School Killers

17 Você não sabe um por quê?


Notas iniciais
Hey cerejinhas, tudo bem com vocês? Estamos aqui hoje com mais uma aulinha saindo do forno para vocês. Espero que gostem! Boa leitura!

Nico entrou em seu quarto logo dando de cara com Thalia, que estava sentada em sua cama com um sorriso travesso no rosto, as costas recostadas contra a cabeceira da cama, seus olhos azuis elétricos como de costume sempre que eles estavam ali, ausentes de maquiagem que ela adorava exibir por entre os corredores do colégio.

— Você nunca entrou aqui sem eu estar no quarto, preciso te advertir sobre isso? – Di Ângelo questionou fechando a porta e colocando suas coisas na cadeira.

— Depende, qual vai ser a advertência? – Um tom safado na voz da aluna fez com que ele soltasse um riso fraco por entre os lábios e caminhasse até a cama, se sentando ao lado dela.

— Só pensa em sexo, Grace? – Ele questionou, não que ele se importava, estava satisfeito com isso, mas não era comum de garotas ficarem apenas com esse pensamento.

— Quem falou em sexo aqui? Só queria saber minha punição. – Ela disse sorrindo e vindo na direção do moreno selando seus lábios ao dele.

O beijo foi retribuído sem hesitar e logo eles estavam fazendo o que sempre faziam quando ficavam mais de cinco minutos sozinhos sem chances de alguém interromper os dois, ou descobrirem o que eles faziam.

Thalia deitou abraçando Nico e descansando sua cabeça em seu peitoral nu, enquanto sua respiração voltava ao normal. Já o Di Ângelo olhava o teto com uma das mãos apoiadas atrás do pescoço e outra na cintura fina e pequena da Grace.

— Não, eu não penso apenas em sexo, mas é isso que nossa relação se resume nesse quarto. – Explicou, respondendo a pergunta que ele tinha feito a algum tempo atrás.

— Eu sei, só fiquei curioso. – O moreno deu de ombros. – Afinal você vem aqui todos os dias.

Thalia riu revirando os olhos, ela com certeza passava mais tempo no quarto do seu querido professor do que no próprio.

— Annabeth não se importa. – Comentou o fazendo rir e revirar os olhos com o comentário.

A Chase estava digitando tão rápido quanto conseguia, e nem ao menos parou quando viu Percy entrando no quarto pelo espelho. Ele colocou um café em cima da mesa da loira, agora que ela tinha o que precisava, duas contas para ter acesso a mudar informações. Ela fazia aquilo freneticamente.

Jackson se sentou na cama que pertencia a Thalia e ficou em silêncio olhando a nerd usar o computador de uma maneira que nem se ele tentasse muito ele conseguiria pensar em reproduzir aquilo, os olhos cinza passando pela tela do computador de um lado para o outro, as vezes sem nem mesmo olhar ela bebericava o líquido.

Ela era um gênio. Com certeza. Ele nunca pensaria em algo como criar um alvo falso que chamasse a atenção em seu prémio e assim deixassem todos loucos, com assinatura de Zeus Grace, era fato que todos daquela escola correriam em círculos por uma pista falsa que não existiria, bem a tempo do pessoal do primeiro ano começar a fazer estágios e pegar o melhor, os que realmente ganham dinheiro e evoluírem em grande escala.

— Pronto, nosso alvo falso está inserido oficialmente na lista de procurados da escola. – A loira disse se espreguiçando e isso fez que sua blusa curta exibisse sua barriga e uma tatuagem de coruja que Percy desconhecia.

— Tem tatuagem? – Ele questionou a fazendo segurar a blusa para ver o desenho em sua pele.

— É a marca da minha mãe, quando ela era assassina. – Explicou dando de ombros. – Você tem?

— Tenho, não sei se você sabe, mas eu sou líder de uma rede de tráfico. – Percy explicou se levantando e tirando a blusa, mostrando o desenho que parecia uma tribal de um tridente em suas costelas.

— Não acha meio idiota tatuar o símbolo de uma rede de tráfico em sua costela? – Perguntou a Chase tomando o resto de seu café, que agora estava frio.

— Olha quem fala, tem um símbolo de uma assassina nas costelas. – Rebateu se sentando novamente na cama, permanecendo sem a blusa.

— E também é um símbolo de uma empresa disfarçada e além do mais o nome da minha mãe é Atena, a coruja é o símbolo da deusa da sabedoria. – Explicou qual desculpa que poderia dar caso alguém que não deveria saber questionasse.

— E o do meu pai é Poseidon. – Jackson disse sorrindo a fazendo arquear as sobrancelhas perfeitas.

— Sério? – Questionou rindo e ele assentiu. – Engraçado, nosso pais se eles fossem deuses eles seriam inimigos, pelo menos é o que diz os livros.

— O que tem de engraçado nisso? – Percy questionou fitando seus olhos.

— Bom, eu não gosto de você.

— Eu gosto de você. – Ele disse sem desviar o olhar dos dela. – Por que não gosta de mim?

— Irresponsável, imprudente, idiota, inconsequente...

— Vou te ensinar algo para colocar um novo adjetivo nessa sua lista. – O moreno se levantou a fazendo franzir o cenho.

Em menos de um minuto ele a puxou pela mão e a pegou no colo, fazendo com ela suas pernas envolvessem sua cintura, Jackson segurou as mãos da garota acima da cabeça dela e selou seus lábios, conseguia sentir o coração disparado da loira, ela hesitou antes de corresponder o beijo, mas por fim cedeu ao ato e quando ele viu que ela não fugiria, desceu a mão pelo corpo perfeito que ela tinha.

As mãos delicadas de Annabeth foram até o pescoço dele envolvendo mais no beijo, ela parecia ansiosa, nervosa e com certeza incerta, ela se arrepiava ao sentir a mão quente dele em contato com sua pele fria, infiltrando por dentro da blusa curta, ela sentiu a seus dedos ásperos roçarem a parte debaixo de seu seio fazendo com que um suspiro escapasse por seus lábios e ela acordasse para a realidade.

A Chase derrubou o moreno no chão, prendendo suas mãos acima da sua cabeça.

— Por que você me beijou? – Ela questionou como se realmente não tivesse entendido o que ele havia feito.

Ele revirou seus olhos verde-mar e virou, ficando em cima dela com facilidade.

— Você retribui, do que está reclamando? – Prendeu seus pulsos pequenos observando suas feições delicadas.

Sorrindo ao ver os lábios pequenos avermelhados devido ao beijo, assim como ela estava corada, talvez por ter feito o que fez.

— Eu sei que eu retribuí o beijo, essa não foi minha pergunta, eu perguntei o porquê? – Disse como se fosse óbvio e ele suspirou.

— Eu gosto de você, você é engraçada, mesmo não querendo ser, é bonita, inteligente e agora eu sei que você beija muito bem, então, por que não te beijar?

Annabeth ficou parada, refletindo com a frase dele, pensando em que motivo bom o bastante para ele não o fazer, afinal ela tinha que dar um motivo, pelo menos era isso que sua mente esperta dizia, ela tinha que rebater, mas aquele moreno que ela julgava ser tão idiota e até mesmo burro havia a encurralado e deixado sem respostas.

— Você não consegue pensar em um porquê? Não é? – Ele disse sorrindo travesso vendo que a loira estava demorando muito para o rebater.

— Não...- Ela disse sincera, se sentindo confusa, ela nunca ficava sem respostas.

— Sabe o que isso significa? – Perguntou Percy o que a fez negar confusa. – Que podemos voltar a nos beijar.

Perseu tinha um sorriso safado no rosto, a loira desceu o olhar uma vez até seus lábios e depois voltou aos olhos verdes que ele possuía, com isso ele sorriu de lado e se aproximou mais, selando seus lábios ao dela em mais um beijo, dessa vez ela não hesitou em corresponder.

Notas finais
Depositem seus pagamentos junto com o que acharam, afinal a escola não é de graça não é mesmo? Não se esqueçam do grupo para ficarem por dentro de tudo que acontece por aqui e em todas as outras histórias: https://www.facebook.com/groups/semideusadorockfanfic/ A escola aceita doações de favoritos e recomendações. Beijos e até!