Sakuras
5 Bônus 1°: Eu te amo, Firework
Notas iniciais
Bônus : Eu te amo, Firework
As pessoas conversavam distraidamente pelas ruas e parques de Tókio, sem se importarem se o assunto estava invadindo os ouvidos de outras pessoas próximo de lá. O rosto das pessoas estava sorridente. Todos estavam animados para o grande festival de Tókio, no qual era realizado a cada 5 anos no Centro. Casas, solteiros, crianças, idosos, todo o tipo de pessoas, não importava sexo ou idade, festejava livremente pelos cantos.
Algumas pessoas eram mais reservadas e ficavam dentro da pequena mata de árvores que cercava o festival. As barraquinhas de comida e jogos estavam montadas e enfeitadas com grandes lâmpadas coloridas e diversos origamis, típico da cultura tradicional.
As mulheres vestiam seus elegantes e feitos sob medida kimonos. Rosa, verde, azul, amarelo, de todas as cores eram possíveis se ver. Os homens não eram tão restritos a essa "regra", porém, alguns poucos deixavam a vergonha de lado e usavam seus kimonos simples.
Algumas cabanas tocavam músicas animadas e dançantes. As pessoas dançavam discretamente, balançando a cabeça ou movimentando seu corpo. Os pés das mulheres doíam pelos chinelos de madeira que tanto odiavam, porém era preciso, não teria graça sem eles.
Ao longo de toda a festividade, lá estava um casal que chamaria a tenção de todas as pessoas de longe. Com sorrisos estampados nos rostos, com pequenas covinhas que os deixavam fofos, o casal rumava pelo corredor de pessoas e cabanas. Ela vestia um kimono rosa, com flores de Sakuras estampadas. O que apenas favoreciam seus olhos e seu cabelos. Usava os chinelos de madeira, porém pouco se importava se seus pés tinham ou iriam ter bolhas no dia seguinte, ela escutava a voz de seu amado contando sobre seu dia movimentado, sorrindo boba.
Ele estava com calças jeans, camisa polo preta e um tênis casual, nada exagerado, tudo bem confortável e divertido. Assim como ela estava linda e "simples" para a festividade, ele estava perfeito e simples para qualquer passeio. O fato dos dois serem absolutamente perfeitos juntos e atraentes separados era tanto positivo, por saberem que formavam um belo casal, quando negativos, por saberem que as pessoas estavam dando em cima de seus respectivos amados.
Com as mãos juntas, os dois rumaram de cabana em cabana. Pegaram uma peixe na pescaria. Ganharam um urso de pelúcia no tiro ao alvo. No acerte o palhaço, ganharam jogos e assim foram andando e ganhando.
Não faziam nem mesmo 20 minutos que estavam no festival, porém estavam cansados, trabalhavam demais e o cansaço era apenas uma das muitas coisas que lhes causavam. Ela abraçava seu braço musculoso com todas as forças, tanto com possessividade para as mulheres que os observavam, quanto carinhosamente para o próprio homem, que não reclamava da ação da bela moça.
Por outro lado, ele mesmo gostava do aviso que ela fazia para as mulheres, era como mostrar para os homens que ela queria ele e ele por sua vez, queria ela mais que tudo na vida. Queriam um ao outro, de corpo e alma.
Ao fundo, pode-se ouvir uma voz grossa avisando a entrada dos fogos.
Eram perfeitos. A mistura vibrante das flores, a urgência que pareciam ter em colorir o céu com o brilho renovados das festividades. Os fogos se explodiam em alguma forma, corações, estrelas e etc, lindos e alinhados.
Os olhos inocente da garota brilhavam com a explosão de emoções no céu, ao mesmo tempo em que os olhos do menino, não saí dela, apreciando sua beleza adorável e perfeita.
–Eu te amo -murmurou somente alto o suficiente para que ela ouvisse.
–Eu também te amo, meu amor. Muito.- Ela falou o beijando.
–Eu tenho tanta sorte disso.- Falou o homem observando-a deitar em seu ombro e fechando as pouquinhos os olhos.
–Não teira tanta certeza- Falou bocejando.
–Pois eu digo... Eu sou o cara mais feliz do mundo.
Fale com o autor