Notas iniciais
BABYSSSS!!
Demoramos com o caps, mas a minha internet revolveu macumbar com a minha vida. Enfim... Acontecem!
Eu espero MUITO MUITO MUITO que vocês apreciem esse capitulo, e, nos falamos lá embaixo.

Jacob parou de correr quando sentiu suas pernas tremerem. Ele ainda sentia o forte impulso de voltar até ela, e provar de qualquer que fosse a maneira de que ele era verdadeiramente quem ela amava. Sentiu tudo rodar e procurando auxilio sentou-se na areia, de frente para o mar. De onde ele estava não poderia ser notado, embora tenha sido pego de surpresa quando na casa atrás dele, Aaron saiu com uma câmera na mão. O loiro surpreendeu-se ao encontrar com Jacob ali, e imaginou que algo tenha acontecido. Um pouco relutante se aproximou de Jacob e sentou ao lado dele. Jacob o encarou sobre o ombro, sem realmente entender.

- Oi. – ele disse. – Pensei que estava gostando da festa.

Jacob deu de ombros.

- Ela está boa. – disse. – Eu tive que fazer uma ligação. – mentiu.

Aaron sorriu camarada ficando de pé.

- Então vamos voltar, eu como amigo de Elliot e Frederick, fiquei de apresentar uma garota a você. – riu. – Embora eu ache que não será muito difícil conseguir uma transa aqui. – Jacob se levantou, e acompanhou Aaron na risada.

Se você soubesse quem eu estou a fim de arrumar. Não iria falar nada do tipo. Idiota!

- Aqui existe um leque de opções. – Aaron riu alto, enquanto se aproximavam. Jacob notou quando Marine conversava com Elliot e ao ver ambos juntos empalideceu completamente.

Por alguns instantes Jacob quis interromper a conversa em sua volta e contar a todos o que ele e Marine haviam feito na praia, o beijo que ele tanto havia esperado, contar para todos quem ela realmente era, mesmo que ela tenha perdido a memória. Duvidava que Mari algum dia fosse poder não se lembrar dele depois de todo o escanda-lo e por fim, as lembranças do seu passado retornariam e com elas o amor deles. Mas ele não poderia, ao menos não agora. Tinha que ser cuidadoso e paciente. Ele tinha que ser o oposto do que fora antes, tinha que ser um novo Jacob para conquistar essa nova Renesmee, ou Marine como se intitulava. Ele apenas tinha que entender como iria conseguir levar toda essa farsa adiante. Não importa. Pensou. Ele iria levar, e iria consegui-la novamente para si.

Mari se aproximou dos caras, ficando entre Elliot e Aaron, de frente para Jacob. Teve que aguentar algumas piadas sem graças de Frederick e ouvir de Simon o quanto bagunceiros eram os seus filhos. Embora ela tivesse amigas, não se familiarizava muito com as mulheres, pois sempre eram os mesmos assuntos monótonos de quantos quilos tinham os seus silicones, ou quem foi o cretino que havia dormido com elas e nem se preocupara em lhe dar alguns orgasmos. Sorriu quando Elliot inquiriu a Jacob sobre a família dele, e desviou seus olhos da figura máscula a sua frente, quando Aaron e os caras insinuam para Jacob a vadia da Britney Welson, embora ele tenha dispensado a mulher sem nem pensar duas vezes, ainda teve que ouvir que aquela não era o seu tipo. Qual era então?

Embora estivesse perturbada com o fato de Jacob sempre a olhar com segundas intenções nada lhe tirava mais o sossego do que quando ele e Aaron estavam conversando animadamente sozinhos. Que inferno. Amaldiçoou. A culpa lhe corroía por dentro. Talvez tenha realmente sido uma puta ideia fodida ter deixado que ele lhe beijasse. Aquilo deve ter ferido o cara mais do que aparentemente ele parecia estar, quando se tratava desse amor perdido. E o pior é que ela julgava-se como a vadia de toda a trama. Aaron confiava nela, e na primeira oportunidade, deixa outro homem beija-la apenas para prova-lo que não era que ele queria?

- Merda! – praguejou ao deixar o copo de cerveja entornar em seu pé, sujando a barra da sua saia. Todos os homens da roda se viraram para ela.

- O que foi? – Elliot perguntou segurando em seu braço. Aaron apenas lhe deu uma boa analisada antes de realmente saber o que havia acontecido. Sorriu

- Acho que você bebeu de mais. – disse. Elliot olhou para ele com o cenho franzido, como se Aaron tivesse acabado de proferir uma verdadeira calunia.

- Está louco? Estive envolta de Mari a noite toda e ela realmente não bebeu nada. – defendeu. – Por tanto o copo estava completamente cheio.

- Não acredito realmente que estão fazendo isso. – resmungou.

Virando-se ela saiu do meio dos homens, caminhando em direção a casa. Precisava lavar os pés. Jacob a seguiu com os olhos, e naturalmente ele não era o único. Aaron se perguntou o que tinha acontecido com ela. Desculpando-se ele se afastou do grupo seguindo-a.

Ele a pegou a tempo antes que ela pudesse entrar no banheiro, praguejando palavras desconexas, segurando-a pelo braço.

- Hei o que foi? – perguntou.

Marine engoliu em seco, antes de empurrar a porta do banheiro, mantendo-a aberta.

- Nada. – ela disse.

Aaron a soltou encarando-a descaradamente.

- Não mente para mim. – pediu – Eu te conheço melhor do que ninguém. – anunciou.

Marine suspirou frustrada.

- Aaron, eu só deixei cair cerveja no meu pé, isso é o bastante para alguém ficar irritado. – ele lhe lançou um olhar arrebatador, o que a fez sorrir.

- Você é uma péssima mentirosa. – ela revirou os olhos. Aaron a empurrou para dentro, trancando a porta. Marine sorriu, quando ele a pegou no colo, colocando-a sentada sobre seu colo após sentar-se na tampa do vaso. Ele afastou seu cabelo, prendendo-o atrás da orelha. Seus olhos sempre a analisando. Mari sentia-se tão protegida do mundo ali com ele, apenas os dois. Todavia não podia negar-se de que havia gostado do pequeno e singelo beijo de Jacob na praia, o que a atormentava sobre a sua infidelidade.

Abaixou os olhos, sentindo suas bochechas rubras. Aaron beijou-lhe os lábios, seguindo para as bochechas e testa. Tão devagar, com tanta devoção. Cristo. Sou uma vadia! Amaldiçoou-se.

- Se quiser ir, tudo bem. – ele disse. – Tenho que acordar cedo de qualquer forma.

Marine também. Maldito emprego que lhe obrigava a chegar cedo toda segunda feira.

- Não tudo bem, eu... – olhou para ele. O que iria dizer? Que estava sendo atormentada pela presença do Black? Ela mesma havia dito a Elliot que ele era um cara legal, e que tanto ele quanto Aaron deveriam aceita-lo em sua roda de amigos, e agora estava ali, considerando voltar atrás com o que disse. – Eu tenho que encontrar Sophie antes de ir. De qualquer forma, acho que vou pegar o seu carro. – deu de ombros.

- Vai leva-la em casa?

- Acho que sim, ela não parecia alguém com disposição para dirigir de qualquer forma. – Aaron riu baixinho antes de beija-la.

- Tome cuidado. – pediu.

Jacob estava começando a se preocupar com ela. O que havia acontecido para que tanto Aaron quanto Marine estivesse tanto tempo lá dentro? Talvez estivessem brigando ou discutindo, ou algo parecido. O que de certa maneira era bom, embora em outra situação não fosse. Ele não queria os dois juntos e isso não era novidade, mas e se Aaron fizesse algo para ela? Ele nunca iria perdoasse por estar ali parado quando deveria irromper pelas portas e sequestra-la sem nenhum pedido de clemencia.

Viu quando uma jovem loira rechonchuda se aproximou de Elliot e pode escuta-la perguntar sobre Mari.

- Está me ouvindo cara? – Frederick quase não conseguia manter-se em pé. Era um ferrado de marca maior. Talvez Jacob devesse ajudar Elliot a subir com o seu irmão e coloca-lo na cama. Ele parecia precisar disso.

- Claro. – murmurou virando o resto da cerveja na boca. Frederick riu do nada, como se fosse a maior piada do mundo.

- Hei, Elliot! – Jacob chamou pelo cara, que conversava com Simon sobre algumas possíveis mudanças de horários no hospital.

Elliot se virou para Jacob que amparava o seu irmão com um braço.

- Acho que ele precisa ser carregado. – Elliot e Simon riram alto se aproximando de Frederick e Jacob.

Aaron e Marine saíram de dentro da casa rindo, o que fez com que Jacob quase derrubasse Frederick contra o chão. Inferno. Ambos olharam rindo para Frederick e sem dizer nada ela se afastou indo em direção à piscina, uma parte completamente lotada da casa. Jacob não conseguiu acompanha-la.

Marine passou o braço de Sophie sobre o ombro, antes de conseguir arrasta-la em direção a pick-up vermelha da amiga. Colocou-a sentada no banco da frente e abriu a janela. Sophie resmungava algumas coisas e chorava em meio aos ataques de risos.

- Ai Mari, eu deveria ter levado uma faca comigo. – ela dizia. – Talvez eu não tivesse transado com ele.

Marine abafou o riso, entrando do outro lado da pick-up.

Inconscientemente ela não havia notado que alguém lhe observava e estava lhe seguindo. Jacob entrou no carro, e esperou até que Marine desse partida, seguindo-a. Não entendeu do porque Aaron não a ter acompanhado quando visivelmente ela iria levar a amiga em casa. Idiota. Pensou. Passou a terceira marcha engatando para a quarta, sentindo o quão rápido o carro se movia na pista. Cristo, ela corria. Ele pensou que talvez Marine estivesse consciente da pequena perseguição.

Mari tentava a todo custo fazer com que Sophie não vomitasse dentro do carro. Ela não tinha estomago algum para esse tipo de coisa, já havia presenciado sua fraqueza quando Aaron passou muito mal após uma pesada comida mexicana.

Sophie se jogou no banco espichando o braço para conseguir alcançar o rádio. Colocou em uma estação aleatória onde os estrondos das notas de um rock pesado ecoavam. Marine fez uma careta tentando desligar o rádio, embora Sophie não estivesse colaborando em nada. A jovem estava tão alcoolizada que a única coisa que fazia era gritar com a música.

Marine olhou no retrovisor antes de fazer a curva e assustada confirmou que um carro lhes seguia. Apertou o volante com força ao pensar ser Elliot ou Aaron, ou até mesmo Josh. Aquele idiota traidor deveria estar perseguindo Sophie com a vã esperança de poder obter mais dela quando chegasse em casa. Maldito. Marine não reconhecia o carro, e estava escuro, só podia ser ele. Ela acelerou mais o carro, não se importando com os sinais de transito que ultrapassava. O carro era de Sophie e de certa maneira ela merecia por coloca-las nessa situação. Assim como ela acelerou, o carro atrás fez o mesmo. Ele não estava indo desistir, não naquele momento. Droga. Praguejou.

Jacob riu alto com a adrenalina percorrendo todo o seu corpo. Nunca pensou que estaria mesmo fazendo algo do tipo, ainda mais perseguindo Renesmee daquela forma. Mas ele estava. Sorriu abertamente quando ela entrou na mesma rua da casa dele, e imaginou o impossível que ela soubesse que era ali a sua casa, mas não, ela estacionou o carro na casa ao lado, e abruptamente abriu a porta da pick-up quase com um chute. Jacob sentiu-se orgulho dela. Marine era uma verdadeira leoa e ele havia gostado daquilo. Quando abriu a porta do carro, a surpresa da jovem foi instantânea.

A rua estava escura iluminada apenas por poucos postes na longa estrada, e pela lua grande no céu estrelado. Ela estava a poucos metros dele, mas não lhe impossibilitou de ouvi-la gritar para ele com raiva.

- Você estava me seguindo? – perguntou exasperada.

Jacob bateu a porta do carro, antes de se aproximar. Ele tinha um maldito sorriso presunçoso nos lábios, o que Marine desejou retirar com um soco.

- Eu? – olhou ao seu redor. – Eu não! – disse.

Maldito cinismo.

- Acha que eu sou idiota? Praticamente me perseguia na avenida principal. – ralhou com ele.

Jacob parou bem diante dela e pode ver as pupilas dilatadas e o rosto vermelho.

- E só isso a leva a pensar que eu estaria lhe seguindo? – ele riu com escarnio. Estava se divertido.

Marine lhe encarou alguns segundos antes de se virar em direção ao carro. – Você é um babaca!

Jacob não estava pronto para deixa-la lhe xingar e sair impune com isso, até ele vê-la abrir a porta do banco de carona e com muita dificuldade tentar retirar sua amiga bêbada. Ele prendeu o riso quando se aproximou das jovens. Marine lhe olhou intrigada quando ele gentilmente a empurro para o lado e pegou Sophie no colo. – Você não iria conseguir leva-la sozinha! – assegurou.

Mari bateu a porta do carro com raiva.

- Quem disse? – puxou a chave da casa de Sophie do bolso dela, travando o carro. – Eu já a trouxe muitas vezes. – garantiu.

- Suponho que tenham dormido dentro do carro, por que... – Jacob olhou para a jovem desmaiada em seu colo. – Ela é um pouco pesada para você.

- Argh! – resmungou enquanto seguia na frente de Jacob. Ele riu o que deixava Marine ainda mais nervosa. Bastardo.

Porque mesmo ela estava ouvindo as suas provocações? Nem ela sabia, apenas tinha plena certeza de que mais uma palavra dele, lhe jogaria o cortador de grama encima, e se Deus fosse misericordioso ele não levantaria até que ela fosse embora.

- Você sabe... – ele continuou. – Tenho certa desconfiança de que seja frígida. – ela se virou encarando-o quando ele gritou da porta da sua casa, que pela infeliz coincidência era ao lado da casa de Sophie.

- O que? – gritou de volta.

- Você ouviu! – ele riu abrindo a porta. Mari sentia tanta raiva que a única coisa que ela estava na mão, não pensou duas vezes antes de jogar contra ele. Ela apenas percebeu o que havia jogado quando Jacob urrou de dor, e caiu no chão.

Ai. Meu. Deus!

Correu em direção a ele abaixando ao seu lado. Jacob resmungava balançando seu corpo de um lado para o outro.

- Ai, droga! Jacob me desculpa, eu... Droga. Está sangrando! – ele retirou a mão da testa onde Marine havia acertado a chave do carro com um pesado chaveiro de metal.

- Merda! – ele xingou. – Quer me matar? – ralhou com ela. Mari jogou-se sentada no chão de carvalho da varanda, sentindo-se culpada.

- Desculpa. – murmurou.

- Você podia ter jogado com menos força. – ele sentou-se ao lado dela, ainda pressionando sua testa.

- Deixe-me ver. – Marine pediu, empurrando as mãos dele para longe.

O corte era pequeno, um pouco acima do supercilio, nada que um curativo não resolvesse. Jacob observava os movimentos dela tão perto. O cheiro dela não mais era como morangos, e Jacob teve alguma dificuldade para distingui-lo.

- Você tem alguma caixa de primeiros socorros? – ele acenou positivamente antes de se levantar. Mari resmungava palavras desconexas enquanto seguia Jacob pela casa. Ele sentia o sangue pulsando em suas orelhas, mas não era tanto quanto pulsava em seu membro. Ele a queria.

- Aqui. – Jacob a entregou sentando-se no sofá, Mari parou diante dele, puxando um pedaço de algodão após entornar um pouco de soro fisiológico para limpar o sangue, passando uma pomada para ferimentos. Mari não estava tão consciente de que Jacob lhe observava atentamente. Ele riu alto, lançando os seus braços em torno da cintura dela, puxando-a.

- O que você está fazendo? – ela perguntou assustada, dando-lhe alguns tapas no braço para solta-la.

- Eu estou mantendo você aqui. – disse. – Por quê? Algo contra?

- Totalmente! – ela se desvencilha, arrumando a regata.

- Você não é tão durona quanto quer aparentar. – Jacob fica de pé, bem diante dela. Mari recua.

- Você é um idiota como aparenta ser. – ela disse.

Jacob jogou-se contra ela, prendendo-a contra a parede ao lado da porta. Mari ficou assustada e completamente sem saída.

- O que... Você... Mas... – Jacob riu, tomado pelo escarnio.

- Eu sei que deixei você sem fala. – se gabou. – Agora, — murmurou. – Eu vou beijar você como queria na praia. – anunciou.

Marine tentou se desvencilhar, mas Jacob era muito mais forte, e ela sabia em seu intimo que não queria parar. Quando Jacob desceu o rosto e a beijou, ela sentiu suas pernas bambearem e seus murros no peito dele foram diminuindo. Ele sorriu por dentro quando Mari deu-se por vencida e retribuiu o beijo com o mesmo entusiasmo que ele. Com as mãos cheias ele as plantou na bunda redonda levantando-a do chão. Percorreu as cochas torneadas com as mãos, até conseguir embrenhar-se embaixo das saias dela. Marine ofegou em sua boca quando Jacob pressionou seu membro pulsante e ereto contra ela. Ele estava desfalecendo de desejo. Como sonhou tomar aquele corpo novamente.

Mari estava tomada pela fadiga. Jacob era diferente de Aaron, existia paixão ali, desejo, algo que ardia de dentro para fora, algo que ela não conseguia entender. Sabia que as suas vezes com Aaron sempre foram maravilhosas, fazer amor com ele sem duvida era perfeito, mas nada poderia ser comparado ao proibido.

Jacob os rodopiou pela sala ainda segurando Marine em seu colo, e sem que ela tivesse alguma noção, ele a carregou até o seu quarto. Quando Jacob a depositou sobra à cama, Mari teve um sobressalto.

- O que? – o empurrou. – Definitivamente isso não pode acontecer.

Jacob riu.

- Por quê? – perguntou. – Não tem ninguém vendo. – voltou a beija-la no pescoço. Marine bateu nele.

- Você é louco? Eu amo o Aaron! – Jacob afastou o rosto dela, mirando os seus olhos.

- Foda-se aquele cara, foda-se que você acha que o ama, e foda-se se você fica se fazendo de difícil. – ela arregalou os olhos. – Eu quero você, você me quer, e foda-se o resto.

Marine bateu mais uma vez nele.

- Você gostaria do que? Que eu me abrisse para você? Seu cretino.

- Olha, ela sabe xingar. Deveria ser muda! Será que podemos recomeçar agora? – Jake perguntou, zombando de dela.

- Vá para o inferno. – Respondeu.

Ele zombou. – Eu já estou nele.

Marine o empurrou contra o colchão, espalmando suas mãos contra o seu peito. Jacob agarrou seus pulsos, lutando contra ela. Ele tinha a intenção de bater toda a merda para fora de Mari, e não ocorreu de que era o dobro do seu tamanho. Ele conseguiu derruba-la novamente encima da cama após ela perder o equilíbrio, seus braços envolveram a cintura fina obrigando-a a permanecer parada. Seu peito batia bem na cara de Mari. Ela de alguma maneira não conseguiu puxar seus olhos para longe daquilo, então ela poderia concentrar seu olhar no rosto dele.

- Vadia. – ele rosnou.

- Bastardo. – Marine sussurrou com raiva.

- Merda. – ele bateu seus lábios contra os dela, prendendo-a embaixo dele. Mari não tem forças realmente para resistir e em poucos segundos se entrega.

Jacob puxa sua camisa pela cabeça, deixando o seu peito nu. Marine o deixa retirar a regata dela, percorrendo seu torço musculoso com as unhas. Ele era um pouco maior do que Aaron, e imaginou que lá embaixo também pudesse ser. Mesmo que pela escassez de luz, Marine ainda conseguiu vislumbrar as frases negras que se estendiam em seu peito. Ela tentou lê-las, embora Jacob estivesse se movimentando rapidamente encima dela, para retirar suas ultimas peças de roupa. Quando finalmente ele conseguiu, salivou ao perceber que ela estava sem sutiã.

- Estive com saudade deles. – murmurou.

Antes que Mari pudesse dizer qualquer coisa, ela foi tomada pela sensação da boca quente e úmida de Jacob em seus seios. Suas costas arquearam do colchão ao sentir que ele brincava com sua língua.

Jacob sentiu-se orgulhoso por provocar as mais variáveis reações nela. Marine deixou as unhas arranharem as costas dele, puxando-o e se oferecendo mais. Ela ouvia Jacob murmurar entre chupadas e lambias o quanto sentiu saudades dela, e mesmo sentindo-se como uma vadia por ter ido parar na cama dele, ela não pode dizer nada, apenas entregar-lhe o seu corpo e degustar do prazer que ele estava lhe proporcionando. Os braços dele eram como cabos, prendendo-a no lugar. Marine soube que não tinha escapatória para ela, e ela realmente não queria.

Quando Jacob embrenhou-se no meio das suas pernas, ela fechou os olhos, o que ocasionalmente não foi algo bom. Sentiu sua cabeça doer com reflexos e imagens que a pôs sentada rapidamente. Tudo rodou. A bile lhe subiu na garganta.

- O que foi? – ele perguntou preocupado. Mari engoliu em seco, empurrando o seu corpo para trás. Deitou sua cabeça no colchão respirando fundo.

- Nada. – murmurou.

- Tem certeza? – Jacob não parecia convencido. – Você está pálida. – observou.

- Já disse, não é nada. – resmungou.

Jacob pressionou suas mãos nas pernas dela, mantendo-as abertas. Marine rapidamente esqueceu-se do que havia acontecido, quando ele embrenhou-se embaixo da sua saia.

Deus, como isso é bom.

Urrou ao sentir a língua quente de Jacob em sua intimidade. Ele brincava com ela, beijava como se fosse a própria boca de Mari. Ela não mais segurava os gemidos, tudo parecia explodir de uma única vez dentro do seu corpo, como se alguém estivesse apertando todos os seus botões.

Agarrou com força o lençol da cama quando o sentiu penetrar sua língua. Marine encontra-se em uma perfeita bagunça.

Jacob explorou o seu corpo com as mãos, sentindo o bater rápido do seu coração onde parecia querer escapulir do seu peito. Quando Jacob retira-lhe a saia e a calcinha Marine ofega. Ele lhe lança um sorriso sedutor e mesmo na calada da noite, na mais completa escuridão que esteja o quarto ela consegue enxerga-lo. Bonito, sagaz, cheiroso. Deitada em sua cama Marine teve a sensação de que o cheiro, o contato das peles e a rusticidade de Jacob se combinavam. Ela não estava indo desistir, não agora. Toda aquela briga que tiveram quebrou a sua timidez perante a ele. No momento, ela sentia-se como um animal, faminto de sensações, avido por conhecer todos os pequenos pedaços de carne de Jacob assim como ele próprio fazia com ela. Beijou-lhe sequiosamente, mordeu os seus lábios. Jacob a observava e acariciava-a, com as mãos por todo o corpo dela, os dedos em toda parte, procurando lhe conhecer mais do que completamente, lhe dominar. Jacob não demorou muito até alcançar uma camisinha deslizando em seu membro ereto. Tão firme quanto um mastro, grande e grosso. Em quesito a pênis, Aaron e ele estavam empatados.

Marine passa as pernas por cima de seus ombros, tão alto para que Jacob pudesse mergulhar dentro dela e vê-la ao mesmo tempo. Ele queria vê-la. Queria ver como o seu pênis entrava e saia, brilhante e firme, grande. Queria ver o corpo dela arquear a cada investida que ele lhe dava. Queria ver a forma como os seus corpos se encaixavam em perfeição. E queria muito mais fazê-la ver o quanto eles se conheciam na cama. Como os corpos se correspondiam imediatamente um com o outro. Mari ergue-se sobre os punhos para oferecer o seu sexo mais e mais aos arremessos dele.

Depois de suados e gemidos entrecortados, Jacob se afasta, retirando-se de dentro dela ele a planta de costas na cama, barriga para baixo contra o colchão, enfiando o seu pênis por trás, com as mãos em concha sobre os seios dela, acariciando-a e lhe apertando simultaneamente. Jacob era incansável. Não gozava. Ele esperou muito para ter aquele corpo novamente, ele sonhou muito com o corpo que sempre amou contra o dele, poder deslizar dentro dela e causa-lhe tantos gemidos e orgasmos. Marine estava esperando chegar ao orgasmo junto com ele, porém Jacob adiava, sempre adiava. Queria prolongar, sentir o corpo dela para sempre, ficar interminavelmente excitado.

Mari gritou: — Vamos Jacob, agora! Vamos!

Jacob respirou fundo e começou a empurrar com violência, movimentando-se com Marine no ritmo selvagem e crescente do orgasmo; ela gritou e ele gozou quase ao mesmo tempo. Caíram entre as pernas, aliviados. Ficaram deitados na penumbra, cercados por estranhas formas de sombras dos objetos do quarto.

Marine não conseguia situar-se de muita coisa. Imagens atingiam sua retina e sua cabeça começou a doer levemente, mas ela não se levantou, não moveu um musculo se quer. Sentia apenas a respiração dele contra a pele arrepiada do seu pescoço, seu coração batendo freneticamente.

- Você sempre foi perfeita para mim. – disse Jacob. – Sempre me acompanha.

Marine teve vontade de dizer que não era ela, que ele novamente estava enganado e que certamente estava se enganando de propósito, mais não conseguiu. Jacob murmurava as palavras sobre a sua pele, tão calmo e passivo, ele parecia como um bebê que precisava de cuidados, e em seu intimo ela desejou ser quem pudesse cuidar dele.

Sua cabeça ainda latejava quando ele se levantou, saiu de dentro e puxou a camisinha jogando-a longe. Voltou os seus braços para a cintura dela, acomodando sua cabeça na vala entre o seu pescoço.

- Eu te amo Nessie. – ele sussurrou antes de ser vencido pelo cansaço.

Marine sentiu as lágrimas juntarem em seus olhos, e chorou mesmo tentando manter-se firme.

Ela era um ser desprezível. Havia traído Aaron naquela noite. Dado esperanças a Jacob, quando visivelmente ele estava se recuperando de uma recente perda. Cristo, sou imunda.

Antes do dia amanhecer, ela virou-se de frente para ele, e pode finalmente observar a tatuagem em seu peito. Era em francês.

Dans le trou plus profund. Noyé.

Dépassonnée.

L’amour ne finit jamais…

Il continue d’ailleurs.

Não existia no mundo um jeito que Marine não se sentisse mais culpada. Desvencilhando-se dos braços dele, ela se levantou da cama. Catou suas roupas pelo quarto, vestindo tudo muito rápido, tentando não fazer barulho algum. Quando terminou, buscou papel e caneta, e escreveu rapidamente um bilhete para Jacob, deixando encima do travesseiro que ela havia deitado. Saiu sem fazer barulho algum da casa. Precisava de um banho. Sentia-se tão suja quanto uma porca. A culpa lhe corroía por dentro. Merda.

Jacob acordou naquela manhã de segunda sentindo-se leve. Ele encontrou o bilhete dela deixado encima de sua cama e com um sorriso de satisfação ele o guardou após ler:

Isso não pode e nunca irá se repetir.

Desculpe se lhe dei falsas esperanças.

Você ama á ela, não a mim.

Sinto muito.

M.

Ele sorriu abertamente. A noite anterior tinha sido uma das melhores da sua vida, e ele nunca estaria indo deixar que ela e seus achismos fossem atrapalhar seus planos. Tudo estava correndo de acordo como planejado, embora Jacob esperasse que Marine não fosse se entregar tão depressa, mas isso deixou claro de que ela não era tão cem por cento apaixonada pelo branquelo. Talvez fosse, mas ele sabia que tinha mexido com ela, o que era o seu querer.

Ainda estava verificando as horas quando o seu celular tocou estridentemente encima da cômoda. Nem se lembrava de quando foi que o colocou ali. Pescou o aparelho entre os dedos, e surpreso atendeu a chamada de Alec.

- Hei Jake. – o garoto disse contente.

- E aí Alec. – Jacob disse. – Como tem passado?

Alec ficou mudo por alguns instantes.

- Alec? – Jacob perguntou.

- É você Jake? – ele perguntou. – Eu acho que liguei pro numero errado. – murmurou.

Jacob riu.

- Sou eu cara.

- O que aconteceu com você? – Alec não escondeu a pergunta. – Viu algum passarinho verde?

Jacob riu baixinho. Ele não poderia dizer naquele momento que o passarinho tinha nome e sobrenome.

- Não, hoje eu só acordei bem.

- Hum. – Alec murmurou. – Olha eu liguei pra te contar de algo, que deixou todo mundo sem saber o que fazer. – disse.

- E o que foi? O que aconteceu?

- Então, — Alec começou. – A mão da Nessie apareceu.

Notas finais
N/Franz: Então amores? Tem alguém ainda vivo aí? Meninas como eu disse lá encima, eu fiquei sem internet por um tempão e do nada ela saiu novamente, resultado, duas semanas sem postagem de SAIN. Me perdoem e espero que isso não ocorra novamente. Voltado ao capítulo, o que vocês acharam? Tipo... Eu fiquei meio... Wow, não sei se consigo fazer uma tranza M&J agora, sl. Mas eu curti, e espero que vocês também. E mais essa agora, a mãe da Nessie - a verdadeira minha gente. - apareceu. O.o CHOQUEI O OVO DA GALINHA. Momento, what? Oportunista? SQN.
Como vocês podem ter notado ali, Mari anda muito estressadinha com o Jakelícia, ou seja... Vocês já sabem. O amor e o ódio andam de mãos dadas. kkk
Quem curtiu o caps, bate aqui o/ e quem não curtiu bate do mesmo jeito. u.u