Sakura Harem

11 NejiSaku — Enclausurados


Notas iniciais
Yoo, yooo, pessoas o/ Olha, esse capítulo quase não sai. Eu fiquei tão chateada, mas tão chateada com o tio Word que quase morro. Era pra ser postado hoje cedo. Eu o escrevi durante a madruga, mas o que acontece?? O Word para de funcionar e CAPLOUF! Nada de salvar capítulo! Fiquei muito triste! Consegui reescrever, apesar de achar a primeira versão muito mais legal :'( Uma pena mesmo, mas espero que gostem, ok? NejiSaku é divônico! Aproveitem :D

Maldita Ino e suas ideias pervertidas!

Ela estava total e irrevogavelmente ferrada.

Amaldiçoou-se por ser tão influenciável e ceder fácil à persistência da amiga. Amaldiçoou sua curiosidade infinita e imprudência. Sakura pôs a mão na boca engolindo seco e enfiou-se mais entre as toalhas macias tentando não fazer muito barulho.

"E se espiássemos o vestiário masculino, Testa-chan?" Ino dissera descaradamente ao sair do chuveiro. Sakura negara, é claro, mas, como sempre, acabou cedendo. A loira conseguira convencer que seria uma experiência interessante e inesquecível e que ela definitivamente não podia ficar de fora.

E esgueiraram-se sorrateiramente ao vestiário. Ficaram horas grudadas dentro daquele armário de toalhas pequeno e escuro e sequer um mísero homem apareceu. Emburrada, a loira abrira abriu a portinhola — Por que as longas (mas finas o suficiente para que elas não fossem vistas de fora) fendas da porta foram ignoradas Sakura não sabia. Shannaroo! Yamanaka Ino faz tudo escancarado! — e pulara do esconderijo para averiguar. Ela pusera a mão na cintura indignada enquanto a kunoichi rosada saía hesitante do armário.

Tinha tropeçado nos próprios pés ao tentar vestir as roupas íntimas sem se livrar da toalha úmida, por isso não notara quando a garota, aquela que se dizia sua melhor amiga, dera um salto assustado e correra como louca para a segunda saída lateral do vestiário. Sakura só se erguera quando notou os pés da amiga chocarem-se com o chão de madeira, fora do vestiário... Uma maldição subiu por sua garganta, mas engoliu-a de volta...

Ouvira passos se aproximando.

De Garotos.

Ela arregalara os olhos e se atirara-se para dentro do depósito de toalhas mais uma vez. A única coisa que conseguira fazer foi bater a porta de volta embrenhar-se nos tecidos macios e secos. As vozes aproximavam-se cada vez mais. Oh. E não eram quaisquer garotos! Aquele tinha sido o motivo do desespero da médica. Por isso ela estava naquela vergonhosa situação agora Escondida e enrolada sobre as toalhas desejando adentrar na parede e sumir!

Eram seus amigos. Podia ouvir a risada alta de Naruto conversando com Choji, Lee, Shikamaru, Kiba e Neji.

Haruno Sakura estava muito enrascada mesmo.

Algumas risadas ecoavam junto com os passos sobre o piso molhado. A rosada fez um esforço hercúleo para controlar e diminuir o fluxo de seu chakra ao sentir o dos amigos mais próximos. Então agradeceu por ser a pupila de sua shishou, agradeceu por ter um bom controle sobre seu chakra. Fechou os olhos suspirando fundo e aquietou seus batimentos cardíacos ao arquitetar uma morte lenta e dolorosa para uma certa loira. As vozes estavam terrivelmente altas agora.

Sakura seria flagrada. Droga, ela tinha certeza disso! Ah, ela já podia imaginar as caras atônitas, as repreensões dos donos do ryokan, as risadas dos amigos. Pervertida, a pervertida do ryokan! Ugh. Ino morreria por suas mãos, sem dúvidas!

— Aaah, a água estava realmente boa! — Os amigos concordaram com suspiros apreciativos e preguiçosos. Ó burburinho se tornou mais baixo enquanto a kunoichi ouviu o farfalhar de roupas sendo vestidas. Ela suspirou aliviada. Tudo bem, eles não me verão, eu vou conseguir sair numa boa, é só relax-

— Eu não consigo acreditar!

Seu estômago pareceu congelar quando Lee arfou. Kami-sama! A ninja puxou uma toalha da pilha e a pequena montanha desabou nela com um baque surdo. Ela encolheu os braços e prendeu os lábios. Que aquele esquisito não dê com a língua nos dentes, por favor, por favor…

— Aa, ele verdadeiramente disse isso.

— Tch! E você não fez nada?

— Deveria ter enfiado o punho na cara dele, Shikamaru!

— Are, eu não queria me cansar…

— Você é um verdadeiro preguiçoso, dattebayo!

Sakura sentiu o coração voltar a bater erraticamente no peito. Ela pôs a mão sobre a boca para abafar o suspiro aliviado.

— Vocês são muito barulhentos — um timbre mais frio reclamou de maneira altiva. Neji. — Vistam-se depressa e vamos logo sair daqui.

— Ei, gênio — Kiba grunhiu com a voz animada. A médica ouviu um estalo e um esgar surpreso. — Por que não para de resmungar como um velho e apanha mais uma toalha pra mim? Tive que molhar essa pra te acertar.

Os risos ressoaram mais altos e ela ouviu um shinobi rezingar. Os passos pesados marcharam até onde ela se escondia e a Haruno conseguiu assistir de olhos cerrados uma sombra cobrir a luz que emanava do lado externo quando a porta foi aberta num rompante.

Eu. estou. ferrada.

Uma toalha foi surrupiada próximo ao seu pé, ela encolheu as pernas por reflexo, mas conseguiu manter uma mínima rigidez no movimento. Ela tentou engolir a ansiedade sólida que se alojara em sua garganta quando bruscamente a porta se fechou.

Inspirou fundo.

— Toma aqui, cão. — rechaçou seriamente o Hyuuga para o divertimento dos amigos. — Agora vamos.

Uma sessão de insultos e gargalhadas se sucedeu enquanto os passos se afastavam dali. Sakura estremeceu e estremeceu sentindo o mundo girar ao seu redor. Ela estava livre pra fugir. Ninguém a flagrara e ela poderia andar por Konoha sem se esconder dos olhares.

Mas ainda posso surrar a Porca.

Levantou-se lentamente e livrou-se de todo aquele monte de tecido ficando apenas com o que envolvia seu corpo seminu. Abriu a porta devagar — depois de espiar pelas frestas se haviam realmente ido embora. O local estava vazio! — e pulou para o piso frio. Puxou a calcinha que ficara travada nos joelhos para cima e pegou o sutiã que estava pendurado em seu ombro…

— Eh, onde está? — sussurrou ela ao tocar a pele lisa. Voltou o corpo para o depósito e chutou algumas toalhas a procura de sua vestimenta. Não é possível que Ino…

— Uma peça tão pequena. Eu devia imaginar que era sua.

KYA! — Sakura não conseguiu reprimir o grito ao voltar o corpo rapidamente para a voz soberba.

Olhos lunares a observaram de cima com uma expressão confusa, mais ainda levemente arrogante. A garota baixou o olhar sentindo o rosto pegar fogo e notou pendurado no dedo indicador do garoto o seu sutiã azul celeste. Seu coração bateu mais rápido que asas de um beija-flor, ela sentiu isso. O shinobi cruzou os braços e meneou a cabeça quando soltou um suspiro cansado, como se aquilo ocorresse frequentemente.

— O que está fazendo no vestiário masculino? — Ele indagou bruscamente. Sakura desviou os olhos verdes envergonhadíssima e abriu a boca, mas apenas balbuciou incoerentemente. Neji ergueu a palma num gesto para ela se calar. — Não importa. Eu realmente não imaginava que você era desse tipo de garota. Não tem noção do quão imprudente é este tipo de atitude? O que seus pais diriam sobre isso?

A kunoichi prendeu os lábios com chateação. De todos que poderiam encontrá-la, tinha de ser justamente o ninja mais… íntegro? O moreno a olhava esperando respostas como um professor chateado com as notas baixas de seu aluno. Sakura prendeu os dedos no nó da toalha que a envolvia e com a outra mão deu um puxão ríspido no sutiã que estava na mão dele. Os olhos claros semicerrados a encararam.

— Não é nada disso que você está pensando, ok? — mentiu descaradamente com uma carranca obscura. — I-isso foi apenas um engano! Eu definitivamente não sou-

— Tarada? — sugeriu ele com um sorriso de escárnio brincando no canto dos lábios.

— EU NÃO SOU U-

— Shh — ele avançou e tapou a boca da garota de maneira rude. Sakura estava pronta para lhe dar um safanão, mas o shinobi a empurrou para trás ansioso. — Vem vindo alguém. Entra! — ele ordenou aos sussurros e a jogou para dentro do depósito novamente.

Sakura tropeçou sobre as toalhas e foi esmagada contra a parede áspera quando o rapaz enfiou-se lá dentro também sabe-se lá porquê. Com Ino junto a si o armário não lhe parecera tão pequeno, mas com Neji ao seu lado estava muito sufocante. A médica suspirou fundo quando notou que o rapaz usava uma toalha também, só que envolvia apenas o quadril largo, o peito ofegante estava nu. Sakura inspirou pelo nariz, já que sua boca ainda era obstruída pela mão grande do moreno. Ela quis se virar, mas seu rosto ruborizou ao imaginar o quão constrangedor seria tê-lo se encostando a sua b… Ér… Seria constrangedor.

— Eu ouvi alguém aqui, tenho certeza! — um jovem contestou do lado de fora enquanto a kunoichi estava absorta demais em uma gota de água que escorria do queixo para o peito do shinobi. Ela ergueu o rosto para pedir que ele virasse de costas, mas a mão dele se tornou mais firme em seu queixo e os olhos a fitaram significativamente. “Mantenha-se em silêncio ou estamos ferrados”. O braço esquerdo do ninja se ergueu e escorou-se na parede ao lado da cabeça da rosada. Ela engoliu seco e se encolheu tentando ouvir a conversa do lado de fora.

— Está ouvindo coisas demais. Os últimos clientes saíram agora a pouco. — A julgar pelo timbre, um senhor idoso repreendeu o outro. Algo duro se bateu no chão quando ele tornou a murmurar mais baixo desta vez: — Tranque o armário e abra o da direita. Há muitas toalhas antigas que precisam ser usadas antes que as novas se acabem. Não tenho dinheiro para repor tantas.

— Hai, chefe! — disse o outro e aproximou-se de onde os ninjas enclausurados estavam, o som da tranca foi mais alto do lado de dentro e fez Sakura se sobressaltar. — Velho avarento.

Houve um curto som de passos arrastados e então fez-se silêncio. A garota tentou se afastar movendo o corpo, mas o olhar duro a fez estacar no lugar.

— Olha no que você nos meteu! — sussurrou ele de maneira acusatória.

— Eu? Você se enfiou aqui porque quis! — retorquiu ela retirando a mão dele de seu rosto bruscamente. — Eu não pedi sua ajuda.

— O que acha que diriam se me vissem aqui com você? Se eu não te colocasse aqui você continuaria parada como uma tola no meio do vestiário.

— Eu poderia me explicar!

— Ah, claro — desdenhou Neji enervado e Sakura sentiu uma gota de suor escorrer de sua nuca para o meio das costas. — Você é realmente ingênua, não é?

— O que disse? Oh, quer saber? Esqueça! — Ela resmungou e se desvencilhou dele.

Escorregou facilmente do braço que tentou puxá-la de volta, mas não esperava que Neji fosse a segurar pela toalha que, de uma maneira inoportuna, ela não estava segurando. O tecido foi ao chão e Sakura quis ir junto. Cobriu os seios às pressas e soltou um grito estridente que foi abafado pelos dedos do moreno. Ele a empurrou contra a parede sem delicadeza.

— Fica quieta! — ele sussurrou com raiva quando ela se remexeu tentando se desvencilhar, ele firmou o aperto.

Mmpf, mi folta — reclamou abafadamente contra a mão dele. Deveria morder aquela pele que apertava seus lábios tão firmemente?

Mas não conseguiu mordê-lo, porque repentinamente ele estava mais próximo. Perto demais. Expirou pelo nariz e apertou o pulso masculino quando ele baixou os olhos até os seus.

— Sabe o que poderia acontecer com você se algum homem a visse assim? — indagou ele friamente. A kunoichi baixou o olhar, mas o Hyuuga a puxou pelo queixo novamente. — Você não entende sobre isso, não é? Eles a atacariam, sem dúvidas. Eles fariam isso. — Sakura arquejou quando a mão largou seu queixo e o braço envolveu sua cintura, arrastando-a para mais perto até que os corpos se unissem. Seus seios se colaram no peito dele e, de repente, havia espaço de sobra a sua volta. — E isso… — A boca dele roçou em seu pescoço e a garota inspirou a procura de ar. Sentiu a língua quente capturar o resto de umidade que se alojava em sua clavícula e se moveu ansiosa. O braço a apertou mais forte e ela sentiu a tensão dele contra sua barriga com uma surpresa aterrorizada. Neji a puxou para cima e Sakura só pôde enlaçar suas pernas nele quando fora prensada contra a parede. Largou os seios e apoiou-se sobre os ombros largos para se equilibrar. — Poderiam fazer…

—… tudo que você está fazendo? — sugeriu ela num murmúrio altivo. Engoliu seco quando o olhar dele cruzou com o seu, mas não havia contrariedade nos olhos brancos. Havia algo como… súplica. A mão dele tocou seu maxilar com calma e ela estremeceu sentindo um calor muito forte quando seus seios roçaram no peito dele.

— Eu posso? — ele indagou baixinho ao se aproximar dela.

Os olhos perolados ardiam nos verdes e deixou a médica um pouco desnorteada. Não o respondeu, apenas apertou a nuca masculina e o puxou para si. Neji deslizou a mão por suas costas e capturou seus lábios para beijar-lhe com ânsia, a boca doce da jovem encaixou-se na sua como perfeição. Os dedos suaves correram pelos cabelos longos do moreno e enrolaram-se na sedosidade dos fios.

A língua delineou o formato do lábio inferior da kunoichi e lentamente deslizou pelos dentes dela, fazendo-a soltar um ruído que afetou seu controle de maneira destrutiva. O Hyuuga desceu a mão das costas e apertou a carne firme das nádegas da rosada, escorreu os dedos dali e puxou a própria toalha, ouvindo um baque surdo ao deixá-la no chão.

— O-o que…? — inspirou a ninja ao sentir a pele quente roçar abaixo de si.

Engoliu um arfar envergonhado e as mãos dele foram para suas pernas, desentrelaçando-as do seu quadril. Sakura deslizou na parede lentamente e firmou os pés no chão. Ele colocou-a de joelhos sobre os tecidos macios e entremeou os dedos pelos cabelos róseos.

A garota segurou as coxas do rapaz e sentiu a mão dele levantando seu rosto. Duas pérolas leitosas a observavam atentas quando ele pôs o cabelo escuro para o lado, formando uma cortina longa que se estendia até o umbigo. Sakura engoliu seco ao fitar fixamente os músculos proeminentes do abdome trincado e suado, descendo os olhos cada vez mais. Cerrou as pálpebras de nervosismo quando o viu intimamente. Os dedos dele afagaram sua bochecha vermelha e ela foi guiada lentamente até o membro pulsante. Ele encostou sua extremidade nos lábios rubros e Sakura depositou um beijo casto em sua glande. Neji arfou quando a boca pequena se abriu e o tocou hesitante, seu quadril se moveu sem que percebesse.

A rosada deslizou-o para dentro devagar, resvalando a língua pela parte que conseguia colocar dentro da boca. Os dedos do ninja se apertaram em seus cabelos quando ela voltou sugando com mais pressão e soltando-o com um suave som escapando de seus lábios. Ela retornou a abocanhá-lo com calma, ainda com medo de fazer algo errado, mas puxou as pernas dele pra si quando sentiu-se mais segura. O moreno se moveu lentamente contra o rosto da rosada e deslizou a mão para a nuca, socando a parede quando sentiu a língua quente lambê-lo do extremo à base com intensidade antes de engoli-lo. Uma nuvem de poeira caiu do teto baixo e salpicou nos dois. A médica ergueu os olhos para adverti-lo, mas Neji sequer notou isso. Não estava focado nos olhos verdes e expressivos observando-o, mas sim na boca avermelhada e brilhante que fazia uma parte de seu membro sumir e reaparecer, suavemente chupando-o como se ele fosse um doce gostoso.

Sakura sentiu a tensão rígida dele quando fez uma sucção forte e usou as mãos para acariciar o que não conseguia por na boca. O shinobi estocou rigidamente uma vez, fazendo-a engasgar, e a puxou para trás, sufocando um grunhido selvagem. A garota sentiu algo quente e salgado abluir sua língua, mesmo se afastando.

O Hyuuga realmente tentou se separar, mas não pode evitar banhar o queixo e colo da rosada com seu líquido. Ele suspirou pesadamente e se abaixou mantendo o rosto no nível dela.

— Desculpe — murmurou baixo e puxou uma toalha para limpar a pele macia da médica.

Ele moveu a toalha pelo pescoço e seios devagar, notando a pele se arrepiar quando tocou. Limpou lentamente o queixo feminino, mas Sakura projetou a língua para fora dos lábios e capturou o sêmen que escorrera da boca. Ele buscou a boca dela e beijou-a com firmeza, puxando-a com as duas mãos e colando-a em si.

A rosada franziu o cenho quando ele se deitou no espaço apertado e a puxou sobre si. As pernas dele não se esticavam no cubículo, então ele encolheu os joelhos que ficaram prensados na parede e a kunoichi sentou-se sobre a barriga reta. Um sorriso lento se espalhou pelo rosto de Neji ao puxá-la para cima. Ele gemeu baixo deslizá-la sobre ele, a feminilidade ainda coberta pela calcinha fina de algodão arrastando-se macia contra seu peito. A kunoichi hesitou, mas ele forçou-a a se aproximar e aterrissou-a sobre seu rosto.

Sakura apoiou a mão na parede e olhou pra baixo sentindo o corpo enrijecer. Apenas pôde ver a insígnia do segmento secundário do clã Hyuuga na testa e os olhos translúcidos fixarem-se nos seus antes de sentir os dedos dele moverem o tecido que a cobria para o lado. Ele fechou as pálpebras e Sakura pôs a mão na boca para acobertar um gemido longo. A língua dele passeou do início até o fim de seu sexo úmido, ela estremeceu quando ele fez o curso inverso e fechou os lábios em seu clitóris, usando os dentes devagar ao mordiscar a pele sensível. Ela levou a mão até os cabelos castanho-escuros quando as carícias ficaram mais intensas. Quando ele envolveu e circulou sua intimidade com mais ousadia, Sakura sentiu o corpo tremer e tentou fugir se erguendo, mas os braços do ninja prenderam suas coxas contra o próprio rosto e ela se afundou mais nos lábios dele, quase sentando-se com todo o peso no moreno.

— Neji… e-espere... — suplicou aos sussurros para o Hyuuga que abriu os olhos alvos e franziu as sobrancelhas como se aquele fosse um pedido muito tolo.

A veemente negação que ele lhe deu criou movimentos que fizeram a kunoichi saltar sobre o rosto convencido do portador do Byakugan com desespero. Ele continuou a mover o rosto pra esquerda e direita, ora devagar, ora mais brusco até que as pernas macias ao lado de seu rosto se retesaram e Sakura arqueou o corpo curvilíneo para trás, gemendo abafadamente com a força das vibrações internas. Ela usou os joelhos dobrados do rapaz como escoro enquanto espasmos fortes a engolfavam em um orgasmo maciço.

A mão de Neji afagou a barriga lisa da garota antes de empurrar as coxas torneadas para cima, ajudando-a a se levantar. A rosada o fez com dificuldade, sentia as pernas bambas. O moreno a prensou contra a parede e enlaçou uma das pernas trêmulas, encaixando a parte traseira do joelho no antebraço. Ela resfolegou e segurou nos ombros quando ele rasgou sua calcinha com um só movimento e logo roçou os sexos sedentos.

Lentamente, Neji empurrou o quadril contra o dela, fazendo com que o membro pulsante adentrasse no corpo feminino devagar, conquistando cada centímetro apertado tortuosamente. Um gemido estridente escapou da garganta de Sakura e o Hyuuga a aquietou com um olhar firme. Ela assentiu e envolveu as costas dele, afundando o rosto no peito largo quando ele impulsionou o corpo no dela mais firme, mas ainda lento. Eles arquejaram baixinho e continuaram se movendo aos sussurros, contudo um comentário do lado de fora fez os ninjas pararem.

— Que acha de dar uma espiada nas termas femininas, uh?

— Aah, que coisa. Claro que eu nunca faria uma coisa dessas.

Os olhos claros fixaram-se nos dela enquanto a conversa tomava rumos triviais. Mais algumas vozes se juntaram às outras duas e Neji apertou-se contra o corpo feminino e delgado mais uma vez, fazendo a médica arfar surpresa. As unhas curtas fincaram-se no ombro dele quando tornou a estimulá-la sem dar importância às vozes lá fora. Sakura meneou a cabeça nervosa e tentou pará-lo espalmando a mão na barriga rígida.

— Eles vão ouvir você — ameaçou no ouvido da rosada que estremeceu e deslizou a mão da barriga para as costas do moreno. Os dedos longos do shinobi apertaram a coxa macia e escorregadia de suor uma vez e forte antes de libertar a perna dela. — Vire-se — ordenou baixinho e a Haruno o obedeceu ainda um pouco tonta.

Respirar parecia muito, muito difícil agora. Ela pôs-se na ponta dos pés para ele e o ninja acatou a oferta envolvendo um braço na cintura delgada e a erguendo de leve do chão para se encaixar nela novamente. Lançou o corpo repetidas vezes contra o de Sakura, mas nunca indo rápido, apenas lenta e profundamente, fazendo a rosada contrair as pernas a cada minuto e mover o corpo para tentar acelerar os impulsos. Ela grunhiu e Neji cobriu sua boca, continuou a impelir contra ela cada vez mais fundo, tentando não fazer muito barulho. A conversa dos civis lá fora ficara mais animada e parecia durar a eternidade.

Neji mordeu a pele de seu ombro, a respiração quente tocando em seu pescoço provocou arrepios aterradores.

— Ahn... m-mais rápido… — pediu ela sussurrando abafadamente contra os dedos fortes.

A mão dele pressionou mais seus lábios como para repreendê-la e os seios delicados arranharam-se na parede áspera, mas ela só conseguia sentir o membro rígido entrando e saindo de seu corpo com tanta potência. Ondulou o corpo sobre o dele com mais força, conseguindo aumentar o ritmo da dança que os corpos faziam simultaneamente.

— Shh — o Hyuuga cochichou, mas finalmente empurrou mais rápido contra ela.

Sakura arfou sob os dedos dele quando um espasmo intenso esmagou o membro dentro de si. Sentiu-o endurecer subitamente dentro de sua intimidade quando ele se moveu de maneira mais dificultosa e rude. Mais uma contração fez com que seu sexo se remoesse e então o orgasmo a atingiu. Forte como um tornado e com uma potência de destruição semelhante. Seria capaz de fazê-la gritar, mas ela fechou os olhos tentando se concentrar apenas na sensação devastadora enquanto seu corpo tremia e amolecia sobre as mãos firmes de Neji. Suas pernas se tornaram meros objetos inanimados e se não fosse o shinobi atrás de si, teria desabado nas toalhas. O sêmen do moreno inundou seu sexo segundos depois e escorreu quente e pungente pela parte interna de suas coxas. O rapaz abafou um gemido rouco ao morder seu ombro novamente, com mais força, mas ela não se importou. A pulsação da garota era alta demais e ela chegou a se indagar se os homens lá fora não poderiam ouvi-la, contudo não havia mais conversas do lado de fora.

— E-eles já foram? — indagou ansiosa e enervada para Neji que escondia a testa entre seu pescoço e ombros.

— Hm, é… — respondeu ele ao levantar o rosto dali como se acordasse de um sonho repentinamente.

Ele soltou-se dela devagar, causando ardências na garota sensível demais agora. O suor escorreu de sua testa e ela aproveitou a distância para puxar uma toalha e cobrir o corpo. Neji a imitou com um suspiro resignado.

— Não sinto nenhum chakra… Acho que podemos sair — retrucou ela calmamente ao tirar a franja do rosto.

Sakura abanou-se de leve sentindo o ar cada vez mais escasso. Neji a puxou subitamente e envolveu os braços no corpo trêmulo. Ela piscou repetidamente e ergueu o rosto para o dele a procura de respostas, porém ganhou uma questão.

— O que estava fazendo no vestiário masculino? — a voz rouca causou arrepios na coluna da kunoichi e os olhos brancos e desprovidos de íris a deixaram sem saída.

— Ahmn… e-eu… — ela suspirou e mordeu os lábios, corando. — Ino me convenceu a vir, mas acabou saindo antes de mim.

— Hm — ele ponderou por uns segundos e depois abriu um sorriso largo —, devo agradecê-la, então.

Notas finais
Foi um sufoco escrever esse porque eu sou meio claustrofóbica, HAUHAUHAUHAUA. Pensar nisso me dá falta de ar (Não pensem malvadezas, viu?) D: Logo logo estou voltando. E eu nem demoro muito, né? Espero os novos leitores nos comentários. Deixar o autor no vácuo é feio, pessoinhas, não façam isso, pessoinhas! Kissus!