Notas iniciais
Heeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeey amores!!!! Olha achei que ai receber ameaças de morte depois da noticia da semana passada, mas vocês foram as coisinhas mais fofas do mundo comigo :') Obrigada!!! Novidades da semana: Eu vou ser Sirius Black!!!!! Não gente, não vou virar gay, nem vou ser presa injustamente, nem fazer cosplay... Eu vou sser madrinha *------* E eu to muito muito feliz com isso (apesar das circunstancias) e preocupada... Enfim *-* Bom, espero que gostem de capitulo (eu gostei desse, apesar de meio curto, ele ficou bem melhor do que eu imaginava que ia ficar O/ ) e pensando bem agora, essa one até combina com as novidades da semana ;)

– Eu vou primeiro!

– Não vai não! Nós que vamos!

– Eu sou o mais velho, então eu é que vou!

– Acho que devíamos fazer um fila...

– Fica quieto, Perce!

– É, Percy. – Charlie concordou. – Todo mundo sabe que uma fila não vai dar certo.

– Nós nunca fomos primeiro! – George argumentou.

– Mentira! Foram primeiro da ultima vez... – Bill lembrou.

– Você foi primeiro varias vezes, Bill.

– O Ron ainda não foi.

– Ele está dormindo. Está fora da competição. – Charlie falou apontando para a pequena criança dormindo no sofá, a boca meio aberta.

– Podemos ir todos juntos.

– Fica quieto, Percy! – Os outros quatro exclamaram juntos.

– Olha, eu acho que devíamos fazer assim. Quem for lá fora e pegar mais gnomos vai primeiro.

– Não! Vocês dois sempre pegam mais gnomos, Fred.

– Não é nossa culpa se vocês são ruins. E eu sou o George!

Os cinco irmãos começaram a falar todos ao mesmo tempo, em voz alta. Ron acordou e ficou sentado no sofá olhando curioso para os irmãos mais velhos, que pareciam prestes a se estapearem. A discussão só parou quando Arthur Weasley desceu as escadas, sorridente e disse, se sobrepondo ao barulho:

– Vocês já podem subir. Esperem na porta por mim.

Os cinco meninos passaram correndo por ele escada acima. Ron desceu desajeitado do sofá, caminhou inseguro até o pai, que segurou sua mão pequena e o auxiliou a subir devagar cada degrau. Os outros estavam se empurrando para ficar mais próximo a porta fechada, as fisionomias sugeriam que estavam se preparando para uma corrida de longa distancia.

– Ok. Vocês tem que prometer que vão se comportar.

Eles concordaram, ansiosos.

– Sem fazer muito barulho.

Mais uma vez balançaram as cabeças. Charlie pulava no lugar.

– Sem correr, gritar ou pular por ai.

Mais acenos de cabeça. Os sorrisos ansiosos cresciam. Percy roía as unhas.

– A mamãe está cansada. Sem bagunça. – Arthur continuou, ainda segurando a mão do filho mais novo. – E se forem mal comportados vão acabar assustando a irmãzinha de vocês.

– É uma menina? – Bill exclamou de olhos arregalados.

– Sim. – O pai sorriu.

Os garotos soltaram mais exclamações de alegria e acompanharam com expectativa a mão do pai passar por cima deles e girar a maçaneta da porta. Eles entraram apressados no pequeno quarto e se amontoaram em volta da cama, onde Molly estava, com um embrulho de panos em seus braços.

Do meio dos panos saía uma pequena mão, que apertava o dedo da mãe, e um rosto redondo e já com algumas sardas, encimado por uma considerável quantidade de cabelo bem ruivo. A menininha dormia pacificamente.

– Legal! Agora a gente tem uma menina! – Charlie exclamou.

– Você não vai encher ela de lacinhos, vai mamãe? Eu não gosto. – Fred perguntou.

– Ela vai poder ir lá no quintal caçar gnomos com a gente? – Bill questionou, sem tirar os olhos da irmã. – Quando ela for mais velha, claro.

Ron se apoiou no ombro da mãe, ficando em pé na cama e se inclinou para ver a irmã.

– Ruiva. – Disse em voz baixa.

– É claro que ela é ruiva, Roniquinho. – George revirou os olhos. – Todos nós somos.

– Não implique com ele, Georgie. – Molly repreendeu, embora sorrindo e com a voz doce. – Ele é pequeno.

– Não é mais o menorzinho. – Percy notou.

– Mas ainda é pequeno. – Arthur argumentou.

– Qual vai ser o nome dela? – Bill perguntou, seguindo uma linha de pensamento diferente.

– Papai e eu pensamos que vocês poderiam ajudar a gente. – A mãe respondeu, fazendo carinho na mão da filha.

– Legal!

Os meninos começaram a fazer barulho mais uma vez, ainda que um pouco mais controlados. E logo a menininha nos cobertores se moveu um pouco incomodada nos braços da mãe e acordando para revelar brilhantes olhos castanhos.

– Ela tem os olhos da mesma cor que os da mamãe. Tem que chamar Molly. – Percy falou.

– Bom... – Começou Arthur. – Já decidimos que o segundo nome dela vai ser Molly, meninos.

– Temos que decidir o primeiro agora. – Molly explicou olhando para os filhos a cercando.

– Morgana!

– Não, Fred. Não Morgana.

– Mas...

– Não queremos Morgana, querido.

– Ok. – Ele se conformou, resignado.

– Mary.

– Já existem muitas Marys, Charlie. – Arthur falou.

– Amanda. – Bill sugeriu.

– Não. – Molly balançou a cabeça. – Seu pai namorou uma Amanda em Hogwarts.

Os meninos deram risadinhas silenciosas.

– O que você sugere, Ron? – Molly perguntou.

– Ele nem sabe falar direito, mamãe. – Percy argumentou. – Não é justo ele escolher.

– Deixa ele dar uma sugestão. – Molly insistiu. – Que nome acha que sua irmã devia ter?

– Ruiva. – O menino disse mais uma vez.

– Ela não pode se chamar ruiva! – Percy protestou.

– Concordo com você, Perce. – A mãe falou, sorrindo.

– Babbitty, a Coelha! – Fred exclamou levantando a mão.

– Ela definitivamente não pode se chamar Babbity, a Coelha. – Arthur riu.

– Mas nós gostamos dessa história! – George afirmou.

– Ela não vai se chamar assim, meninos. – Molly fechou a discussão.

Nomes mais e mais esdrúxulos foram surgindo da boca dos meninos, a decisão importante acabou se tornando uma brincadeira e logo as crianças começaram algo que parecia mais uma competição de “vamos ver quem acha o nome mais estranho do mundo”. Eles riam a cada nome, falavam ao mesmo tempo, cada vez mais alto.

– Ok, já chega. – Molly falou, rindo um pouco, quando a bebê mais uma vez resmungou no seu colo. – Vamos voltar a procurar um nome de verdade.

– Ioguenda é um nome de verdade, mamãe! – Fred defendeu.

– É mesmo. – Charlie completou. – Tem uma menina na vila que chama assim.

– Não vamos chama-la de Ioguenda. – Arthur findou.

– Eu gosto de Ginevra. – Molly anunciou, olhando para a menininha.

– Isso não é justo, mamãe, você nos disse para parar com nomes estranhos e continua. – Bill falou.

– Mas eu realmente gosto de Ginevra! – Ela afirmou olhando para os meninos, que milagrosamente ficaram em silencio.

– Mesmo? – Charlie perguntou, franzindo o cenho.

– Mesmo. É único. O que vocês acham?

– Eu... eu gostei! – George falou animado. – É legal!

– É! O som é legal!

– Ginevra! É, o som é legal mesmo... – Bill disse, pensativo.

– O que acha, Arthur? – A mulher se virou para o marido, sentado ao seu lado na cama.

– Eu gostei. – Ele sorriu. – Eu realmente gostei. Vamos testar. – Ele aproximou a cabeça da filha e disse: — Ginevra.

A garotinha instantaneamente desviou o olhar de George, que fazia caretas e olhou para o pai.

– Acho que ela gostou também. – Molly sorriu. – E você, o que acha, Ron?

– Ruiva. – Falou outra vez, apontando para a bebê.

– Não é ruiva, Ron! É Ginevra! –Percy corrigiu.

– Vamos, querido, você consegue falar. – A mãe incentivou. – Gi-ne-vra.

– Gi-ne-vra. – Os irmãos fizeram coro, se aproximando do irmão menor.

– Givra. – Ron tentou.

– Não! Ginevra. Gi-ne-vra.

– Gieva.

– Gi-ne-vra.

– Giva!

– Ele vai acabar aprendendo. – Arthur riu.

– Deixa eu tentar mais uma vez. – Bill falou, se inclinando para apoiar-se nos joelhos e ficar da altura do irmão, sentado na cama. – Vou falar bem devagar tudo bem, Ron? Vamos lá, você consegue. Gi-ne-vra...

– Gina!