Sangue Monstro

13 Passos raivosos.


Notas iniciais
oi oi, A parte das capacidades acabaram, não fique irritada de eu manter um misterio,pfv Nessa parte eu reescrevi algumas vezes. Achei meio simples demais, depois achei que estava confuso, depois achei que estava curto então aumentei e depois estava longo demais, pensei em dividir. E agora resolvi que estava bom, e que não consegui coisa melhor, e postar tudo de uma vez. Dentro da minha capacidade e atual estado de inspiração, fiquem com os passos raivosos de Roan! -Boa leitura-

Falando sério, acho que a Melanie é a única pessoa legal desse grupo. Todos só estão me irritando e me irritando...até Raphael com essa adivinhação toda.

–Anne, pode mostrar a ele o que você faz?-diz ele.

Ela concordou indiferente e seguiu para frente confiante. Suspirei estranhamente ansioso para saber o que ela ia fazer, e ela ficou apenas parada.

–Ei! -era a voz de Alex que tinha ido levado seu balde para algum lugar.

O procurei no meio do grupo e ele olhava para alguma coisa no alto. Seguindo seu olhar e dos outros, achei o balde flutuando sobre todos. Olhei Anne que controlava o objeto com dois dedos na mão, e ela tinha um sorriso. Aquele irritante sorriso de gozação.

–Não faça isso. –disse, mas já era tarde, no segundo seguinte estava ensopado, pingando água por todas as partes e de mau humor irreversível.

–Sua...-disse trincando os dentes de raiva. Agarrei um peso de uns dois quilos de uma estante próxima e joguei nela.

Sim. Eu ia acerta-la, era o que mais queria, mas ela teve tempo de desviar o objeto pra longe com seu poder. Então comecei a ouvir os estalos elétricos nos meus ouvidos e provavelmente os outros também, pois me olhavam sem entender. Eu devia estar calmo em situações que estou molhado, um oposto muito grande do que estou neste momento.

–Não Damian! Espere.-a voz de Raphael soou alto enquanto eu pegava um peso maior, bem maior. Já não ligava para o que Damian estava fazendo ou o que podia fazer, eu estava irritado.Andei alguns passos carregando aquele negocio que devia ser pesado e joguei nela de novo. Dessa vez o objeto era grande demais e ela se jogou no chão antes de sair correndo assustada.

–VOCÊS QUEREM SABER DO QUE SOU CAPAZ?! Que seja como querem!

Primeiro passo raivoso de Roan: destruir as coisas, no caso, as máquinas estranhas de exercício do salão. O que foi fácil, pois não posso sentir o peso delas. Notei que o grupo se reuniu mais próximos ao fundo do salão se afastando dos objetos que eu quebrava ou jogava.

Segundo passo: destruir a o lugar. É eles estavam certos em se afastar, vou fazer Raphael se lembrar do que desejou de mim. Porém esse passo exige uma coisa diferente e mais destrutiva. Concentro-me, sinto o sangue quente fluir, a ira preenche meu coração que bate acelerado e só consigo pensar em destruição. Alguém gritou, eu acho, quando me transformei por completo.

Eu disse que sou um monstro? Não diretamente eu sei, mas acho que todos aqui conhecem sobre o sangue mostro e suas vantagens. Então,por que não podem suportar a minha transformação?Uma coisa tão simples:Dois metros e meio de altura, completamente inumado, patas dianteiras com garras prateadas, felpudo, musculoso, calda longa, coluna marcada com espinho de osso, força descomunal, dentes pontiagudos e uma face de predador escondida sobre a proteção de uma mascara natural de osso branco resistente e liso. Ah e essa aparência é completada com olhos verdes cercados por amarelo dourado com pupilas dilatas de raiva.

–Ué, nenhum aplauso? Apenas essas caras chocadas?- minha voz não saia da minha garganta. Soava para todos quase como um pensamento livre ou alto falantes escondidos. Finalizo com uma risada sinistra para deixá-los mais acuado.

Finalmente o inicio da segunda fase, que ainda não conclui; Destruição.

Finco as garras no chão e arrasto facilmente pelo piso, que se parte como terra molhada. Dou alguns passos para trás deixando o rastro enquanto bato minha calda nas coisas amassando ferros e lascando o reboque da parede. Tiro um pedaço de concreto do chão e jogo para trás, como se fosse um boque de uma noiva, descobri que gosto do som de coisa se quebrando e a sensação de não saber o que foi atingido. Depois resolvo mirar outros pedaços nas paredes e na janela altas, que ao serem atingidas faz chover vidro em vários lugares. Viro-me para uma parede e ignorando alguma coisa que Raphael fala, abro um buraco com um golpe das garras, e começo a abri-lo mais e mais, de repente vejo algum cômodo da casa, e isso me diverte. Encaro o grupo, mas precisamente a cara de Raphael com uma expressão tensa e preocupada.

Espera, Damianestá vindo? Então é hora do terceiro passo: Não me perturbem.

O ruivo se aproximar rápido como sempre, mas esses olhos são perfeitos para encontra-lo e analisar seus movimentos. Uma chacoalhada de calda resolve o problema o atingido e o jogando longe até se chocar contra uma parede. Depois é o momento de resolver meus assuntos com os outros. Encaro grupo incerto do que eu pretendo. Concentro-me neles e a energia espalhando pelo meu corpo se reúne no centro do que seria a minha testa. Eles podem ver os feixes elétricos saírem pela minha pele e seguir a direção da minha face. Sei que eles sabem que são os próximos. Logo minha munição e ira estão claras no globo de energia compactada na minha face. Será bom libera-las e ver a explosão, mas... qual o problema comigo?!É só liberar de uma vez e fim. Nunca mais poderão me irritar.

Jennifer...

Por que eu tive que me lembrar de que ainda não sei do que ela é capaz? E por que eu sou tão curioso a respeito deles? A culpa é dela.

Me destransformo e encaro o grupo recuado já bem mais calmo.

Interessante, mesmo todos eles sabendo que eu queria mata-los nenhum deles fugiu. Posso admitir que eles tivessem alguma coragem.

Ouço passos ao meu lado e, antes que consiga ver quem é, tenho que me desviar de uma mão segurando uma injeção, depois a seguro firmemente contendo a pessoa, enquanto confirmo que é Damian. Ele tinha um corte na testa, respirava com um pouco de dificuldade e tinha um pouco de sangue no canto da boca, não pensei que tinha causado tanto dano. O ruivo parece atordoado e lento pelo golpe, então no segundo seguinte faço um movimento com sua mão e o espeto como tranquilizante que segura assim ele vai saber o quanto é bom ser tranquilizado. Mas ele escapa pouco depois sem dar tempo de injetar tudo.

Damian quer me acertar de novo mirando meu peito, me afasto e dou um soco de direita quando ele se aproxima. Ele acaba desistindo da agulha, pois com o efeito do tranquilizante ele não pode mais correr ou ser ágil anormalmente como era. Eu o ataco e ele desvia, gira e acerta um golpe no meu estomago, arco sem ar, mas não caio. Ele me acerta de novo nas costas, me deixando ainda mais sem ar e com dor, Damian também é estranhamente forte. O empurro como posso e é minha vez de bater nele. Obrigo-me a tomar uma postura decente e o avanço, ele se defende continuamente, pois não lhe dou tempo de outra coisa. Por fim consigo envolvê-lo com o braço pelo pescoço e começo a enforcá-lo. Quero que ele sofra um pouco antes de partir.

Então uma coisa inesperada acontece, um pedaço de alguma coisa me atinge na nuca doloridamente e depois outro e outro acertando minhas costas e me machucando até que solto o ruivo. Sinto um pouco de sangue escorrendo de alguns golpes e uma dor de cabeça. Olhando para o grupo vi que Anne tinha se adiantado e estava séria, e assustada ao mesmo tempo, na frente de todos. Raphael fala num sussurro alguma coisa que não posso ouvir e ela concorda. Então uma agulhada é bem ficada nas minhas costas na altura da cintura. Retiro a injeção irritado para logo depois as coisas a minha volta desaparecer.

Notas finais
Eu poderia fazer um desenho de Roan monstro, mas fiquei sem papel e vontade (e tempo). Então imaginem.^^ Até o proximo capitulo e comente, pois eu agradeço.