Salvame

18 Capítulo 18


Notas iniciais
Capitulo postado pelo celular, então desculpem pelos erros de português e pelo meu sono. Então não sei como está o capítulo, bjs.

Parece que a única coisa que me anima ultimamente, é ver o sorriso de Ana e Phoebe. Pela primeira vez, meu dinheiro foi capaz de fazer alguém feliz.
Aquela típica frase que dinheiro não traz felicidade, sempre se encaixo bem na minha vida. Antes a minha felicidade era momentânea, quando eu achava que era feliz em estar afastado de meus familiares, e dando aquelas festas que eram regadas a sexo, drogas e álcool. Mas hoje eu me pego sorrindo pelas coisas mais simples. Desde que Rose Steele mãe e Rose Steele filha, começaram a trabalhar aqui.
Eu não pense duas vezes apesar de minha empresa está com alguns problemas financeiros, em ligar para os pais de Ana, os convidando para a festa da neta. Não teria sentido se os pais dela que eu saiba, são seus únicos parentes próximos, não vinhessem festejar o aniversário da neta. Ao ver como os olhos das duas brilharam com a chegada do Sr. E Sr. Steele, tive mais do que a certeza que tinha feito a coisa certa.
Mas como minha vida é cheia de surpresas, e a maioria desagradáveis, não esperava o meu "querido" primo Jack chegar de viagem, e ainda ser convidado para a festa de Phoebe. Jack já cansou de frequentar as minhas festas, e já cansamos de dividir as mesmas mulheres. Como eu sempre gostei de transar com duas mulheres ao mesmo tempo, e nas minhas festas nunca tivemos essa história de ir para um lugar reservado. Então era uma verdadeira orgia,e como não faltava putas no estilo Leila e Elena, então sempre trocávamos de "parceiras no meio das orgias. Se eu me lembrou bem, Leila e Elena até já transaram com ele.
Só que José, veio com seu jeito galanteador para cima de Anastasia, com certeza ele está com segundas intenções com ela, mas espero que ele tenha percebido que ela nem se compara, as putas que frequentavam a minha casa. Tenho certeza que minha família deve ter dito que eu estava dando a festa para Phoebe. E como eu o conheço bem, pois até algumas semanas atrás eu era do mesmo estilo. Ele com certeza já acha que já levei Ana para cama, e que ela deve ser liberal como as mulheres que costumamos nos envolver. Ele disse que agora é um novo homem, e que quer um compromisso sério, mas eu não acredito nesse papo dele, mas tenho medo que a Ana acredite. Ela não é mulher para Jack levar para cama e uma noite, e descarta no dia seguinte.

Crio coragem, e vou caminhando para pequena casinha que Anastásia vive com Phoebe. Assim que me aproximo da porta apra bater, já sinto o aroma delicioso de comida caseira, que de imediato faz com que meu estômago que nem tem muitas horas que foi alimentado, proteste de fome. Dou duas batidas na porta, e espere um pouco. Ouço risadas de dentro da casa, e penso que talvez Anastasia deve ter me convidado por educação, pois com certeza ela é Phoebe, estão matando a saudade de seus pais.
Assim que comecei a caminhar de volta para a minha casa, ouço a voz de Ana me chamando. Assim que olho para o local que vem a sua voz, vejo uma Anastasia mais linda do que já é, com um vestido azul como da cor dos seus olhos, de alças finas, justo em cima que deixava seus lindos seios totalmente mais chamativos pelo pequeno decote quadrado, mas da cintura para baixo era rodado. Era um vestido simples, mas que a deixou bem mais menina do que ela já era. Seu rosto estava alegre e seus olhos brilhando,seus cabelos estavam presos em um coque desarrumado, ela estava um pouco suada, descalça e com um pano de copa em seu ombro. Mas mesmo assim estava linda. Quem diria que eu Christian Grey, olharia para uma mulher que aparentemente estava cozinhando,e ainda por cima a acharia bonita?

– Poço saber por que o senhor estava voltando para casa heim? — Ana cruzou os braços, e fingiu está zangada, mas logo sorriu e veio em minha direção me puxando pela mão.
– Eu batia duas vezes e ninguém atendeu, então não quis atrapalhar o seu dia com sua família. Sei que vocês devem ter muito o que conversarem. — Ana parou antes de entrarmos, e se virou para mim.
– Você não está atrapalhando nada, aliás minha mãe está preparando o prato de Phoebe preferido, e eu estou preparando a sobremesa que ela me pediu. Tudo é simples, mas te garanto que você vai gostar. — ela disse se gabando.
– Se você está me garantindo, tenho certeza que deve está tudo uma delícia. E como eu disse, acho que tudo o que vem de você é delicioso. — ela tacou o pano de prato em mim, mas sua expressão é divertida.
– Se comporte, pois não estamos sozinhos. E não repara a bagunça.

Ana abriu a porta e eu logo a segui, assim que entrei, me deparei com Phoebe sentada no sofá se maquiando e seu avô assistindo um filme que parecia ser de ação. Ambos não notaram a minha presença, mas assim que a mãe da Ana veio me cumprimentar, Phoebe desceu do sofá e veio em minha direção.

– Olha Christian eu tô bunita? — eu não me aguentei e comecei a rir, já que ela estava com o rosto todo sujo de maquiagem.
– Phoebe Rose, você vai estragar toda a maquiagem de uma só vez? — Anastasia diz chamando a atenção da filha.
– Não mamãe.
– Respondendo a sua pergunta gatinha, você está linda. — apertei si bochechinha e ela voltou a sentar no sofá.
– Sr. Grey. — o pai da Ana me cumprimentou.
– Apenas Christian, Sr. Steele, por favor.
– Então me chame de Ray.
– Você chegou na hora certo Christian, vai comer da minha famosa lasanha de frango ao molho branco. — a mãe da Ana disse.
– Nunca comi, mas pelo cheiro parece está deliciosa.
– Nunca comeu? — ele perguntou abismada.
– Então vamos nos sentar, pois eu já ia até sua casa para te chamar, já que coloquei um prato para você.
– Christian, aceita uma cerveja? Hoje cedo conheci ao menos o supermercado de Seattle, já que mais tarde vou embora.
– Aceito sim.

Ray e eu, sentamos na mesa que seria servido o almoço e começamos beber a cerveja. Logo Anastasia veio com sua mãe e pôs o almoço na mesa. Ana depois de da mais alguns gritos em Phoebe que não queria tirar a maquiagem do rosto, conseguiu arrasta a garotinha contra a própria vontade para o banheiro. Depois de alguns minutos Phoebe voltou emburrada junto com Ana e após todos sentarmos na mesa o pai de Ana disse.

– Bom Christian, antes de todas as nossas refeições, nós costumamos orar e agradecer por mais uma refeição que Deus nos permitiu a ter. Você se importa de orar conosco? — nunca orei antes de qualquer refeição, minha família nunca foi muito religiosa.
– Não, só que não sei como fazer. — disse um pouco sem graça e Ana deu uma pequena risadinha.
– Apenas devemos dar as mãos, e meu pai vai iniciar a oração, não se preocupe, apenas feche os olhos.

Assim fizemos, Ray fez uma pequena oração a agradecimento pela nossa refeição, mas me surpreendi mesmo quando ele orou por mim, pedindo que Deus abençoe cada vez mais a minha vida. Nessa hora até Phoebe ficou quietinha. Eu me senti querido por essas pessoas, pois é raro as pessoas me tratarem bem, sem querer algo em troca. Pude percebe que Anastasia herdou toda a simplicidade e o carisma de seus pais.
Anastasia colocou a comida de Phoebe e a minha, e depois pois a sua. Quem nos visse agora, iria pensar que éramos uma família, os cincos. Começamos a comer juntos e realmente a mãe da Ana tinha mãos de fadas.

– Nossa Karla, você cozinha divinamente bem, agora sei de quem Ana puxou seus dotes culinários. — eu disse olhando para Ana, que apenas sorria e corava ao mesmo tempo.
– Que bom que você gostou, eu estava preocupada, pois a Ana disse que você não tem costume de comer esse tipo de comida que é mais... calórica.
– Eu costumo manter uma dieta balanceada, mas não é para manter o físico nem nada. Apenas fui criado sem comer certos tipos de comida. Doce então, é raro eu comer. Mas agora que eu sei que Ana sabe fazer alguns pratos deliciosos como esse, com certeza irei sair da minha dieta de vez em quando.
– Se dependesse da minha mãe, eu seria uma rola de poço, pois desde que me conheço por gente, minha mãe adora fazer massas. Minha sorte é que não tenho tendência a engordar.
– Sorte mesmo, mas eu já tive seu corpo mocinha, e mesmo depois de ter tido você, permaneci com o mesmo, mas depois dos 35 tudo mudou. — Karla deu um longo suspiro.
– Amor, você está bem mais bonita agora que tem mais curvar. — Ray deu um selinho na esposa.
– Nossa, então quer dizer que eu sou feia? — Ana perguntou fingindo que estava zangada.
– Não mamãe, o tio Jack disse que você é bonita. — Phoebe que estava quietinha se deliciando com sua lasanha, estava prestando atenção na nossa conversa.
– Quem é Jack? — o pai da Ana perguntou.
– Primo do Christian que esteve no aniversário de Phoebe ontem. — percebi que Ana ficou um pouco sem graça, e seus pais se olharam. Meu apetite sumiu no momento em que percebi que Jack iria tentar ganhar Ana pelo ponto fraco dela, que é Phoebe.

Ana percebeu que eu fiquei calado, e logo trouxe a sobremesa que também estava deliciosa, era bolo de chocolate feito por Ana, com sorvete de baunilha. Há muito tempo eu não tinha comido tanto. Logo a noite chegou, e Karla e Ray se despediram das duas, mas antes foi muito choro. Phoebe queria ir com os avós, e Ana derramada lágrimas silenciosas. Eu sabia que estava sendo doloroso para ela ficar novamente com Phoebe sozinha em Seattle. Como Taylor tirou o fim de semana de folga com a Gail, então chamei um táxi para levá-los até o aeroporto. Ana não quis levá-lo, por que disse que Phoebe iria fazer um escândalo em pleno o saguão, para ir com os avôs. Karla e Ray me agraceram por tudo o que eu tenho feito pelas duas, e pediu que eu olhasse as duas por eles, claro que eu prometi que as duas estariam seguras sempre comigo, mas é verdade, Ana, para mim, já tinham se tornado mais do que uma funcionária.

***
Na terça-feira, o dia amanheceu chuvoso, e com ele trouxe um resfriado acompanhado de dores no corpo. Eu tinha uma reunião as onze horas com alguns empresários, para talvez um patrocínio para Grey House, mas meu corpo não estava em condições de sair da cama. Então liguei para a cozinha, e pedi que Gail, trouxesse meu café na cama.

– Está tudo bem com o senhor? — Gail perguntou preocupada.
– Não Gail, estou péssimo. Não sei o que estou sentindo, mas sei que estou resfriado.
– Irei buscar o termômetro para medir sua temperatura, fique na cama, por favor. — Gail disse é saiu do quarto. Aproveitei e liguei para Ross, para avisar que hoje ela ficaria a frente da reunião, e eu iria acompanhar por vídeo conferência, pois não estava disposto a sair da cama, sem saber que merda era essa que eu estava sentindo.

Depois de encerrar a ligação, tomei apenas o café, e não comi mais nada, pois nada passava por minha garganta que estava doendo. Fiquei deitado e coberto dos pés a cabeça, já que estava tremendo de frio.

– Christian? — era voz da Ana.
– Oi? — Eu tirei as coberta do rosto e a olhei.
– Nossa, o que você tem? Você está péssimo!
– Não sei, só sei que minha garganta está doendo muito, meu peito está ardendo e meu nariz intupido. Eu não sou de ficar doente, mas porra! Hoje não era o dia para isso acontecer. Eu tinha uma reunião importantíssima para decidir o futuro da empresa, e logo hoje eu tinha que ficar doente.
– Calma, eu trouxe o termômetro para medir sua temperatura. — Ana colocou o termômetro e minha boca, e pediu que eu me deitasse novamente.
– Já pode tirar isso? — perguntei sem paciência. Ana pegou o termômetro e verificou minha temperatura.
– Nossa, você está com trinta e nove graus de febre. Se chegar a quarenta, teremos que ir para o hospital.
– Não vou não.
– Então terá que fazer tudo o que eu mandar para não precisar ir para o hospital.

Ana passou o dia todo entre seus afazeres, e eu. Ela realmente cuidou de mim, de uma forma que eu estava apenas acostumado com a minha mãe.
A noite Ana veio dizer que já estava indo dormir.

– Ana, posso te pedir uma coisa?
– O que?
– Dorme hoje comigo, você e Phoebe? — ela desviou o olhar do meu, e pude ve como ela ficou surpresa pelo meu pedido.
– Bem... acho melhor não Christian. Você tem o meu número, e só me chamar que venho correndo.
– Não Ana, por favor?
– Mas você não pode dormir no chão, precisa descansar. — Eu durmo em qualquer lugar, mas não quero ficar sozinho, estou com muita dor de cabeça, e tudo gira quando levanto. Por favor, prometo não tentar nada?
Na verdade, nem tenho condições para isso.
– Vamos dormir comigo e com Phoebe na minha casa? Ela com certeza vai estranhar dormir aqui. Aquele dia foi necessário, mas hoje não. Também não quero que ela veja que você vai dormir lá. Então eu venho te buscar assim que ela dormir, mas terá que ir embora, antes dela acordar!
– Tudo bem, só não quero dormir sozinho, já que não estou me sentindo bem.
– Tudo bem, mais tarde venho te buscar. Agora descasse. — Ana sorriu docemente, e saiu do quarto.