Say All I Need
5 Capítulo V
Notas iniciais
Hey amoras! Aqui estamos com mais um caps. Quarta feira, dia 05 de dezembro... Faltam alguns dias pro fim do mundo ahhhhhhhhhhhhhh brincadeirinha. Espero que gostem desse caps, e se deliciem com essas "alucinações do Jake"
Esse caps vai servir para esclarecer MUITA coisa que ficou confusa pra vocês! kkkk
BOA LEITURA!
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N/Miss: Uma rápida passada para agradecer a recomendação da leitora Sara Black, obrigada mesmo linda!
Esse caps vai servir para esclarecer MUITA coisa que ficou confusa pra vocês! kkkk
BOA LEITURA!
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N/Miss: Uma rápida passada para agradecer a recomendação da leitora Sara Black, obrigada mesmo linda!
O taxi parou enfrente a uma enorme e luxuosa casa. Jacob pagou o taxista, puxando seu irmão, que lutava com todas as forças para não entrar naquela propriedade. Eric se lembrava de cada detalhe daquele dia tórrido e sofrido não somente para ele, mais como toda a sua família.
– Esquece Jacob. Não vou entrar! – ditou firme, porém com seus olhos marejados. Jacob não se daria por vencido, afinal, era ele, o seu irmão mais novo, do qual sempre se espelhou em Eric, e o maior sabia disso. Mais não conseguia, mesmo que tentasse, ele não conseguiria entrar naquela casa onde foi tão feliz, e tão triste. Jacob deu um passo vacilante em direção ao seu irmão, porém não conseguiu conter-se. Um abraço forte, reprimido pela saudade e perda. Ambos sempre foram muito ligados. Porém quando Eric acidentalmente “morreu” todos ficaram absortos em suas rotinas diárias. Jacob foi um deles. Não conseguia concentrar-se no seu trabalho, não conseguia mais olhar a vida com a mesma seriedade de há tempos. Ele não era mais o mesmo. Eric além de ser seu único irmão, fora sempre seu melhor amigo. Nunca em nenhuma hipótese, se separavam. Sua mãe costumava dizer que Eric mais parecia um pai para Jacob, do que o próprio Billy que havia partido há quase seis anos. A separação dos seus pais fora algo que não somente Jacob sentiu muito, mais como o próprio Eric. Ele lembrava-se que sempre que estava triste, e cabisbaixo. Eric logo tratava de deixa-lo animado, alegando que a vida era apenas uma, e que deveriam viver cada momento dela.– Senti sua falta irmão! – Jacob desabafou não conseguindo conter suas lágrimas. Ele não era um homem que chorava sempre. Ele nunca chorava para esclarecer. Entretanto, não conseguiu conter-se. Eric manteve-se sólido. Não expressou qualquer reação, afinal, ainda achava que estava sendo um estorvo para seu irmão. Ele não queria que o encontra-se. Ele queria apenas viver só, com os demônios da sua alma, e Jacob conseguia reconhecer esse seu desejo claramente. Conseguia enxergar nos olhos de Eric, o mesmo abismo que encontrava nos olhos dela. Nos olhos de Renesmee. Ambos sofriam por uma perda relativamente devastadora. Jacob deu um passo para longe, segurando nos ombros largos do irmão. Encarou seu rosto, que permanecia sério. – Pelo menos, diga a nossa mãe que está bem. Ela vai ficar feliz em saber que você está vivo e a salvo. Nosso pai até mesmo voltou para ficar com ela, quando você sumiu! – Eric lhe encarou pasmo. Jacob sabia que era uma novidade e tanto, para ele descobrir que os seus pais estavam “juntos” novamente, após anos separados. – O que diz? Eles voltaram? – sua voz estava rouca, como quem queria poder socar algo. Jacob não conseguiu identificar o tom hostil em sua voz. O que se passava provavelmente em sua cabeça. Eric não estava acreditando naquilo. Depois de tudo que seu pai fez, ele ainda teve a cara de pau, de voltar pra casa, como se nada tivesse acontecido. Intrigou-se por Jacob ter aceitado isso assim, tão rápido. – Sim, eles voltaram Eric. Vem, vamos entrar. – dessa vez Eric não ofereceu resistência. Queria ver até a aonde a cara de pau do seu pai iria. Era mesmo um canalha. Sua mãe nunca descobriu o motivo que levou Billy a querer sair de casa, porém ele sabia, apenas ele sabia. No alto da escadaria, uma mulher aparentando seus cinquenta anos, desceu correndo. Ela estava emocionada, pois finalmente seu filho estava em casa. Desacreditada de sua morte, todo esse tempo, ela nunca se deixou abater como todos da família. Sabia que seu filho estava vivo, em seu íntimo ela sempre soube. Seus braços finos rodearam o corpo másculo dele. Eric não podia prever essa reação vinda dela – ou podia – porém lhe abraçou fortemente. “Casa” Pensou após sentir o aconchego dos braços quentes de sua mãe. Como ele sentia falta daquilo. Jacob apenas observava a cena assim como seu pai Billy que descia as escadas com lentidão. – Onde ele estava? – perguntou ao filho após aproximar-se. Jacob encarou seu pai, que parecia aliviado, mais ao mesmo tempo... Tenso de alguma forma. Ele sabia como ninguém avaliar as expressões alheias. Fora treinado para isso. Havia estudado para isso. – Em um beco no centro. Eric não queria ser achado. – suas palavras eram sussurradas. Ele sabia como ninguém, que aquele assunto, não era positivo. Não para Eric. [...]Bateu na porta, antes de entrar. Um simples e sussurrado “entra” ecoou pelos seus ouvidos. Ela parecia abatida de alguma forma. Como sempre...Entrou no quarto, fechando a porta atrás de si. Seus olhos caíram sobre a menina que estava sobre a cama. Renesmee enrolada em cobertor azulado mantinha-se totalmente coberta. Seu rosto estava vermelho, e seus olhos fundos. Mais abatida que o normal. Pensou após analisa-la. – Sente-se bem? – caminhou em direção à cama. Ela estava cansada. Seu corpo todo doía, enquanto sua garganta ardia fortemente, em sincronia com sua cabeça que latejava. Seu nariz escorria em uma crise de espirros e tossidos. Droga estava doente! Ela apenas manejou sua cabeça positivamente. Jacob ousou em tocar sua testa, quente como o inferno. Ela estava queimando em febre, e sua tremedeira aumentava gradativamente, conforme a rajada de vento entrava pela janela. Seus olhos azuis, agora se encontravam mais escuros. Ele não achou seu “abrigo” dentro daquela imensidão azulada que sempre sonhava. – Você não está bem. Está queimando em febre. Vou chamar alguém da enfermaria. Como deixam você ficar doente? – ele estava atordoado. Jacob nunca esteve em situação semelhante, afinal, todos os seus pacientes ele procurava manter o nível profissional, entretanto, com ela ele não sentia essa necessidade. Queria desvendar todos os seus medos e tormentos. Queria conhecer mais dela. Sem que Renesmee pudesse ao menos dizer algo, ele saiu porta a fora.
Fechou seus olhos, sentindo-se tremer levemente. Não estava bem, sabia disso, porém não tomaria todos os remédios impostos e nem queria preocupar alguém. Sentia-se inútil por de certa maneira está causando esse desconforto em Jacob. Sabia reconhecer que ele sempre fora amigável, e compreensível em suas consultas, até mesmo galanteador – ela imaginava – para com ela. Dispensando aqueles pensamentos, Renesmee concentrou-se em tentar adormecer. Ela não queria se enganada mais uma vez, não queria fugir da sua realidade novamente. Tudo isso, uma vez lhe custou muito caro. [...]Seus olhos abriram quando ouviu vozes ao seu lado. Uma voz rouca estava sentada bem ao seu lado, enquanto uma mão quente lhe acariciava os cabelos. Porém ela não teve forças suficientes para mantê-los abertos. Tudo ainda estava turvo. – Queria saber como ela pegou essa virose? Certamente foi por não comer, ou algo parecido. Renesmee tem ficado em estado vegetativo. – conseguia reconhecer a voz de sua tia ao fundo. Alice... – Não sei senhorita Cullen. A Srta. Renesmee me parecia bem ontem. – Sra. Jones alegou firme. Ela parecia bem até mesmo para si própria. – Mais ela não está! Temo em dizer que isso seja psicológico, embora estejamos avançando nas consultas. – Jacob! Todo seu corpo tremeu, quando ela ouviu sua voz. Alice que mantinha sua mão na testa da sobrinha, percebeu seu arrepiar. – Ela está acordando... Deixei-nos sozinhas, por favor. – Alice pediu, quando enfim Renesmee abriu os olhos. Jacob de alguma forma se sentiu intimidado, por deixa-la sozinha. Não queria que ela sentir-se só, porém acatou o que sua tia havia lhe pedido. As deixaria sozinha. – Tudo bem Alice. Qualquer coisa chame! – Jacob avisou antes de sair. Deixou o quarto da jovem, andando pelo corredor. Ele não sabia aquela necessidade que tinha de está por perto. Não sabia o porquê ele tinha que ficar por perto. [...]– Está melhor meu anjo? – Renesmee sentou-se sobre a cama, olhando para sua tia. Ela sentiu uma súbita vontade de perguntar como sua mãe estava. Não podia negar o fato do laço maternal, ainda a envolver. Talvez nunca perdoasse sua mãe, porém, ainda assim ela era sua progenitora. Alguém que com o tempo, perdeu o sentindo da vida. – Estou sim Alice. Obrigada por está aqui. Não se preocupe comigo. – sua garganta ainda ardia. Alice segurou a vontade de pergunta-la se estava conseguindo interagir com seu psicólogo. Visto que Jacob disse que ambos estavam “se dando bem”. – Como não se preocupar com você? Renesmee você é minha sobrinha. Te amo como minha filha. Estarei sempre preocupada com você! Pensei que soubesse sobre isso Renesmee! – avisou sua tia indignada. Renesmee não queria isso. Droga! Não queria ofender Alice.– Desculpa Alice... – Tudo bem. Olha como você está aqui dentro? E as consultas com Jacob? Como estão? – suspirou pesadamente, lembrando-se de que certamente ela estava sabendo de tudo que ocorria com ela e suas consultas. Jacob devia informa-la certamente. – Indo... Jacob é... Compreensivo. – sussurrou, ouvindo duas batidas tímidas na porta. Ambas olharam para Roselie que entrava no quarto tímida. Alice ficou surpresa, afinal, Roselie nunca tinha visitado Renesmee desde que a sobrinha fora internada. – Roselie, mais o que...– Oi Nessie. Pensei em passar aqui pra ver como você estava. Vim em uma boa hora? – Renesmee não sabia bem o que responder. Sua tia Roselie sempre fora muito amável, e sempre a deu muito amor e carinho, diferente de sua mãe. Porém, quando a noticia de que Renesmee estava com problemas veio à tona, ela fora a primeira a concordar em internar Renesmee em uma clinica. – Não tudo bem! – Roselie aproximou-se sentando-se ao lado da irmã. De certa forma, aquelas visitas tinham deixado Renesmee mais “animada”. [...]– Está melhor? – Jacob sentou-se ao seu lado. Renesmee ergueu seus olhos, fitando-o por um breve momento. É! Ela se sentia melhor. – Sim! – sua voz saiu grave. Jacob manteve seu sorriso tranquilizador. – Fico mais aliviado. Você estava pelando. Fiquei preocupado. – ela sabia que era apenas por ele ser seu médico. Por querer o bem dela, de certa forma, e não poderia trata-lo com indiferença. Pela primeira vez, se viu imaginando ser feliz. – Eu não sei o que aconteceu. – Jacob sentiu-se contente, por ela responder todas as suas perguntas, e — pelo menos hoje – está mais disposta. Sorriu ainda mais. – Sabe que pode contar comigo para qualquer coisa Renesmee, não precisa hesitar! – Nessie... – ele ficou visivelmente confuso. Ela sorriu por dentro. – Me chame de Nessie. – Jacob ficou mais contente. – Nessie... Bonito nome. Quem lhe deu? – ele tentou ali, conversar com ela pela primeira vez. Ela sentia-se mais confortável também, mais não iria expor os seus demônios próprios por agora. – Meu pai, quando eu nasci ele me deu esse apelido. Dizia que eu parecia um monstrinho, porém sempre fui dócil e bonitinha. Como o monstro! – Jacob segurou a vontade de rir. Ele não poderia. – Tenho certeza que sim. Porém o seu apelido não faz jus a sua... Beleza! – Droga! Praguejou mentalmente quando percebeu que tinha flertado com ela. Pela primeira vez viu Renesmee corada, ao perceber o “elogio”. – Talvez... – deu de ombros, puxando a coberta um pouco para cima do seu corpo. – Bom, acho que por hoje, você deve está cansada. Amanhã nos vemos! – se levantou após. Renesmee ainda assim meio relutante concordou. Jacob seguiu em direção à porta, dando-lhe um aceno antes de sair. Como você é estupido Jacob![...]Fechou seus olhos tendo a imagem dela – novamente – em sua cabeça. Trajava apenas de um salto alto, uma calcinha preta de renda, e seus seios completamente livres para ele. Mãos atadas às costas, presas por uma algema apertada. Ela não se livraria tão facilmente. Jacob caminhou em sua direção como um felino. Estava completamente vestido, retirando sua gravata. Segurando em abas as pontas, a colocou nos olhos dela. Renesmee estava completamente vendada. Amarrou a gravata, deixando-a sem saber o que ele faria a seguir. Rodeou seu corpo nu, ficando em sua frente. Os lábios inchados, e vermelhos pareciam ainda mais atrativos. Jacob passou seu polegar por ele, abrindo os lábios dela, pós seu dedo dentro da sua boca quente. – Chupe! – ordenou recebendo algumas sugadas em seu dedo, ficando completamente molhado. Jacob estava excitado, muito excitado. Quando enfim, ajoelhou em sua frente, ousou em passar sua mão pelo corpo dela. A jovem não conseguiu segurar o arrepio que surgiu em seguida. Jacob deslizou sua mão, pela barriga, terminando em sua coxa esquerda. Deu um beijo molhado, seguido por uma lambida em seu pescoço desnudo. A sua pele macia lhe deixava maluco. Ela fazia exatamente tudo que ele mandava. Após chupar seus dedos, sentiu quando Jacob deslizou seus dedos da mão livre, por dentro da sua calcinha de renda, que ele mesmo havia escolhido a dedo. Gostava de como a renda negra ficava sobre a pele alva dela. Os dedos longos entraram na calcinha da jovem. Ela conteve o gemido. Sabia que ele adorava quando ela gemia, porém não poderia gemer agora, não até ele mandar. Jacob sentia o quanto ela estava excitada, completamente e totalmente molhada. Ele gostava do cheiro e do seu gosto. Gostava de como ela ficava quando estava com ele, das reações que fazia em seu corpo. – Só irá gozar Renesmee, quando eu mandar... Entendeu? – sua voz era rouca, e visivelmente carregada de excitação. Ela se inundou ainda mais. – Sim senhor! Por favor... – suplicou mordendo os lábios inchados. – Isso... – Jacob! – ouviu sua voz sendo chamada na porta. Sua surpresa foi tão grande, que quase caiu da cadeira. Alice lhe espiava, há bastante tempo. Ela não entendia o porquê dele está de olhos fechados, e ambos os punhos fechados fortemente. – Você está bem? – ela perguntou preocupada. – Es-estou sim! – sentou-se na cadeira desconfortável. Merda! Mais uma de suas alucinações com a jovem e sedutora – embora não propositalmente – Renesmee Cullen. – Ah eu queria saber... Amanhã você irá conversar com ela certo? – perguntou aproximando-se da mesa. Jacob ficou curioso. – Sim! Porque da pergunta? – Seria demais se você a leva-se para dar uma volta. Desde que chegou ela não sai do quarto. – ele sentiu vontade de dizer que Renesmee já tinha estado ali, naquela sala, porém preferiu ficar calado, e escutar tudo que Alice tinha a dizer. – Mais entenderei se não quiser. Posso deixar uma autorização para que ela saia daqui para um almoço ou jantar quem sabe... – tentou
– Olha Alice, por mim tudo bem. Mais não sei se ela irá aceitar isso. – Não se preocupe. Disso eu cuido. – sorriu dando-lhe as costas e saindo praticamente saltitante da sala. Ela era espevitada. Jacob arrumou sua ereção que era prensada contra o tecido grosso da calça jeans. Droga realmente essa garota mexe comigo!
Notas finais
N/PrinncyBlack: Esse Jake parece que está cada vez mais perdido no que aparentamente sente pela jovem. O que seria mesmo? Hum... Atração? Não sei! E a Roselie? Será que bateu aquele arrependimento? Tomara! Louca pra ver Isabella no lugar que ela merece! Vadia dos infernos! Rum! QUEM GOSTOU DESSE SPOILER DO JAKE LEVANTA A MÃO! o/ kkkkk #morrieu escrevendo. Mais é isso. Um beijão e comentem PLIS!
AHHHHHHHHHHHHH Não poderia esquecer da campanha que eu e a Miss resolvemos fazer. kkkk Rumo aos 200 reviews. Espero que vocês nos ajudem!
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N/Miss Black: Prinncy disse tudo, campanha rumo aos 200 reviews, e sabemos ser más *risadamaligna* .. Espero que tenha gostado, e Jake meu tudo, vem que eu lhe curo!!!!! Beijos!
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