Save Me

29 First day


Notas iniciais
OBRIGADA PELOS 500 COMENTÁRIOS GENTEEEEEEE vcs n imaginam como me deixa feliz ver que vcs comentam, vcs comentarem me incentiva a escrever mais e mais rápido! Bom gente, como eu já disse na fic, o Edward vai ficar com a Bella por 4 dias, estão eu vou fazer um capítulo pra cada dia, o que vai deixar os capítulos mais curtos. No capítulo 32 vocês vão saber qual vai ser o fim do Edward, se ele vai morrer ou viver. Estou pensando em colocar os capítulos dos dias que o Edward vai ficar na casa da Bella, um por dia, mas isso vai depender do quanto vcs comentarem (: Se tiverem BASTANTE comentários, os capítulos 29, 30 e 31 vão ser postados na terça, quarta e quinta, respectivamente. ;) enfim, obrigada por comentarem e espero q comentem MUIIITO. aproveitem o cap e boa leitura ;) Queria dedicar essa capítulo á minhas leitoras: @shayneferreira , @RobstenManiacas , @TwilightMyLove , @smilekstewart . Obrigada por comentarem e por me incentivarem á escrever. Vocês elogiarem minha fic me deixa mt feli

Edward's POV


Acordei cedo. Na verdade não dormi muito a noite toda, apesar de me sentir melhor do que nunca. Isso tudo era quase como uma mentira, eu era um mentiroso. Contar á Bella meus planos deveria ser a primeira coisa que eu faria, porém, não queria estragar nossos últimos momentos juntos com tantas lágrimas e lamentações.

Olhei no relógio e eram 9h da manhã. Bella dormia como um anjo em meus braços. Era tão bom tê-la assim novamente, se eu pudesse nunca deixaria essa cama. Acariciei-lhe os cabelos e senti ela se mexer em cima de mim.
Bella me abraçou forte depois apoiou a cabeça em meu peito, me encarando com os lindos olhos chocolate que eu tanto amava. Ela sorriu pra mim, o sorriso mais lindo do mundo. Ela era tão linda de manhã.
– Bom dia amor. — ela me disse sorrindo.
– Bom dia meu anjo. — acariciei a bochecha dela depois me inclinei para beijar-lhe a testa, ela sorriu. — Te acordei?
– Não, eu já estava meio que acordada. — ela franziu o nariz fazendo uma cara fofa. — É tão bom acordar e ver você. — Bella acariciou meu rosto. — Eu sei de uma pessoa que vai ficar tão feliz quanto eu em te ver...
– Minha filhota? Também estou morrendo de saudades dela. — sorri e ela sorriu pra mim.
– Então vamos, vamos tomar banho. — Bella se levantou da cama e seu corpo nu fazia um contraste maravilhoso com a luz do sol que entrava pela janela. Ela estendeu a mão pra mim e eu apenas fiquei observando-a, guardando a imagem dela em meu cérebro. Olhei ela de cima abaixo então a vi corar. Sentia tanta falta daquilo.
Peguei em sua mão e me levantei da cama. Tomamos banhos juntos, onde mais uma vez fizemos amor.
Nos trocamos e descemos até a cozinha, Renesmee já estava tomando café com Renée e o marido.
– Vovó, eu quero bolo! — ouvi ela dizer manhosa. Ouvir a voz dela me fez sorrir. Bella entrou na cozinha primeiro e eu fiquei escondido no batente da porta.
– Bom dia minha princesinha.
– Bom dia mamãe.
– Filha, tem uma pessoa que veio aqui pra ver você sabe, ele estava com muitas saudades...
– Quem é mãe?
– Sou eu filha. — entrei na cozinha de braços abertos e com um sorriso enorme nos lábios. Ver Renesmee de novo, minha pequena. Renesmee abriu a boca em um 'O' assim como Bella havia feito quando me viu, elas eram tão parecidas que era extremamente fofo.
– PAPAI!! — Minha pequena desceu do banco rapidamente e veio ao meu encontro o um sorriso maior do mundo. Ela abriu os pequenos bracinhos e veio até mim. A peguei no colo e ela me abraçou tão forte que poderia me amassar. A abracei na mesma intensidade e a rodei pela cozinha. Renesmee riu e o som de sua risada me fez rir também, estava tão feliz em vê-la. — Que saudade papai. — Ela colocou as pequenas mãozinhas em meu rosto e olhou pra mim. Ela estava chorando e tinha um sorriso lindo no rosto.
– Meu anjo, papai sentiu saudade também. — beijei a bochecha dela e limpei suas lágrimas. — Você está linda. E cresceu bastante! — apertei o nariz dela fazendo-a rir.

– Você viu pai, eu já to bem gigante. — ela disse orgulhosa de si mesma. – A mamãe marca todo mês o quanto que eu cresci. — ela apontou para parede da cozinha, sorrindo.

– Quer dizer que minha garotinha está crescendo é? Não está namorado, está? — perguntei preocupado.

– O único homem da minha vida é você papai. — ela me abraçou.

– Fico feliz em ouvir isso filha, pense assim até fizer 30 anos ok. — Renée e Bella riram e eu abracei Renesmee.

– Mamãe, vamos ao parque hoje? — Renesmee desceu do meu colo e foi até Bella, me apressei pra dizer.

– Filha, hoje o papai quer levar sua mãe pra sair, tudo bem? Prometo que amanhã te levamos pra passear.

– Vamos poder levar o Bear?

– Claro que sim anjo. — sorri pra ela.

– Então tá bom. Vou acordar o tio Jacob pra ele brincar comigo. — ela saiu correndo em direção ao quarto de Jacob.

– Nós vamos sair? — Bella me perguntou desconfiada. Fui até ela e abracei pela cintura.

– Vá se arrumar amor. — beijei a testa dela. Bella sorriu, se soltou de mim e saiu da cozinha.

– Renée, preciso da sua ajuda.

– O que precisa querido? — ela perguntou sorrindo. Seria um dia inesquecível.

Bella's POV

Saí da cozinha e subi as escadas correndo como uma adolescente em seu primeiro encontro. Edward me fazia sentir assim, uma adolescente boba e apaixonada.

Estava tão feliz com ele de volta, com nós dois tendo nossos momentos especiais novamente. Queria saber como Leah estava, como andava o processo da doação do órgão, se ela estava bem, mas ao mesmo tempo não queria estragar o momento. Edward parecia tão feliz, e nem havia tocado no assunto da irmã comigo. Talvez o passeio de hoje fosse pra isso, pra me contar como andavam as coisas.

Coloquei um vestido florido e uma sapatinha. Arrumei meus cabelos, passei um rímel e um batom.

Peguei minha bolsa e saí correndo de volta pra cozinha. Minha mãe estava lá sozinha.

– Cadê o Edward? — perguntei.

– Está lá fora te esperando. — ela disse com um sorriso. Sorri de volta e saí correndo de casa.

Ele estava encostado no carro com uma calça jeans, uma blusa azul clara e segurando o casaco jeans. Seus cabelos estavam lindamente bagunçados e ele tinha um sorriso maravilhoso nos lábios. Fui até o encontro dele.

– Senhorita... — ele pegou minha mão e beijou a costa da mesma.

– Senhor... — Segurei nos dois lados do meu vestido e me abaixei um pouco, o cumprimentando, como nos filmes antigos. Sorrimos um para o outro.

– Vai me dizer aonde vamos? — perguntei curiosa.

– Não. — ele disse brincalhão. — E a propósito, — ele parou atrás de mim. — Você está linda, acho que deliciosa é a palavra. — Ele sussurrou no meu ouvido, me fazendo arrepiar. Edward tapou meus olhos com um pano.

– O que é isso? — disse, segurando suas mãos.

– Você não vai ver aonde estamos indo, é uma surpresa. — já não enxergava mais nada. — Vamos... — Ele pegou minha mão e me conduziu até a porta do carro, abrindo a mesma e me ajudando a entrar. Edward colocou meu sinto e fechou a porta do carro. Depois de um tempo ouvi a porta dele se abrir e se fecha em seguida. Ouvi ele colocando o sinto e ligando o carro.

– Isso é mesmo necessário? — disse, tocando a venda.

– Claro que é. Você é muito curiosa, e se eu não disser aonde estamos indo você é capaz de procurar no GPS. — ele riu. — Por isso a venda, é uma surpresa. — Quase pude ouvir ele sorrindo.

O caminho parecia ser um tanto quanto longo. O carro estava silencioso. Era engraçado, com meus olhos fechados eu podia ouvir tudo muito melhor, acho que tem haver com aquela coisa de que quando você perde um dos seus sentidos todos os outros ficam mais aguçados, eu podia ouvir quase tudo perfeitamente.

Estávamos os dois em silêncio. Mas era um silêncio bom, não aquele que incomoda e te obriga a ficar pensando em algo pra dizer sabe? Era a paz.

– A gente já chegou? — perguntei impaciente. Eu estava muito curiosa.

– Ainda não. — ele disse.

Mais alguns minutos se passaram e eu estava ficando impaciente, queria chegar logo e tirar esse pano da minha cara.

– A gente já chegou? — perguntei de novo.

– Amor você parece o burro do Shrek. — ele riu. — Estamos quase lá.

Era tão fofo vê-lo fazendo essas coisas pra mim. Apesar de não gostar nada de estar vendada, era lindo ver ele sendo romântico comigo, querendo me fazer uma surpresa, planejando coisas pra nós.

Senti a carro parando e ouvi ele desligar o motor.

Ouvi a porta de Edward abrir e fechar. Tateei o meio do carro e achei o botão do meu cinto, soltando o mesmo. Logo depois minha porta se abriu e Edward me ajudou a sair, fechando a mesma em seguida.

– Espere aqui, eu já volto. Não se mexa e nem ouse espiar. — ele beijou minha testa e saiu. Ouvi a porta do porta-malas abrir e fechar e logo em seguida Edward estava do meu lado segurando minha mão.

Começamos a andar em linha reta. O caminho era meio complicado, pareciam pedras, com certeza não era nada asfaltado ou algum tipo de piso. Andamos por uns 5 minutos. O cheiro das flores era maravilhoso. Edward parou me fazendo parar do seu lado, eu pude ouvir o som da água e sentir o cheiro da grama, era tão bom.

– Chegamos. — ele soltou minha venda e eu vi o paraíso.

Era uma imensidão verde. Era maravilhoso. Havia um enorme campo com diversas flores e uma cachoeira com várias pedras em volta. Tinha muita grama, árvores, era possível ouvir o canto dos pássaros e ver as borboletas ali, era como num conto de fadas. Estávamos parados em uma pedra e tinha um pequeno rio que nos separava do paraíso. Era maravilhoso.

– Gostou? — ele perguntou sorrindo.

– Se eu gostei? Edward eu amei, é maravilhoso! Obrigada. — sorri pra ele e voltei a admirar a paisagem.

– E tem mais uma surpresa... — ele se virou e pegou uma cesta no chão. — Sua mãe me ajudou a fazer nossa comida para um piquenique. — ele sorriu orgulhoso.

– Amor isso é lindo, obrigada. — Meus olhos estavam cheios de lágrimas. O abracei.

– Como todo bom filme romântico dos anos 80... — Edward se soltou do abraço e tirou o casaco dos ombros, colocando-o em cima do pequeno rio em nossa frente. — Senhorita, por favor, ande por cima de meu casaco e não suje seus lindos sapatos. — ele disse com uma voz diferente e engraçada, me fazendo sorrir.

– Oh meu Deus, que gentileza. — disse com uma voz diferente também. — Estou honrada! — Coloquei a mão no peito, ainda falando com uma voz diferente. Edward riu.

Passei por cima do casaco e parei na pedra do outro lado, na entrada do paraíso.

Edward pegou o casaco e passou do meu lado.

– Que lugar é esse?

– É um parque. Na verdade é uma reserva ambiental aberta para o público, é muito bonito.

– É maravilhoso. — disse sorrindo. Edward pegou minha mão e caminhamos até uma árvore enorme que ficava á uns 8 metros da cachoeira.

Ele tirou uma toalha quadriculado da cesta e o estendeu no chão. Edward fez menção para que eu me sentasse então o fiz, ele se sentou em seguida.

– Vamos ver o que temos aqui... — Abri a cesta e comecei a mexer na mesma. Edward se levantou da toalha e foi andar pelo campo.

Tirei os dois pratos e as taças de dentro da cesta, arrumando-as em cima do pano. Depois tirei o vinho, os potes com sanduíches e bolachas e os saquinhos de balas fini. Tinha que agradecer minha mãe por aquilo depois.

Me levantei da toalha e coloquei a jaqueta de Edward na árvore, para que a mesma secasse.

O dia estava maravilhoso. Me sentei na grama e comecei a observar todo o campo. O sol batia na cachoeira, fazendo a água brilhar. O cheiro de flores era inebriante, delicioso. Fechei meus olhos e senti o calor do sol me aquecer, o vento em meu rosto, o cheiro das flores, isso tudo era a paz, e eu não me sentia assim á muito tempo.

Era lindo tudo o que ele havia feito. A surpresa, o piquenique, esse lugar mágico. Sorri sozinha lembrando que eu tinha o homem mais perfeito do mundo ao meu lado.

Senti algo tapar o sol em meu rosto e abri os olhos. Edward estava olhando pra mim, ele carregava algo nas costas.

– O que tem ai? — me levantei do chão, ficando de frente pra ele.

– Vem aqui ver. — ele disse travesso. Fui até ele e estiquei meu braço até suas costas. Edward se virou, impedindo-me de ver o que tinha ali. Continuamos nessa por mais algum tempo. Sempre que eu tentava pegar o que havia em suas costas ele se distanciava andando pra trás ou mudando de posição.

– Deixa eu ver o que é! — pedi como uma criança mimada.

– Você fica linda bravinha meu gnomo. — ele riu da minha cara.

– Seu chato. — fiz um grande bico. Cruzei meus braços e fiquei parada com cara de brava na frente dele.

– Não ta muito grandinha pra fazer bico não sua boba? — com uma mão ele me abraçou pela cintura, me colocando mais perto do seu corpo. Edward colocou os lábios nos meus rapidamente, mordendo meu lábio inferior em seguida.

Ele tirou a outra mão das costas, mostrando as flores que haviam ali.

– São pra mim? — perguntei toda boba. Que lindo, ele tinha ido colher flores pra mim!

– Não, é pra Victoria, ela esta vindo nos visitar então... — ele disse sério.

– Hmmm... — mordi minha bochecha e virei a cara. Ele foi pegar flores pra amiga dele num encontro comigo? Qual é!

Edward começou a beijar meu rosto todo, não pude não rir.

– Claro que são pra você sua boba. Achou mesmo que eu iria colher flores pra alguém que não fosse o amor da minha vida? — ele disse me olhando. — Eu te amo Bella. — ele colocou uma mexa do meu cabelo atrás de minha orelha e me beijou em seguida.

Comemos quase tudo da cesta de piquenique e bebemos quase todo o vinho.

No fim da tarde assistimos o por do sol abraçados. Edward encostado na árvore e eu no meio de suas pernas.

Era tão bom tê-lo ali novamente, nunca mais o deixaria ir embora.

Edward's POV

Foi uma dos dias mais maravilhosos de minha vida. Sentia tanta falta de Bella, de tê-la perto novamente. Nosso dia havia sido tão especial. Tentei não pensar que em três dia isso não iria existir mais, mas era inevitável. Cada vez que ela dizia que me amava, que iria ficar comigo pra sempre meu coração era destruído, assim como eu. Eu me segurava para não chorar na frente dela, o que era quase impossível. Olhá-la, vê-la sorrindo pra mim, saber que em 3 dias isso tudo não passaria de uma linda lembrança era tão doloroso.

O sol estava terminando de se pôr. Bella se levantou do nosso abraço, tirou as sapatilhas e começou a correr até o campo. Me levantei e corri atrás dela. Ouvi suas gargalhadas altas no meio das flores, ela era a coisa mais linda que eu já havia visto. Cheguei perto dela a agarrando por trás. Nós dois caímos em cima das flores, Bella em cima de mim. Minhas mãos estavam em sua cintura e as mãos delas estavam em meu peito. Ela estava ainda mais linda. Sua bochechas rosadas pela corrida, seus cabelos lindamente bagunçados. Ela tinha uma flor rosa presa na orelha, que contrastando com sua pele a deixava ainda mais linda. Ela ria no meu colo, aquele risada gostosa que eu sentia saudade, que não ouvia á tanto tempo.

Depois de um tempo ela parou de rir e olhou pra mim. Seus olhos chocolate presos nos meus como um imã. Nenhum de nós disse nada, não era preciso. Bella acariciou meu rosto e eu o dela. Sorrimos um pro outro e nos beijamos.

Era um beijo tão eufórico, tão bom. Era um beijo feliz, cheio de esperança, de amor e principalmente de paz.

Ficamos mais um tempo abraçados entre as flores observando o céu. A noite caiu e o céu estava lotado de estrelas. Estava com um braço em baixo da nuca de Bella e ela me abraçava de lado. Era a paz.

– Olha amor, uma estrela cadente! — ela disse apontando pro céu. — Faz um pedido. — ela disse.

Vi o ponto brilhante no céu e não consegui pensar em mim mesmo. Com tudo o que aconteceria só consegui pensar em Bella e em como ela ficaria daqui á 4 dias.

' Que ela seja extremamente feliz '

Esse foi meu pedido. Que ela fosse feliz. Que ela encontrasse alguém que a amasse tanto quanto eu, e que ela fosse feliz. Uma lágrima rolou pelo meu rosto e a limpei antes que ela percebesse. Beijei o topo da cabeça de Bella e ficamos mais um tempo olhando o céu.

Pegamos nossas coisas e voltamos para o carro. Chegamos em casa em poucos minutos.

Bella subiu até o quarto de Renesmee e eu fui até a cozinha deixar a cesta do piquenique.

Peguei um café, me sentei no banco e encarei a parede.

Analisei por um momento o quanto eu estava dilacerado e quebrado por dentro. Não sabia se ir vê-la tinha sido uma má ideia ou uma boa ideia. Apesar de me estraçalhar saber que em tínhamos tão pouco tempo juntos, me deixava feliz saber que os últimos momentos da minha vida eu iria passar ao lado de quem eu amo. E mesmo querendo chorar á todo momento, eu iria aproveitar esses poucos momentos até não poder mais, literalmente.

Notas finais
Não deixem de comentar MUIIIIIIIITOe lembrem: quanto mais vcs comentam mais rápido eu posto ;)beijos leitores ♥