Notas iniciais
N/Miss Black: Oi gentee, tudo bem com vocês? * Sabrina Sato, agora * Mais um capitulo para vocês de SAIN! .. Esperamos que gostem ...
N/PrinncyBlack: hahaha Sabrina Sato éeeh foda! Enfim! Espero que v6 gostem! Bora lá lar cambada!

Renesmee sentou sobre a cama, cruzando as pernas. Sabia perfeitamente que sua amizade com Eric, era somente isso. Amizade. Ela não conseguia enxergar nele, alguém por quem poderia se apaixonar um dia. Se é que ela um dia se apaixonaria. Com sua vida caótica e alma traumatizada, não pensava naquilo. Nunca se apaixonou... Não, nunca é uma palavra bem forte. Apaixonou-se sim, apenas uma vez por um menino no primário. Ela ainda estava nas fraudas, pensando em quando se casaria com o seu príncipe encantado. Príncipe esse que era seu primo Alec, filho da sua tia Roselie. Embora ele mais parecesse com seu tio Emmett.


Aspirou o ar com força, deitando, fechando seus olhos logo após. Sua cabeça latejava fortemente. Ela estava cansada. Sentia o vento frio passar pelas janelas, arrepiando seu corpo, porém, não sentiu vontade de levantar e fecha-la. Poderia considerar-se procrastinado afinal, era uma preguiçosa inata.


Repassando os acontecimentos daquele dia, ela percebeu algo diferente. Hoje quando andava pelo pátio, reparou que Jacob a olhava de forma estranha, como se ele a desejasse. E o mais estranho de tudo, foi que ela pegou-se o desejando também. Fora mútuo aquilo, e ela sabia. Antes ela apenas pensava em afastar os homens de si, não queria que alguém a perturbasse, ferisse seus sentimentos, não queria se apaixonar. Sentir como se a cada milésimo de segundo que não passasse ao lado da pessoa, fosse praticamente morrer. Era assim que suas amigas ficava como Claire ficava. Claire... Pensou naquela traidora. Nunca Claire tinha ido a visitar, desde que entrou na faculdade. Já fazia um bom tempo que não a via. Ela que sempre fora a sua melhor amiga, estava demonstrando-se uma amiga da onça.


[...]


Jacob estacionou o carro, na sua vaga da garagem, saindo do mesmo. Deu uma olhada ao redor, e percebeu o quanto já era tarde. No seu prédio todo o estacionamento estava escuro. Completamente escuro.


Andou até o elevador entrado.


Assim que a porta se abriu, caminhou pelo longo e estreito corredor, parando em sua porta. O quanto o número do seu apartamento era perturbador, ou talvez revelasse um pouco de sua alma, afinal, três sequencias do numero seis era considerado algo perturbador não?


Entrou no apartamento, acendendo as luzes da sala. Percebeu que algumas cartas estavam espalhadas pelo chão. Provavelmente o porteiro tinha deixado todas aqui, empurrando por baixo da porta. Recolheu jogando todas encima da mesa da cozinha. Apertou o botão da sua secretária eletrônica, onde indicavam cinco mensagens, caminhando em direção ao banheiro. O som da primeira mensagem veio rápido. Ele reconheceu aquela voz. Sua mãe.

“Jacob meu filho, como foi o dia do seu irmão? Ele se habituou bem? Me ligue quando chegar. Mamãe!”

– Não sabe o quanto ele se habituou bem mãe... – sua voz sairá sarcástica. Retirou sua roupa entrando no box. As mensagens continuaram.

“Hey Jake, cara não sabe quem veio aqui no bar te procurar... É aquela garota mesmo. O que eu digo pra ela cara?”

– Diz que eu morri!


“Você poderia ao menos me responder? Já estou tentando te ligar a vários dias e é sempre a mesma coisa. Jacob me liga de volta!”


– O que a Leah quer? Mais que porra! – entrou no chuveiro gelado, deixando a água congelante deslizar pelo seu corpo. Estava evitando essa vadia há muitos dias. Ela foi apenas uma transa – contratada — assim por dizer. Fora tudo um contrato *SSC. Ela deveria saber.


“Jake estou com saudades. Será que pode me ligar? Você não pode simplesmente me ignorar como se nada tivesse existido entre agente. Me liga ouviu. Lee”.

– Nunca aconteceu nada entre agente. Posso evitar o quanto quiser... – zombou irônico. Todas aquelas mensagens estavam o tirando do sério. Ele nunca fora alguém controlado ao todo.


“Jacob? Sou eu Alice. Desculpa está ligando pra sua casa, mais não consegui falar com você pelo celular. Pode me ligar de volta? Quero saber como Renesmee reagiu ao passeio.”

Renesmee... – Lembrou-se da jovem, desligado o chuveiro. Enrolou uma toalha no corpo, saindo do banho.


Caminhou e direção ao telefone, retornando a chamada de Alice. Ela parecia não está em casa, já que chamou incontáveis vezes e ninguém atendeu. Deveria ser tarde para aquela ligação. Esperaria até a manhã seguinte.


[...]


A manhã amanheceu nublada. Uma densa chuva caia por toda cidade. Jacob reuniu muita força de vontade para enfim levantar da cama. Estava frio também. Caminhou em direção ao banheiro sentindo sua cabeça latejar. Droga tinha tomado toda a garrafa de vinho, e perdido a hora. Provavelmente chegaria atrasado.


Tomou um rápido banho, correndo por toda casa. Nem ao menos teve tempo do seu café da manhã. Com suas chaves saiu da casa, correndo em direção à escada de emergência. Não poderia parar e esperar o elevador.


Chegou ofegante no estacionamento, entrando no carro. Tenho que parar de comer comida pesada no jantar. Repreendeu-se ligando o carro. Sai do estacionamento às pressas. Precisa chegar a tempo recorde na clinica.


[...]


Após abrir seus olhos, Renesmee deu um pulo encima da cama, tamanho seu susto. Do outro lado do quarto, um olhar indiferente lhe era dirigido. Isabella estava ali, de braços cruzados, encarando sua filha.


– Mãe? – sua voz foi morrendo, como se tivesse sido jogada penhasco abaixo. Morrendo no final. Ela não entendia o que Isabella fazia ali, no seu quarto. Nunca a tinha ido visitar – por exigência dela própria – mais não esperava encontra-la ali, ainda não estava pronta para encarar sua “mãe”.


– Não o papa... Olha Renesmee, só vim aqui porque tinha que fazer “média” com as minhas irmãs. Alice estava começando a me encher. Então como eu sou muito “caridosa” vim até a essa espelunca visitar você. Não precisa me contar o que tem feito nem o quanto sente minha falta. Não vai mudar nada. – Renesmee apenas desviou seus olhos dela. Ela não sentia a mínima falta da sua progenitora. Resolveu que iria evitar de chama-la de mãe.


Puxou a coberta para cima, prendendo-a entre seus dedos. Uma forte vontade de calar a boca dela, a invadiu. Não havia pedido a ninguém que sua “progenitora” a visita-se e tão pouco se importava de está ali. Sentiu vontade de gritar para que ela lhe deixa-se porém, Isabella visto que a filha não responderia lhe encarou duvidosa.


– Não vai dizer nada? – instigou com raiva. – Isso tudo que aconteceu com você, é bem feito. Sabe eu não sinto pena de você Renesmee, você matou seu pai, você merece isso. Não deveria reclamar, afinal, se Alice não te colocasse aqui dentro eu te colocaria na rua. Eu sempre fui muito boa para você, e veja o que me fez. – andou até Renesmee, pegando em ambos os ombros da jovem. Renesmee abaixou os olhos, não lhe encarando. Não queria que Isabella visse o quanto fraca, o quanto sensível ela estava. Não queria se lembrar de que ela fora a ultima pessoa que esteve com seu pai, a ultima pessoa que viu o seu sorriso caloroso no seu leito de morte. Seus olhos inundaram e pinicaram sentindo o quão forte foram àquelas palavras. Ela sabia e tinha certeza que não foi à culpada pela morte do pai.


Isabella observando que Renesmee não iria reagir, lhe desferiu um tapa forte no rosto, a jogando do outro lado da cama, contra a parede. Fez Renesmee pensar no porque ela estava ali.


Com a mão esquerda no rosto vermelho pelo tapa, Renesmee a encarou, porém seus olhos nublaram quando atrás de Isabella, ela encontrou aquele conhecido corpo másculo parado a porta. Seus olhos arregalados e surpresos, evidenciando seu espanto perante aquela cena. Isabella seguindo os olhos assustados da filha virou-se dando de cara com Jacob. Rapidamente soltou a menina afastando-se.


– O que está acontecendo aqui? – Jacob entrou no quarto, fechando as portas atrás de si. Andou até onde Renesmee estava, afastando Isabella de perto da jovem. Renesmee viu seus em seus olhos uma fúria que nunca em nenhum momento que esteve perto dele, já tinha visto. Isabella respirava com dificuldades.


– Nada... Nada que seja do seu interesse. Quem é você? – Isabella cruzou ambos os braços contra o peito encarando Jacob assim como ele fazia com ela. Renesmee levantou da cama, ficando atrás do Jacob. Ela não sabia qual seria a próxima reação de ambos.


– Pelo visto... – Jacob coçou o queixo, com um olhar de escarnio. -... Não sabe quem eu sou, afinal, nunca nem ao menos deu as caras aqui. Quem é você? – Isabella momentaneamente ficou sem saber o que falar. Quem ele pensava que era para lhe dizer aquelas coisas?


– Sou a mãe dela. E se vim ou não, não tem nada haver com você! Aposto que deve ser um desses enfermeiros insignificantes estou certa? – Jacob riu com raiva. Deu um paço em direção a Isabella que recuou dois. Renesmee segurou seu antebraço, temendo o que poderia acontecer. Talvez ser insultado daquela forma fora humilhante para ele, entretanto, Jacob fitou com raiva aquela mulher que se dizia a “mãe” dela.


– Enfermeiro insignificante? Acho que não! Fui muito bem pago pra tratar psicologicamente dela. E... Pelo visto acho que você não faz bem ao psicológico dela. – Isabella se afastou rindo. Era só o que me faltava. Pensou com raiva.


– Ah então é psicólogo? Pelo visto contrataram errado. Essa ai precisa de psiquiatra. É louca! – fez um sinal giratório com o dedo, contra sua cabeça. Jacob entendia muito bem aquilo.


– Sai! Cuidarei pessoalmente para que não apareça mais aqui. – Isabella riu mais alto.


– Ai meu Deus, Renesmee... Minha filha, está saindo melhor do que a encomenda hein. Está dando pro gostosão do seu psicóloga? Não acredito! – ela fez teatro, rindo escandalosamente. Jacob não conseguiu evitar, com seus paços largos e fortes andou até Isabella, pegando-a pelo braço. Praticamente a arrastou para o outro lado do quarto, em direção à porta. Abrindo-a empurrou Isabella para fora do quarto.


Renesmee encarava a cena segurando o choro. Merda! Pensou com raiva. Não queria ver Jacob envolvido nos seus problemas, afinal, eram apenas dela. Se sentiu egoísta com aquele sentimento, porém, de nada lhe serviria aquilo. Isabella estava merecendo aquilo.


Do outro lado da porta fechada, Jacob empurrou Isabella com força para longe da porta. Ela quase desequilibrou-se e foi ao chão, porém escorou-se em alguém. Ninguém menos do que Eric, que tinha assistido tudo do lado de fora do quarto. Quando Isabella viu quem fora a pessoa que segurou em seus ombros, desvencilhou-se com nojo.


– Mais o que esse drogado faz aqui? – ela praticamente gritou. Jacob que já estava enfurecido, fechou ambas as mãos em punhos. Eric sentiu vontade de rir.


– O que ela faz aqui Jacob? – Eric perguntou ao irmão. Jacob respirou fundo, controlando-se.


– Ela não faz nada aqui Eric, porque ela já estava indo embora. E tem sua entrada aqui restrita! – Isabella fez-se de desentendida, porém deu de ombros.


– Não queria vir até aqui mesmo. Não irei me importar. – deu as costas para ambos, andando pelo corredor. Vadia! Eric pensou com raiva.


– Deveria contar para a tia dela que a “mãe” esteve aqui, e contar o que vimos! – Jacob lhe dirigiu o seu olhar, indignado.


– E você Eric, o que está fazendo aqui, na ala do quarto dela? – ele estava nervoso e furioso. Não conseguiu evitar o tom hostil em sua voz. Sentia como se tivesse que esmurrar qualquer um que estivesse por perto. Porra, mais que merda. Ele estava com raiva, muita raiva. Não entedia esse seu lado protetor, nunca em nenhum momento da sua vida tinha protegido alguém como fez com ela naquele momento. Reconhecia o fato de Renesmee ser tão reclusa quando se tratava de “abrir-se” para qualquer pessoa. Visando a mãe que tinha, essa era uma reação até cabível.


[...]


– Você está bem? – Ela encarou seus olhos um pouco envergonhada. Não queria realmente que ninguém sentisse pena dela. Ela mesma se sentia um nada por si só.


– Eu estou bem! Obrigada, o que ela faz não me afeta mais. – Jacob ficou intrigado com aquilo. Franziu as sobrancelhas para ela, afinal, como assim ela não se afetava mais?


– Não é nada Jacob. Não precisa...


– Você pode confiar em mim Renesmee? Sabe que pode me contar qualquer coisa. Estou aqui pra isso.


– Eu não... Eu não sei... Eu não posso!


– Claro que pode! – ditou indignado. – Céus o que será que se passa ai nessa sua cabecinha que não pode me contar? – ele parecia confuso, porém não era para menos. Renesmee nunca em hipótese alguma lhe contava algo. O máximo que conseguiu saber foi de um filho que – mesmo que Eric negasse – ela era pra ter.


– Me desculpa Jacob... Eu não consigo... Não fica chateado comigo. Não é você... Sou eu! – Jacob respirou profundamente querendo manter a calma.


– Eu sei... – ele manteve a calma, segurando-se um pouco, porém, segurou ambas as mãos de Renesmee. Seu toque quente contra as mãos pequenas e alvas dela, lhe causou certo arrepio. O que Isabella tinha dito sobre o possível envolvimento dos dois, lhe atiçou de forma que ele nem ao menos sabia como. Todo seu corpo arrepiou e em seus olhos um brilho frenético de luxuria lhe deixou contra a parede. Renesmee sentindo-se intimidada afastou-se dele. Jacob ficou envergonhado. Despedindo-se dela, afastou saindo do quarto. Ele estava indo longe demais.


[...]


– Coitada de Renesmee, ela sofreu tanto... – Jacob encarou o irmão.


– Como assim? – Eric percebeu que tinha dito algo errado, ou melhor, que tinha dito algo que não era para irmão se quer sonhar em pensar.


– Não é nada. Olha Jacob... Er... Como vai a Rebecca? – Jacob mudou seu foco rapidamente. Rebecca ele tinha se lembrado de ver a cunhada, porém não teve tempo.


– Seu estado é instável...


Instável... Quando sair daqui, vou... Visita-la. – Jacob sorriu alegremente para ele, afinal, Eric desde que saiu do hospital, nunca se quer falou sobre a esposa. Estava preso em seu casulo de dor, que nem o menos queria lembrar de que ele havia deixado ela daquela forma, de que ele tinha matado seu filho. De que ele era o único culpado de tudo.



Notas finais
N/ Miss Black: Nossa querida e amada Bella apareceu ... uahua .. Uma fofa essa mulher, tão fofa que podia ser jogada de cima de prédio e morrer!!! ... Não vamos esquecer dos rumos aos 200 ... Queremos mesmo eles .. Beijos!! Prinncy deve zunir por aí daqui a pouco ... Beijos!
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N/PrinncyBlack: ISABELLA VADIA DOS INFERNOS! VOU MATAR VOCÊ SUA COBRA PESSONHETA! AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH NEM ACREDITO QUE EU SOU QUE FAÇO ESSA MULHER! VADIA! VADIA! VADIA!
A Nessie sem graça! kkk Até eu ficaria!