Say All I Need
8 Capitulo VIII
Notas iniciais
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N/PrinncyBlack: Feliz natal pra vocês minhas lindas. Boa leitura e nos vemos lá embaixo!
Renesmee fechou os olhos sentindo os raios de sol chocar-se contra seu rosto com força. Sentia a vitamina D entrando pelos seus poros, e momentaneamente sentiu-se viva. Fazia quase dois meses que Eric estava internado na clinica, saindo algumas vezes para visitar a família, e pela primeira vez realmente fora visitar Rebecca. Jacob estava contente com o avanço do irmão, porém ainda frustrado com algumas atitudes bipolares que o mesmo tinha. Muitas foram às vezes que havia pensado em desistir, porém preferiu manter-se diante daquele dilema, afinal Eric precisava de ajuda assim como ela.
Há duas semanas ele teve uma melhora significativa com a jovem. Surpreendeu quando ela novamente apareceu em sua sala, alegando está sem sono. Provavelmente estaria, entretanto ele não deixou de se sentir intimidado com as revelações que conseguiu arrancar da jovem.
Flash on*
Os papeis encima da mesa pariam cada vez mais confusos. Ele não conseguia distinguir o que realmente havia se passado ali, nem ao menos o tamanho do trauma daquela mulher. Ela em nenhuma hipótese queria conversar com ele e tão pouco vê-lo. Jacob às vezes se perguntava se aquela fora realmente uma boa profissão a se escolher, afinal, as pessoas pareciam ter medo dele, ódio em algumas partes.
Respirou profundamente jogando sua cabeça para trás. Deixou seus olhos fecharem-se descansando. Queria poder pegar suas coisas, e sair daquela sala. Sentia-se sufocada algumas vezes, talvez sair pra tomar uma cerveja com Henry não seja tão ruim assim. Havia recebido o convite há quase três dias, e nenhuma resposta vinda dele. Precisava urgentemente afundar-se em alguma mulher, ele se sentia tenso todas as vezes que sonhava, delirava com a jovem Renesmee, porém não poderia arrumar algo tão rápido, e ele não iria ousar de ligar para Leah, sua “ex” SSC. Aquela mulher poderia lhe arrumar muita dor de cabeça ainda, ele sabia. Assim que pegou o celular em cima da mesa, uma batida na porta lhe roubou a atenção, deixando-o surpreso assim que Renesmee pôs sua cabeça de longos fios negros para dentro da sala. Ele arrumou-se na cadeira, pondo novamente o celular em cima da mesa. Um sorriso brotou em seu rosto, dando a entender para a jovem que ela poderia continuar seu percurso. Renesmee timidamente sorriu algo que Jacob nunca havia visto, e ficou grato de pela primeira vez poder assistir e receber um sorriso tão lindo quanto aquele. Ele estava extasiado.
– Er... Desculpa aparecer assim, mais... – o rapaz a cortou, debruçando-se sobre a mesa, lhe lançou um sorriso calmo, como quem a dissesse que estava tudo bem. – Não consigo dormir. – chegou ao ponto que queria. Jacob percebeu que ela estava mais solta com ele e surpreso por ela não ter ido procurar por Eric. Ele não sabia se era certo vangloriar-se sobre isso, porém não conseguiu esconder seu sorriso ainda mais aberto. – Tudo bem se eu ficar aqui?
– Não vejo problema nisso. – ditou por fim. Renesmee novamente lhe sorriu. Ela sentia-se mais viva. De alguma maneira, desde que Eric apareceu ali ela deixou que seus sorrisos fossem mais freqüentes, porém sentia-se egoísta por apenas dirigi-lo a ele. Jacob também a fazia sentir-se alegre quando estava em sua companhia, e desejou ser mais amena com o rapaz. Quem sabe começar lhe contando o que tanto assombra suas noites?
Jacob percebendo que ela apenas queria “conversar” arrumou sua postura sobre a cadeira, sentando ereto de frente para a jovem. Estava contente por enfim fazê-la sorrir, e ainda mais contente por ela ter vindo lhe procurar. – Precisa de algo Nessie? – ousou em usar seu apelido. Ela mesma já havia lhe pedido que chamasse assim, não teria porque de manter apenas seu nome cordialmente. Sentia que Renesmee queria-o como amigo, mesmo que essa palavra relacionando ambos lhe assustasse.
– Disposto a conversar? – e quase sobre um salto em cima da cadeira, Jacob fitou a jovem. Essa palavra processou rápido em sua mente, parecendo uma corrente elétrica potente em seu subconsciente. Ela quer mesmo conversar?
– Sempre estou afinal essa é a minha profissão. – e novamente ele lhe arrancou um sorriso. Mesmo que simples aquele ato para Renesmee fora tão digno de pena que ela mesma não sabia se deveria ou não sorrir. Optou por ser natural. Agiria como sempre. Não poderia dizer que voltaria a ser a antiga Renesmee Cullen de alguns anos atrás. Não ela não poderia retornar e ser quem ela não era mais. A antiga jovem que ria por qualquer piada sem graça havia morrido com ela naquela noite.
Tentando não relembrar tudo aquilo Renesmee fechou fortemente os olhos, apertando os lábios com força. Ela não queria, nem ao menos poderia. Sentia-se fraca com todas aquelas lembranças e não queria ser mais fraca. Ela apenas queria seguir sua vida. Jacob percebendo que a jovem parecia aflita pensou em voltar atrás. Não queria que ela deixasse de lado o a cumplicidade que ambos estavam tendo ali, naquele momento. Desejava deixá-la leve, mais solta. Seria algo essencial para a recuperação daquela menina mulher. – Não precisa falar se não se sente bem. – ela abriu seus olhos azulados com a voz grossa do psicólogo. Deixou seu olhar perder-se no negro que ele ostentava. De alguma maneira ela se sentia mais viva quando estava assim, tão conectada com apenas um olhar.
– Não tudo bem. – respirou profundamente mantendo a calma. Jacob não iria pressioná-la. Esperou que a jovem tomasse o seu tempo. Ele teria que ir embora há daqui quinze minutos, porém poderia ficar e ouvi-la a noite toda se fosse preciso. – Acho que você sabe que eu estava grávida não é? – Jacob fincou as sobrancelhas. Sentia algo dentro de si parecendo que iria explodir. Inveja do homem que havia tomado-a para si. Balançando a cabeça negativamente ele lhe respondeu. Renesmee mantém sua postura ereta e sem nenhuma expressão em seu rosto. – Eric não lhe disse? – Jacob mordeu o canto dos lábios fortemente. Era um habito quando estava nervoso. Coisa que sempre ocorria quando as pessoas lhe pressionaram. – Fico feliz que ele não tenha quebrado a promessa. – sorriu contente. – Mais é eu estava... – ela não entraria em detalhes de como fora que acabou ficando grávida. Aquilo não era importante por agora. Ela não contaria. – Só que eu acabei perdendo. Na verdade eu não sabia bem se queria ou não aquele bebê só foi descobrir quando minha tia me informou que eu havia perdido.
– E qual foi à conclusão que você chegou? – ele não conseguiu esconder a pergunta. Ela aproximou-se a cadeira da mesa, deixando as pontas dos seus dedos deslizarem pelo metal gelado. Descansou sua cabeça com a palma da mão sustentada pelo cotovelo encima da mesa. Os olhos presos na pilha de papeis não fitaram Jacob como ele desejava.
– Que eu queria é claro... Sempre queremos no final.
– Mais... Er... Porque o perdeu? – ela aspirou o ar com força.
– Digamos que a minha mãe tenha uma grande parcela de culpa. – Claro! Jacob observou. Aquela mulher deveria ter mais do que uma grande parcela de culpa. Ela parecia ser a culpa de tudo que desmorona ao seu redor. Como alguém possa fazer o que ela faz a filha? Era algo que Jacob mais se perguntava. Depois da cena que presenciou no quarto da jovem ele teve a certeza de que aquela mulher era a grande culpada de tudo.
– Grande parcela ou ela toda? – inquiriu duvidoso. Renesmee não queria tocar no assunto “mãe”. Sabia que Jacob havia assistido uma pequena apresentação do circo dos horrores que era sua vida, e Isabella como sempre brilhava em meio a tanta fumaça e angustia. Sem ao menos pensar mudou de assunto.
– Sofri um acidente, e acabei perdendo-o. – Jacob sentia vontade de pegá-la em seus braços, embalá-la como um bebê, cuidar dela se ela ao menos permitisse. Não queria ver a tristeza estampada em seus olhos, tão pouco queria deixá-la ainda mais infeliz com as perguntas absurdas que brotaram em sua cabeça. Quem fora o homem que a teve, como e porque ela havia ido parar ali... Tantas perguntas e nenhumas poderiam ser expressas por agora. Pela primeira vez em quase três meses Renesmee estava se abrindo com ele. – Talvez não da maneira que ele desejava em seu intimo – porém fora de alguma forma bom para ela.
– Entendo... Já conhecia o Eric? – ele não conseguiu esconder a curiosidade de descobrir tudo que havia acontecido entre os dois. Queria descobrir por ela se ambos tiveram algo mais intimo. Confiava no irmão cegamente, porém não poderia arriscar. Renesmee sorriu com a forma que sua amizade com Eric fora firmada. Mesmo que encima de grandes desafios e tristezas ambos sabiam reconhecer a dor do outro. Era uma amizade única que tinham.
– Já. Por incrível que parece estávamos juntos no dia do acidente. – Jacob sentiu sua mão tremer levemente. O que significava juntos? Renesmee percebeu que de alguma forma Jacob poderia ter levado aquilo para algo mais... Intimo. Arrumando suas palavras, tentando demonstrá-lo que entre ela e Eric nunca existiu nada além da amizade. – Não juntos como se fossemos íntimos, quer dizer ele é o meu amigo e mais nada... – Jacob a cortou com um aceno de cabeça. Ele havia tido sua resposta. Pelo que parece nunca existiu nada entre Eric e Renesmee, e ele sentiu-se aliviado por aquilo.
– Não precisa... Explicar! – a jovem lhe sorriu com um aceno de cabeça. Renesmee olhou para o relógio de pulso do rapaz, assustando-se com a hora. Meia noite e vinte. Há quanto tempo estavam conversando afinal?
– Acho que já vou... É quase uma da manhã. – Jacob olhou em seu relógio de pulso amaldiçoando-se por tê-lo naquele momento.
– Está cansada? Se quiser posso acompanhá-la até seu quarto. – Renesmee levantou-se agradecendo pela gentileza. Jacob acompanhou a jovem pelo corredor escuro, passando por diversas portas. Ela sentia uma vontade louca de agarrá-la, de beijar os lábios da jovem como se estivesse apreciando a mais preciosa sede. Merda preciso transar urgente! Pensou estarrecido. Assim que chegou a porta do quarto da jovem, Jacob encostou-se na parede fria ao lado da porta olhando para ela. Renesmee não sabia se deveria ou não agradecer, ou até mesmo lhe dar um abraço. Ela parecia precisar de um abraço. Coisa que nunca deixou que Jacob fizesse. Mesmo que contrariada a jovem aproximou-se dele surpreendendo-o em um abraço apertado. Pela primeira vez Jacob pode sentir o quanto o corpo daquela garota era quente. Céus ele iria enlouquecer com toda aquela proximidade. Fechou os olhos mesmo que rapidamente concentrando no calor dos corpos colados. Renesmee pela primeira vez desde que tinha chegada ali assim que abraçou Jacob sentiu aquele estranho arrepio familiar. Casa.
Assim que se desvencilharam do abraço Jacob não conseguiu segurar-se, pondo uma mecha rebelde do cabelo dela atrás da orelha podendo assim ver melhor seus olhos azuis, que pela luz amarelada do corredor brilhava como se fossem verdes. Renesmee não se surpreendeu com o ato, apenas sorriu-lhe.
– Boa noite. – ele a desejou com um sorriso ainda maior nos lábios. Jacob sentia-se feliz por de alguma forma Renesmee abraçá-lo sentir-se mais livre com ele.
– Boa noite... Ah antes que me esqueça... Obrigada por me ouvir, foi de alguma forma agradável dividir isso com você.
– Não fiz mais do que a minha obrigação Nessie. Quero sempre lhe ouvir, claro quando você quiser, e não precisa sentir-se pressionada a nada. – ela sentiu-se grata.
– Obrigada. Bom eu vou entrar. Durma bem. – e com um ultimo aceno entrou no quarto, fechando a porta. Permaneceu ali por alguns minutos, até sair para a sua sala.
Flash off*
[...]
Jacob desceu do carro após estacioná-lo. Ativou o alarme, guardando as chaves no bolso. De alguma forma sentia-se revigorado pela noite anterior. Não conseguiu poupar-se de aliviar sua tensão no banho, descarregando todo seu estresse em seu punho e membro. Não conseguiu evitar pensar na jovem. Ele de alguma forma estava contente.
Entrando na sua sala Jacob deixou a pasta, ligando a tela do computador deixando-o iniciar sozinho. Ele nem ao menos havia tomado seu café da manhã. A ânsia que tinha em poder reencontrá-la e quem sabe obter mais respostas para as suas indagações internas fora muito maiores do que qualquer necessidade física adquirida. Jacob pensou se Renesmee ainda estaria disposta a conversar com ele, contar-lhe o que tanto lhe assombra. Ele não queria de forma alguma prejudicar a jovem com suas alucinações e perversão ao seu respeito. Escondia aquilo em seu mais profundo intimo afinal nunca ninguém poderia descobrir. Era claro feito água para ele que a desejava. Queria poder amarrá-la na cama, deixando-a atada para suas investidas sexuais. Nunca machucaria a jovem, apenas queria lhe dar e proporcionar prazer.
Sentir aqueles lábios rosados sendo deslizados pelo seu membro duro, completamente excitado. Queria poder aliviar-se sobre a língua dela, deixando-a degustar do seu prazer. Jacob queria muito mais do que apenas uma simples transa. Queria poder ensiná-la de todas as formas como dar e receber prazer. Não pensava em nenhuma outra forma de mostrá-la isso, e desejava-a com uma fome insaciável. Ele sabia que poderia trancar-se no quarto com a jovem e não ter data nem hora para sair. E tão pouco se importava. Desde que ela aceitasse tudo que ele tinha para lhe mostrar estava satisfeito.
Andou pelos corredores de manhã indo em direção a ala onde seu irmão estava. Sua mãe havia lhe pedido para que Eric pudesse passar o final de semana em casa, e Jacob sabia que o mais velho aceitaria na hora. Desde que foi visitar Rebecca no hospital Eric tem demonstrado-se mais compenetrado em melhorar. Não havia mais rejeitado a ajuda que o irmão estava lhe dando, e até mesmo conversando com Jacob sobre os seus sentimentos e indagações internas. Havia lhe confessado que Renesmee tinha passado por traumas grandes demais até mesmo para ele que estava de fora da situação, aguçando ainda mais a curiosidade do psicólogo.
Assim que chegou enfrente a porta do quarto do irmão, Jacob percebeu uma movimentação estranha vindo de dentro. Abriu a porta encontrando com um Eric completamente transtornado, ando de um lado pro outro dentro do quarto. Ele estava furioso, e apertava as mãos com força em punhos. Jacob conhecia bem aquele sinal. Algo havia acontecido.
– Eric? O que aconteceu? – o mais velho encarou Jacob ligeiramente surpreso. Porém fora muito rápido. Voltou a sentir a fúria querendo explodir em seus punhos. E sem pensar mais uma vez socou a parede, tamanha fúria. – Para com isso cara. O que aconteceu?
– VOCÊ TEM QUE IR LÁ! EU VOU MATAR AQUELA MULHER! VADIA! – Eric gritava transtornado. Jacob ficou confuso. De quem ele falava ao final? Deu um paço em direção ao irmão, tentando por fim entender o que ocasionou todo esse descontrole.
– Ir lá aonde Eric? Do que você está falando?
Eric encarou Jacob respirando com dificuldade, era cabível afinal estava nervoso e não conseguia armazenar ar suficiente em seus pulmões nessa situação toda. Ele de alguma forma sentia remorso por não poder ajudar à jovem. O que estaria acontecendo naquele momento no quarto dela? Espero que esteja bem Nessie... Ele desejava do fundo da sua alma que Renesmee estivesse bem. Não queria vê-la sofrendo ainda mais. Era muita covardia. ando as pessoas lhe precionavam. — si. Balanç
– Renesmee... – bastou apenas aquela simples palavra para enfim Jacob entender que algo havia acontecido. Porra! Berrou mentalmente dando as costas para Eric o quão rápido conseguiu. Saiu do quarto deixando tudo para trás. Queria correr o quanto antes. Sentia que algo havia acontecido à jovem, e pelas reações do irmão não fora algo bom de alguma forma. Virando os corredores esbranquiçados, completamente sem vida, Jacob encontrou Alice parada do outro lado, encolhida na parede. Ela parecia está tão transtornada assim como Eric, porém ela chorava compulsivamente. Jacob aproximou-se da mulher e percebeu que a porta do quarto estava fechada. Alguns barulhos de algo sendo quebrado lhe chamaram a atenção. Alice não disse nada, apenas sinalizou com sua cabeça que Jacob poderia entrar. Ele não ofereceu objeção. Abriu a porta do quarto, desviando de um objeto jogado contra a porta em seguida. Dizer que ele ficou surpreso com o estado do local fora pouco. A cama estava revirada com os lençóis rasgados, completamente puídos. Gavetas jogadas ao chão tendo pedaços quebrados em algumas partes. O violão novo que lhe deram estava completamente destruído. Ela estava completamente destruída.
Assim que viu Jacob encolheu-se mais no chão, afastando seu corpo. Não queria ser vista, não queria sentir-se mais intimidada do que já estava. Ela não queria a pena. Parecia que a leveza que estava sentindo há algumas horas atrás pela primeira vez em meses havia deixado seu corpo tão rápido como viera. Sua mente rodava dando voltas e mais voltas. Ao todo ela concluiu que não fora criada para sentir felicidade. Seu destino estava traçado apenas na dor e desilusão.
Jacob sabia que nenhuma palavra precisava ser dita. Ele como ninguém sabia que a jovem sofria, e em um ato de desespero destruiu por completo o quarto. Algo realmente significativo deve lhe ter acontecido. Sentia-se regredindo novamente a estaca zero. Seja o que for, seja quem for, iria realmente conhecer a sua fúria.
Abaixou-se no chão de frente para ela. Não poderia fazer qualquer movimento brusco quiçá impensado. Ele precisava apenas ter calma agora.
– Nessie... – ela não lhe olhou. Em seu rosto completamente banhado pelas lágrimas havia dois olhos fechados por completo com força. Nem ao menos a violência que a jovem teve fora tão deprimente quanto aquilo. Porque nunca ninguém havia lhe contado? Ela não era digna de confiança ao final? Não poderia fazer parte dos segredos mais obscuros da família? Família... Ela tinha uma realmente? Tanta pergunta a entoavam. Renesmee apenas queria sentir-se só. – Renesmee. O que aconteceu? – Jacob aproximou-se ainda mais. A jovem ao contrário do que ele esperava não ofereceu resistência, apenas continuou do mesmo jeito que estava. Parada. Quieta. Sem nada dizer.
Jacob percebeu que ela não diria nada. Percebeu que algo ligava Isabella a isso. O que aquela mulher disse para ela que havia deixado-a tão transtornada? Porque tudo a deixava abalada dessa forma desesperadora? – Não precisa dizer nada... – ele por fim aproximou-se mais, abraçando-a no final. Ela ficou surpresa é claro. Pensou em resistir, porém desistiu. O que mais precisava era de um abraço como aquele. Reconhecia que havia sido injusta com Alice quando a expulsou do quarto, entretanto ela precisava ficar sozinha. Não sentia a confiança que antes sentirá. Alice mesmo que inconscientemente havia lhe escondido coisas. Talvez seja para sua própria proteção, mais no momento de fúria só conseguia pensar na traição que tivera.
Jacob sentiu uma pontada profunda em seu peito. Parecia sentir a dor dela.
Notas finais
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N/PrinncyBlack: Então amores o que acharam? Bella odeio essa mulher! Ook vamos fazer uma coisa... Quem quer a Bella cascuda estribuchada no chão levanta a mão!
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