Notas iniciais
Hola chicos, ¿cómo estás?
Primeiramente, gostaria de agradecer a todos pelos comentários no capítulo anterior, as recomendações - que não acho que tenha agradecido desde a ultima, sorry - e a Mari por ter betado o capítulo tão encima. Vlw gata!
Todo mundo já deve estar se roendo pra saber mais sobre os planos de Viola e Jake, não? Vamos lá pessoa, leia e tirem suas próprias conclusões. A imaginação é sua ;)

Sophie empurrou Marine para dentro, fechando a porta atrás dela. Os olhos esverdeados investigativos inquiriram a jovem como se pudessem puxar quaisquer inverdades dela.

- Pode começar me contando. – Cruzou os braços.

- Contando o quê?

- Ora essa Mari. – revirou os olhos. – Vamos, me diga quando foi que Aaron fez o pedido.

Marine engasgou.

- Do que você está falando, Sophie?

Ela riu.

- Vai me dizer que não viu a caixinha no bolso dele?

- Que caixinha?

Marine se aproximou de Sophie, agora ela era a curiosa.

- Oh, meu Deus! – Sophie tapou a boca assustada. – Acho que falei demais!

Marine revirou os olhos.

- Argh! Vamos Sophie, me conte o que você sabe.

- Mas, Mari...

- Mas nada!

Sophie bufou frustrada.

- Tudo bem. – encolheu os ombros. – Eu tenho absoluta certeza de que ele irá fazer o pedido hoje. – confidenciou. – Eu peguei ele e Elliot sussurrando um pro outro e toda vez que Aaron colocava a mão no bolso, Elliot mandava um olhar sugestivo.

Marine sem que pudesse se conter, sorriu.

- Isso é sério?

- Poxa baby, acha que eu iria mentir sobre algo assim? – Marine revirou os olhos. – Quero deixar bem claro que não aceito outro papel, se não a da madrinha!

- Você é tão convencida Sophie!

- É por isso que você me ama.

Aaron desligou o motor do carro, empurrando sua cabeça contra o banco. Ele estava cansado e suado. Sentia o odor desagradável dele e enrugou o nariz. Destravou as portas da pick-up descendo do carro. Reparou frustrado no caro carro estacionado em frente a sua casa, que ele nem se quer tinha notado antes. Averiguou a hora no relógio novamente antes de puxar as chaves do bolso da calça. Sentia os seus olhos pesarem pelo cansaço. Fazia alguns dias que não dormia direito, que não relaxava nem mesmo com as ondas. Sua preocupação com Marine estava extrapolando todos os níveis de sanidade que ele tinha. O medo de não ser o bastante, de não ser o suficiente corroía qualquer esperança que pudesse ter de ser o que ela mais precisava. E o seu medo o cegava por não ser apenas uma fantasia.

Marine o preocupava a cada maldito dia, seus tormentos noturnos estavam deixando-o desesperado. Ela tinha pesadelos da sua antiga vida e foram muitas as vezes que ele a despertou após, de maneira estranha, ela pedir para que ele parasse de tocá-la e muitas foram às vezes que ele achou dela estar lhe recusando, mas era apenas em seus pesadelos, no tormento dos seus sonhos noturnos. Tentou conversar com ela sobre isso, sobre os pesadelos e o que tanto lhe afligia quando dormia, no entanto, Marine apenas se esquivava das perguntas e mantinha uma falsa fachada de indiferença. Aaron a conhecia bem o suficiente para entender que ela não estava satisfeita com algo.

- Baby! – ela lhe saldou quando entrou em casa. Um gostoso cheiro de macarronada empreguinho suas narinas, ele aspirou o ar com força sorrindo animado. – Como foi o jogo?

Aaron deu de ombros. Eles tinham perdido no basquete para o time adversário, justamente porque Aaron não conseguia se concentrar bem o suficiente.

- Perdemos! – assumiu. – De quem é o carro lá fora?

- Ah... – Mari se aproximou dele, enrugando o nariz pelo fedor. – Vá tomar um banho. – sussurrou. – Convidei Viola para jantar conosco.

Aaron ergueu uma sobrancelha em surpresa.

- Viola? – Marine acenou com a cabeça. – Porque convidou ela?

- Porque sim. – disse por fim. – Vá tomar um banho, ela está no telefone ali na praia, mas logo estará aqui.

- Tudo bem. – ele resmungou. Aproximou-se dela para beija-la, mas fez uma careta pelo seu estado. – Depois eu faço isso.

Marine riu.

- Vá logo! – Lhe empurrou em direção à escada.

- Desculpe, foi um telefonema importante!

Mari sorriu.

- Tudo bem, não demorou. – ela puxou os pratos colocando-os em cima da mesa com os copos e os talheres. A grande travessa com uma macarronada perfeitamente arrumada estava no centro da mesa cheirando divinamente.

- Você sabe como fazer uma macarronada. – Viola elogiou sentando-se a mesa sendo acompanhada de Marine.

- Ah, na verdade eu aprendi com uma amiga. – confidenciou. – Só não diga isso a Aaron, ele acha que eu vim com um livro de receitas na cabeça.

Viola sorriu um pouco apreensiva. Pensar nos dois juntos era muito constrangedor.

Ouviram quando Aaron desceu as escadas caminhando em direção à cozinha, Viola sorriu ao vê-lo de cabelos molhados e rosto limpo sentar a mesa ao lado de Mari.

- Olá Viola. – disse. – Mari me disse que estava na praia...

- Ah, eu estava em uma ligação. – serviram-se enquanto comiam. – Diga-me querido, como está o seu pai? Eu lamento por não poder ter estado no enterro de Meg. – recusava-se a dizer que a mulher era mãe dele.

- O meu pai está bem, na medida dele. – murmurou. – Foi bom que você não tenha estado lá, caso contrário encontraria uma situação deplorável. – garantiu.

- Seria rude se eu perguntasse do por quê?

- Não, não seria. – deu de ombros. – Meu pai enlouqueceu, isso é o bastante para assustar qualquer um, até mesmo a mim. Mas isso já tem tempo, e eu não fico pensando nisso.

- Creio que goste de guardar apenas boas lembranças dela.

- Sim. Eu não a vi morta, não quis.

- Baby... – Mari murmurou em pêsames.

- Está tudo bem. – Ele sussurrou olhando para ela.

Viola sentiu-se oprimida por ver o tamanho da cumplicidade dos dois. Por poder enxergar que realmente amavam-se e por acima de tudo condenar-se por sentir repulsa daquela situação.

- E você trabalha? – Ela resolveu mudar de assunto.

- Não. – ele disse um pouco constrangido. – Tenho uma conta bancária bem gorda para sustentar uma cidade inteira. – Marine riu do seu sarcasmo. – Embora eu não goste muito disso, porque é o dinheiro do meu pai, não meu.

- Eu entendo. – Viola murmurou. – Há alguns anos eu pensava da mesma forma sobre o dinheiro da minha família. Acredite, Meg me fez pensar do contrário.

- De onde é a sua família? – Marine perguntou a ela.

- Da Geórgia. Bem, na verdade os meus avós vieram do Alabama, mas fincaram suas raízes na Geórgia após a guerra civil.

- Gosto dos pessegueiros da Geórgia. Vi em várias revistas e são lindos. – Viola sorriu.

- Ah, tudo lá é incrível.

- Aaron, podíamos dar uma passada por lá, o que acha?

Aaron sorriu.

- Se você quiser, por mim tudo bem.

- Irão fazer uma viagem?

- Sim. Daqui algumas semanas. – Marine disse, bebericando o seu vinho. – Logo nas férias de Aaron.

Despejando as roupas encima da cama, jogou o seu corpo sobre o colchão respirando profundamente. Seu corpo ainda estava elétrico embora suado. No time oposto de basquete ele havia ganhado de Aaron e os seus amigos. Sorriu contente por ter sido convidado por Elliot e Frederick para o jogo. Pensou em ficar em casa e aguardar notícias sobre o jantar de Viola, mas não seria bem sucedido com a ansiedade corroendo suas veias. Ele precisava espairecer e esticar o corpo pelo menos um pouco. Reconhecia que estava sempre tenso, muitas das vezes não aparentava estar em seus vinte e cinco anos, embora tenha um pé na casa dos vinte e seis.

Desde o acidente de Renesmee, Jacob não se preocupava muito com o seu corpo, tão pouco com a vaidade. Muitas foram às vezes de deixar sua barba crescer, seu cabelo despentear e suas roupas amassarem, mas, afinal, ele não estava indo se encontrar com ninguém nos últimos meses. Apenas esteve com Lauren um par de vezes e nem por isso ele se preocupou em estar impecável.

Finalmente o seu celular tocou vibrando em seu bolso. Com rapidez Jacob atendeu a chamada de Viola.

- Sim.

- Imaginei que estaria acampado ao lado do telefone. – Ela murmurou.

- Eu acabei de chegar. – Anunciou.

- Sim, claro. Creio que estava no jogo com Aaron?!

- Exatamente. – aspirou com força. – Diga-me, o que descobriu aí?

Ele ouviu Viola fazer o mesmo que ele a pouco, e com um pressentimento ruim, a cortou antes que pudesse dizer algo. – Não! Esqueça, não me diga nada!

- O que? – Viola parecia surpresa. – Como assim menino?

- Eu não quero escutar o quanto eles são um maldito casal feliz e toda essa baboseira...

Viola riu.

- Bom, você ao menos sabe o que eles são, não preciso lhe dizer. No entanto, de qualquer forma eu estarei contando a eles sobre tudo. Apreciaria se você estivesse presente no momento.

Jacob franziu a testa confuso. Ele sabia sobre o plano de Viola em contar tudo aos dois, apenas não imaginou que fosse ser tão rápido.

- Como assim? O que pensa em fazer?

- Posso contar com você, querido?

- Completamente, mas, o que irá fazer Viola? Não quero que Nessie saia machucada disso! – Sua voz se exaltou. JJ que estava ao lado da cama enfiou a cabeça entre as patas.

- Oh, não se engane achando que ela irá lidar com isso indiferentemente, meu caro. Eles se amam!

- Ela. Me. Ama! – Ele disse pausadamente, segurando a raiva com os seus punhos.

- Sim, mas isso nós veremos depois, no momento é a Aaron que ela ama. E eu estou disposta a não permitir que isso tenha continuidade. – Suas palavras rugiram.

Jacob fechou os olhos tentando se acalmar.

- Eu pensei em algo... – ela continuou a dizer. – Disse a eles sobre uma possível comemoração em minha casa, algo para no máximo cinquenta pessoas. Tenho alguns amigos importantes aqui e antes mesmo de tudo isso eu já havia planejado. – continuou. – Quero que esteja presente Jacob, mandarei um convite para você, terá que apresentar na entrada. Tomei a liberdade de convidar Alice e sua família, digo, convidei os Cullen’s, embora apenas Emmett e sua esposa tenham confirmado presença.

- Você não tinha mencionado nada disso comigo Viola! Eu não queria que eles soubessem sobre Renesmee agora.

- Por santo Cristo, eu prefiro que a chame de Marine!

- Eu não!

- Não iremos mesmo discutir sobre isso. Os detalhes de tudo já esta arrumado, pela tarde o seu convite irá chegar e as indicações do traje.

Jacob riu.

- O que temos aqui? Uma festa black-tie?

- Sim! – Jacob revirou os olhos. – Quando disse que conhecia algumas pessoas importantes eu não estava brincando. Posso ter tido uma vida miserável quando jovem, mas assim que assumi toda a herança de minha família conheci muito mais pessoas importantes do que você tem listado em seu facebook.

- Não me ofenda Viola, não sou homem de futilidades. Estamos juntos nisso simplesmente porque a quero de volta, e mais do que nunca não suporto vê-la com o seu irmão.

- Eu entendo. Precisa de ajuda com o seu smoking?

Jacob novamente riu.

- Você já deve ter reparado que eu compareci a um par de eventos como esse, e não, eu não preciso de ajuda.

- Pois bem. Esteja impecável. Tudo tem que dar certo Jacob, será nessa festa que contaremos tudo a eles. Certifiquei-me de que Paul esteja presente. Caso ele não ajude, você e os tios dela irão ajudar.

Jacob suspirou cansado.

- Tudo bem. – murmurou. – Diga-me, como ela estava hoje?

- Oh, ela estava bem. Quando a encontrei no Clayton’s ela parecia um pouco distante, mas logo se alegrou. – Viola ficou contente com o que podia oferecer a Jacob sobre Renesmee. – Ela cozinha maravilhosamente bem, e, prometi ajuda-la com o seu vestido.

- Eu queria poder tê-la visto hoje.

- Eu imagino que tenha, mas, se alegre rapaz. Em breve tudo isso irá passar, seja confiante.

- Eu serei. Diga-me, quando marcou de ajuda-la com o seu vestido?

- Para sexta feira no começo da tarde. Irei busca-la!

Jacob sorriu.

- Lembre-me de me mandar o endereço da loja no dia.

Viola riu.

- O quão não convencional seria encontrar um homem.

- Alegarei que estarei lá para comprar o meu traje.

- Você é inteligente rapaz. Gosto disso. Irei mandar em uma mensagem no convite o endereço da loja. Esteja lá alguns minutos depois da hora marcada, para não parecer que esteja seguindo-a.

- Eu sei. Não farei nada arriscado.

- Terei que desligar agora. Alice está na linha. Ah, antes de tudo, caso ela ligue para você, diga que contou-me apenas o básico sobre Renesmee. Não revele realmente muita coisa. Caso ela esteja presente no evento entenderá por conta própria o que se passa aqui.

- Pode deixar! Ficará tudo bem.

Sophie não parava de tagarelar o quanto estava ansiosa para o final de semana, e surpresa pelo convite de Elliot para a pequena festa black-tie na casa de Viola. Marine estava nervosa, suas mãos soavam frias e um estranho embrulho em seu estomago que deixava zonsa. Estava esperando Viola e seu carro enfrente aos Clayton’s aquela tarde suportando Deus sabia como, Sophie com sua tagarelice muito maior do que o habitual.

- Você quer parar? – Marine ralhou com ela.

Sophie revirou os olhos.

- Cale a boca, Mari. Eu apenas estou nervosa. – cutucou a amiga. – Vamos, você não irá realmente me dizer que não está...

- Eu estou, mas prefiro manter isso para mim.

Ambas avistaram o carro de Viola apontar a alguns metros do estacionamento das lojas Clayton’s. Marine apertou com força a alça da bolsa, antes de acenar para Viola. A mulher demorou alguns instantes antes de estacionar na frente delas.

- Olá meninas! – saudou-as sorridentes. – Prontas para irmos às compras?

- Claro, Viola! – Sophie respondeu animada. Marine revirou os olhos empurrando sua bolsa no ombro.

- Claro, iremos até aquela loja que você tinha mencionado?

- Sim, iremos. – destravou as portas para que pudessem entrar. – Vamos, entrem!

- Esses vestidos são lindos! – Marine elogiou deixando seus dedos percorrerem o tecido de seda azul turquesa no manequim. Viola sorriu para a filha contente por ela ter agradado.

- Oh, porque não experimenta essa peça querida? Fica lindo com o seu tom de pele.

Marine fez uma careta.

- Não, eu não gosto muito de azul.

- Mas tem esse Mari! — Do outro lado da loja, Sophie chamou a atenção de Marine para um reluzente vestido cor prata, rendado.

- Esse é lindo. – Viola elogiou.

- Deixe-me ver.

Caminhou até Sophie, puxando o tecido contra ela. – É realmente lindo!

- Vamos Mari, experimente esse.

- E você? – Ela perguntou.

- Eu vou ver esse. – Puxou um vestido azul marinho com enfeites na lateral. Não era chamativo, embora não seja algo que Marine teria escolhido.

- Combina com você! – Sophie lhe jogou língua antes de correr para um provador. Marine olhou de relance para Viola sentada em uma das cadeiras de veludo tomando champanhe. – Não irá provar nada, Viola?

A mulher sorriu para ela. – Ah, eu vou daqui a pouco. Quero vê-las primeiro.

Marine deu de ombros, seguindo para o provador que a vendedora havia lhe instruído.

Assim que ela entrou, Viola mandou uma mensagem para Jacob:

Ela está no provador. Você tem dois minutos.

Quando Jacob recebeu a mensagem já estava na porta da loja. Avistou Viola sentada em uma cadeira confortável e com um aceno seguiu em direção ao provador. Uma vendedora tentou lhe dizer para não entrar, mas Viola a parou com apenas um olhar.

Quando Jacob empurrou o pano da cortina, pode vislumbrar Marine apenas de calcinha e sutiã. Quando ela se desfez da peça de cima, ele prendeu um gemido. Vê-la praticamente nua mexeu com a parte do seu corpo mais alegre. Quando ela puxou o vestido prateado na cintura, enfiando os braços nas duas tiras cruzadas nas costas ele salivou. O vestido era praticamente todo aberto nas costas, seguindo até o começo da cintura. Ele pode ver no espelho a parte da frente completamente tampada com um leve decote que não mostrava muito do seu colo. O vestido era tão longo que duvidou que pudesse ver seus pés mesmo com salto alto que ele sabia que ela usaria.

Antes que ela pudesse vê-lo contra o espelho, Jacob entrou, surpreendendo-a por trás. Não foi surpresa para ele que ela tomasse um susto e um fino grito lhe escapasse.

- Shh. – Jacob sussurrou contra o seu ouvido. Seus braços rodeando a cintura dela, puxando-a contra o seu corpo.

- Mas... O que... Cristo! – ele sorriu contra sua orelha, mordiscando aquela área. Marine sentiu a forte vermelhidão em seu rosto. – O que você está fazendo aqui? – tentava livrar-se das mãos dele, no entanto, fora totalmente em vão. Jacob era muito mais forte.

- Eu estou apreciando a vista desse vestido lindo em você. Embora eu ache que sem fica melhor ainda. – Sussurrou.

- Vá para o maldito inferno! – ela rugiu. – Se Sophie te pega aqui, ou se Viola te pega aqui. Inferno, Jacob! Saia!

- Não se preocupe. – ele fingia não lhe ouvir, beijando toda a extensão do seu pescoço, descendo para o ombro. – Sophie está ocupada demais com o seu vestido, e Viola procurando o dela para a festa. Black-tie, hein...

- Como sabe da festa...

- Contando como você está vestida e essa é uma loja justamente para esse tipo de ocasião, eu fui convidado também. – Marine arregalou os olhos.

- Como assim?

- Viola é uma... Conhecida! Soube que eu estava na cidade e mandou-me o convite.

- Ah, meu Deus! Ela é uma conhecida sua, e você está mesmo aqui me assediando... Vamos! Saia!

- Eu vou sair... – ele a virou de frente. – Mas antes... – chocou seus lábios contra os dela. Marine não teve tempo de poder recuar, quando suas costas bateram forte contra o espelho. Ela desistiu de lutar quando a língua de Jacob invadiu sua boca com fome. Ela ouviu a voz de Sophie no provador ao lado, lhe perguntando algo que ela no momento não poderia responder. Apenas conseguia pensar no quão proibido aquilo era, na forma como as mãos de Jacob amassavam sua bunda e consequentemente o fino tecido, no modo como suas línguas duelavam em sincronia. Apenas pode pensar com clareza e respirar melhor, quando Jacob interrompeu o beijo, afastando-se dela. Abriu a cortina, sumindo pela loja.

- Então, o que achou do meu vestido?

Aaron olhou longamente para o vestido esticado sobre a cama e coçou o queixo pensativo.

- Isso com toda certeza é sexy como o inferno. Eu vou adorar tirar isso depois.

Marine riu ruidosamente, antes de se jogar contra ele.

- Eu vou adorar ajudar você! – Garantiu.

- É mesmo? – Ele a jogou contra a cama, em cima do vestido. Ela grunhiu.

- Você vai amassa-lo. – reclamou. – Deixe-me retira-lo daqui e então teremos a cama.

Ele riu alto, antes dela colocar o vestido em cima do sofá em frente a cama, e jogar-se contra ele. A luz ao lado da cabeceira foi apagada e a escuridão tomou o quarto. Em poucos minutos não havia uma se quer peça de roupa entre eles, apenas o desejo e a paixão.

Notas finais
N/Franz: Então babys. O que acharam? Bom, eu não vou falar muito aqui, mas pode esperar uns putos capítulos nos próximos. Será a GRANDE revelação, e espero tê-los aqui comigo. *-* PLEASE!!!
Quem gostou do Jake ter invadindo o provador? Eu super ri, nessa hora. Espero que vocês gostem também! Beijinhos, e até o próximo!
XOXO