Notas iniciais
Olá leitores lindos! Uffa, demorei bastante pra atualizar, mas aqui está um capítulo recheado de Jeller. *Atenção* Conteúdo adulto.

Kurt e Jane estavam agarrados, eles estavam aproveitando o momento de paz que lhes foi concedido e que em muito tempo não tinham. Mesmo que Jane tenha sido sequestrada e torturada ela estava feliz pela oportunidade de estar nos braços do seu amor mais uma vez. Ela o admirava e se perguntava por que tinha duvidado deste homem, homem maravilhoso que cuidava dela, que nunca á abandonava, que daria sua vida por ela. Sentia-se tola por ter feito Kurt sofrer o afastando.

— Você está bem? – ele pergunta preocupado com quietude dela.

—Estou mais do que bem. – ela diz sorrindo. – estou apenas admirando meu marido e me sentindo ainda mais culpada por tê-lo feito sofrer com minhas tolices.

— Isso não importa mais, Jane. – ele diz. – não quero que fique pensando mais nisso, estou aqui com você eu jamais iria embora mesmo que você me pedisse.

— Eu sei você é o melhor marido do mundo. – ela diz sorrindo. – vem aqui! Dá-me essa boca maravilhosa que eu senti tanta falta de beijar.

Ele gargalha e ela avança em seus lábios o calando, ela não perde tempo e aprofunda o beijo gemendo rouco.

— Eu senti muito sua falta. – Kurt diz entre o beijo.

— Eu também senti, tanto que quero você agora mesmo. – ela diz séria.

— Não podemos Jane, você está com a costela trincada e sentindo dores eu não vou arriscar sua saúde.

— Eu estou bem, podemos ir devagar eu sei que você não vai me machucar.

— Eu jamais faria isso, mas a resposta ainda é não.

— Kurt Weller, negando prazer á sua esposa? — ela diz e senta em seu colo se remexendo e provocando-o.

— Sim, quando minha esposa teimosa está impossibilitada de movimentos bruscos e de se movimentar.

— Já disse que podemos ir devagar e eu posso ficar por cima pra controlar a situação e não me machucar. – ela diz tirando a blusa devagar ficando só de topper.

— E eu já disse que você é teimosa. – ele diz sério admirando o corpo dela. – Por mais que eu esteja louco para estar dentro de você na ..não podemos. – ele engasga quando ela tira o topper. – isso não é justo Jane.

— Eu só quero sentir você Kurt, por favor, não me negue isso depois de tanto tempo sem.

— Como dizer não pra você quando você faz isso? – ele sorri e lhe dá um beijo nos lábios. – Vou te contar como vai ser não vamos fazer amor, mas não vou te deixar assim pode ser? – ele sugere.

— O que você está pensando? – ela diz confusa.

— Estou sugerindo que você fique bem deitadinha nessa cama em quanto eu beijo seu corpo todo dando o prazer que você deseja e com cuidado.

— Não seria justo com você e eu quero te dar prazer também. – ela diz frustrada.

— Acredite Jane, eu dando prazer pra você já é o suficiente pra mim. – ele diz e beija seu pescoço fazendo-a gemer.

— Por favor, Kurt, eu preciso de você dentro de mim. – ela diz ofegante.

— Não desta vez. – ele diz e a deita com cuidado na cama.

Ela fecha os olhos quando ele passeia por seu corpo com o dedo chegando até a borda da sua calça de moletom a tirando devagar, sua calcinha era de renda branca e se destacava no seu corpo pintado.

— Kurt, por favor, pare de me torturar. – ela diz. – isso vai ter volta.

— Eu só estou sendo cuidadoso. – ele sorri e beija a rosa desenhada em sua barriga.

— Isso é o que você diz, olhando daqui parece provocação. – ela se apoia nos cotovelos e sorri pra ele.

Ele se aproxima dela e alcança seus lábios ela tenta tirar a camiseta dele, mas ele impede.

— Faremos do meu jeito ou nada feito. – ele diz encarando seus olhos.

— Esta bem! Vou tentar me controlar pra não te agarrar. – ela volta a encostar a cabeça no travesseiro e fecha os olhos. – Mas não prometo nada.

Kurt beija seus lábios e ela imediatamente dá espaço pra ele explorar sua boca com a língua quente dele. Ele acaricia seus cabelos descendo as mãos pelo corpo dela, sua boca desgruda da dela e desce até o pescoço beijando e dando leves mordidas onde está desenhado o pássaro, descendo um pouco mais e alcançando seu seio, ela arqueia as costas e segura em sua cabeça forçando ele a ficar no lugar, ele mordisca o bico e lambe e com a mão livre explora o bico do outro seio que está pontiagudo ansiando por seus lábios, ele vai de um ao outro lambendo e mordiscando e ela morde o lábio inferior tentando segurar um gemido.

— Eu te amo Kurt! – ela diz ofegante.

— Eu também te amo Jane, sou louco por você.

Ele vai descendo por sua barriga beijando até chegar a sua calcinha, ele levanta o rosto observando a feição dela seus olhos verdes estavam com as pupilas dilatadas e implorando por seu toque. Ele também não quer esperar e começa tirar sua calcinha vagarosamente, passando por suas pernas e beijando-as, ele larga a calcinha no chão e começa a explorar sua perna com beijos e carícias de uma a outra até chegar ao seu foco principal.

Antes e beijar o centro de suas pernas ele olha pra Jane e sorri.

— Você está me deixando louca.

— Desculpe, mas esta é a intenção. – ele sorri e volta a sua atenção o seu foco.

Ele começa a explorar o centro das pernas dela com o dedo e ela arqueia as costas jogando a cabeça de volta ao travesseiro não sendo o suficiente ele usa sua língua para acariciar seu clitóris que já estava inchado ansiando por ele. Ela se contorcia e gemia seu nome, mas ele não parou até que ela chegasse ao êxtase, seu corpo tremia e ela puxava o ar com força tentando recobrar a consciência. Ele beijou sua barriga subindo até os seus lábios e depositou um beijo suave.

Ele se joga na cama ao lado dela e a observa.

— Você está bem? – ele pergunta sorrindo.

— Uhun? – ela exprime.

— Vejo que está mais do que bem, não consegue nem falar. – ele diz.

— Estou sem forças até pra rir agora. – ela diz baixinho. – você é incrível com a boca, eu senti falta disso.

— Fico feliz em ajudar. – ele gargalha.

Ela vira de frente pra ele o encara.

— Eu quero muito retribuir o prazer que me deu.

— Não precisa Jane, você sabe que faço por você sem querer receber nada em troca.

— Eu sei Kurt, por isso te amo. – ela diz. – Mas dar prazer pra você me dá prazer também, você não sabe o quanto.

— Não quero que faça nada sem vontade só isso, só por que fiz por você.

— Você sabe que não penso assim, eu te amo Kurt e amo te dar prazer.

— Está bem, se você não se sente obrigada.

— É claro que não me sinto obrigada.

Ela o beija e puxa sua camisa para explorar seu corpo com a mesma devoção que ele explorou o dela.

Notas finais
Espero que tenham gostado, até a próxima.