Saint Seiya: Nova Geração
14 O ladrão de almas
Notas iniciais
Nome: Magnus
Idade: 23 anos
Altura: 1,82 m
Peso: 80 kg
Data de Nascimento: 20 de Julho
Tipo Sanguíneo: A
Local de Nascimento: Itália
Local de Treinamento: Nápoles, Itália
Cor do cabelo: Verde Escura.
Significado do nome: “O GRANDE”
Um novo dia surge depois da batalha de ontem em que Adônis sai vitorioso após cravar uma rosa branca no coração de seu adversário, causando a este uma morte lenta e dolorosa. Os cavaleiros de ouro se encontram em uma plena manhã calorosa sob um pátio que fica em um ponto um pouco distante do santuário, palco de suas reuniões anuais para discutirem entre si sobre seus objetivos e metas. O pátio consiste em um solo redondo e vasto feito de concreto, pilastras estão montadas sob as pontas do circulo. No centro do circulo há uma mesa de dez metros feita de concreto bem como os bancos, uma toalha de seda está colocada sob a mesa e sob a mesma vários utensílios luxuosos como talhares de prata, cálices, jarras de vinhos e tudo mais. O santuário havia sido reforçado, soldados foram colocados sob os variados pontos do santuário e há três cavaleiros de ouro que vigiam se deslocando de vilarejo a vilarejo, o mestre havia dado permissão para uma reunião com os demais cavaleiros de ouro e estes desfrutam de seu tempo para conversarem e se conhecerem melhor. Todos eles se encontram sentados sob a mesa exceto Gêmeos, Aquário e Capricórnio. Os cavaleiros de ouro não estavam usando suas armaduras sagradas, exceto os que estão fazendo a vigia.
– Bom, vamos aproveitar o tempo que temos antes de o torneio começar, sabemos agora que falta apenas um combate para definir o vencedor que usará a armadura sagrada de Câncer – Disse o dourado de Sagitário olhando em volta da mesa com as mãos entrelaçadas e apoiadas sob a mesma.
– Eu tenho uma pergunta para fazer ao nosso companheiro Adônis. Como foi que você conseguiu perfurar o peito de seu adversário utilizando apenas uma rosa? – Pergunta Ariel muito curioso que encara o pisciano que está do outro lado da fileira sentado entre Virgem e Libra.
– O caule da rosa não é um corpo fino capaz de se quebrar tão facilmente com qualquer força aplicada sobre ela. Se você forçar com as mãos ao meio dela, certamente ela irá ceder, pois assim como qualquer um de nós possuímos uma matéria fraca, mas quando a usamos de modo certo somos capazes de destruir qualquer coisa. Há uma região no peito do homem que não é resiste o suficiente para segurar o impacto de coisas pontiagudas por mais que elas sejam frágeis, me aproveitando disto fui capaz de penetrar à rosa e esta tendo sido capaz de chegar até o coração e atingi-lo – Explica o santo dourado de Peixes que fita seu companheiro do outro lado, estando sentado o pisciano entre entre Sagitário e Touro.
– Estou impressionado, graças aos nossos cosmos somos capazes de pulverizar qualquer partícula do universo através de nossas forças, você foi capaz de atravessar um ser humano utilizando apenas uma rosa – Responde Cornélio que está impressionado com tudo que havia visto ontem.
– Isso é apenas questão de anatomia e pratica das coisas que muitos de nós não sabemos – Disse o santo de Áries em seguida que está sentado ao lado de Cornélio.
Neste momento uma gritaria começa e os cavaleiros de ouro que ali se encontram conseguem ouvir então se levantam rapidamente de seus acentos e se dirigem para fora do local. Chegando até um jardim que se encontra um pouco distante de onde vieram havia uma criança de apenas cinco anos, ela tem cabelos negros curtos e espetados, de pele morena, ele chora perguntando pelo santo dourado de Virgem, no entanto os guardas dizem que este está ocupado, a criança entra em desespero e sentando a frente dos guardas começa a chorar ainda mais e os guardas sem saber o que fazerem permanece ali parado a olhando friamente.
– Criança porque está em prantos? – Disse o dourado de Virgem que veio de sua reunião junto dos demais cavaleiros de ouro.
– Minha mãe ela está doente, o senhor precisa fazer alguma coisa para ajudá-la eu imploro – Disse o pequeno que se vira para Miguel e de joelhos implora enquanto seus olhos estão vermelhos de tanto chorar.
– Fique de pé, me leve até a sua casa – Responde Miguel gentilmente, enquanto a criança se levanta e segurando em uma das mãos do jovem dourado o leva na direção de sua casa.
Os outros cavaleiros de ouro decidem acompanhar seu companheiro e juntos caminham até o vilarejo mais próximo do santuário. Chegando até o local havia um aglomerado de pessoas em volta de uma casa, logo a algumas quadras a frente, dentre estas pessoas está o cavaleiro dourado de Capricórnio que patrulhando pelo local viu o que se passava e então exigiu que as pessoas se controlassem para diminuir a confusão que acontecia em volta da casa.
– Deixe o mestre Miguel passar, por favor, ele veio ver minha mãe! – Responde o pequeno que se espreme no meio da multidão e as pessoas vendo Miguel e os demais cavaleiros de ouro se afastam dando espaço para que todos eles entrassem, enquanto isto o santo dourado de Capricórnio ficou do lado de fora e fechou a porta atrás de si ficando no meio da mesma.
– Escutem vocês! Ficar aqui se espremendo na casa de uma mulher moribunda não vai adiantar de nada. Sei que vocês estão preocupados com ela, mas deve respeitar o espaço dela, esta é a casa dela, nos cavaleiros faremos o que for possível, por favor, peço que voltem para suas casas imediatamente – Responde Takahiro que aborrecido com a situação adverte os moradores locais com um tom agressivo em sua voz e tenta controlar o povo que ali faz uma grande multidão.
A multidão repreendida compreende a mensagem dada pelo santo de Capricórnio e então se retiram imediatamente da frente da casa voltando aos seus afazeres, enquanto este torna a assumir sua ordem novamente e deixa o local patrulhando pelas outras regiões. Dentro da casa, um lugar onde apenas havia espaço para uma mesa pequena de conjunto no centro, um pequeno espaço para as necessidades, armário, sofá, cozinha, sala e uma porta que leva para o outro lado em que se encontra um pequeno quarto onde ali está a mãe adoecida. A criança entra logo depois o cavaleiro de ouro de Virgem e em seguida os demais cavaleiros de ouro.
– Mãe eu trouxe ele mãe, o mestre Miguel pode cuidar de você – O pequeno com lágrimas nos olhos apresenta o dourado de Virgem para a mulher que está no leito da morte.
– Oh mestre Miguel, perdoe-me pelo incomodo que me filho lhe causou, ele está tão preocupado comigo e eu não pude impedi-lo – Responde a mulher de longos cabelos, pele de morena ela está pálida por causa do avanço da doença.
– Eu compreendo, por favor, não se preocupe com isto mulher, eu estou aqui para cuidar de você agora, graças a este pequeno que veio me procurar por sua causa – O santo dourado de Virgem se aproxima da cama ajoelhando-se ao lado dela e então com as duas mãos as leva lentamente pegando uma das mãos da mulher moribunda e as apertando calorosamente, logo em seguida lágrimas começam a escorrer dos olhos do santo dourado.
– Eu, eu estou morrendo mestre Miguel, o médico disse que o câncer está avançado, não há mais jeito para encontrar uma cura, eu estou preocupada com o meu filho, o que vai ser dele quando eu partir. Eu não quero morrer! – Responde a mulher em prantos enquanto olha para o filho e este ali do lado de Miguel continua a chorar intensamente.
– Pai, porque permite isto? – Miguel se comove profundamente com a situação, este chora sentindo a dor e o sofrimento da mulher.
– Por favor, mestre Miguel, não deixe que nada aconteça comigo, todos os dias vi meu filho voltar de uma palestra me contando sobre seus ensinamentos e isso sempre me deu esperanças para que eu acreditasse que eu iria superar essa doença, não deixe que eu morra, por favor – Implora a mulher aos prantos enquanto começa a tossir pesadamente.
– Eu em verdade te digo, que a sua carne morrerá mais a tua alma viverá eternamente! Deus tem para ti nos céus um lugar para a sua morada, como ele havia prometido – Miguel fecha os olhos e então começa a rezar, uma cosmo energia surgia crescendo cada vez mais.
Neste momento os cavaleiros de ouro começam a sentir a poderosa cosmo energia do santo de Virgem. Enquanto Miguel reza em um tom muito baixo, lagrimas escorriam de seus olhos, a mulher que está na cama olha para o cavaleiro de ouro e lentamente ela fecha seus olhos, ela passa a sentir uma sensação maravilhosa de paz e conforto em sua alma. Os cavaleiros de ouro começam também a sentir a mesma sensação em seus corações, mas alem disso foi transmitido também em suas almas o sofrimento da mulher e isso fez com que Adônis derramasse suas lágrimas, pois ele sentia um arrependimento em seu coração quando partiu de sua mansão deixando Samira para trás após feri-la com toda a sua frieza. Algumas milhas distantes do local, sobre a ponta de um penhasco o santo dourado de Gêmeos olha o horizonte a sua frente, apesar de sua mascara esconder parte do seu rosto, ainda era possível ver as lagrimas escorrerem de seus olhos, este também sentiu o cosmo de Miguel, assim como Kalidas, Takahiro e o Grande Mestre que se encontra no salão principal em seu trono. Depois que a reza termina o cosmo de Miguel desaparece e tudo volta ao normal à mulher já não mais se encontra com vida, os demais cavaleiros que estão ali estão admirados com tudo que haviam visto e sentido.O pequeno que também fora tranqüilizado pelo cosmo repleto de paz e harmonia do santo de Virgem, aproxima-se de Miguel e então o abraça enquanto este está ajoelhado em frente à cama de sua falecida mãe.
– Para onde minha mãe foi mestre Miguel? – Pergunta a criança enxugando as lágrimas dos olhos.
– Para um lugar melhor meu pequeno. Para um lugar onde ela finalmente poderá descansar em paz – Disse Miguel que olha para o pequeno e então se vira de frente para o mesmo e acaricia o cabelo da criança levemente com uma de suas mãos.
– Quando eu a verei novamente? – Pergunta o pequeno
– Quando a sua missão aqui na terra estiver concluída, o Pai guardará um lugar para você ao lado de sua mãe, mas até esse dia chegar ela estará esperando por você, seja um bom homem e guarde contigo todos os meus ensinamentos e então terá a vida eterna.
Voltando ao passado cinco dias antes do torneio dos céus na cidade de Nápoles, capital da província de mesmo nome e da região da Campania, situa-se na costa oeste da península italiana, cerca de cento e noventa quilômetros ao sul de Roma. O Vesúvio e as colinas de Posillipo se elevam a oeste da cidade, à margem esquerda da baía de Nápoles, no mar Tirreno, diante das ilhas de Ischia, a oeste, e Capri, a leste, famosas por sua beleza. Grandes avenidas, como a Spaccanapoli, a do Duomo e a Tribunali, algumas delas já traçadas à época do Império Romano, dividem Nápoles em bairros de rica arquitetura, representativa da história da cidade, com palácios, igrejas e jardins. A Avenida Caracciolo acompanha a orla da baía de Nápoles. Provavelmente fundada pelos gregos por volta do ano 600 a.C., a antiga Neapolis ("nova cidade") foi conquistada pelos romanos em 326 a.C. Ganhou templos, aquedutos, termas, hipódromos e circos, e converteu-se numa das mais agradáveis cidades da Itália, favorita dos romanos das classes altas. Desde Marco Túlio Cícero e Virgílio -- que ali escreveu Geórgicas -- até o imperador Nero, que escolheu um teatro de Nápoles para sua estréia como cantor, muitos personagens ilustres do Império Romano construíram residências nos arredores da cidade, atraídos pelo estilo helênico de vida local. No ano 536 da era cristã, os bárbaros invadiram Nápoles. Em 552, a cidade submeteu-se ao domínio de Bizâncio e lentamente retomou sua prosperidade até tornar-se, no século VII, um ducado bizantino. Acossada por lombardos, piratas sarracenos e normandos, acabou por render-se aos últimos, que a incorporaram ao reino da Sicília em 1139. Em 1266, Nápoles acolheu o rei Carlos I de Anjou, cujo governo fez com que retomasse o caminho da prosperidade. A cidade cresceu e tornou-se famosa pela quantidade e a beleza dos palácios e igrejas que se erigiram nessa época. Em conseqüência das lutas dinásticas que se seguiram, Nápoles submeteu-se ao domínio dos Habsburgos da Espanha e foi governada por seus vice-reis de 1503 a 1704. Apesar do progresso, houve levantes, como o de Tomaso Aniello (Masaniello), em 1647. Em 1734, foi elevada à condição de capital do reino da Sicília. Carlos de Bourbon, mais tarde Carlos III da Espanha, impulsionou a vida cultural e contribuiu para embelezar a cidade, mas seu filho Fernando foi destronado em 1799 pelo exército napoleônico, que instaurou a República Partenopéia. Em 1806, Napoleão coroou seu irmão José rei de Nápoles. Em 1815, Fernando recuperou o trono do reino então chamado das Duas Sicílias, com capital em Nápoles. Os napolitanos participaram das lutas pela unificação da Itália e, em 1860, Nápoles tornou-se parte da nação italiana. Os séculos XIX e XX trouxeram à cidade a industrialização. Terceira cidade em importância da Itália, depois de Roma e Milão, Nápoles tornou-se o maior centro industrial e comercial do sul da Itália. Às antigas fábricas de porcelana da época dos Bourbons, somou-se um moderno parque industrial voltado para a fabricação de material ferroviário, naval e aeronáutico, além de tecidos, alimentos e produtos siderúrgicos. As unidades industriais se concentram no leste da cidade, e sua produção é escoada para Roma e para o sul do país por meio de ferrovias e rodovias.A cidade é um dos grandes portos italianos e do Mediterrâneo e seu aeroporto internacional de Capodichino a liga às principais cidades italianas e européias.
O turismo, fonte permanente de divisas, se apóia nos diversos pontos de interesse da cidade e de seus arredores. Além do Vesúvio, há o Museu Nacional, com famosas esculturas greco-romanas, o bairro antigo (Spaccanapoli), com monumentos, prédios e ruas estreitas, o bairro de Santa Lúcia, o Castel Nuovo, o convento de San Martino e a igreja de Santa Chiara. A oeste do Castel Nuovo, mandado construir por Carlos I de Nápoles no século XIII e reconstruído por Afonso V de Aragão no XVI, localiza-se o Palácio Real, onde estão a Biblioteca Nacional e a coleção Farnese de pintura e escultura. O palácio foi erguido no século XVIII para os vice-reis espanhóis e a biblioteca contém papiros antigos de valor inestimável. Nos tempos de hoje não é raro que a capital da Campania seja a protagonista de episódios de violência envolvendo a Camorra, a potente máfia napolitana e a criminalidade. No entanto, basta redobrar a atenção para descobrir, sem problemas, o encanto de uma cidade anárquica e atraente, que reúne atrações como o Vesúvio, igrejas históricas, um imenso patrimônio artístico, belas ilhas nas redondezas e, como se não bastasse, uma irresistível tradição culinária, mas este é um mundo onde somente os corajosos conseguem viver.
– Vamos continue correndo, não podemos parar agora! – Grita com a garota um jovem de longos cabelos verde escuro casual e longo, de porte físico médio, trajando uma calça de coro preta uma camisa de couro purpura e botas pretas que se estendem até o joelho.
– Eu estou cansada Magnus eu não sei se vou conseguir chegar longe – Responde sua irmã, uma bela jovem de aparentemente dezessete anos, de longos cabelos pretos usando uma camisa cinza escura, uma bermuda de couro preta e botas de cano de cor preta.
– Peguem aqueles malditos, não deixe que escapem! – Responde um dos cinco capangas que perseguem os dois jovens que continuam correndo sem parar.
Os jovens prosseguem desesperadamente passando por vários becos tentando distrair seus perseguidores,contudo por desgraça do destino eles caminham até uma rota e no final dela não há saída, apenas um enorme muro de tijolo que se encontra a frente. Os capangas aparecem em seguida encurralando os dois jovens que se viram para frente avistando seus perseguidores, presumindo então que não há nenhuma saída para estes dois.
– Oh, o chefe está muito furioso com você, esse tempo todo você roubando a grana debaixo do nariz dele enquanto traça a sua esposa e ele não sabia de nada, mas todos escorregam não é? Quem quer demais sempre acabas se fodendo! – O homem parrudo que tem uma voz grossa começa a rir enquanto segura um pedaço de madeira na mão batendo levemente sob a outra.
– Grrr! Por sua culpa nos fomos tirados de nossa folga para correr atrás de você e entregar sua cabeça em uma bandeja para o chefe – Um homem magrinho e narigudo que tem uma voz fina reclama furioso enquanto segura em suas mãos duas facas de tamanho médio.
– Vamos fazer assim minha querida irmã, eu lhe darei um impulso para você com as minhas mãos e você alcançará o muro e fugirá daqui, são apenas cinco metros, entendeu? – Disse o gangster em um tom muito baixo para sua irmã que está logo ao seu lado.
– Mas e você mano? – Pergunta a irmã já preocupada com o plano de seu irmão.
– Faça o que eu mando porra! Ou morre os dois, mas eu já imagino que você terá uma morte muito pior do que eu – Responde sorrindo, enquanto coloca medo em sua irmã através de suas palavras.
– Ok, você me convenceu, mas, por favor, volte vivo, sabe onde me encontrar certo? – Continuam ambos trocando idéias em voz baixa.
– O tempo de vocês acabou, daremos conta de você primeiro e então vamos nos divertir com a sua irmãzinha antes de dá um trato nela – Responde um dos cinco homens, um coroa de cinqüenta anos passando a língua sobre os lábios enquanto olha para a garota feito um gavião.
Tendo confirmado a teoria da morte de sua irmã, os dois irmãos se entreolham e então Magnus sorri acenando a cabeça confirmando o local do encontro, então rapidamente este se vira de frente para o muro, estando próximo ao mesmo com as mãos as entrelaçam fazendo uma cadeirinha em seguida sua irmã coloca um dos pés sobre suas mãos e com o impulso feito por Magnus esta é jogada até o final do muro conseguindo alcançá-lo e então desce para o outro lado. Os homens tendo visto a ação partem rapidamente para cima de Magnus sem hesitar! Magnus então se vira imediatamente para os homens a sua frente e saca uma faca de combate de pequeno tamanho que está em sua cintura e se prepara para a luta. Enquanto sua Irmã corre com todas as suas forças apesar do cansaço que sentia ouve-se o grito de seu irmão do outro lado do muro junto com os homens que lá estavam. Por algum momento ela queria parar e voltar para ajudá-lo, mas esta fez uma promessa de que ambos se encontrariam novamente então seguiu adiante. Alguns dias se passaram um carro Ford Focus Wagon de cor preto passa pela cidade procurando respostas sob o desaparecimento dos capangas que foram atrás de Magnus e sua irmã, até que estes adentram em um beco sem fim onde ali eles encontram uma grande surpresa. Os homens saem do carro e se aproximam até chegar ao fundo do beco sem saída, eles encontram os corpos de seus companheiros dilacerados e sangue se encontra em todos os lugares, que tipo de gangster foi Magnus? Um assassino impiedoso. O homem alto de cabelo casual e curto, pele clara, utiliza uma jaqueta de couro preta e uma camisa branca por dentro alem da calça de couro e as botas de cowboy de cor preta. O homem continua a olhar para a obra sangrenta a sua frente e não podia acreditar que um homem tenha sido capaz de fazer tantos estragos. Em outro lugar da região Magnus caminha ao encontro de sua irmã, seu corpo está repleto de marcas causados por seus comparsas que o caçaram, sua camisa e calça possuem marca de lâminas que passaram por elas rasgando-a junto de seu corpo, ele parecia um trapo em meio a tanta sujeira. Chegando a frente do apartamento de cinco andares local onde está marcado o encontro de sua irmã, Magnus adentra no apartamento e caminha até o ultimo andar, chegando pelo elevador este se encontra em um corredor e na ultima porta deste silencioso lugar seria o aposento onde se encontra sua irmã. Magnus então se aproxima da porta e dá exatamente cincos toques que seria um meio de comunicação entre ambos, porem nada acontece. Esperando alguns segundos, Magnus decide arrombar a porta e tendo feito ao adentrar no aposento percebe que tudo foi revirado. Sem saber o que fazer no meio da sala procurando resposta enquanto pensa um barulho vindo da porta que leva para o quarto chama sua atenção. Magnus rapidamente se dirige para a porta e então para em frente à mesma, com cautela ele leva uma das mãos lentamente até a maçaneta da porta e a gira lentamente e a escancara. Quando Magnus abre a porta a sua frente se encontra sua irmã amarrada em uma cadeira em frente à cama, ela está com uma fita adesiva em eu seus lábios impedindo que esta pudesse falar logo em seguida um pequeno barulho surge acusando o funcionamento de um dispositivo que está embaixo da cadeira. O dispositivo é uma bomba que foi acionada através de uma corda que está presa na maçaneta da porta do outro lado e que agora este dá somente cinco segundos para que Magnus pensasse no que deveria fazer. Os olhos do gangster se arregalam diante da situação, sua irmã se contorcia tentando se livrar das cordas que a prendia, porém em vão, nos olhos dela podia ver o desespero sabendo que ambos morreriam em breve, porém Magnus não teria tempo de salva-la e pensando na única saída que tinha era salvar a si mesmo. Atrás de si havia um pouco mais ao lado na sala uma janela, falta somente três segundos, o jovem olha para sua irmã pela ultima vez lamentando por tudo e então se vira e corre em direção à janela! O jovem se joga contra a mesma a quebrando e saltando para o lado de fora, ao chegar ao andar de baixo segundo depois em que este havia pulado uma explosão surge no aposento em que Magnus havia deixado. Durante a queda a vida do gangster passou diante de seus olhos, tudo que ele havia vivido nessa vida passou pelos seus pensamentos em questão de segundos e então tudo ficou escuro.
– Onde eu estou? – Pergunta Magnus a si mesmo, enquanto permanece em um local totalmente escuro e este não conseguia enxergar nada.
– Onde você está? – Responde uma voz misteriosa que parecia um relâmpago que vinha de todas as direções.
– Eu, estou morto? – Continua o jovem a perguntar enquanto flutua na imensa escuridão.
– Não você não está para sua sorte a sua hora ainda não chegou – Responde a voz novamente e então tudo começa a clarear.
Os olhos de Magnus se abrem lentamente, ele se encontra dentro de um navio que se dirige para a Grécia. Suas roupas foram trocadas por outras novas de seu costume, suas feridas foram curadas e já está cicatrizado, o que será que aconteceu? Magnus então se levanta lentamente de seu beliche, ele se encontre no último dos andares que reserva o vasto navio que se dirige para as terras da Grécia, seria difícil de imaginar que diabos Magnus está fazendo ali e como ele foi parar dentro de um navio. O jovem então sobe até o convés do navio e por onde caminhou viu enorme concentração de pessoas que ali se encontra certamente ele não é o único no navio, Magnus se dirige até um homem que se está contemplando a paisagem na frente do imenso navio e então decide saber do que se trata a situação.
– Por favor, gostaria de saber para onde este navio está indo – Pergunta Magnus extremamente confuso, o homem então se vira para o mesmo tentando entender a pergunta do jovem.
– O navio está indo para Grécia, todos que aqui irão participar de um torneio que haverá no país em posse das armaduras de ouro, certamente um premio entanto, mas se você está aqui você deve ter visto o folheto não é? Porque está me perguntando sobre isto ? – Responde o jovem texano enquanto olha para Magnus confuso pela sua pergunta.
– Obrigado eu só queria mesmo esclarecer, eu perdi o meu folheto – Tendo este dado uma desculpa esfarrapada vira-se se afastando do homem e então caminha rapidamente para um lugar aleatório do navio.
Magnus percebeu agora que suas roupas foram trocadas suas feridas tratadas quem diabos fez Isto? Era uma pergunta completamente sem resposta, sem sentido, cinco dias se passaram desde sua queda naquele prédio tudo que viu foi seu destino trágico que seria a morte e agora ele se encontra dentro de um navio que teria destino para Grécia com um objetivo estranho sob um torneio com prêmios em ouro. Depois de algumas horas o navio finalmente chega ao porto da Grécia que se encontra perto de um dos vilarejos que fica a quilômetros do santuário. Deste local os viajantes desembarcam e se dirigem até as proximidades do santuário aonde os mesmos irão se inscrever e então aguardar para o dia do torneio. Magnus não entendia nada do que acontecia e seguia a multidão que parece saber exatamente onde deveria ir, era aproximadamente duas horas da tarde. Após muito caminhar, Magnus decide acelerar seus passos e passando pela multidão adentra no próximo vilarejo que se encontra a frente e este então por desgraça do destino não percebe um homem que caminha em sua direção, por está distraído olhando para todos os lados acaba se chocando com ele, e este era nada menos que Hu que veio dos cinco picos antigos localizado na China. Após os fatos descritos do passado, Magnus está concorrendo no torneio sem imaginar porque, após a explosão do prédio mesmo que este estivesse ainda na sua cidade ele estaria sendo perseguido por seus comparsas, afinal eles capturaram sua irmã, provavelmente ela fora seguida e não percebeu. Magnus enquanto pensa se pergunta por que ainda está vivo, quem o salvou e porque o enviaram para Grécia, que vozes eram aquelas que ele ouviu? Dúvidas, perguntas sem respostas isto era tudo que o gangster tinha. Magnus assistiu à palestra e viu do que se trata o torneio, viu as lutas percebeu o propósito do quais estas pessoas vieram, bobagem tudo o que o jovem viu ou era fatos demonstrando a verdade podendo ser esta razão pelo qual ele se encontra na Grécia. Magnus refletiu sobre todas as possibilidades e foi assim até o outro dia. Nesta manhã o sol retorna belo e forte como de costume, um novo dia de batalhas está para acontecer e definir o ultimo dos cavaleiros de ouro que lutará pelo bem da humanidade. O torneio dos céus está prestes a começar o mestre bem como os demais cavaleiros dourados assume suas posições no altar e a batalha tem início. Um canceriano é o menos claro de todos os signos do zodíaco. Um canceriano pode ser de tímido e aborrecido a brilhante e famoso. Os cancerianos são conservadores e adoram a segurança e o calor do lar. De fato, para os homens de Câncer o lar é como um ninho, um refúgio para onde ir quando o estresse do trabalho é demasiado. A casa de um canceriano tende a ser seu refúgio pessoal mais do que uma vitrine para deslumbrar aos demais. O signo de Câncer tem muitos defeitos potenciais. Pode ter uma tendência à desordem, um complexo de inferioridade. Sentem-se aludidos com freqüência, e muitas vezes por causas imaginadas, sem fundamento real, e adoram receber afagos. São ambiciosos. Podem mudar sem dificuldade de profissão, de lealdade e inclusive de opinião sobre as pessoas. Logo a batalha tem inicio revelando mortes rápidas sem muitas encenações. Em questão de momentos a batalha final já está para começar. Finalmente Magnus põe os pés sob o coliseu como esperado, suas habilidades instintivas de sobrevivência em campos de batalha o ajudaram em cada combate que este estivera durante os momentos que este viveu como um bandido na sua cidade natal. Seu inimigo agora surge dos portões a sua frente e ele não aparenta ser do tipo que facilitará no combate. O homem tendo aproximadamente 1,90 cm de altura de porte físico alto traja um manto de cor vermelho além da calça de com marrom suas botas são presas as pernas entrelaçadas em sua caneleira, o homem possui um cabelo casual, médio e ondulado de cor negro, de pele clara.
– Finalmente aqui eu estou, no final deste confronto, prestes a me tornar um cavaleiro e você moleque não ficará no meu caminho – Disse o homem estalando os dedos se preparando para o combate.
– Talvez você esteja enganado, você não tem menor idéia do que acontece na verdade com as pessoas que ficam no meu caminho – Magnus rebate as palavras de seu adversário em um tom provocativo.
– Então veremos quem sairá do caminho primeiro – Iniciando o confronto o homem parte imediatamente em direção de Magnus a fim de acabar com a luta rapidamente.
O homem se aproxima de Magnus rapidamente em seguida desferindo um poderoso soco em direção ao rosto do jovem gangster, este recua para trás impedindo que o golpe atingisse o seu rosto em seguida esgueira para um dos lados desferindo um poderoso soco em direção ao lado direito da costela de seu adversário. O golpe o atinge causando dano ao homem, porém ele não é do tipo que se entrega a dor facilmente e com a mão esquerda segura a mão que Magnus usou para acertá-lo e cerrando o punho direito desfere uma série de socos em direção ao rosto de Magnus deixando o completamente sem ação, o próximo soco de seu adversário é aparado pela mão esquerda de Magnus que tenta impedir de continuar sendo golpeado, o adversário aparenta ter muita força percebendo a abertura do caminho em direção ao peito de Magnus o atinge com uma poderosa joelhada o arrastando metros de distancia contra o chão. O jovem que traja um manto radical a sua personalidade com cintos presos em seu corpo, ombreiras duplas e uma caveira fincada do centro do peito, se levanta novamente com o rosto gravemente ferido bem como o seu corpo ainda disposto a lutar.
– Patetico, acha mesmo que depois de receber estes golpes vai conseguir ficar de pé? – Questiona o homem que sorrir considerando a situação do seu adversário.
– Haha, para a sua informação meu amigo eu já passei por coisas piores do que estas, e sabe o que me deixa mais feliz? Será quando eu derrotá-lo e em seguida olhar fundo dos seus olhos e tirar a sua vida – O jovem sorri com uma expressão psicótica em sua face enquanto encara seu adversário que o olha seriamente.
– O único que terminará com a vida acabada aqui será você insolente, morra! – O homem novamente parte em direção ao seu adversário a fim de garantir que desta vez Magnus morra.
Aproximando-se novamente de Magnus o homem desfere uma seqüência de socos em direção ao mesmo, embora fosse possível esquivar de alguns era impossível esquivar de todos, Magnus sempre teve alguma experiência em combates corpo a corpo, porém ele está lidado com um combate próximo o tempo todo e isso se torna um grande problema para o mesmo. Aproveitando o momento em que um dos golpes de seu adversário fora um gancho e Magnus tendo esquivado lhe dá um tempo para atacá-lo diretamente. Magnus acerta-lhe um chute com a sola em seu abdome e em seguida desfere um poderoso soco de direito no mesmo ponto fazendo seu adversário recuar para trás, feito isto o canceriano salta sob o ar girando e desfere um poderoso chute de esquerda com o pico da bota sobre o rosto de seu adversário fazendo o rodopiar e em seguida cair no chão.
– Oh, ohhhhh, Humm – O homem não consegue falar, pois teve sua mandíbula quebrada com o impacto sofrido pelo chute de Magnus.
– Hehe, do jeitinho que eu gosto, sentiu o gostinho da bota não é? – O canceriano faz piadas enquanto se aproxima lentamente do seu adversário
O homem continua caindo no chão, Magnus fica por cima do mesmo e o encara com um olhar aterrador! Ele ainda não consegue entender como veio parar no santuário mais uma coisa é certar, não existe caminho na vida dele onde não há matanças. O cosmo surge em volta do canceriano, o mestre se impressiona pelo poder vindo do aspirante a cavaleiro, não é um cosmo cheio de paz e justiça, muito pelo contrário havia, ódio, dor e muito sofrimento. Todos os dourados também percebiam o imenso poder terrível que vinha de dentro daquele homem, ele certamente teve uma vida dolorosa antes de chegar até o local, e Ikki compreendia muito bem aquele sentimento, afinal ele foi enviado para a ilha da morte onde sofreu naquilo que parecia ser o inferno.
– Eu venci e como direito a sua alma será minha! – Estendendo uma das mãos a até a altura do peito e mexia lentamente seus cinco dedos, em seguida os cerrando dispara o punho violentamente em direção ao lado esquerdo do peito de seu adversário o atravessando! Sangue dispara para todos os lados e uma cena assustadora se mostra diante de toda a platéia.
O homem grita freneticamente de dor quando tem seu peito atravessado pelo punho de Magnus, em seguida ele sente o canceriano tocar seu coração ainda pulsando! Para Magnus aquilo era um tranqüilizante, todas as pessoas que ele mata costuma pegar seus corações e senti-los ainda pulsando antes de o mesmo parar, para ele significava sentir a alma das vitimas antes de ela deixar o corpo e uma vez que coração parava a alma lhe pertencia, e isto fazia acreditar que ele ficaria cada vez mais forte. Alguns segundos depois o coração de seu adversário deixa de bater e então ele morre, logo Magnus recua sua mão ensopada de sangue de dentro do peito de seu adversário agora sem vida, este sorria psicoticamente após saborear aquele momento que seria macabro aos olhos de todos que estão a sua volta. Sem mais nada a fazer o mestre se levanta declarando a vitoria ao aspirante a cavaleiro que venceu o combate final.
– Magnus você se mostrou digno ao derrotar seu adversário vencendo o combate final, embora suas condutas e culturas sejam exóticas aos nossos olhos não impedem que você se torne o ultimo dos cavaleiros dourados que deverá lutar em nome da paz e dá justiça sendo assim a vontade de Athena.
Magnus volta sua atenção em direção ao altar e com um sorriso declara sua lealdade a Athena. A armadura de câncer surge de sua urna dourada dirigindo-se a Magnus assim nascendo o ultimo dos cavaleiros dourados. O dourado de câncer se vira deixando o coliseu adentrando no portão pelo qual viera alguns metros a sua frente, no corredor iluminado por tochas enquanto o dourado caminha pelo o mesmo passa a ouvir ruídos estranhos e então se vira imediatamente para trás, mas não encontra nada, inesperadamente as tochas do corredor se apagam todas e o ruído se torna cada vez mais alto, o cavaleiro de câncer agora está assustado com tudo o que está presenciando, em seguida rostos começam a surgir pela parede, rostos de gentes que ele matou contorcendo-se em esgares de dor uma visão completamente assustadora e deturpada que Magnus jamais presenciara em sua vida.
– Que diabos são vocês, o que vocês que de mim vão embora! – Magnus reconhecia cada rosto, porém não entendia o porquê aquelas pessoas mortas voltaram para atormentá-lo.
– Nos liberte nos imploramos nos liberte! – Geme os mortos que tem seus rostos contorcidos sob as paredes do corredor.
– Mas que diabos está acontecendo? – Tenta entender o dourado de câncer.
Inesperadamente, pares de mãos em decomposição surgem do solo agarrando os pés do dourado em seguida corpos esqueléticos saiam das paredes e de todas as direções e então agarram ao corpo do dourado implorando para que ele o libertasse, Magnus está completamente assustado e ele não entende como se livrar da situação, por infelicidade do destino a armadura que lhe foi concedida tem forte ligação com o mundo dos espíritos e estes espíritos estão presos a Magnus devido a suas crenças, através da armadura de cancer eles se comunicam da forma mais assustadora a fim de que tenham suas almas libertadas que estão presas no jovem que os tirou a vida. “AAAAAAAHH!” um berro demonstrando o seu tamanho medo eminente a situação é a única coisa que o santo dourado consegue fazer enquanto os mortos seguram seu corpo impedindo o de se movimentar, uma luta espiritual será travada neste momento para que Magnus seja ou não capaz de se concentrar e impedir que os espíritos continuem tomando o controle de sua mente através da armadura dourada de câncer. Avante dourado de câncer descubra como se livrar desta situação!
Notas finais
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Terrível é a morte
Uma vez que a luz
Deixa os seus olhos
Um mundo terrível
Aguarda a sua pobre alma
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