudo isso – admitiu – Mas também tem o Stefan, que apesar tudo que aconteceu ontem ainda é o marido e eu ainda o amo, muito. Não posso resolver nada enquanto não conversamos direito.
- Tudo bem, Elena, eu entendo – concordou com a cabeça – Estou esperando por você há quase dez anos, posso esperar mais algumas semanas.
Deu um selinho nela antes de sair do quarto. A morena ficou encarando a porta por algum tempo antes de voltar a sua leitura, é claro que não com a mesma concentração de antes.
Notas finais
Acontece que eu estou muito empolgada com o próximo capitulo e quis escrever logo esse para chegar ao próximo bem rápido.
Mas vamos primeiro a esse né.
Momentinho bem fofo entre o Damon e a Giu neh, não sei quanto a vocês, mas eu acho que a Giu é a coisa mais fofa do mundo e ela foi uma graça quando descobriu que o Damon era o pai dela.
E quanto ao Damon e a Elena, quem ai está querendo matar a Elena por que ela ainda não conseguiu se decidir?
Bom gente, acho que é isso, o próximo cap deve vir segunda ou terça, no máximo.
Para quem sentiu saudades, no próximo cap tem mais Stefan e também tem mais Katherine.
E, acreditem, tem um motivo para eu estar amando a ideia de escrevê-lo e espero que você também gostem dele.
Agora uma noticia não tão boa, a fic está entrando na reta final, sem contar com esse aqui, só tem mais quatro capítulos e o epílogo.
Bom, é isso, agora vocês comentam e boa sorte para quem vai ao Mystic Monn amanhã, aproveitem muito o Ian por mim...
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