Second Chance

6 Capítulo 5 – Noite perfeita


Notas iniciais
Pois é gente, acabou que o intervalo entre um capítulo e outro ficou menor por causa da manutenção do Nyah na semana passada. O título do capítulo é bem sugestivo kkkkkkkkk, espero que vocês gostem. E nos vemos lá embaixo nas notas finais.

Sem romper o beijo por nenhum segundo sequer, Stefan colocou as mãos em mim, uma em cada um dos meus joelhos e me puxou para perto de si, fazendo com que eu enroscasse as pernas na sua cintura. Por eu estar usando short, nossas peles estavam se tocando e foi inevitável não me sentir arrepiada por esse novo contato.

Puxei a barra da sua camisa para cima e ele levantou os braços me auxiliando a retirar a peça de roupa, deixando a mostra o seu peitoral. Usar terno todo dia por causa do trabalho realmente esconde uma das melhores partes do meu namorado.

– Care... – tinha descido os lábios na direção do meu pescoço – Você tem certeza de que é isso mesmo que você quer?

A pergunta de Stefan naquele momento me pegou totalmente de surpresa. Tanto que eu o empurrei de leve para poder olhá-lo melhor.

– Mas por que você está perguntando isso agora? – me senti levemente frustrada; depois de todo aquele discurso de alguns minutos atrás, agora ele simplesmente me pergunta se eu tenho certeza...?

– Só não quero que você faça nada de que você se arrependa depois – explicou – A primeira vez é muito importante na vida de qualquer mulher e, se não acontecer no momento certo, você pode se arrepender mais tarde.

– Stefan, acho que você entendeu errado – balancei a cabeça negativamente – Essa não é, exatamente, a minha primeira vez. Eu não sou mais virgem.

– O que...? – ele realmente ficou espantado com a minha resposta – Mas eu pensei que... Bom, mas você disse que não tinha nenhuma experiência.

– Eu disse que tinha pouca experiência, não nenhuma – dei de ombros – E não foi exatamente uma experiência muito boa.

– Oh sim... – continuou – Sei que a maioria dos caras provavelmente não quer saber e talvez você nem queira falar sobre isso, mas...

– Você quer saber com quem foi? – balançou a cabeça afirmativamente – Foi com Jesse, meu ex-namorado.

Então eu contei a ele sobre como nos conhecemos em uma festa de Georgetown para a qual Elena me arrastou, como, depois de um mês e meio juntos, decidi que estava pronta para perder a minha virgindade, mas que essa foi a pior experiência possível, pois eu senti dor o tempo todo e não consegui relaxar em nenhum momento e, por fim, como isso acabou acabando com o nosso relacionamento aos poucos até terminarmos definitivamente menos de dois meses depois do ocorrido. Acho que eu pensei que nunca conseguiria conversar sobre isso com alguém que não fosse a minha melhor amiga, mas era fácil me abrir com o Stefan.

– Sinto muito... – falou depois que eu terminei o meu relato.

– Não sinta – pedi – Gosto de pensar que foi melhor assim. Quero dizer, se ele não queria ficar comigo só porque eu não queria transar com ele, é porque não era mesmo o cara certo para mim.

– Com toda certeza – concordou com a cabeça – E quero que saiba que nunca faria a mesma coisa, com você nem com qualquer outra. Apesar de sexo ser algo quase inevitável em um relacionamento, não é a coisa mais importante em um namoro.

– Eu sei que você nunca faria isso, Stefan – afirmei – Apesar de te conhecer há pouco tempo, nunca duvidei do seu caráter.

– Só tenho receio de que você esteja querendo fazer isso apenas por medo de eu terminar com você, como o seu ex-namorado fez – Stefan agora estava segurando a minha mão – Podemos esperar até você estar pronta para isso.

– Eu estou pronta! – garanti – Disse isso há alguns minutos, repito agora e quantas vezes mais você quiser.

– A gente só está namorando há alguns dias – lembrou – Talvez fosse melhor nos conhecermos um pouco melhor e só depois dar esse próximo passo.

– É isso que você quer? – minha pergunta saiu quase como um sussurro, mas sabia que ele tinha ouvido.

– Não – balançou a cabeça negativamente – Não é exatamente algo do qual eu me orgulhe, mas acho que nunca demorei tanto tempo para transar com uma garota, não que eu tenha forçado ou algo parecido, era algo que acontecia naturalmente.

Não disse nada. Apesar de saber que ele estava comigo agora, era difícil ouvir sobre as experiências sexuais anteriores do meu namorado, mesmo sabendo que aconteceram antes mesmo dele me conhecer.

– Mas com você é diferente: desde o momento em que te conheci, eu prometi para mim mesmo que iria ser paciente, esperar o seu tempo até as coisas acontecerem – continuou – Era o que você queria agora pouco e duvido que você tenha mudado de ideia tão rápido assim.

– Eu só disse aquilo porque estava com medo que a minha pouca experiência pudesse atrapalhar de alguma maneira, mas você deixou claro que não e me convenceu – garanti – Estou pronta e garanto que não há um momento mais perfeito que esse. Eu confio plenamente em você.

Voltamos a nos beijar e eu fui me aproximando até sentar no seu colo. Agora foi a vez de Stefan retirar a minha camisa e tive que agradecer aos céus por ter colocado uma lingerie azul bebê de renda; aquela não era exatamente a peça mais sexy que eu tinha, mas era alguma coisa.

Separou os lábios dos meus e foi descendo pelo meu queixo, pescoço e clavícula; quando chegou ao meu ombro, começou a abaixar a alça do meu sutiã, enquanto as suas mãos habilmente abriam o fecho e retiravam a peça.

– Você é linda, Care... – sussurrou enquanto estimulava meus mamilos com o polegar, o que me fez soltar um pequeno gemido – Simplesmente maravilhosa...

Começou a passar a língua por um dos meus seios e depois pelo outro, fazendo com que eu ofegasse ainda mais. Antes que eu pudesse me dar conta, Stefan tinha me retirado do seu colo e feito com que eu deitasse na cama.

Ele foi descendo os beijos pela minha barriga e quando chegou ao meu umbigo, desabotoou o meu short e o jogou no chão juntamente com a calcinha, me deixando completamente nua.

– Stef, o que você...? – consegui perguntar enquanto ele passava a mão pela minha intimidade.

– Shhhh... – pediu – Apenas relaxe, tenho certeza de que você vai gostar.

Decidi seguir o conselho do meu namorado e confiar no que quer que estivesse fazendo. Ele começou a beijar o meu tornozelo, panturrilha, a parte interna da coxa, até chegar a minha intimidade e contornar o meu clitóris com a língua, fazendo com que eu ofegasse de leve.

– Ah...! – soltei um misto de grito com gemido, só espero que não tenha sido tão alto e que ninguém além de nós tenha ouvido.

Coloquei meus dedos em seu cabelo, fechei os olhos e mordi os meus lábios com tanta força que até senti gosto de sangue.

– Stefan... – tentei parecer o mais controlada o possível, mas não sei se tinha tido muito sucesso – Eu...

Senti um aperto na região do meu baixo ventre e atingi o clímax, e em seguida todo o meu corpo relaxou.

– Você está bem? – perguntou logo em seguida e tudo que eu consegui fazer foi balançar a cabeça afirmativamente – Acho que vou aceitar isso como um sim.

Ele se deitou ao meu lado e eu me virei de modo que ficamos um de frente para o outro.

– Se eu te disser que esse foi o primeiro orgasmo da minha vida, você acredita em mim? – aquela era quase uma pergunta retórica, mesmo assim eu a fiz.

– Desconfiei que fosse quando você me contou sobre como foi a sua primeira vez – deu um pequeno sorriso torto – E o que foi que você achou?

– Maravilhoso! – tive que admitir – Mas é um pouco injusto, eu estou aqui desse jeito e você está praticamente vestido.

– Queria que esse primeiro momento fosse apenas para você – explicou – Assim você já ficaria mais relaxada para podermos dar continuidade ao restante da noite – passou a mão pelo meu rosto e eu fechei os olhos quase que imediatamente; era mais que óbvio que Stefan estava tentando fazer com que eu tivesse a melhor experiência sexual possível, e até agora estava mesmo conseguido.

– Gosto da maneira como você fala o “dar continuidade à noite” – brinquei – Soa promissor.

– Mais promissor até do que você imagina – me puxou para um selinho.

Dei um pequeno sorriso antes de beijá-lo no ombro e contornei com o dedo o desenho de rosa que ele tinha tatuado no braço.

– Qual é a história dessa tatuagem? – quis saber.

– A história dessa tatuagem? – deu uma olhada para o mesmo lugar que eu – Porque você acha que essa tatuagem tem algum tipo de história?

– Bom, é uma tatuagem grande em forma de rosa no seu braço – dei de ombros – Pensei que tivesse algum tipo de história, algum motivo para você ter feito ela.

– É uma longa história, na verdade: digamos que foi uma aposta que eu fiz com o Damon e perdi – revirou os olhos, deixando bem claro que aquele não era um assunto que ele gostava de falar – Mas e quanto a você? Não vi nenhuma tatuagem no seu corpo, não vai me dizer que é contra tatuagem da mesma maneira que é contra comer carne.

– Claro que não sou contra tatuagem, eu até quero fazer uma, só não sei qual, nem onde fazer – expliquei – Talvez eu faça um passarinho ou uma flor.

– Algo bem delicado e que combina muito com você — passou a mão pelo meu cabelo – Como você sabe, não conheço nada por aqui, mas eu posso ir com você quando quiser fazer a tatuagem.

– Vou adorar ter você lá comigo – garanti – Até porque dizem que dói e vai ser bom ter o meu namorado do lado para poder apertar minha mão.

– Conte comigo lá – afirmou – Agora, o que você acha de tomarmos um banho?

Aquela seria mais uma primeira vez do dia: nunca tinha recebido sexo oral ou tomado banho com nenhum outro dos meus ex-namorados. Preciso admitir, estou mesmo animada a dar continuidade nessas novas descobertas.

– É uma excelente ideia – concordei, por fim.

***

Já debaixo do chuveiro, voltamos a nos beijar. Stefan me imprensou contra a parede, me deixando entre o seu corpo e os azulejos frios do box; também podia sentir seu membro rijo roçando quase na entrada da minha intimidade, fazendo com que toda a excitação de alguns minutos voltasse instantaneamente.

– Stef, não aguento mais... – separou os lábios dos meus quando o ar foi necessário e começou a dar mordidinhas na minha orelha e pescoço – Eu...

– Nós não vamos fazer nada aqui, Care – avisou – Por mais que seja tentador, todas as camisinhas ficaram lá no quarto; tenho certeza de que você também não quer arriscar fazer nada sem proteção.

Apesar de ser totalmente frustrante, ele não deixa de ter razão. Estou totalmente focada na reta final do meu curso de hotelaria, uma gravidez não planejada só iria atrapalhar os meus planos e tenho certeza que Stefan pensa da mesma maneira que eu, não só pelo fato de que ele também está empenhado em começar a sua carreira política, mas também porque temos pouco tempo de namoro e é cedo ainda para começarmos a pensar em filhos.

– É verdade... – concordei.

– Mas isso não significa que a gente tenha que ficar apenas no banho – estava com um sorriso malicioso no rosto – Podemos aproveitar esse momento de outras maneiras igualmente prazerosas.

– Gosto muito da maneira como você pensa, Stefan Salvatore – coloquei os braços em volta do seu pescoço – E como é que você está pensando em fazer isso?

– Assim... – sussurrou antes de voltar a unir os lábios aos meus.

Sem parar de me beijar um segundo sequer, Stef foi descendo a mão pela lateral do meu corpo até chegar a minha intimidade. Voltou a dar atenção ao meu clitóris, mas dessa vez com movimentos circulares com o polegar.

– Oh, céus! – gemi a medida que o meu namorado aumentava os movimentos.

Não demorou muito para chegar ao segundo orgasmo da noite. Ficamos ali apenas nos encarando enquanto a minha respiração voltava ao normal. Não sei exatamente como aconteceu, mas quando percebi estava com as duas mãos em cima do seu membro.

– Caroline... – foi a vez dele ofegar de surpresa, exatamente como eu tinha feito antes – O que você está fazendo?

– Quero retribuir o que você fez por mim... – deixei o meu rosto bem próximo do seu, provavelmente estava sentindo a minha respiração quente contra os seus lábios.

– Você não precisa fazer isso – negou com a cabeça, mas pela sua cara percebi que não queria que eu parasse realmente com aquilo.

– Mas eu quero fazer isso – insisti – Apenas me mostre como fazer, me ensine a te dar prazer.

Ele começou a me ensinar como fazer movimentos contínuos para cima e para baixo ao longo do seu membro e logo me deixou fazendo sozinha. Não tirei o foco dos seus olhos verdes, sem parar também o que estava fazendo. Logo Stef chegou ao ápice, se derramando contra a minha mão.

– Uau... – disse logo em seguida.

– Acho que eu quem deveria dizer isso – brincou – Você foi mesmo incrível; estou começando a achar que essa não foi a primeira que você fez isso.

– Bobo... – dei um tapa de leve no seu braço e ele fez uma careta fingindo dor.

– Vamos terminar logo esse banho – falou antes de puxar o meu rosto para mais um selinho – Já gastamos muita água por hoje.

Stefan pegou a esponja de banho e começou a passar pelo meu corpo, depois que eu já estava limpa foi a minha vez de fazer a mesma coisa para ele. Assim que desligamos a água saímos de dentro do box enrolados nas toalhas.

***

Meu namorado me pegou no colo antes de sairmos do banheiro e me jogou na cama e deitou por cima de mim, fazendo com que nossas peles ficassem em contato uma com a outra. Mais alguns minutos de amassos e ambos já estávamos excitados novamente.

– Care... – parou um pouco de me beijar e passou a mão pelo meu rosto enquanto falava – Caso você esteja se sentindo desconfortável é só me avisar e eu paro o quer que esteja fazendo.

– Tenho certeza de que você não vou me sentir desconfortável – garanti.

– Mesmo assim, preciso que você me diga caso algo esteja te incomodando – insistiu – Sua primeira vez foi ruim, como você mesma disse e quero que você tenha a melhor experiência o possível dessa vez.

– Tudo bem, eu vou dizer se quiser que você pare – acabei concordando, por fim.

Stefan se afastou e eu estava pronta para reclamar quando o vi indo até a gaveta da mesinha para pegar uma camisinha e logo voltou, já rasgando a embalagem do preservativo.

– Você quer colocá-lo em mim? – perguntou quando viu que eu estava observando todos os seus passos.

– Acho melhor não – neguei.

Terminou de vestir a camisinha antes de ficar por cima de mim mais uma vez e afastou um pouco mais os meus joelhos. Ele foi me penetrando devagar e só começou a se mexer quando estava totalmente dentro de mim.

– Está tudo bem? – perguntou de repente, estava mesmo preocupado com o meu bem estar – Lembre-se que qualquer coisa eu paro.

– Está tudo bem sim... – afirmei – E é bom você nem pensar em parar, ou eu vou ficar muito chateada.

Enrosquei as pernas na sua cintura com a intenção de ajudá-lo.

– Mais rápido! – pedi, ou melhor, praticamente implorei – Por favor, mais rápido! – ele obedeceu quase imediatamente.

Eu o puxei para um beijo e comecei a arranhar de leve as suas costas. Em poucos instantes o quarto foi preenchido pelo som dos nossos corpos suados se chocando um contra o outro e pelos nossos gemidos abafados.

Algumas investidas depois e eu cheguei a mais um orgasmo e Stefan veio logo depois de mim, relaxando totalmente logo em seguida. Aquela realmente tinha sido diferente da minha primeira vez com o Jesse. Meu ex-namorado não tinha sido tão carinhoso nem atencioso comigo e isso com certeza fez a maior diferença.

– Como você está? – não moveu-se ou afastou um segundo sequer, ainda estávamos conectados um ao outro.

– Acho que não poderia estar melhor – não pensei duas vezes antes de responder – A gente se arrepende de muita coisa errada que faz nessa vida, mas essa noite com certeza não é uma dessas coisas.

Stefan saiu de dentro de mim e voltou a deitar-se ao meu lado e me puxou para encostar a cabeça no seu peito.

– Mas tem uma coisa que eu com certeza me arrependo – continuei – De não ter esperado para perder a minha virgindade com você.

– Não pensa nisso agora, Care... – pediu – Você teve uma primeira experiência ruim e não tem como mudar isso. Mas agora nós estamos juntos e eu não pretendo deixar você ser de mais ninguém.

– Fico feliz em ouvir isso – dei um beijo no seu queixo – Espero que você não esteja com sono, porque se depender de mim, essa noite acabou de começar.

– Nunca estive tão acordado quanto agora – afirmou enquanto voltava a ficar por cima de mim.

E logo estávamos prontos para o segundo round.

***

– Care... – estava de olhos fechados, mas tinha plena consciência da mão de Stefan acariciando os meus cabelos – Você está dormindo?

– Estou acordada – abri os olhos, voltando a olhá-lo – O que houve?

– Não é nada, só estava aqui pensado – disse – Queria muito que esses momentos fossem assim para sempre. Como eu queria poder dormir e acordar ao seu lado por todos os dias do resto das nossas vidas.

– Você está tentando me pedir em casamento? – minha pergunta saiu quase como uma piada, mas no fundo eu rezava para que realmente não fosse isso – Por que eu acho que não é o momento certo para isso.

– Fica tranquila que eu sei – riu antes de dar um beijo no topo da minha cabeça – Mas é algo a se pensar para o futuro, você não acha?

– Talvez... – dei de ombros – Um futuro bem distante, eu espero.

– Nem tão distante assim – prosseguiu – Você vai se formar ano que vem e logo vai começar a trabalhar em algum hotel de luxo daqui de Washington, enquanto isso eu vou me firmando na minha carreira política. Acho que em dois anos nós já teremos estabilidade financeira para casarmos e para pensarmos em encomendar a nossa garotinha.

– Garotinha? — fui pega totalmente de surpresa – Você quer ter uma menina?

– Sim – afirmou – Você não pensa em ter filhos?

– Claro que eu penso – apressei-me em explicar – Só me espantei por você querer uma menina; a maioria dos caras sonha em ter um menino para ensiná-lo a jogar e essas coisas.

– Acho que é a consequência de ter crescido em uma casa que tinha apenas eu, meu irmão e meu pai; falta de uma presença feminina na minha vida me faz querer ter uma filha – disse – Você e ela serão as duas mulheres da minha vida.

Já podia até imaginar: uma garotinha loira e com os olhos verdes exatamente iguais aos do pai, uma mistura perfeita minha e do Stefan.

– Mas agora me fala você – pediu – Quantos filhos você quer ter?

– Bom, eu quero pelo menos dois – respondi – É um trauma de ser filha única, eu ficava muito sozinha em casa, não quero a mesma coisa para um filho.

– Então teremos um casal – afirmou, por fim – Um menino e uma menina, que acha?

– Acho que não podemos controlar esse tipo de coisa, Stefan... – lembrei – Podemos até ter dois filhos, mas podem ser dois meninos, duas meninas, ou um casal mesmo. É algo que não podemos escolher.

– Talvez a gente não possa mesmo escolher – concordou enquanto voltava a brincar com uma mecha do meu cabelo – Mas uma coisa nós podemos fazer, e é treinar muito para poder fazer a nossa garotinha daqui a uns anos.

– Mas não hoje... – continuei – Estou com um pouco de sono agora, espero que não se importe que a gente vá dormir.

– Tem razão, vamos dormir – concordou – Não sei que horas são, mas já deve ser de madrugada.

Voltei a deitar a cabeça no seu peito e Stefan voltou a acariciar o meu cabelo. Não demorou muito para eu cair na inconsciência. A noite de hoje acabou sendo mesmo a mais perfeita de todas.

Notas finais
O que acharam a primeira vez dos dois? E da conversa dos dois sobre ter uma filha? Será que é da Libby que eles estavam falando? Eu ia colocar nesse capítulo o Stefan conhecendo o pai da Caroline, mas decidi deixá-lo apenas com a primeira noite dos dois e essa cena fica para o próximo capítulo e já vou avisando que vai ser nele (no próximo capítulo) que as coisas vão começar a acontecer, então preparem-se. *** Bom, é isso Comentem e digam o que estão achando.