Notas iniciais
Olá meus queridos leitores, sei que demorei demais pra atualizar, mas é que eu estou trabalhando demais e está tudo uma correria, aproveite o capítulo de novo, e prometo tentar atualizar mais rápido.

um mês depois ...

— Você tem certeza de que quer voltar a trabalhar agora? — Kurt pergunta preocupado.

— Eu estou ótima, Kurt, pra quê adiar mais?

— Eu só acho que deveria descansar mais um pouco, tem só um mês que você voltou pra casa, pra mim.

— Kurt, eu estou me sentindo uma inútil já. — ela diz. — Quero voltar a treinar, ir a campo com você.

— Vamos ver o que o doutor diz sobre isso, ok? — ele pede. — não vamos nos precipitar, não quero ver você hospitalizada de novo.

— Está bem, Kurt, vamos checar com o médico. — ela aceita. — Satisfeito?

— Sim! — ele sorri.

— Eu te amo, meu enfermeiro. — ela sorri de volta.

— Eu te amo mais, minha ninja.

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— Viu?! eu te disse que o doutor ia me liberar. — ela comemora. — Estou bem, Kurt, mude essa cara.

— Eu só queria ter você mais alguns dias só pra mim. — ela faz bico.

— Eu sou toda e pra sempre sua. — ela pisca. — Mas mudando de assunto quero passar direto no SIOC para levar os papéis de autorização, quero começar a treinar o mais rápido possível.

— Okay, eu te levo. — ele diz derrotado. — Mas saiba que vou estar de olho em você o tempo todo.

— Disso, eu não tenho dúvidas. — ela gargalha.

— Jane, não pegue pesado nos treinos, por favor.

— Kurt, eu já disse que estou bem!

— Me promete que vai pegar leve? — ele pergunta.

— Eu prometo, Kurt! Não se preocupe eu estou realmente bem. — ela afirma.

— Okay! — ele cede.

Jane, entrega os laudos médicos ao departamento de Recursos Humanos e se encaminha à sala de treinamento, para fazer um leve aquecimento se alongando e se preparando para bater no saco de boxe. Quando ela difere o primeiro soco no saco a sensação que corre pelo seu corpo e totalmente relaxante para ela, adorava o fato de poder voltar a treinar e voltar a campo para ajudar o team.

Estava Feliz, seu casamento com, Kurt, estava melhor que nunca, deixaram para trás toda a mágoa e tudo que afasta um do outro. Avery está se achegando mais, quebrando qualquer barreira que existia entre as duas. Ela, não poderia estar mais feliz e realizada. Mas faltava algo e ela não sabia que era, só tinha aquele sentimento de que algo precisava ser preenchido em sua vida. Perdida nesses pensamentos, ela leva um susto e age na defensiva dando um soco em Rich, quando ele chega por trás.

— O que diabos está fazendo?! — ela diz, respirando fundo tentando se acalmar.

— Você me bateu! — Rich, grita com a mão no nariz.

— Me desculpe, Rich. — ela se aproxima dele analisando seu nariz. — Você me assustou. — e dá um soco de leve em seu braço.

— Você é realmente forte, pra uma mulher. — Ele diz analisando o próprio nariz. — Lembre-me de nunca mais fazer isso.

— Até porque se fizer, vai levar outro soco. — ela gargalha. — Me desculpe de novo.

— Está tudo bem, acho que não quebrou. — ele diz.

— O que está fazendo aqui? — ela quer saber.

— Fiquei sabendo que você voltou, e quis vir te cumprimentar. — ele diz sorrindo.

— Eu peguei o laudo do médico hoje me liberando e já vim correndo treinar, estava precisando me alongar, e bater em alguma coisa depois de tudo. — ela sorri sem jeito.

— Você é uma desnaturada mesmo. — ele diz. — Poderia ter ido nos visitar antes de vir pra cá, somos seus amigos. — ele diz chateado. — Eu fiquei muito preocupado com você, lembra?

— Desculpe, desculpe. — ela diz sem argumento. — Vamos ao encontro do pessoal então?

— Eles estão nos esperando. — ele diz e saem.

Chegando no laboratório de Patterson, todos estavam a aguardando com balões e gritaram juntos "BEM-VINDA DE VOLTA", ela olhou feio para Rich, porque ele sabia que ela odeia essas atenções. Mas sorriu e abraçou todos e mais uma vez agradeceu por tudo que fizeram por ela.

— Isso, foi ideia sua, não é? — ela encurrala Rich e pergunta. — Você, sabe que odeio atenções.

— Não senhora. — Ele disse. — Mas, talvez eu saiba de quem foi.

— Quem foi? — ela quer saber.

— Foi idéia da sua filha. — ele aponta para Avery, que estava também no laboratório.

— Avery está aqui? — eu pergunto surpresa já indo em direção dela. — Avery? O que você está fazendo aqui?

— Oi mãe! — Avery, a abraça forte. — eu disse que vinha quando o semestre terminasse, mas é que hoje é um dia especial.

— Sim, você disse, mas eu não sabia que ia ser tão rápido. — ela sorri. — Estou muito feliz que você veio.

— Vejo que está ótima! — Avery diz, a abraçando novamente.

— Estou me sentindo muito bem! — ela diz sorrindo e retribuindo o abraço quando Kurt se junta a elas.

— Gostou de surpresa!? — ele pergunta a abraçando por trás.

— Você sabe que não sou fã de atenção, mas confesso que desta vez eu adorei. — ela beija seu rosto. — Aliás, como você chegou aqui tão rápido Avery?

— Eu vinha conversando com o Kurt a semana toda, e ele me disse que vocês iam passar em uma consulta pra ver se você já podia voltar ao trabalho, então eu me adiantei e vim um dia antes. — Ela disse. — Eu sabia que você ia ser liberada, você é durona.

— Estou muito feliz, primeiramente por você estar aqui. — Ela segura as mãos de Avery. — E segundo por poder voltar ao trabalho.

— Calma ai! — Kurt diz. – Você, por enquanto, só está liberada para treinar e ficar no laboratório com a Patterson, nada de ir a campo.

— Eu sei, Kurt. — Ela diz revirando os olhos. — Mas, de qualquer forma estou feliz.

— Vem, Mãe! Vamos tomar alguma coisa e conversar com os outros. — Avery, puxa Jane ao encontro dos amigos e Kurt vai logo atrás sorrindo.

Jane estava se sentindo muito bem, com sua família e amigos, eles sempre a apoiam e estão ao seu lado quando ela precisa, e ela com certeza faria o mesmo por eles, Jane, queria que esse sentimento de paz e tranquilidade nunca acabasse, mas na vida nem tudo é como desejamos.

Notas finais
Obrigada pela leitura, beijos e até a próxima.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.