Say All I Need

23 Capítulo XXIII


Notas iniciais
N/Miss: Quarta-feira dia de postagem de SAIN! Agradecimento a Mari por ter betado o capitulo. Muito obrigada, Mari.

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Boa leitra.

– Hei Jake, eu sei que prometi ligar, mas não deu. Sinto muito. A Claire não está muito bem, então eu ligo pra você amanhã. Beijos e... Eu te amo. Muito.

Jacob pensou em retornar, mas desistiu. Jogou o celular em cima da mesinha de centro, alcançando o controle remoto da TV, colocou em um filme de ação qualquer. Definitivamente, Claire havia estragado a sua noite, embora não tivesse sido proposital.

Já havia passado duas horas desde que Renesmee tinha aparecido e desaparecido em menos de cinco minutos, e ele não tinha absolutamente nada para fazer. Jogado sobre o sofá, Jacob inclinou sua cabeça para o lado, e viu JJ no corredor dormindo com a cabeça entre as patas. Tinha reservado uma mesa no restaurante calmo e bom o bastante para Renesmee durante o dia, mas teve que desmarcar e ficar em casa.

Ele estava mesmo precisando exercitar os músculos. Uma corrida talvez lhe fizesse bem.

Levantou do sofá, pulando sobre JJ na ida ao quarto. Procurou seu moletom de capuz, e trocou sua calça por uma bermuda. Calçou os tênis e pegou o seu iPod. Enquanto saia de casa, procurou algo decente para escutar, apertando o botão do elevador. Tinha deixado o celular em casa também. Naquele momento ele precisava se distrair.


Correu por algum tempo, e nem reparou que estava na frente da casa de Alice. Até ele mesmo se surpreendeu. Não achou que sua corrida terminaria ali. Do portão ele viu todas as luzes da casa apagadas, menos as do quarto dela. Empurrou o trinco do portão, fechando-o atrás de si. Guardou os fones no bolso da bermuda retirando o capuz. Procurou no bolso o celular, mas não o encontrou. Havia esquecido que preferiu deixá-lo em casa. Quando iria tocar a campainha viu um carro desconhecido estacionado na entrada da garagem. Um Ford Escape SUV brilhava a luz do luar. A porta estava encostada e ele ficou ainda mais ansioso. A empurrou abrindo-a. A casa estava silenciosa. Entrou e fechou a porta. A luz da escada estava acesa, e com muita curiosidade Jacob caminhou até ela, subindo cada degrau silencioso. Algo lhe dizia que ele não iria gostar de fazer algum barulho.


Assim que chegou ao corredor, Jacob surpreendeu-se por ouvir alguns gemidos, e ficou ainda mais surpreso por virem do quarto dela. Uma luz fraca se desprendia da escuridão, e a porta estava entreaberta.

Com passos cautelosos Jacob se aproximou da porta, controlando a sua raiva, com os punhos cerrados. Céus. Ele não estava ouvindo realmente aquilo. Não posso está.

Assim que parou em frente à porta, os gemidos se intensificaram. Ele pensou ter ouvido alguém fungando, mas estava irado demais para perceber. E quando estava pronto para empurrar a porta com um estrondo ele foi parado.

– Eu... Eu... – Reconheceu a voz de Alec. Fechou os olhos controlando a tremedeira pela raiva.

– Shhh. Eu sei. – Renesmee. Eu sabia!

– Você acha certo? – E um beijo.

– Não, não acho. Mas ele não precisa saber.

– Eu não acho certo isso Ness... Ele...

– Eu sei Alec. – silêncio. – Me deixa te ajudar...

Jacob franziu o cenho. Ajudar? Ajudar com o quê?

– Promete fazer o que eu te pedi?

– Sim.

– Tudo bem, eu... – Quando ele viu, já tinha entrado no quarto, assustando-os. Renesmee e Alec estavam sentados em cima da cama. Alec estava com as mãos enroladas em algum pano fino, que deixou o sangue inundar. Seu rosto estava vermelho, e os olhos inchados.

– Jake?

– O que...

– Oi Jacob. – Alec murmurou.

Como homem, ele sabia bem o que estava se passando na cabeça do senhor mau humor e possessão.

– Pensei que... Jake eu pensei que você...

– Eu também. – Seu olhar era duro para Renesmee. – Pensei que estaria com Claire. – Justificou muito desconfiado. Era visível.

– Olha cara, eu adoraria me gabar aqui, e te irritar muito, mas não vai rolar. Eu não estou bem mesmo. – Alec se levantou.

– O que?

– Eu vou pra casa Nessie, é melhor eu... Eu não posso agora.

– Alec.

– Depois a gente se fala.

Levantou-se e andou até a porta. Ele estava fraco, e aparentemente destruído. Jacob mesmo desconfiado conseguiu identificar o desconforto e o medo em Alec.

– Alec, espera! Por favor, eu... – Alec desceu as escadas quase voando. Arrancou as bandagens dos punhos, e correu em direção ao carro do seu pai. Ele estava sentindo-se envergonhado. Como se fosse a pior espécie de homem que existe. Sentia-se imundo por de certa forma expor Claire daquela forma.

Renesmee ainda tentou ir atrás dele, mas Jacob lhe impediu segurando-a antes que passasse da porta.

– O deixe ir, parece que precisa ficar sozinho. – Acima da cabeça dela, Jacob viu Alec acelerar o carro, saindo da propriedade.

– Você não entende, ele não...

– Então me explica. – Virou ela de frente, segurando em seus ombros. Os olhos escuros dele penetraram a sua alma. Jacob não entendia.

Ela demorou alguns minutos para raciocinar direito.

– Vamos Renesmee, me diga. Eu não quero tomar conclusões precipitadas.

– O Alec ele... O Alec tem AIDS Jacob. É isso.

Arregalou os olhos completamente tomados pela surpresa. Deu alguns passos para trás. Não achou que o segredo de Alec fosse tão sério quanto aquilo. Os olhos claros como Safiras dela estavam úmidos, e a ponta do nariz tomando uma coloração avermelhada. Jacob sentiu se ser dominado por uma sensação mista de terror e excitação, com alguma ansiedade e hesitação, à mistura de todos os seus sentimentos monótonos.

– Ele o que?

– AIDS. E ele acabou contando para a Claire, por que... Eu não sei nem porque estou falando isso, eu... Droga Jake. – fechou a porta, se jogando sobre o sofá. Encolheu os joelhos dobrando-os sobre o peito. Ela já chorava, não adiantaria esconder.

Jacob se aproximou dela hesitante. Sentou-se ao lado, e gentilmente a puxou para perto, deixando um beijo molhado no alto da sua cabeça. Ele estava suado pela corrida e seus nervos ainda estavam bastante agitados.

– Me desculpa ter feito você falar isso, eu... Perdoa-me Nessie. Eu sei que deve ser difícil, tanto para você quanto pro Alec. – Suspirou. – Cristo Ness, não chore. Isso acaba comigo.

Suplicou.

– Ele vai fazer algo estúpido do qual vai se arrepender depois Jake. Eu sei.

Seu corpo tremeu.

– Não vai. Não se preocupe. O Alec é inteligente o suficiente. Ele não iria fazer algo... – procurou a melhor palavra. – Arriscado.

– Você não entende...

– Eu entendo. – a cortou. – Não fica assim vai, eu sei que provavelmente você estava tentando convencer ele de qualquer forma, mas eu atrapalhei. Sinto muito. Eu estava correndo e quando vi estava aqui na frente, e vi pela janela o seu quarto iluminado, o portão estava aberto. Pensei que estivesse com a Claire.

– Eu estava. – fungou. – Mas ai o Alec ele... Eu sabia que ele não estava bem, e eu disse a Claire que iria conversar com ele, e fui até a casa do tio Emmett.

– Claro. – Jacob olhou ao redor. – Onde estão Jasper e Alice?

– Foram resolver algo da viagem do tio Jazz, eu não sei ainda... – Olhou para Jacob com os olhos suplicantes. – Fica aqui? Comigo?

– Deus Ness. Eu... Tenho que trocar de roupa. – Renesmee murchou.

– Tudo bem.

– Olha, porque não vamos pra minha casa? Alice e Jasper não estão aqui e eu não quero te deixar sozinha. – Sugeriu enxugando o rosto dela com a palma da mão. – Eu posso conversar com Alec. Tudo bem pra você?

– Você faria isso?

– Sim, é minha profissão, certo? – Sorriu tentando descontrair o ambiente.

– Ele deve ter ido pra casa. Eu não sei o que ele vai fazer, mas sinto que não será bom.

– Não se preocupe com isso baby. Vem! – Jacob se levantou puxando Renesmee com ele. – Onde está a chave da moto?

– Lá encima. – Amarrou o cabelo em um coque.

– Vou pegar, já volto.

– Está bem.


XxXx



– Olá Emmett.


– Black? Desculpa. – riu sem graça. – Jake né? – Ele era um cara legal. Jacob imaginou o quão destruído ficaria com a revelação do filho.

– Vou deixar você me chamar de Jake. – Emmett riu.

– Claro. – abriu mais a porta. – Entra ai.

– Obrigado.

Jacob entrou na sala ampla que fazia junção com um bar no canto ao lado da TV de plasma a frente dos grandes sofás de couro pretos.

– Aceita algo? – Emmett apontou para o bar e Jacob sentiu-se tentado em aceitar, porém negou com a cabeça.

– Não obrigado.

– Então, Jake... – riu. – Sobre o que queria falar? Não vai me dizer que Renesmee está grávida!

– Não, Emmett. – Jacob apressou-se em dizer. Surpreso sobre aquela hipótese não ser tão ruim quanto ele imaginou. – Eu apenas queria falar com o Alec. Ele está em casa? – Olhou em direção as escadas.

– Ah. – Emmett fez uma careta parecendo desolado. – Pensei que queria falar comigo. – Fez bico.

– Talvez mais tarde.

Emmett riu, caminhando em direção ao pé da escada.

– O moleque está lá encima. Mas acho que ele teve uma briga com uma das namoradas. Sabe como é... Adolescentes.

Jacob riu.

– Sei sim.

– ALEC! DESCE AI CARA! TEM VISITA PRA VOCÊ.

Emmett mais parecia um irmão do que um pai. Talvez Alec tivesse sorte de tê-lo.

– NÃO ESTOU PRA NINGUÉM.

Ouviu a voz abafada de Alec do andar de cima.

– Ele não está em casa. Sinto muito. Volte amanhã, quem sabe, talvez ele já tenha chegado. – zombou. – É a ultima porta no final do corredor.

– Tudo bem, obrigado.

Jacob começou a subir as escadas.

– De nada. – concluiu. – E não engravide a minha sobrinha! – Como se não tivesse dito nada Emmett sumiu em algum lugar da casa. Jacob prendeu o riso. Aquela coisa era de família.

Assim que chegou ao final do corredor, Jacob deparou-se com a porta fechada do quarto de Alec. Na porta tinha uma grande placa – provavelmente furtada de algum poste de rua. – sinalizando PARE. Típico de adolescentes.

Ele iria bater, mas resolveu apenas girar a maçaneta e entrar no quarto.

O garoto estava sobre a cama, com potentes fones de ouvido, e uma música estrondosa envolvido em seu mundo particular. Ele nem havia percebido a entrada de Jacob em seu quarto.

– Alec? – Jacob chamou fechando a porta atrás dele. O garoto virou o rosto, e tomou um susto retirando seu fone, sentando na cama. As mãos estavam enfaixadas devidamente e não sangravam mais. Diferente da noite anterior.

– Jacob? – estava surpreso. – Cara o que você faz aqui? O que aconteceu com Renesmee?

– Não é nada com ela. – Jacob olhou em volta, e pegou uma cadeira da mesa do computador. Aproximou-se com a cadeira sentando ao lado de Alec. — Eu vim falar com você.

– Falar comigo? – Alec franziu o cenho confuso. – Sobre o que?

– Vamos fingir mesmo que você não sabe?

– Olha, se você esta falando sobre ontem, cara eu e a Ness...

– Estou falando sobre ontem, mas não sobre isso. – suspirou. – Não acha que esteja na hora de contar pro seu pai Alec?

Viu o pomo de Adão dele mexer-se duro.

– Renesmee contou pra você?

– Ela contou! Espero que você não fique chateado com ela. – Viu as feições dele mudarem para arrependimento, totalmente inseguro.

– Não vou. Fico surpreso dela não ter contado para você antes. – Deu de ombros.

– Acho que o seu pai deveria saber primeiramente.

– Como você pode achar algo? Não é com você valeu. Sou eu. – se levantou, andando de um lado para o outro. – Essa merda é comigo. Eu não quero desapontar o meu pai, e eu sei que ele vai ficar assim.

– Com toda certeza ele vai. Mas sinceridade é a melhor coisa. Ele pode te ajudar e você não precisa passar por isso sozinho. – Alec colocou as mãos na cintura de cabeça baixa. Estava de costas para Jacob tentando achar alguma alternativa para pular aquilo.

– Eu não sei o que fazer. A realidade é essa. Eu não sei...

– Por que você contou pra Claire?

– Porque ela disse que era sem graça e broxante. – se virou para Jacob. – Porra ela não é. Eu... Eu não posso ter nada com ela. Isso me mata.

– E ai você resolveu contar tudo?!

– Quando vi eu já tinha falado. – se jogou sobre a cama. – Renesmee pediu pra você vir falar comigo?

– Não. Eu disse que viria.

– Fico surpreso. – Alec divagou silencioso.

– Há quanto tempo exatamente você vive nessa condição?

– A quase... – pensou um pouco. – Sete meses, eu acho. Não sei. Descobri quando voltei da minha última viagem.

– Ainda bem que você descobriu cedo.

– Descobriu o que? – Os dois se viraram rápido tomando um baita susto com Emmett parado na porta. Suas feições humoradas haviam ido embora. Ele tinha pegado boa parte da conversa. Estava passando no corredor, indo para o seu quarto quando ouviu a voz exaltada do filho. Estava tudo muito embolado na sua cabeça. Ele tinha medo da resposta.

– Nada. – Alec disse rápido.

– Nada? – Emmett entrou no quarto, fechando a porta de chave dessa vez. – Nada te deixa assim. Nada trás Jacob aqui, do qual você sempre me disse que não ia com a sua cara, e nada te faz esmurrar as paredes do Box?

Ele era grande, e Jacob pela primeira vez se sentiu pequeno perto de um homem.

– Senta nessa cama, e me conta o que está acontecendo com você agora. – Sua voz era dura. Alec já tinha visto seu pai muito irritado, mas nada comparado aquilo. – AGORA! – ele gritou.

– Emmett eu acho que gritar não vai adiantar.

– Eu só quero que o meu filho me conte a verdade. E eu espero sair ainda hoje desse quarto.

Alec derrotado se sentou na cama. Passou a mão pelo cabelo nervoso, seus olhos pinicaram.

– Droga! Pelo visto isso é sério. – Cruzou os braços sobre o peito.

– Pai eu... Eu... – suspirou. – Eu descobri que tenho uma coisa.

– Disso eu já percebi. Agora, qual coisa você tem?

– Eu não sei como te falar isso.

– Deixa que eu falo Alec!

– Por quê? Por que isso tudo? Eu quero que me conte agora! – Emmett exigiu saber.

– Alec contraiu uma doença venérea em alguma de suas expedições. Ele... Ele descobriu há sete meses.

– Doença venérea? Sete meses?

– É pai. – levantou seus olhos claros para ele. – Eu tenho AIDS. Desculpa se não vou durar tempo o suficiente para ser o filho perfeito. Eu sinto mesmo. – Pegou a chave do carro, e a carteira ao lado da cama, e com passos longos quase correu até a porta, destravando-a e correu escada abaixo. Emmett ainda estava chocado. Paralisado com a revelação.


– Emmett, acho que devemos ir atrás dele... – Jacob tocou no ombro dele, virando-o de frente.


– AIDS? – Seus olhos estavam desfocados. Jacob não poderia dizer no que Emmett estava olhando. Seu rosto descontraído de alguns minutos atrás foi substituído por uma mascara de medo. – O meu filho tem HIV? – olhou para Jacob. – Me diz que isso é uma mentira. Que não é real! – Seus punhos se fecharam contra a gola da camisa de Jacob.

– Emmett, calma.

– Como posso ter calma? – Ele quase jogou Jacob no chão, se o mesmo não tivesse se segurado na cadeira.

– Olha, vamos atrás dele, e descobrir tudo isso ok? – Emmett arrastou Jacob para o andar de baixo, puxando com tudo o chaveiro antes pendurado na parede. Abriu a porta dando a volta pela garagem. – EMMETT! – Jacob ainda gritou antes dele sumir assim que o portão foi aberto.


– Alec! – O garoto pulou assustado da cadeira quando pela porta Emmett rompia sendo acompanhado por Jacob. Ele afundou sua cabeça novamente nas mãos, se controlando para não chorar.


– Eu não quero falar agora!

– Temos que falar.

– Não pai. Eu... Eu não posso. Não posso. – Alec estava destruído. As lágrimas já não eram controladas. Ele se levantou da cadeira, pronto para ir embora.

– Você não vai sair daqui agora. Pode esperar.

– Esperar para quê? Para escutar o quanto decepcionado o senhor está comigo? Escutar a vergonha que o senhor tem por ter um filho no estado que eu estou?

– Alec! – Emmett segurou o braço do filho com força.

Os olhos de Emmett carregavam quase todas àquelas palavras que Alec tinha citado. Mas ele não queria que o filho achasse que ele estava o desprezando.

– Filho eu...

– Não precisa mentir, eu sei que você está decepcionado.

– Eu estou, mas não é como você pensa. Eu estou surtando, minha cabeça. – Emmett apertou as duas mãos na lateral da cabeça. – Ela ainda... Eu ainda estou tentando entender como isso foi acontecer.

– Acho melhor vocês conversarem em casa. – Jacob olhou ao redor, vendo que algumas pessoas estavam prestando atenção na conversa deles. – Isso tem que ser resolvido com calma. Não aqui no meio de uma lanchonete.

– Não sei se posso conversar agora. – Alec passou as mãos pelo cabelo. – Ainda me sinto culpado por tudo isso e esse seu olhar. – apontou para o pai. – Esse seu olhar está acabando comigo. Eu preciso de um tempo.

– Para onde você está indo? – Emmett chegou mais perto do filho.

– Eu não sei, eu só preciso pensar.

Emmett lançou um olhar ao Jacob, como se pedisse ajuda. Como se somente o moreno pudesse ajudá-los naquele momento.

– Alec. – Jacob aproximou-se do menor. – Que tal deixar a chave do seu carro com o seu pai, e vir comigo?

– Vamos para onde?

– Onde você quiser, para o lugar que você quiser ir, mas eu quero ir dirigindo para você. E quero que saiba que se precisar conversar eu vou estar ao seu lado. Pode ser?

Alec olhou para o pai. Emmett ainda parecia desolado. .

– Por favor, meu filho. Faz o que ele está falando. Eu não vou ficar bem se você sair por essa porta dirigindo.

– Tudo bem. – Alec deu-se por vencido deixando as chaves do carro sobre a mesa e deixando a lanchonete com Jacob em seu encalço.


Notas finais
N/Miss: Agora são três pessoas que sabem do Alec. Falta somente o resto. Mas depois de contar para o pai, acho que fica mais fácil. E a reação do Emmett que sempre foi brincalhão? O homem realmente surtou, mas acho que ele está se sentindo bem mais culpado do que decepcionado. Beijos!

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N/Prinncy: Como a Miss me disse. O Jake se achando o tufão foi ótimo. kk
Báah que peninha do Alec. O Emmett reagiu como qualquer pai iria reagir.
Espero que vocês comentem e recomendem. Mt satisfeita com a repercussão que SAIN está tendo. ^^ Adorando mt ^^