Sangue Maldito

51 Uma Rara Flor Desabrocha


Notas iniciais
Olá minhas Nekos!!! *-* Como prometi aqui está o último capitulo da nossa mini-maratona, é muito especial e acho que vocês finalmente vão matar a curiosidade quanto à certas coisas... Só um conselho antes de começarem: liguem o ar condicionado ou o ventilador ou vão para um lugar fresco, porque as coisas vão esquentar bastante! :P Aproveitem, Bitchs-chan! E não se esqueçam de comentar, eu quero muito saber o que vocês acharam desse capítulo...

Tora POV’s On

Yui e eu passamos o dia arrumando o jardim, nós duas agradecíamos por não haver aula, pois assim não precisaríamos nos preocupar em parar. Desde a hora que começamos demos somente uma pausa para o almoço e outra para o jantar, por sorte a Cordelia teve a vergonha na cara de não aparecer aqui porque se não eu era bem capaz de soca-la novamente e a Yui também daria uns bons tapas nela.

O lado da vaca já estava quase ficando pronto às nove horas da noite, Yui e eu trabalhamos bastante tivemos que fazer uma reforma geral naquele banco, tirar ervas daninha do meio das plantas, tivemos que podar árvores e arbustos, aparar a grama, tirar todas as folhas do chão e depois lavar os caminhos de pedra que cortavam o jardim.

Foi a coisa mais cansativa que eu já fiz na minha vida, não tinha tempo para pensar em nada e eu sabia que nós iriamos passar o resto da semana fazendo isso, ou seja, eu só teria a noite e a hora da escola para pensar em um plano para matar o Karl Heinz. Bem, pelo menos eu conseguiria terminar o jardim a tempo já que os meninos não iam nos incomodar enquanto trabalhávamos.

— Acho que já está bom por hoje, Tora-chan. – Yui disse com a voz cansada.

— Tem razão, Yui-chan, nós já fizemos bastante coisa hoje. Ficou bem bonito, não é? – falei admirando o nosso trabalho.

— Está exatamente como era antes. – concordou dando um sorriso para a beleza a nossa frente.

— Você pode ir, Yui-chan, deixa que eu guardo as coisas. – disse gentilmente. Ela devia estar mais cansada do que eu, pois eu já estava acostumada a fazer esse tipo de serviço e a Yui não, embora ela tenha trabalhado tanto quanto eu.

— Não, eu te ajudo! – protestou.

— Nada disso, vai logo tomar um banho e deixa o resto comigo! – mandei com as mãos na cintura.

— Tem certeza?

— Tenho, vai logo! – respondi com firmeza e logo ela foi embora. Eu peguei as coisas que nós havíamos usados e comecei a levar para a casinha, arrumai tudo lá dentro e saí. Enquanto voltava para a mansão dei uma boa olhada no que eu ainda precisaria arrumar. – Nós ainda temos um longo trabalho pela frente. Acho que da próxima vez vou trazer uma música para animar. – pensei alto.

Entrei na mansão e fui direto para o meu quarto, estava louca para tomar um banho e cair na cama, embora eu não estivesse com um pingo de sono, tudo que eu queria era deitar e pensar no meu plano.

Peguei minha roupa de dormir e uma calcinha branca e fui alegremente para o banheiro, primeiro tomei uma ducha bem rápida só para tirar o excesso de sujeira do meu corpo e depois fui relaxar na banheira, a água quente me dava um enorme conforto e retirava toda a tensão do meu corpo. Deitei-me na banheira apoiando minha cabeça na beirada e fechei os olhos para aproveitar mais aquela sensação, então decidi começar a formular um plano.

Primeiro eu tinha que recolher informações sobre o jeito do Karl Heinz e tentar montar um retrato de como ele poderia ser, mas eu estava falando da personalidade e não da aparência, que pouco me importava. Certo, amanhã eu e Yui limparíamos o lado da Beatrix e eu arranjaria um jeito de perguntar para ela sobre o Heinz, depois falaria com a Christa e, por último, com a Cordelia.

Então, em seguida, eu precisaria pesquisar sobre a contribuição dele para o submundo, isso talvez me ajudasse a encontrar alguma fraqueza, também precisaria descobrir sobre o passado dele antes das esposas, o que seria a tarefa quase impossível.

Por sua vez, eu planejaria o jeito mais fácil, seguro e definitivo de mata-lo. Se eu conseguisse, de alguma forma, enfraquece-lo com o meu sangue poderia usar alguma espada de prata para arrancar seu coração e depois queima-lo. O problema era como mantê-lo afastado de todos tempo suficiente para o veneno fazer efeito, eu também não poderia deixar que ele desconfiasse do meu plano quando chegasse.

Outro obstáculo que eu teria era esse baile, pois não tinha a menor condição de eu mata-lo antes desse acontecimento. Suspirei cansada, a solução para esse problema parecia cada vez mais distante.

Não sei bem quando adormeci, porém acordei com a água que havia ficado gelada, cocei meus olhos e espreguicei-me dentro da banheira. Sequei-me e coloquei a roupa, quando estava saindo dou uma olhada no relógio de parede que havia ali e tomo um enorme susto, já era uma da manhã. Eu pensei que havia tirado somente uma soneca de uns quinze minutos, mas eu capotei mesmo!

Agora não tinha a mínima chance de eu conseguir dormir novamente então decidi ir até a cozinha beber um pouco de água e procurar um aperitivo, bebi quase um litro de água – não me pergunte por que eu estava com tanta sede – e vi o pote de cubos de açúcar dando sopa em cima do balcão, resolvi comer. Essa história de ficar comendo açúcar era influência do Yuma, ele não devia ter me dado aquele cubo junto com a flor, pois agora iria ter que aprender a dividir seu tão precioso açúcar.

— Oe, não fique comendo minhas coisas! – Yuma disse irritado aparecendo na porta da cozinha, eu estava sentada em cima do balcão com o pote no meu colo e comia que nem uma desvairada.

— A culpa é sua que me deu aquele cubo de açúcar, então não reclame se eu estou viciada! – retruquei mostrando língua para ele. Yuma cerrou os punhos e andou até mim com determinação, tremi um pouco com medo do que ele iria fazer. – Y-Yuma-kun? – falei um pouco assustada quando ele parou na minha frente.

— Você tem que parar de me provocar, baka. – avisou ameaçadoramente e agarrou meus cabelos, o encarei assustada e confusa, contudo quando abri minha boca para dizer alguma coisa ele me beijou fazendo minhas palavras se perderem.

Foi um beijo feroz, demonstrando a irritação dele comigo, sua língua invadia minha boca com violência, uma mão agarrava meu cabelo com força e a outra segurava meu corpo bem junto ao dele. Eu soltei o pote de açúcar e coloquei minhas mãos nos cabelos dele o puxando para mais perto de mim, como se fosse possível ficarmos mais próximos do que já estávamos.

Logo que me faltou ar precisei me separar dele, só que continuei segurando-o com minha testa colada à dele, Yuma soltou meus cabelos e pegou um cubo de açúcar no pote que estava no meu colo comendo-o. Então ele se desvencilhou de mim e se virou para ir embora, eu tirei o pote do meu colo e agarrei o pulso dele enquanto ainda estava perto de mim.

— Aonde pensa que vai, senhor sem noção? – perguntei estreitando os olhos, ele se virou e me olhou com raiva.

— Solte-me. – ordenou, eu o larguei e cruzei minhas pernas encarando minhas unhas, então quando ele já estava na porta da cozinha eu disse fingindo desinteresse.

— Que pena! Pensei que tínhamos um acordo. – provoquei me referindo ao que ele me disse no dia que me contou sua história. No mesmo momento Yuma voltou até mim e eu logo me endireitei, ele ficou de pé entre as minhas pernas e puxou-me pela cintura juntando nossos corpos, eu entrelacei minhas pernas na cintura dele e meus braços em seu pescoço.

— Pensei ter dito para parar de me provocar, Tora. – falou com agressividade, ele realmente disse o meu nome. Ficou tão sexy na voz dele!

— Impossível! – sussurrei e selei nossos lábios. Nossas línguas se entrelaçavam numa dança frenética e eu me senti sendo tirada de cima do balcão, apertei mais minhas pernas ao redor da cintura do Yuma e senti uma leve brisa percorrendo meu corpo por um segundo, e depois meus pés tocaram a grama quando ele me colocou no chão, separei-me dele e olhei ao redor para ver onde estávamos. Fomos parar dentro de uma enorme estufa de vidro cheia de flores para todos os lados, as flores mais bonitas se encontravam ali e cobriam cada canto da estufa, era lindo. – Onde estamos? – perguntei admirada.

— É a minha estufa, fica um pouco longe da mansão e ninguém tem interesse de vir aqui a não ser eu. – respondeu me fitando enquanto eu fitava as flores.

— É lindo, Yuma-kun. – elogiei suavemente e lhe dei um sorriso, ele não poderia ter escolhido lugar melhor para fazer isso e eu não poderia ter feito melhor escolha do que ele, até porque eu jamais perderia minha virgindade somente por um acordo óbvio que havia outro motivo, mas vamos deixar isso de lado por um momento.

De repente tudo pareceu ficar em câmera lenta, o tempo parecia que havia parado indicando que poderíamos demorar o quanto quiséssemos, nós mesmos e tudo ao nosso redor pareceu se tornar mais calmo e mais paciente.

Yuma me beijou ternamente enquanto me deitava na grama macia da estufa, meus cabelos vermelhos se espalharam por ela contrastando com o verde. Enquanto nossas línguas se entrelaçavam calmamente eu fui tirando o suéter preto que Yuma costuma usar por cima de uma camisa branca de manga comprida, ele me ajudou a tirá-lo completamente. Depois de alguns segundos desfez o beijo e começou a beijar e lamber meu pescoço, então eu decidi pedir algo.

— Yuma-kun, será que você poderia não beber meu sangue, por favor. – pedi um pouco receosa, ele olhou para mim e acariciou meu rosto.

— É por causa da maldição, não é? – perguntou calmamente e eu assenti. – Tudo bem, afinal eu não pretendo sair daqui tão cedo. – aceitou dando um sorriso de canto, eu corei e tomei os lábios dele para mim. Logo ele voltou a beijar e chupar o meu pescoço, suas mãos desceram até a barra da minha camisola e foram subindo-a lentamente até tirá-la por completo deixando-me somente de calcinha.

Tora POV’s Off

Yuma POV’s On

Logo que tirei a fina camisola que ela usava fitei com desejo aquele corpo tão pálido e delicioso, ainda não acreditava que ela estava mesmo se entregando para mim, até porque perder a virgindade por um acordo não me parecia ser o tipo de coisa que ela faria, por isso pensei que talvez fosse pela flor, mas me recusava a acreditar que ela saberia o significado de tal gesto.

Antes que eu pudesse sequer começar a provar daquela pele tão doce ela foi atrevida e tirou minha blusa deixando-me nu da cintura para cima, então ela inverteu nossas posições ficando por cima de mim e eu sorri com toda a audácia que ela tinha, com certeza era uma tigresa.

Tora começou a beijar e mordiscar o meu pescoço, senti os mamilos dela enrijecendo ao tocar minha pele e fiquei com uma enorme vontade de mordê-los, porém logo ela desceu os beijos pelos meus ombros, peitoral e abdômen parando nos limites da calça então ela me olhou envergonhada pedindo permissão para tirá-la e eu precisei pressionar os lábios para não rir, mas parece que ela percebeu e logo toda sua vergonha foi embora dando lugar ao desafio.

— Rindo da minha cara, é? – falou estreitando os olhos, então ela estendeu as mãos até o botão da minha calça e o desabotoou, quando ela abriu o zíper e seus dedos roçaram minha ereção tive que trincar os dentes para não soltar nenhum ruído, um segundo depois minha calça havia sido tirada.

Logo ela subiu em cima de mim novamente e eu a agarrei beijando-a ferozmente e Tora me retribuía com a mesma violência, eu gostava do jeito que ela beijava, nunca ficava parada e surpresa apenas devolvia da mesma forma. Igual a quando nos beijamos no jardim, em um momento estávamos conversando e no outro já estávamos nos beijando como se o mundo fosse acabar, eu ainda não tinha provado uma boca como a dela.

Estava tão concentrado no beijo que só percebi o que ela estava fazendo quando senti um aperto no meu pênis, dessa vez não tinha como conter o gemido que saiu da minha garganta. Tora separou sua boca da minha e deu um sorrisinho começando a mexer sua mão bem lentamente sobre minha ereção, ela estava me provocando.

— Estou duvidando da sua pureza, Tora. – falei desconfiado, desde quando alguém que se dizia virgem fazia essas coisas. Ela se aproximou do meu ouvido e sussurrou.

— Eu sou virgem, não inocente, Yuma-kun. – murmurou sedutoramente, essa garota estava querendo me enlouquecer. Agarrei os cabelos dela com violência obrigando-a a olhar para mim, já estava ficando irritado com tantas provocações.

— Não ouse me torturar, tigresa! – avisei ameaçadoramente, ela tirou a mão da minha excitação e a usou para se apoiar sobre mim.

— Tudo bem. – concordou, contudo deu um sorriso pervertido. – E, então? Você prefere que eu use a boca ou as mãos? – perguntou calmamente. Ela era mesmo uma flor muito rara, com essa carinha de santa e esse jeito de demônio.

— Use os dois! – ordenei, ela me deu um selinho e disse.

— Seu desejo é uma ordem! – ela se ajoelhou entre as minhas pernas e tirou minha boxer, finalmente minha ereção pôde se libertar. Tora olhou para mim constrangida e meio chocada, parecia que não esperava que fosse tão grande, até que enfim eu podia dizer com toda certeza que ela era virgem. – Etoo, Yuma-kun, eu nunca fiz isso então não se irrite, está bem? – avisou com aquela voz doce de menina inocente, coisa que ela estava longe de ser.

— Você vai se sair bem, agora ande logo com isso! – mandei impaciente. Tora soltou um muxoxo, contudo fez o que eu mandei, segurou meu membro com uma mão e a outra usou apara se apoiar sobre ele, olhou para mim de um jeito depravado embora ainda estivesse corada e umedeceu os lábios. Caramba! Quando foi que essa garota ficou tão pervertida? Aposto que é influência do Kou e do Laito!

Ela abocanhou meu membro e colocou o máximo que conseguiu na boca, o que não foi muito, no entanto ela usou a mão para massagear o que sua boca não alcançava. Tora estava me deixando louco com aquelas lambidas e chupadas, eu já não me sentia mais no controle e tudo que eu conseguia fazer era gemer e mandar que ela fosse mais rápida.

E ela obedecia indo o mais rápido que conseguia, eu segurava a cabeça dela sentindo que estava cada vez mais perto do meu limite, ia avisá-la para sair logo dali se não quisesse um coquetel de Yuma, mas antes de conseguir dizer ela roçou os dentes por ele suavemente e foi o fim, eu cerrei os dentes e me despejei dentro daquela boca gostosa.

— Até que não é tão ruim, acho que é porque você come açúcar demais. – comentou pensativa, ela engoliu tudo mesmo. Puxei o pulso dela fazendo-a cair em cima mim, ela se arrepiou toda quando seu corpo tocou o meu, nossos rostos estavam a milímetros um do outro e eu a beijei sentindo o meu gosto misturado com o gosto dela, o que só me excitou novamente, entretanto agora eu tinha que recompensa-la por ser uma boa garota.

— Sua vez, tigresa! – falei e voltei a ficar em cima dela.

Yuma POV’s Off

Tora POV’s On

Eu nem acreditava que tinha mesmo feito aquilo com o Yuma, não sei da onde foi que tirei tanta audácia. Eu mais parecia uma tarada do que uma virgem inexperiente, se bem que eu sempre lia um monte de livros de biologia – se é que você me entende – para saber dessas coisas. Mas, eu admito uma coisa, foi muito excitante enlouquecer o Yuma daquela forma, toda vez que ele sussurrava o meu nome ou soltava algum raro gemido eu ficava ainda mais excitada.

Agora o Yuma estava me beijando e eu senti o membro dele se enrijecer novamente, pensei que ele fosse acabar logo de uma vez com essa brincadeira do jeito que ele era descontrolado, contudo ele disse.

— Sua vez, tigresa! – falou e ficou por cima de mim novamente, agradeci imensamente por ele estar me dando uma recompensa, porque eu não aguentava mais tanta excitação.

Yuma rasgou a minha calcinha sem paciência para tira-la direito, ele começou a beijar e chupar o meu pescoço – com certeza eu ficaria toda marcada – enquanto sua mão direita apalpou meu seio esquerdo já enrijecido e sua mão esquerda desceu até minha intimidade ele pressionou meu clitóris me arrancando um gemido alto, um de seus dedos me penetrou lentamente e eu gemi ainda mais.

— Yuma-kun... – suspirei em êxtase e ele começou a mexer o dedo num movimento de vai-e-vem. Sua boca desceu para o meu mamilo e o mordeu um pouco forte dando uma puxadinha. – Ahhh!

— Isso mesmo. Eu quero ouvir você gemer e gritar meu nome. – disse agressivamente e chupou meu mamilo com força, ele trocou o seio que estava pelo outro e isso fez com que ele tirasse o dedo de dentro de mim, fiz uma careta de reprovação, mas logo sua outra mão estava lá e dessa vez dois dedos me invadiram. Quanto mais ele movia os dedos dentro de mim, mais eu me sentia desnorteada e insana, eu estava cada vez mais perto do meu ápice.

— Y-Yuma-kun... por favor... – implorei em sofrimento, eu precisava de um alívio, toda aquela tensão guardada no meu corpo precisava sair. Então Yuma mordeu meu mamilo e pressionou a palma da sua mão no meu clitóris e eu explodi num orgasmo, era a coisa mais maravilhosa que eu já havia sentido na minha vida, toda minha tensão se esvaindo de uma vez enquanto meu corpo todo relaxava. – YUMA! – gritei enlouquecida e senti um líquido escorrendo pela minhas pernas.

Yuma tirou seus dedos de dentro de mim e os lambeu, eu corei na mesma hora completamente envergonhada, ele deu um sorriso e sussurrou no meu ouvido.

— Eu vou trocar os cubos de açúcar por você já que é tão doce. – disse de um jeito sexy.

— Por mim tudo bem. – falei ofegante com um sorriso. Ele me beijou carinhosamente e se ajeitou entre as minhas pernas.

— Pronta? – perguntou calmamente, eu respirei fundo e assenti. Yuma foi me penetrando bem lentamente, no entanto era impossível não sentir dor com aquilo, senti o sangue escorrer e quanto mais ele entrava em mim mais ardia, eu mordia meus lábios com força para não gritar o que só fazia com que algumas lágrimas caíssem.

Logo Yuma parou e tirou as lágrimas do meu rosto com o polegar, ele me beijou e ao mesmo tempo começou a se mover devagarinho, ele se separou de mim e começou a beijar meu pescoço e assim que dei o primeiro gemido de prazer ele aumentou a velocidade e a força das estocadas. Cravei minhas unhas nas costas dele e movimentei meus quadris de encontro ao dele, eu gemia e suspirava ouvindo Yuma gemer baixinho no meu ouvido, tudo que eu sentia naquele momento era uma enorme satisfação por tê-lo dentro de mim.

— Tora, você é tão apertada! – Yuma disse entredentes. Eu mordi o ombro dele tentando conter meus gemidos cada vez mais altos, pois estava quase chegando ao limite. – Não ouse conter seus gemidos! – avisou irritado e estocou com muito mais força.

— Gomen... Ahhh! Yuma-kun... eu vou... – gemi e suspirei tentando avisá-lo que já estava no limite, ele mordiscou minha orelha e senti seu membro pulsar então nós dois gozamos, eu gritando o nome dele e ele sussurrando o meu. Arrastei minhas unhas pelas costas dele, e ele apertou minhas coxas, com certeza iria ficar marca, só que eu não estava nem ligando.

Yuma saiu de dentro de mim e me usou como travesseiro, ficamos lá arfando tentando regularizar a respiração, eu olhava para o céu estrelado através do vidro da estufa enquanto acariciava os cabelos do Yuma e ele apenas ficava com os olhos fechados e deslizava a mão lentamente pela minha coxa. Era como se uma paz tivesse nos invadido.

— Yuma-kun, é verdade que as flores têm significados diferentes? – perguntei como quem não quer nada. Na verdade eu sabia que elas tinham significado e também sabia o que aquela flor que ele me deu significava, mas eu queria saber se ele me diria.

— Sim. – respondeu simplesmente.

— E o que significa a tulipa vermelha? – questionei simulando curiosidade.

— Esqueça isso. – respondeu desinteressado e saiu de cima de mim me puxando para deitar sobre ele, me aconcheguei ali e sorri. Bem eu sabia que ele não iria me falar, até porque eu sei como esses vampiros têm dificuldade em expressar sentimentos abertamente, porém eu sabia o significado daquela flor e foi só por causa dela e do que ela significava que eu escolhi perder minha virgindade com o Yuma.

Um gesto vale mais do que mil palavras e a flor dele significava...

Amor eterno.

Notas finais
Não tenho nada mais a declarar!