Sangue Maldito

52 Todos Sabem


Notas iniciais
Yooo, minna!! *-* Há quanto tempo?! E então, eu vi os comentários de vocês no capitulo anterior, parece que algumas de vocês não ficaram muito felizes com a escolha da nossa tigresa, mas acreditem que ela não poderia ter escolhido alguém melhor para tirar a virgindade dela.... E agora outra notícia bombástica: Nós estamos indo em direção à reta final de Sangue Maldito, isso mesmo, faltam apenas alguns poucos capítulos para encerrarmos essa parte deliciosa da fanfic, espero que tenham gostado e espero que fiquem comigo até o fim e não se preocupem porque o fim de SM é só o início de algo ainda melhor, ou seja, vai ter segunda temporada!! ^-^ Aproveitem esse capitulo cheio de tretas e se preparem para o clímax! >o

Acordei lentamente sentindo um cheiro maravilhoso de flores e algo mais masculino, respirei fundo e me espreguicei entre os braços do Yuma. Percebi que não estava nua, mas sim usando um suéter preto que acho que era do vampirinho porque ficava enorme em mim e era tão extremamente confortável.

– Resolveu acordar? – Yuma perguntou com certo deboche. Entortei a boca em reprovação e enterrei meu rosto no peitoral dele.

– Eu acho que vou roubar o seu suéter para mim, Yuma-kun. – falei com a voz um pouco sonolenta.

– Gostou do meu cheiro, não é? – disse meio convencido.

– E do gosto também! – provoquei dando uma pequena lambida no peito dele para enfatizar minha fala. Yuma se moveu ficando em cima de mim e segurando meus pulsos acima da minha cabeça.

– Eu cansei de dizer que você não deve me provocar. – falou ameaçadoramente e abaixou a manga do suéter deixando meu ombro à mostra e mordendo-o, mordi os lábios e deixei que ele bebesse tudo que quisesse.

– Yuma-kun, acho melhor a gente voltar para a mansão, eu preciso trocar de roupa e comer para continuar a arrumação do jardim com a Yui. – falei depois que alguns minutos se passaram, eu realmente tinha começar logo a arrumação e também eu nem sequer sabia que horas eram, pois o céu estava nublado sendo assim não era possível identificar nada.

– Você se importa muito com aquele lado do jardim. – conjecturou enquanto se levantava, ele já estava de calça então só colocou a blusa branca.

– É claro que me importo! Algo tão belo não deveria ser deixado se transformar naquilo. – retruquei me levantando. Eu ajeitei o suéter, afinal era a única coisa que me cobria já que o Yuma resolveu rasgar minha calcinha e minha camisola era um pouco curta demais, ainda bem que ele era bem grande, as mangas ultrapassavam minhas mãos, por isso estavam dobradas, e o comprimento dele ia até o meio da minha coxa. – Por falar nisso, as flores que havia lá morreram, será que você me daria algumas mudas dessas flores aqui para que eu plantasse no lugar daquelas? – pedi calmamente, encarando as flores a minha frente.

– Quando você terminar de arrumar eu decido se você merece ou não mudas das minhas flores. – respondeu neutro. Eu sorri, me virei e corri até Yuma pulando nos braços dele que me pegou antes que eu fosse de encontro ao chão.

– Vamos lá, meu gangster! – falei sorrindo com o rosto bem próximo ao dele, senti uma leve brisa percorrer meu corpo como da última vez e logo ele me colocou no chão. Quando olho para frente dou de cara com a mesa de jantar e todo mundo nos encarando. – Yuma-kun, posso saber por que estamos na sala de jantar? – sussurrei irritada.

– Estávamos atrasados para o café-da-manhã. – respondeu simplesmente, trinquei os dentes com raiva e o puxei até que seu ouvido ficasse na altura da minha boca.

– Você tem noção que eu estou sem calcinha? – murmurei entredentes. Como é que essa criatura me trazia para uma sala de jantar cheia de vampiros pervertidos comigo sem nada além de um suéter? Ele estava me castigando por ficar provocando-o, só podia!

Yuma foi se sentar à mesa e me deixou lá vermelha de raiva, eu respirei fundo e fui até o único lugar disponível da mesa entre Laito e Kou. Por que só no dia em que eu estou na pior situação possível aquele é o único lugar disponível na mesa? Eu sou mesmo uma pobre amaldiçoada.

– Não fique aí parada, Muchi-chan! Sente aqui! – Laito chamou apontando a cadeira.

– Garanto que não mordo com muita força, Ningyo-chan. – Kou afirmou com um sorriso perverso. Está aí a mentira do século!

– Ahh, tá bom! Me engana que eu gosto! – retruquei revirando os olhos, mas andei até lá e me sentei entre eles.

– Posso saber o motivo do atraso? – Reiji perguntou ajeitando os óculos. Tentei ignorar a pergunta, mas lembrei que se o irritasse ele poderia me açoitar, afinal nós estávamos na mansão.

– Eu estava na estufa. – respondi simplesmente, estava tentando ser o mais vaga possível, pois mesmo que eles já tivessem notado o que aconteceu, eu não queria me expor dessa forma.

– Então é por isso que você estava com Yuma, Tora-san? – Azusa perguntou inocentemente. Pigarreei desconcertada.

– Basicamente. – falei, eu não estava mentindo só estava dando uma resposta que não revelava muito.

– Isso não explica você estar usando o suéter dele, Jujuba! – Ayato disse em desafio.

– E nem o porquê de você ter passado a noite fora! – Subaru acrescentou. Agora não tinha como escapar, não dava para mentir porque mais cedo ou mais tarde eles descobririam então o jeito era contar.

– Será que vocês não têm mesmo nenhuma ideia da resposta para todas essas perguntas? – questionei erguendo uma sobrancelha. Todos me encararam por alguns segundos enquanto eu ficava olhando para a comida completamente envergonhada.

– A resposta é muito óbvia. – Ruki foi o primeiro a se manifestar. Eu pressionei os lábios e esperei a explosão.

– Eu que ia ser o primeiro! – Ayato socou a mesa revoltado. Por incrível que pareça os outros estavam calados, apenas refletindo sobre a nova descoberta.

– Ayato-kun, acalme-se. – Yui pediu docemente, provavelmente para ela ver o cara que tirou a virgindade dela brigar porque não tirou a virgindade de outra garota era muito deprimente.

– Cale a boca, Chichinashi! – gritou com raiva. Nessa hora eu me levantei completamente furiosa, com os punhos cerrados.

– Cale a boca você, seu tosco! Não desconte sua raiva na Yui só porque não conseguiu a primeira vez de uma garota! – urrei com ódio, a expressão dele se retorceu em fúria e ele começou a andar até mim com passos lentos. Mantive-me firme até que senti uma forte pontada no meu coração, como se alguém o atravessasse com uma espada e depois torcesse a lâmina, gritei e caí de joelhos no chão, comecei a tossir e cuspir sangue, então tudo ao meu redor se apagou.

Notas finais
Você sempre foi minha, cada pequena parte de você me pertence, seu corpo e sua alma. Você é minha rara rosa, sua pele como pétalas e seu jeito como espinhos.Somente eu posso dar o que uma flor precisa! Yuma Mukami