Sakura Harem

10 PainSaku — Surface


Notas iniciais
Tá, acho que essa foi a mais nonsense de todas, HAUHAUAHUA. Atenção pra tortura! Se não curte, espere a próxima ou leia IndraSaku/SaiSaku/GaaSaku que são tudo amorzinho. Aproveiteeem ;*



Um grito estridente escapou de seus lábios quando sentiu mais uma vez o chicote queimar em sua pele ao estalar na parte traseira de suas coxas. Ofegou baixo, arfando e puxando o máximo de ar que podia enquanto a área afetada ardia em brasa, pulsando em um ritmo compassado. Ela quase podia contar. Dor e dormência, dor e dormência, dor, dor, dor. O som apavorante do flagelo cortou o ar novamente, mais um grito desprevenido escapou de sua boca. Mordeu a língua, tossiu sentindo a garganta seca e depois gemeu quando a pulsação se tornou mais intensa.

Por favor… — sussurrou pela milésima vez pra ninguém em particular. Quer dizer, ela já havia implorado tanto a ele, mas nenhum ato de misericórdia foi concedido. Nem uma frase fora proferida, nem um ruído escutado. Ela só observava aqueles olhos assustadores cravados nela, prescrutando, impiedosos. Olhos cor de lavanda com espirais negras tão frias quanto uma noite de inverno. Em qualquer ocasião, ter um desconhecido fitando seu corpo seminu lhe traria rubor às faces, mas ela sequer se importava com aquilo agora. Seria incoerente se envergonhar quando sentia uma dor tão terrível em cada centímetro do corpo. Algo escorreu de seu seio esquerdo e concluiu ao levar os olhos até lá que era sangue. Um corte raso, mas comprido maculava a brancura de sua pele e um filete pequeno de sangue começara a fluir da ferida. A garota forçou os braços mais uma vez, mas as correntes grossas não cederam sequer um milímetro. Cada pêlo de seu corpo se eriçou quando uma súbita ventania entrou aos sussurros pela janela pequena. Apenas uma fina luz da lua jorrava pela abertura, banhando exatamente o rosto de seu carrasco. E não conseguiu controlar o calafrio que atravessou sua espinha quando o fitou pela primeira vez. Pontos negros maculavam a pele branca da face perversa. A rosada notou — engoliu a bile que lhe subiu à garganta — que eram tachas de metal; ínumeros piercings perfurando a tez pálida, atravessando os lábios, nariz, orelhas… Onde os olhos verdes alcançavam. Os cabelos ruivos desgrenhados lhe davam um ar mais bárbaro. Era Pain.

Sakura prendeu os lábios e baixou os olhos quando ele se aproximou, sua respiração se tornou mais dificultosa. Ela tentou plantar os pés no chão, mas as correntes cobertas de chakra — chakra dele — deixavam-na quase pendurada pelos braços, os calcanhares não tocavam o chão frio. Algo morno tocou seu queixo. Dois dedos. Pain aplicou pouca força pare erguer o rosto da kunoichi, ela deixou a cabeça ser erguida, no entanto não encontrou os olhos dele. Estremeceu quando sentiu a mão dele percorrer seu pescoço, seu ombro, segurar sua nuca e empunhar seus cabelos com força, muita força. Ela engoliu o grito dolorido, mas fechou os olhos e não os levantou. Os dedos se fecharam mais nos fios, puxando-os devagar e tortuosamente para trás, os gemidos da garota saíram rápidos junto da respiração nervosa, um grunhido mais estridente escapando pela boca semiaberta.

— Abra os olhos. — Ele finalmente falou. A voz de Pain era rouca, mas suave e quente como ela nunca imaginaria. O tom era cordial e, se não levasse em consideração a situação que estava, quase gentil. A rosada negou lentamente, sussurrando um “não” veemente, porém não saiu voz alguma, seus lábios apenas se moveram. A mão do ruivo soltou os fios róseos devagar e Sakura suspirou sentindo o couro cabeludo pulsar, sufocou um lamento.

— Ah! Não, por favor, não, não! — suplicou quando o viu se afastar e empunhar o chicote. Ela moveu as pernas no ar tentando se soltar, mas era inútil. Seus ombros protestaram quando ela forçou as correntes e ouviu um leve protestar do ferro. Os olhos singulares a observavam calmamente enquanto o desespero a fazia repetir as lamúrias desesperadas. — Por favor, não! A-ah! — O açoite foi mais duro agora e acertou sua barriga nua. Ela puxou o ar pela boca e gritou ao notar o braço dele se erguer lentamente. — P-por que está fazendo isso? Pare… Isso dói… muito, por favor, pare — arfou cansada quando a visão turvou uma vez. Desistiu de tentar manter-se de pé apenas com a ponta dos dedos, sentiu os braços fisgarem quando deixou todo o peso do corpo ser sustentado por eles. Mordeu os lábios e segurou as lágrimas, baixando o rosto exaurido.

— Isso dói? — a voz dele soou próxima e ela fez uma careta para os pés dele, Pain se aproximara novamente.

A mão do líder da Akatsuki novamente segurou seu rosto, dessa vez o polegar e o indicador se prensavam contra as bochechas macias da kunoichi. Ela ergueu o rosto dessa vez e o encarou duramente. Não hesitou ao abrir a boca e mordê-lo, fincando os dentes na pele dura e forçando o maxilar. Sakura teria continuado, mas o rosto extremamente calmo a deixou muito, muito assustada. Ele ao menos franziu a testa. Soltou a mão devagar sentindo o gosto do sangue dele nos lábios, e era muito. Viu o líquido vermelho-escuro escorrer pelo braço branco cheio de surfaces com terror, Pain apenas baixou os olhos uma vez e tornou a olhá-la. A mão boa dele se ergueu e tocou os cabelos róseos. A kunoichi estacou nervosa, mas ele apenas acariciou os fios devagar, sentiu as unhas curtas arranharem seu couro. Ele aplicou uma força mínima para baixo, mas foi o suficiente para seus braços se incendiarem como se aplicassem fogo em pólvora. Sakura não reclamou, ele deslizou a mão para o pescoço pulsante da garota e apertou devagar, mas intensamente a garganta, fazendo-a perder o folêgo por uns instantes. O pavor era como garras longas e afiadas roçando em seu estômago, ela estremeceu quando a mão dele continuou percorrendo seu corpo e pressionando cada ponto magoado, causando dores súbitas e passageiras. Não conseguiu reprimir um soluço quando ele agatanhou a unha pelo corte em seu seio, ofegou baixo quando ele deixou a ferida e esmagou seu mamilo entre os dedos.

— Responda — sussurrou placidamente e seus dedos se pressionaram mais. A médica ergueu os olhos para os deles sem entender e a dor ficou insuportável. — Isso dói?

— Sim! — choramingou ela entre arquejos — Dói, dói muito.

Os dedos em seus seios sumiram e ela suspirou baixo ainda olhando-o nos olhos. Sentiu algo molhar seu rosto e percebeu que as lágrimas que tanto segurara tinham transbordado.

— Está mentindo — A voz do ruivo era menos que um cicio sereno e gélido. Como o cair da neve, era calmo e agradável, mas podia ser letal.

— Maldito, não é você que está sentindo! — bradou ela bruscamente sentindo um ódio profundo do Akatsuki. — Troque de lugar comigo e veja se dói ou não!

Ele continuava tranquilo e distante, era o que mais a enraivecia. Um sorriso pequeno brincou no canto dos lábios pequenos dele, quase de zombaria, mas logo desapareceu como num apagão.

— Nada disso te causa dor.

— E que merda estou sentindo em cada maldito pedaço do meu corpo agora?! Além de sádico é louco?! — rechaçou a rosada em uma fúria homicida. — Me solte! Deixe-me ir embora!

— Não.

— Então me mate logo!

— Eu não vou matar você — disse ele com uma leve indignação.

— O que vai fazer, então? — questionou com medo da resposta. Sentiu a mão dele em suas costas tensas e o temor aumentou.

— Vou mostrar a você que está enganada. — Ele se ajoelhou a sua frente devagar e Sakura arregalou os olhos desorientada. Se tivesse forças poderia desferir um chute potente naquele shinobi, mas sequer podia mover as pálpebras direito. Então fraquejou miseravelmente quando os dedos dele agarraram seus tornozelos e os levantaram com agilidade, colocando-os sobre os próprios ombros. A Haruno queria clamar aliviada por ser levemente erguida, seus ombros agradeceram; mas o rosto dele próximo à sua única roupa — a calcinha — deixou-a extremamente enervada para que se aliviasse por completo.

— O-oh… Ei, o que vai fazer… K-kami-sama! — Pain esfregou o rosto contra a pequena tira de pano que cobria a sua intimidade e ela tremeu quando ele audivelmente inspirou. O ruivo puxou o tecido fino para o lado e fitou a sua nudez com aparente curiosidade. Sakura sentiu um calor amplo de embaraço e desviou os olhos sentindo a queimação aumentar quando ele ergueu o rosto pra ela com um sorriso. Sentir o hálito quente na única parte, até então, imaculada era o que Sakura menos esperava. Até a língua dele tocá-la. Ela pulou sobre as mãos dele e arfou assustada. Era demais ter seu corpo flagelado e sua virtude tomada em um só dia. Ela tentou afastar a perna dos ombros dele, mas Pain deslizou as mãos para a lateral das coxas e as prendeu com facilidade enquanto mergulhou os lábios nela com mais vontade, ele se afastou por um momento para arrebentar o pequeno tecido e jogá-lo por sobre o ombro. Voltou a acariciá-la devagar, separando com os lábios os vincos macios e deslizando a língua quente para dentro dela, enrolou-se no clitóris pequeno e sugou-o devagar até que a rosada parou de protestar duramente e começou a ofegar contrariada. — Pare… Oh, deus, pare…

Ele não se afastou até que o corpo da kunoichi estremecesse continuamente sobre a língua dele. O Akatsuki continuou estimulando a feminilidade frágil devagar, fazendo-a implorar com o mesmo vigor de antes. Correu os dedos devagar por ela e sentiu-a finalmente molhada, mesmo que pouco. Ele a umedeceu com sua saliva, espalhando com a língua e sorvendo o sabor levemente salgado dela. Quando beijou devagar a cavidade estreita, sentiu mais uma dose de sua excitação escorrer lentamente pelo oríficio miúdo. Soltou as coxas macias no chão sentindo-se satisfeito.

— Isso doeu? — perguntou casualmente para o rosto retorcido da médica. Os lábios avermelhados estavam comprimidos e ela expirava com força pela boca.

Pain se levantou e elevou o rosto da garota com a mão machucada. O sangue estancado começava a ressecar sobre a pele clara dele. Sakura virou o rosto bruscamente, livrando-se do toque carinhoso do ninja. Ouviu um suspiro divertido escapar dele e o som das correntes que a prendiam protestanto. Os elos caíram e a kunoichi desabou junto, de joelhos por conta do peso do metal fundido. O ruivo libertou seu pulso com cuidado, os polegares deslizando pela tez avermelhada e profundamente marcada.

A rosada não entendia como a pele dele tocava a sua tão gentilmente, quase com receio. Sentia cada articulação de seu corpo doer como se estivessem soltas, mas não tanto porque ainda sentia a dormência que as carícias de Pain havia provocado em seu corpo. Caiu pra frente de exaustão, não poderia proteger o rosto porque seu corpo não obedecia a seus comandos, mas braços acolhedores envolveram seu torso e a ergueram antes que batesse contra o chão. Ela foi depositada sobre algo macio e agradeceu por isso.

— Responda às minhas perguntas, Sakura. — a voz soou mais intensa agora. Inquieto. Ele estava sem paciência para o silêncio da garota.

— Isso é diferente de antes. — murmurou friamente evitando olhar nos olhos dele e principalmente os lábios. Ainda sentia o toque macio entre suas pernas e aquilo fora degradante demais.

— Está errada — entoou suavemente ao acariciar o braço amolecido da rosada. Os seios pequenos se arrepiaram e os olhos de Pain faíscaram sobre o local. Sakura se contorceu como uma víbora quando a boca apoderou-se de seu seio, rodeando o bico macio e chupando com pressa. Ela moveu as mãos cansadas pelos cabelos dele e sentiu a sedosidade dos fios quando se enrolaram em seus dedos. Os metais gélidos do rosto dele faziam sua pele se eriçar cada vez que a tocava. Ele puxou a pele rosa pálida com os dentes e soltou devagar para perguntar laconicamente: — Está doendo?

— O… o que? — retorquiu a médica. Seu cérebro parecia ter sido reduzido a fumaça e seu coração batia forte contra o peito. O ar frio contra a umidade repentina em sua pele fazia com que seus mamilos ficassem rígidos a ponto de arder. Precisava de calor e urgentemente. — N-não… Não é a mesma co-

— Shh… Eu vou te mostrar que é. — Ele a tranquilizou e habilmente a virou de bruços. O corpo cansado da ninja mal podia se mover, mas ela tentou se colocar sobre os cotovelos com esforço. Seus joelhos sequer se ergueram. A mão do shinobi a empurrou delicadamente de volta e ela desabou. Sentiu suas pernas serem separadas com destreza. Ela se queixou roucamente, mas um grunhido escapou de sua garganta quando os dedos dele afagaram sua pele, massageando as costas e delizando para as nádegas macias. Pain apertou a carne firme e entremeou a mão pela depressão, espalmou os denos na cintura feminina por baixo e puxou para cima, fazendo-a empinar os quadris para que ele encontrasse a umidade crescente de sua feminilidade mais facilmente. E assim o fez. Os dedos percorreram devagar toda a pele quente da kunoichi, dominando e demarcando cada pequeno pedaço do íntimo da garota.

— Hm… — gemeu ela bem baixinho. Sakura crispou a mão sobre o tecido e arfou mais forte quando um dedo dele se forçou contra a sua entrada devagar. O Akatsuki encaixou a ponta do indicador na abertura apertada, impeliu mais um pouco ao senti-la mais receptiva. Juntou o dedo médio quando a excitação escorreu-lhe pela mão lentamente. Sakura resfolegou roucamente, um som puramente desejoso.

— Eu poderia te açoitar agora e você continuaria gemendo assim pra mim — discorreu o ruivo com serenidade. Moveu os dedos dentro dela com alento, cada vez com mais vigor e de acordo com os grunhidos excitantes que ela soltava. Virou a rosada para cima rapidamente quando seu membro pulsou dentro da calça que parecia ficar cada vez mais desconfortável.

O shinobi foi baixando a mão e esfregando-a ao longo da barriga arfante de Sakura, lentamente viajando em direção ao seu umbigo, em seu abdômen apertado, e novamente na intimidade molhada. Calafrios erráticos e seguidos balançavam todo o corpo pequeno e ela tremia de desejo ao toque das suas mãos.

— Você quer isso? — Pain perguntou baixo e movendo as mãos lentamente sobre o ponto sensível da garota, torturando-a.

Tudo o que veio através dos lábios de Sakura foi um gemido alto. Ele levantou uma das sobrancelhas acobreadas e ela se forçou a falar: — Não… — A kunoichi desejava que o fogo que a consumia se aplacasse, era tão quente que a desnortadava. Precisava de algo duro e potente dentro dela, contudo não poderia ceder.

Mas Pain estava decidido abalar e dizimar suas decisões.

O ninja assentiu uma vez e a mão entre suas coxas se tornou mais urgente, introduzindo dois dedos de uma vez só em seu sexo ardente. Sakura gritou e ele enfiou mais um. Ela arqueou as costas e pendeu a cabeça para trás com os olhos cerrados, a sensação era tão intensa que não conseguia controlar suas reações.

— Está mentindo pra mim, Sakura? — ele a lembrou e Sakura quis estrangulá-lo quando não conseguiu controlar os gemidos. Pain empurrou os dedos repentinamente para dentro e fora dela. Ele se retirou totalmente e levou a mão para cima, deslizando pela barriga, seios… tocou os lábios contraídos da garota. — Abra. — Sakura manteve seus olhos em Pain. Seus lábios tremiam quando ele enfiou os dedos em sua boca quente. Ela saboreou o gosto de sua própria excitação e não conseguiu desviar os olhos do rosto subitamente severo que a observava com atenção.

Ele puxou os dedos abruptamente, pôs-se de joelhos e desceu do colchão para se despir às pressas. O Akatsuki retornou à cama e se sentou, separou levemente as pernas longas e puxou a kunoichi para o espaço entre elas. Ele a içou pelos braços, pondo-a sentada também, bem próxima a ele.

— Coloque suas pernas ao meu redor. — Pain ordenou. A Haruno pôs as mãos sobre os ombros do ruivo, mas ela estava tão fraca pelo que ele tinha feito com seu corpo que o shinobi teve de ajudá-la a envolver as coxas macias nos quadris dele.

Ela estremeceu quando Pain apertou-se a base de suas costas, a ereção quente roçou contra sua barriga. O ninja capturou o rosto da médica com suas mãos grandes e os lábios se uniram calmamente. Pain a beijou de maneira profunda, movendo a cabeça devagar até que Sakura cedesse e retribuísse também. Ele passou a lamber delicadamente a boca da rosada, ela abriu a boca para inspirar e o ruivo afundou a língua para dentro dela. Ele a beijou por tanto tempo que a cabeça da garota começara a girar com a intensidade. Ela retribuiu as carícias com um gemido de desistência, querendo, precisando, desejando que ele a satisfizesse. Os dedos que acariciavam de leve o rosto franzido da garota desceram devagar, pressionando-a contra o corpo forte. Sakura choramingou. Estava assustada, acalorada e apreensiva, ela estava tão furiosamente cheia de luxúria que apenas não poderia mais segurar os gemidos. O Akatsuki estendeu a mão e tocou seus lábios nos dela enquanto resvalou a mão pelo ínfimo seio com delicadeza.

— Ainda dói? — inquiriu Pain com a voz rouca quando rodeou a ponta rosada do seio e comprimiu com mais força.

— N-não… — Sakura respondeu resignada em sua boca e ele a apertou mais. O corpo feminino ainda ardia pelas chicotadas, mas estava excitada demais para se atentar a essa ardência. Havia um calor mais intenso, crescente… Ela estava prestes a perder o juízo. Sentiu-se tão inebriada e tão desejosa que poderia desmaiar se o ruivo não a tomasse logo. Ela o queria.

Pain murmurou palavras suaves, Sakura não conseguia entender, pois estava um tanto confusa. Estava louca de desejo, louca de necessidade e se não fosse aliviada logo tinha certeza que iria ter uma combustão interna.

— Está ansiosa? — Ele perguntou com uma voz malditamente calma. A médica tentou forçar os braços ao redor dele, mas não surtiu muito efeito. Então roçou os seios contra o peito quente, e moveu a cintura sobre o colo que a acalentava. Pain agarrou e arranhou de leve as nádegas arredondadas quando ela o fez mais forte. Ele encontrou a boca dela em um beijo mais quente e duro, sua língua explorando com mais avidez. Ele escorregou os lábios para o ouvido da garota, seu hálito quente ardendo contra o rosto trêmulo. — Eu vou foder você, Sakura. Forte. Realmente forte.

A umidade entre as pernas da kunoichi cresceu a níveis infernais e ela grunhiu baixo pelas palavras eróticas.

O shinobi a empurrou contra os lençóis e ficou sobre ela, equilibrando-se sobre as mãos. Mordiscando o pescoço sensibilizado e sussurrando obsenidades no ouvido da kunoichi. Ela engoliu seco ao sentir a dura ereção roçar o ínicio de sua feminilidade, mas não houve nenhuma hesitação quando olhou para o ruivo e ele assentiu.

Segurou a parte de trás do joelho da rosada e empurrou a perna pra cima.

— Por favor... — pediu ela quando ele parou para olhar com minucia para o corpo curvílineo. A ninja estava desesperada por aquilo.

E então com o timing perfeito ele estava dentro dela. Sakura gritou e se encolheu quando Pain moveu o quadril uma vez profundamente. Ficou quieto por um momento enquanto ela sentiu-se esticar para acolhê-lo adequadamente. A pressão era grande a fazia vergar o corpo estremecendo.

Ele deu um sorriso lento, voluptoso e deslocou-se mais uma vez. Com força. Sakura resfolegou e o corpo pequeno agitou-se abaixo dele. Ela agarrou mais firmemente os ombros largos de Pain e ele apertou suas nádegas dela quando se enfiou mais no corpo delicado.

— Você é muito apertada… — sussurrou Pain empurrando rudemente dentro e fora do sexo quente da garota. A Haruno envolveu as pernas na cintura dele e gritou ao senti-lo mais fundo, tentou desentrelaçar as pernas, mas o Akatsuki a impediu. — Não está te machucando, está?

— Ah… n-não… — ela admitiu entre os gemidos, sentindo-se ofegante. Quase não podia ouvi-lo com seu pulso martelando alto em seus tímpanos.

Sakura gritou quando Pain se moveu forte, fazendo os corpos se chocarem bruscamente, sua pele ardia e a respiração dele ficou mais pesada contra seu pescoço, mas não diminuiu a velocidade. A Haruno lutou para segurar os gritos enquanto ele a penetrava cada vez mais forte e rude. As mãos dele possuíam cada parte do corpo, apalpando, arranhando. A pele da garota brilhou de suor e tornou-se mais difícil mantê-la presa entre as mãos. O cheiro dela misturado ao dele e sexo inebriou os sentidos do ruivo.

—… ah, deus… isso é muito forte… E-eu vou… — A voz dela saiu sufocada entre os gemidos roucos e os olhos verdes estavam nublados de lágrimas. Pain empurrou seu corpo com potência dentro dela.

— Segure. Segure, Sakura — ordenou ele com altivez e compeliu-se contra ela mais rápido.

Os gemidos dela eram os mesmos, a força que ele aplicava era a mesma, se não mais intensa. E Sakura estava perdendo a cabeça, porque ela sentiu quando a mão dele esmagou seus seios e arranhou-se sobre o corte longo, mas não houve dor. Seus ombros sequer latejaram quando ela abraçou o pescoço do shinobi e pressionou o rosto dele contra seu corpo em chamas. Sakura apertou os dedos em punho nas costas largas do ruivo quando os impulsos se tornaram mais rudes. E ela implorou, assim como antes.

— Por favor! Por favor! — A Haruno entoou entre os gemidos e ganhou investidas mais brutais como resposta.

— Sakura — chamou Pain uma única vez e ela gritou aliviada. Seu sexo ardeu e seu corpo pareceu explodir como cristal fino esmagado em um terremoto de proporções enormes. Seu corpo tremeu, tremeu e tremeu, e a rosada pensou que o orgasmo nunca acabaria. Ela não queria que acabasse. Era o orgasmo mais incrível, e mais intenso que ela nunca havia experimentado. Vagamente, ela percebeu os rosnados e gemidos de Pain. Sentiu o ritmo do corpo dele afundado no dela, e isso só fez o seus espasmos persistirem por mais tempo.

Pain se deteve hesitante, a respiração se nivelando ao ritmo da dela. Beijou os lábios avermelhados com o ar escapando entrecortado pela tez inchada. Finalmente soltou-a relutantemente, a rosada sentiu um frio súbito, mas Pain a abraçou e ela permaneceu presa no berço de braços fortes.

— Ainda acha que sentiu dor, kunoichi? — Ouviu-o perguntar, mas não conseguiu responder de pronto. Ela deu de ombros e suspirou longamente sentindo o calor entre suas pernas latejar lentamente. — Você não conhece a dor. — Sakura franziu o rosto, mas não ergueu os olhos para ele. Apenas aconchegou-se contra o peito quente, incapaz de pensar, ainda respirando pesadamente. Pain a puxou devagar e junto os lábios da rosada nos dele. A garota se derreteu ainda mais contra ele, completamente satisfeita, completamente exausta. E então os olhos se fecharam e ela caiu em um sono profundo e completo.

Notas finais
O Pain é o melhor antagonista de Naruto e sei que ele nunca seria mal assim, mas não resisti em deixá-lo assim, me perdoem :'D Surface, pra quem não sabe, é aquele piercing que atinge mais profundamente a pele. Tipo aqueles entre os seios, ou no braço, bochechas... Enfim, é isso aí. Sobre Gaiden: Eu tô feliz, eu tô muito feliz. Só quero saber se os Uchiha tão vivendo de aluguel ou algo assim, AHUAHUAHUA. Sasuke sendo filhadaputamente cruel ao ir pra missão sem dar uns cata na Sakura, mas ok. Eu também não ia querer beijar na frente da minha filha @_@ GAIDEN FOI INCRÍVEL!!!! TÔ LOCA E PRECISO VER O FILME PRA ONTEM. Espero que tenham gostado, comentem, mandem suas opiniões e receitas pra bolo. kissus!