“Um homem precisa de um filho. Venha comigo, veja a porta que sua mãe fechou com aloquete para você. Nada lhe faltará, não apenas ouro. Minha mão é o destino, minha palavra é a lei. E você, minha herança.”

Desmond estendeu a mão. Apesar da brandura, sua espada ainda pendia na cintura. De um jeito ou outro, o destino de Caleb seria decidido ali.

Assim que aceitou, Desmond o puxou para um abraço. Caleb retribuiu, imaginando um mundo diferente.

“Todas as mãos são o destino”, sussurrou. “E esta é minha lei.”

Desembainhou a espada e atravessou o peito do general.