Notas iniciais
Ai gente não vou me desculpar de novo, eu estou muito ferrada no trabalho e não tenho tempo nem de dormir direito .. mas prometo tentar atualizar o mais rápido possível. Enjoy!

Jane acorda e fica encarando Kurt em quanto ele dorme, ela sorri e dá um leve beijo em seu peito para não acordá-lo e sai da cama sem fazer muitos movimentos. Ela vai ao banheiro e toma um banho quente e relaxante, seus pensamentos voam longe e ela sorri lembrando da noite passada e da devoção que um sentem um pelo outro, da forma como ele conhece seu corpo e conhece seus pontos fracos. Ela é arrancada de seus pensamentos quando ele aparece no box do banheiro a abraçando por trás dando um leve susto nela.


— Bom dia meu amor! — ele diz beijando seu pescoço.

— Bom dia!

— Você está se sentindo bem?

— Muito melhor agora com você aqui. — ela diz sorrindo.

— Senti sua falta quando acordei.

— Desculpe, não quis te acordar você precisa descansar também.

— Eu não preciso descansar, eu preciso de você. — ele diz mordendo o lóbulo de sua orelha.

Ela vira de frente e seus braços dão a volta em seu pescoço em quanto ela se estica na ponta do pé para encontrar os lábios dele.

— Vejo que está animado. — ela sorri e seus olhos miram seu membro já criando vida.

— Você me deixa assim. — ele beija o pescoço com a tatuagem de pássaro e dá leves mordidas.

— Quer fazer isso aqui mesmo? — ela pergunta.

Ele para e a encara pensativo.

— Acho melhor terminarmos o banho por que você ainda está debilitada. — ele lembra.

— Então acho melhor você me soltar, por que se não eu vou perder o controle que estou me esforçando pra ter. — ela gargalha o afastando e mordendo o lábio.

Eles tomam banho juntos e Kurt sai primeiro para preparar o café da manhã, dez minutos mais tarde Jane aparece na cozinha.

— O que vai preparar?

— Sanduíche de Peito de peru de novo, por que é o seu preferido e só tenho esses ingredientes aqui. — ele gargalha.

— Eu amo qualquer coisa que você faça. — ela diz sentando de frente à ele no balcão.

— E eu amo você. — ele sorri.

Eles tomaram café e conversaram cobre coisas aleatórias.

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— Vocês não estão preocupados? — Rich diz irritado.

— Claro que não, eles precisam de um pouco de paz e descanso Rich! — Patterson diz. — Respeita o espaço deles pelo menos uma vez.

— Eu não acredito em vocês. — ele diz inconformado com a atitude dos amigos.

— Se você ousar incomodar eles eu te dou um tiro no pé. — Tasha diz séria.

— Se eu fosse você eu escutava o que ela diz. — Reade diz.

— Okay! eu não vou incomodá-los, só estou preocupado já faz dois dias e eles não mandaram nem uma mensagem dizendo: "hey pessoal estamos vivos, não se preocupem"

— Você preocupado? Só está sentindo falta de importuná-los isso sim. — Patterson solta.

— Hey! eles são minha família também. — Rich diz fingindo estar ofendido.

— Sério, Rich? — Você bancando o ofendido pra cima de mim? — Patterson diz revirando os olhos. — Eu te conheço muito bem.

— Eu sinto falta deles é só isso. — ele diz mais sério.

— Okay, vamos trabalhar por que os caras maus parecem não descansar. — Reade diz e sai do laboratório.

Rich sai do laboratório pegando celular e mandando uma mensagem para Kurt.

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Kurt e Jane estão tomando café da manhã quando o celular de Kurt vibra em cima do balcão, ele revira os olhos visualizando a mensagem que Rich mandou e mostra a mensagem para Jane que lê em voz alta.

“Oi Jeller, sei que devem estar muito ocupados fazendo sexo em todos os cômodos da casa, desculpe por interromper à propósito, mas saibam que vocês têm amigos preocupados com vocês (quando digo amigos é somente eu mesmo) mandem notícias”.

Jane revira os olhos e sorri.

— Rich não desiste. – Kurt diz.

— Ele é um bom amigo. – ela diz sorrindo.

— Quem é você e o que fez com minha esposa? – Kurt sorri depositando um beijo nos lábios dela.

— Eu não sei, Kurt depois de tudo isso que passei estou começando a rever alguns dos meus conceitos e percebendo o que é realmente importante pra mim, o que me faz bem, pequenos gestos sabe? – ela diz séria.

— Eu sei amor, nossos amigos se preocupam com a gente, mas sei que entendem que precisamos de um descaso um tempo pra nós dois depois de tudo.

— Eu sei, eu só ... sei lá fiquei estranhamente feliz com a mensagem do Rich. – ela sorri. – ele mudou, é um de nós agora.

— É eu fiquei bem chocado com a mudança dele. – Kurt diz.

— Eu também! – ela sorri.

— Bom, vamos responder a mensagem dele? – ele diz.

Kurt destrava o celular e começa a responder a mensagem de Rich.

“Oi Rich! Estamos bem. Obrigada por se preocupar. Jane está se recuperando mais rápido do que imaginei e não estamos fazendo sexo em todos os cômodos da casa.”

— Enviado. – ele diz. – agora podemos, por favor, voltar para a cama?

— Por mais que eu queira muito isso, eu preciso antes ligar para minha filha adolescente que finalmente me chamou de “mãe”.

— Mande um beijo por mim e diz que estou com saudades. – ele diz dando a volta no balcão e depositando um beijo em sua cabeça.

— Vou dizer. – ela pega o celular discando o número da filha.

Jane está ansiosa pela ligação um, dois, três, e no quarto toque Avery atende, Jane respira fundo aliviada, pois quer muito ouvir a voz da filha.

— Oi, Mãe! – a adolescente diz animada.

— Oi, querida! – Jane diz com a voz embargada.

— Você está chorando? – Avery pergunta já preocupada. – O que aconteceu?

— Sim, estou chorando. – ela diz já com as lágrimas escorrendo pelo rosto. – Não aconteceu nada, me desculpe sou uma boba.

— Então porque está chorando?

— Por que ... por causa de você. – ela diz enxugando as lágrimas.

— O que eu fiz? – ela pergunta receosa.

— Você me chamou de mãe! – Jane sorri.

— Ai, meu Deus, mãe! – ela diz gargalhando. – você me assustou.

— Desculpe. – Jane diz. – Eu estou feliz.

— Sua boba, como você está? E o Kurt? – ela quer saber.

— Estamos bem, meu enfermeiro é muito dedicado. – ela diz sorrindo. – quando vem nos visitar?

— Assim que acabar o semestre. – ela diz meio triste. – preciso recuperar minhas notas, eu perdi duas provas quando fugi pra ir te encontrar. Mas não me arrependo, eu quase morri de preocupação.

— Me desculpe por isso. – Jane diz triste.

— Você não tem culpa. – a adolescente diz sorrindo. – eu tenho que ir, mãe, estou estudando, por que amanhã tenho prova.

— Eu sinto sua falta, querida, venha logo. – Jane diz chorosa de novo. – Kurt sente sua falta também.

— Eu sinto falta de vocês também. – ela diz. – vejo vocês em breve, tchau.

— Tchau! – Jane desliga e fica encarando o celular sorrindo.

Jane caminha até o quarto e avista Kurt deitado lendo um livro. Ele a avista e sua feição de preocupação aparece imediatamente quando percebe que Jane está com os olhos vermelhos de chorar.

— Está tudo bem? – ele pergunta se ajeitando na cama para dar espaço pra ela ao seu lado.

— Está tudo mais que bem. – ela diz sorrindo.

— Então façamos o seguinte, quando estiver feliz vamos apensas sorrir? – ele diz.

— Eu não sei, eu ando bem emotiva, mas posso tentar. – ela sorri pra ele.

— Essa é a minha garota. – ele diz sorrindo de volta e beijando o topo de sua cabeça.

Eles ficam agarradinhos na cama observando um ao outro e recuperando o tempo perdido.

Notas finais
Então? Me diz o que achou, até a próxima.