Um guarda segurava a mão do homem sobre uma pedra. O homem estava aterrorizado. Um segundo guarda puxou a cimitarra e a desceu em um golpe determinado. O homem gritou, tanto pela dor quanto pelo pânico de perder uma das mãos.

Caleb se afastou, perturbado. Ele o reconheceu, era um dos ladrões. Mas não havia nada que pudesse fazer contra o julgamento inoficioso.

Quando voltava para casa com seus pequenos saques, nunca dizia para a mãe onde os conseguia. O custo de um roubo falho era uma mão. Não queria descobrir o que os Faygharim reservavam para quem dessacraliza túmulos.