Sangue
8 Caixão
Caleb alcançou a madeira do caixão quando a vela chegou ao fim. Melhor. Ele não precisava mais de velas para saber o que fazer, e a luz era mais sua inimiga do que aliada. Já estava quase acostumado com o serviço, mas a olência do caixão ao ser aberto ainda o enojava.
Anéis de ouro e prata quase não valiam o preço, mas ele não podia mais ficar ocioso. Era um ladrão de Tír-eg-nÓn.
Retornando com os anéis no bolso, um grito desesperado cortou a noite calma. Caleb queria temer fantasmas, mas era o grito dos vivos que o aterrorizava.
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