Say All I Need
2 Capítulo II
Notas iniciais
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N/PrinncyBlack: hei chegamos com mais esse novo caps. Espero qur gostem bbs. Ahh sei que a fic esta no começo, mas estou muuito feliz com os comentários. 22 comentários nos primeiro capítulo é muito bom. kk A fic nem teve prólogo e já foi assim... Pois então esperamos que vocês gostem. Boa leitura !!
O corpo estava totalmente inerte no chão todo branco. Quem olhasse aquela cena acharia que a menina estava morta, que naquele corpo não existia vida. Quando na realidade era o que Renesmee gostaria, que fosse verdade. Apenas queria que seu corpo não estivesse vivo. Que seu coração não batesse mais e que os seus pulmões não sugassem o ar de uma forma tão natural. A menina que um dia teve vida no rosto e sorria por simples coisas no mundo estava morta. Pois, por mais que o sangue ainda corresse em suas veias e o seu corpo ainda permanecesse quente, ela sentia-se morta e sem vontade de lutar para que tudo mudasse.
Morte era de fato algo tão natural em nossas vidas. Fomos criados por forças divinas e a lei natural da vida seria: Nascer, crescer, viver, ser feliz e aí sim morrer. Contudo, sabemos que as coisas não são assim. A vida segue o ciclo que Deus – ou o destino – empoe para cada um. Existem pessoas que não duram três décadas de vida, assim como há pessoas que nem tiveram a chance de chegar a viver.
As mãos de Renesmee correram em um movimento – fraco – para o seu ventre que se encontrava liso. Sua alma sangrava pela a dor que o seu coração sentia. Nada em sua vida seguiu o ciclo do destino. Ela era uma prova disso...
Flash on*
Os olhos azulados abriram-se com dificuldade por causa da claridade. A garganta arranhou em seco e fora impossível engolir. As mãos foram automaticamente ao ventre e mesmo – que nunca – tenha sentindo um movimento do filho – por ser cedo – ela sentia a energia que emanava do local. Contudo, dessa vez quando as delicadas mãos alvas passaram pelo seu ventre quente, não sentiram a energia que antes se encontrava ali. Ela não sentia a mesma coisa de antes.
– Por que você não me contou? – a voz tão delicada quanto à dona dela ecoou dentro do quarto. – Por que você não me contou que estava grávida Renesmee? – não era uma acusação, estava mais para lamento.
Os olhos de Renesmee fecharam-se e o ar foi puxado para os pulmões com um pouco de dificuldade. – Quanto tempo eu fiquei... Aqui? – ela desconversou, ainda estava pensando no que falar para a tia que sempre esteve ao seu lado.
– Três dias. – as mãos pequenas foram para os cabelos da sobrinha que ela tanto amava. – Por que você não me contou? Eu sempre deixei claro que eu estava do seu lado para qualquer coisa e você... Você não confiou em mim.
– Desculpe. Eu... Eu ainda não sabia o que faria da vida, se eu... Ficaria com ele e no final que não contei nada. Eu... Eu o...
– Sim. – Alice respondeu acariciando mais os cabelos da menor.
– Eu nem tive tempo de... – as palavras morreram junto aos soluços do choro nada contido que começou.
Dor. Era somente isso que a menor sentia. Como se a qualquer momento ela morreria com a pressão que estava formando-se em seu peito. Ela não sabia o que faria com o filho, mas naquele momento ela percebeu que ela o queria. E que agora, não poderia ter, pois ele tinha ido sem ao menos poder ser chamado de filho por ela.
Braços aconchegantes envolveram o corpo frágil e cheios de marca pelo o recente acidente. – Sua mãe disse que você está usando drogas. É verdade? E que já faz tempo Renesmee. Como é que você entrou nessa vida? E acabou grávida ainda.
– Eu não estou usando drogas. Não adianta falar e dizer que não, pois vocês sempre irão acreditar na Isabella.
– Ela é sua mãe, e quer somente o seu bem. E eu também. Por isso eu vou atrás do homem que estava no beco... O pai do seu filho, e daremos um jeito nisso.
– Tia não...
– Eu vou contar o que aconteceu, pode deixar. Mas você precisa ficar calma está bem? Eu estou aqui com você.
– Tia ele não... — tentava a qualquer custo contar que Eric não tinha nada a ver com aquilo.
– Eu estou aqui. – os braços novamente envolveram o corpo magro e Renesmee chorou, somente que dessa vez o choro é contido e sim, acompanhado de um dor que somente ela sabia o quanto doía.
Podia ter sido segundo, minutos ou até mesmo horas, a verdade é que foram tempos incontáveis que as duas permaneceram naquela posição. Renesmee chorando pela a perda do filho que ela entendeu que o queria e Alice porque sentir o quanto a sobrinha estava definhando. Ela teria que fazer algo por ela.
– Eu... Estava pensando. – a mais velha olhou dentro dos olhos da sobrinha tentando passar confiança. – Que acho melhor você ser internada em uma clinica para dependentes químicos.
Ela não usava drogas. Nunca usou. Eric nunca a forçou a nada, ele era o amigo e o ombro que ela tinha encontrado no meio de tanta tristeza. Os dois compartilhavam de momentos difíceis, mas por maneiras diferentes. Mas voltar para casa e viver com uma pessoa que nunca amou estava fora dos seus planos. Não aguentava mais apanhar da mãe e ser culpada por algo que ela sabia que não tinha culpa. Ela não pediu aquilo para a vida dela, ela queria ser feliz. Contudo, aprendeu de uma forma dolorosa que nem sempre somos felizes.
Renesmee não contrariou a decisão da tia. Viu pela a primeira vez que ali estava chance dela de ficar sozinha com os demônios de sua alma. Ela simplesmente acenou em confirmação a decisão da sua tia. A única pessoa depois do seu pai que ela reconheceria que queria o seu bem.
Sua respiração parecia de alguma forma, ficar presa em sua garganta, entalando-a de fora voraz. Renesmee de alguma forma, não queria que nada daquilo lhe acontecesse. Ela pedia pra que tudo não passasse de um terrível pesadelo, e que apenas acordasse dele, sem que ao menos pudesse lembrar-se de tudo que aconteceu, com a maioria dos seus sonhos. Ela sabia que tinha sonhado com algo, só não sabia distinguir o que era.
Uma forte dor em seu peito lhe apertou fortemente o peito, pela respiração presa. Ela levantou seu rosto, encarando todo o comprimento do teto branco. Ela não estava acostumada com aquele ar de hospital, e certamente nunca iria se acostumar. Ela não estava preparada, para enfrentar uma clinica de reabilitação que ela nem ao menos estava precisando. Ela queria apenas manter-se afastada e pensar sobre tudo que acontecera em sua vida dramaticamente em menos de um mês. Seus olhos azulados deslizaram por toda a sala, pairando em Alice mais uma vez. O rosto agora vermelho pelo choro recente de sua tia, lhe deixou envergonhada momentaneamente. Ela não queria que ninguém ficasse assim por ela. Sabia que o seu estado de auto insuficiência era o seu maior dos problemas. Ela não queria preocupar ninguém, inclusive a sua tia Alice.
Flash off*
Sua cabeça estava dolorida, entretanto, ela queria apenas dormir para sempre. Encostou-se na fria parede de revestimento e tintura branca, deixando-a se escorar pela mesma. Encarou a porta que a mais ou menos uma semana não havia entrado ninguém da sua família, e no seu mais profundo intimo agradecia por aquilo. Ela queria está só com os seus pensamentos. Ela sabia que não adiantava de nada querer confrontar os seus demônios. Eles era mais fortes do que ela achou ser.
O frio era constante em todo cômodo. Ela sentia, entretanto o seu estado de dormência era muito mais forte.
Seus olhos azulados foram atraídos feito ima em direção ao lado da pequena cômoda, observando seu violão recém comprado e totalmente novo. Alice havia lhe trago. Sabia o quanto a sobrinha apreciava a musica e ainda mais como ela se sentia ao toca-la. Seus dedos formigaram conforma espichou seus pés. Respirou pesadamente ficando em pé pela primeira vez no dia. Seu corpo se espichou fortemente, entretanto ela cambaleou. Estava fraca. Sentiu-se zonza assim que encarou a porta. Escorou-se na cabeceira da cama, fechando seus olhos por alguns minutos.
Recuperou-se caminhando em direção ao banheiro. Seus olhos azulados fitaram sua imagem pálida e mórbida pelo espelho a frente. Seus olhos estavam fundos. Seu rosto pálido como de um morto há muito tempo. Ela estava muito mais magra. Devo ter perdido uns cinco quilos. Pensou entristecida.
Com pesar, retirou sua roupa cinzenta, desamarrando o seu longo cabelo, que caia em uma perfeita cascata negra sem brilho e vida. Sua desagrado perante a sua recente adquirida estrutura física fora rápido. Entrou no box, girando a torneira do chuveiro. Levantou sua cabeça, recebendo o jato gelado em seu rosto. Olhou fixamente para a parede de rejunte acinzentando e branco deixando seus pensamentos perderem-se. Ela apenas fechou seus olhos...
Flash on*
– Sua tia lhe mandou esse vestido pro baile. – virou-se encarando-a momentaneamente. Já tinha decidido que não iria ao baile, mais a sua amiga Claire queria ao menos que ela lhe fizesse companhia. Virou-se de volta para frente do espelho, terminando de pentear o seu cabelo. Optou por deixa-lo souto. Apenas não respondeu sua mãe que ainda continuava parada a porta. Isabella revirou seus olhos quando percebeu que sua filha não lhe responderia. Deu-lhe as costas, saindo do quarto e do corredor. Desceu as escadas, indo em direção a cozinha. Renesmee poderia fazer o que quisesse, ela não se importava mais.
Claire sabia se insistente quando queria. Renesmee pensou com escarnio. Caminhou em direção a sua cama, observando o vestido rosado que encima da cama jazia. Ela sorriu satisfeita com a escolha do vestido que sua tia Alice tinha lhe mandando. Alice sempre teve bom gosto.
Flash off*
Seus olhos inundaram. Ela estava mais sentimentalista do que antes. Naquele dia depois da festa tudo aconteceu. Ela fora violentada da pior forma possível. Não teve uma noite boa ao final de tudo. Sua experiência com bailes de formatura não fora o que ela havia imaginado.
Deslizou no box frio do banheiro, suas lágrimas que antes não queria deixar rolar estavam caindo fortemente contra o seu rosto. Ela apenas queria se enrolar em sua bolha mais uma vez, e deixar-se ali, por anos, décadas, séculos...
[...]
Um barulho na porta a fez elevar seus olhos azulados para a pessoa que entrava. Era típica a visita que tinha da enfermeira Jones. Ela até mesmo parecia amigável para Renesmee, porém, a mesma não confiava em mais ninguém. Nem mesmo em si própria ou em sua sombra. A Sra. Jones deixou o seu habitual remédio encima da cômoda, com um copo grande de agua. Renesmee momentaneamente sentiu vontade de jogar aquele copo para longe de si.
– Senhorita, o seu psicólogo entrará em quinze minutos. Quer que lhe ajude a escovar os cabelos? – ela ao menos dignou-se a responde-la. Fechou os olhos aspirando o ar fortemente. De todo o modo, Alice lhe avisou que mandaria um psicólogo para “conversar” com ela. Renesmee ao menos queria conversar com alguém.
Ela não lhe respondeu. Apenas observou quando Sra. Jones deixou o quarto minutos depois do seu grande silencio. Ela não queria falar.
Fechou os olhos, deixando sua alma aflorar como sempre. Mais ela não conseguia. Apenas a escuridão que lhe tomava a cada segundo, parecia puxa-la para o mar de desgraça que era a sua inútil vida.
[...]
Com paços cautelosos caminhou em direção a porta branca. Ele ao menos sabia se aquele era realmente o quarto que deveria está. Depois de três meses longe, finalmente voltou à ativa. Queria ocultar os seus demônios próprios. Ele precisava. Precisava pelo seu irmão. Respirou profundamente antes de por a mão na maçaneta da porta, girando-a em sequencia. A mesma abriu, rangendo no processo. Ele respirou fundo antes de por sua cabeça dentro do quarto.
Uma cabeça estava deitada sobre os braços. Olhou fixamente para a menina que sentada estava sobre a cama. Seus cabelos negros que caíram para frente, mais levantara em um perfeito véu negro sobre o seu rosto. Ele sentia a tristeza emanando do seu corpo para o dele. Seus pelos arrepiaram-se conforme fechou a porta atrás de si.
Quando os olhos azulados encontraram com os dele, sua respiração cessou. Ele não sabia mais quem era. O que era. Apenas sabia que queria curar toda aquela tristeza que dentro daqueles olhos azulados estavam.
Continua...
Notas finais
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N/PrinncyBlack: Concordo amores da minha vida. Acho que o Jake está com sérios problemas assim como a Nessie. Pelo jeito um será a solução do outro. Vamos ver neé? Comentem bbs.
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