Notas iniciais
Capitulo 13 saindo quentinho kkk Eu gostaria de agradecer a Kuchiki Jenny pela recomendação ^^ Muito obrigada! Estou trabalhando em um futuro cap. que será bem ByaRuki, e sim vai ser dedicado a você :3

Uma noite mal dormida, Byakuya estava com a cabeça a ponto de explodir. Sua mente estava dividida entre culpa e ódio.

Culpa... Um filho que foi gerado de forma tão cruel, era monstruoso que Rukia estivesse esperando um filho seu. Essa criança seria a eterna lembrança de seus pecados, mas no fundo ele se sentia miseravelmente feliz com isso... Mais culpa. Seu coração doía por ela, por ter seu amor correspondido... e poder acompanhar essa etapa de sua vida de perto, mas ele não tinha esse direito.

Ódio, o clã... o Kuchiki franziu o cenho ao se lembrar da reunião com os anciões.

“Tenho que admitir que isso é cruel Byakuya-sama” disse Seiji, o mais calmo, pacifico e influente dos anciões. “Tenho pena da menina, pelo oque aconteceu”

“Cruel ou não você deveria nos ter informado, o mais rápido possível!” esbravejou Kazumi “se estivéssemos de a par dos acontecimentos, teríamos tomado as precauções para que não tivesse chegado a isso! Você agiu irresponsavelmente! Como não pensou nessa possibilidade?“

“Bem agora teremos que agir rápido antes que todos descubram, iremos iniciar o procedimento imediatamente” disse a velha mulher com seu tom sombrio, e sem qualquer demonstração de sentimentos. “O fruto desse ato não pode durar por mais nem um dia!” finalizou Fuyiki.

Ao ouvir todos em silencio, enfim Byakuya se pronunciou.

“Não” sua voz indiferente de sempre. ”Rukia terá essa criança, e eu irei assumi-lo” fechou os olhos para ouvir os protestos dos velhos.

“O que? Você está falando serio?” Kazumi rosnou em ira “Por mais que você seja o chefe do clã, essa decisão não cabe a você! Os anciões existem simplesmente para fazer que o líder seguir as regras, e não sujar o nome da família!”

“Ela não tem culpa pelo que aconteceu, foi uma vitima” abriu os olhos tentando mascarar a ira que sentia, por ter que encarar os anciões. “Ela acha errado se livrar da criança, pois é um ser inocente e não tem culpa alguma. Eu penso igual a ela, e é meu filho”

“Você sabe a vergonha que seria para a família? O líder do clã tendo seu primeiro herdeiro com sua irmã adotiva, não me faça rir Byakuya-sama” Fuyiki direcionou um olhar frio em direção a ele. “um bastardo nascido fora de um casamento nunca deverá existir, não tem mais discussão, iremos fazer o aborto ainda hoje ” Byakuya cerra os punhos por cima de sua calça hakama.

“Ninguém ira encostar um dedo sobre ela” sua voz saiu com um tom claro de irritação. Kuzumi já ia falar algo, quando Seiji interrompe.

“Acho que tenho uma solução para tudo isso, Fuyiki e Kuzumi, eu quero falar com vocês em particular por um instante.”

Byakuya suspirou em frustação, ainda sentia o ódio correndo em suas veias, só de se lembrar da conversa. Os anciões sempre foram seres sem escrúpulos, com exceção de Seiji, porém este apesar de ainda parecer um pouco humano e pacifico, era um seguidor das leis também.

Ele ainda se lembra de quando os velhos retornaram para a sala, seu estômago se embrulhou em ódio. Só três dos anciões presentes já lhe causava todo esse ódio, imagina se fossem todos.

“Meu primo Seiji nos deu uma ótima ideia” disse a velha sombria “Podemos permitir que esse bastardo nasça” Byakuya se surpreendeu, porém não deixou nenhuma reação refletir em seu rosto. “mas não que ele seja o herdeiro, seria inaceitável.” Disse a velha.

“Você está dizendo que vão deixar que Rukia tenha o bebê, mas eu não poderei dar meu nome a ele?”

“Não, você pode dar seu nome a ele, só não permitirei que ele seja o herdeiro do clã” ele franziu levemente a testa, onde essa conversa iria chegar? “Você vai se casar com uma nobre, e nos dar o herdeiro legitimo”

Byakuya abriu os olhos em surpresa, os malditos sempre quiseram que ele se casasse para firmar alianças para o clã. Ele sempre negou, eles não podiam fazer nada para abriga-lo.

“Eu já disse que eu não irei me casar novamente...”

“Você não tem escolha, ou você se submete as nossas ordens ou iremos dar fim a esse absurdo” disse Kazumi com seu ar vitorioso. “eu sei oque você deve estar pensando. ‘irei escondê-la e protege-la, ninguém poderá fazer mais nada’ você acha que consegue proteger ela e esse filho? A resposta é não. Uma hora ou outra nos vamos acha-la e dar um fim a isso.”

“Byakuya-sama, eu particularmente não me importo se o herdeiro nasce dentro ou fora de um casamento, mas você deve se casar para dar uma família a ele.” Byakuya estreitou os olhos.

“Oque você quer dizer com isso, Seiji?”

“Sendo o futuro líder do clã ou não, essa criança precisa ser educada como um Kuchiki, e ter uma família estruturada para servir como exemplo. Uma dama nobre será perfeita para assumir essa tarefa”

“Você esta dizendo que ira tirar os direitos de Rukia, sobre o próprio filho?” perguntou com raiva.

“Ela será a mãe, mas duvido que a menina possa educar e criar um nobre, ela é uma shinigami ocupada e não terá tempo e nem conhecimento para isso. Uma madrasta será a melhor opção, para que o seu filho tenha uma família”

“Eu discordo disso! Vocês querem tirar os direitos de Rukia sobre seu próprio filho” rosnou Byakuya mais uma vez.

“Desculpe Byakuya-sama, é a sua única opção” falou Seiji com seu tom calmo “ela ainda será a mãe, só não ira ser a responsável pela criação.”

“Eu realmente não me importo com o bastardo, mas se ele vai nascer que seja ao menos educado como um Kuchiki. E quanto ao herdeiro legitimo, queremos que ele nasça dentro dos primeiros cinco anos do seu casamento” Kazumi estava radiante, finalmente conseguiu coagir o líder do clã para se casar, formando uma forte aliança com outro clã nobre.

“Irei falar com o clã Yamaguchi, que finalmente poderemos formar a aliança” Disse Fuyiki.

“Eu não posso aceitar isso!” disse Byakuya começando a perder a paciência.

“Não há oque você aceitar! Ou você faz o que nos mandarmos, ou concorde com o aborto” Byakuya apertou tanto as mãos que pode sentir suas unhar rasgando a carne. Ele não tinha opção, desta vez eles tinham conseguido. Eles tinham um trunfo nas mangas, nunca pensou que eles usariam essa situação para obriga-lo. Suspirou fundo. Ele só podia se render a isso, certamente se Rukia ainda não o odeia, agora iria odiá-lo.

“Quando isso ocorrera?” perguntou tentando não retalhar todos, com senbonzakura.

“Os seus primeiros encontros ocorrerão imediatamente, e o casamento ocorrera em uns 10 meses. Você deveria nos agradecer, vamos te dar bastante tempo para se adaptar e conhecer sua futura esposa, praticamente um ano.”

Ao ouvir essas palavras Byakuya se levantou, e virou as costas para a saída.

“Se vocês não incomodarem Rukia como o prometido, eu aceito o acordo” dito isso ele saiu do local com shunpo.

Ele não queria se casar com uma mulher que não amava, não queria uma estranha criando seu filho, privando Rukia de fazê-lo. Talvez ele devesse ter a deixado sair do clã, assim ela estaria livre disso. Mas ele não queria ela fora do clã, era um egoísta. Ele não a queria longe dele e nem ver seu filho crescer de longe. Filho...

Ele não queria tocar a nobre Yamaguchi e muito menos ter um filho com ela. Ao diabo com esse herdeiro legitimo.

Dentre seus pensamentos ele escuta alguém bater a porta. Ainda sentado de costas ele ordena que a pessoa entre.

“Entre” era Rukia, como ele lhe diria que outra mulher iria se intrometer na criação de seu filho?

Rukia entrou um pouco nervosa e ansiosa, para saber as ordens que os anciões impuseram.

“Nii-sama, você me chamou?” ao ouvir essa forma de tratamento, seu cenho se franziu instantaneamente, era estranho ser tratado assim como irmão.

“Byakuya” Rukia olhou interrogativa, para o homem que ainda estava de costas pra ela. “chame-me de Byakuya, não vai ser saudável para a criança crescer ouvindo seus pais se chamando de irmãos.” Rukia corou, e sem jeito tentou obedecer a suas ordens.

“Hai, Byakuya-sama” disse tímida.

“Sem honoríficos, eu te chamo só de Rukia, então me chame apenas de Byakuya” a menina corou um pouco mais.

“Oh sim, desculpe Byakuya” ele se sentiu aliviado em ouvir seu nome sem quaisquer honoríficos.

“Eu te chamei para contar sobre a reunião de ontem” puxou o ar, nem ele acreditou que tinha concordado com isso. “os anciões me imporão algumas ordens, eu infelizmente não pude negar”

“Quais?” perguntou hesitante.

“Para permitirem sua gravidez e que eu assuma a criança, eu deverei me casar com a herdeira do clã Yamaguchi” disse virando sua cabeça para ela por um segundo, e voltado sua visão para o santuário. “e lhes dar um herdeiro legitimo, nos primeiros cinco anos do casamento”

Rukia sentiu um choque ao ouvir isso, seus olhos estavam arregalados. Não sabia por que, mas sentia tristeza ao saber que ele iria se casar e ter um filho com uma mulher qualquer. Desde que ela estava na família, sabia que os anciões sempre empurraram Byakuya para a herdeira do clã Yamaguchi, mas ele sempre se negou.

“Ela será a responsável pela educação” fez uma pequena pausa “do nosso filho” Rukia endureceu.

“Eu não vou poder cria-lo?” perguntou com amargura. Byakuya fechou os olhos em frustração.

“O filho é seu. Ela só vai auxilia-la na educação, isso não é escolha minha Rukia. Os anciões acham que a criança precisa ter uma família, e alguém que possa o educar como um nobre. Será mais fácil se você imaginar que ela é uma professora” disse frio, escondendo o próprio desgosto da situação.

“Eu não sei se saberia educar e criar alguém, muito menos como um nobre deve ser” respondeu triste “mas pensei que pudesse ao menos aprender”

“Eu também não estou de acordo com isso, mas não tive outra escolha. Foi o único acordo que consegui, vou tentar negociar sobre essa parte.” Disse se levantando e indo em direção à saída.

“Desculpe também, por ter que te fazer passar por isso... o casamento” Byakuya se vira para olha-la antes de sair.

“Uma hora ou outra eu teria que me casar com uma nobre, eu só estava adiando o inevitável, não é nada mais que meu dever. Minha obrigação como líder do clã” dito isso ele vai embora para sua divisão. Frio e sem vida.

Talvez fosse bom ele se casar, assim ele se manteria longe de seus sentimentos por Rukia. Seu amor insano, ele deve esquecer esse sentimento. Mas provavelmente, não seria o seu casamento com a jovem Yamaguchi, que faria ele se esquecer. Ele não queria se casar com ela, a única mulher que ele queria era impossível para ele. Ele ia morrer aos poucos, sendo forcado a fazer oque não quer.

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Rukia estava angustiada pelo o que acabava de ouvir, ela teria uma estranha criando seu filho. Se Byakuya não conseguisse o acordo... ela não sabia se iria suportar isso. Ele iria se casar... Ela pode ver que ele não estava feliz com isso. Não sabia o porquê, mas também não estava.

Uma hora ou outra toda a sereitei iria saber sobre o filho que ela carrega, mesmo assim ela não teve coragem de contar para Renji, ele é um dos seus melhores amigos, deveria ser um dos primeiros a ser informado... e ela não teve coragem para contar.

Ela sabia que Renji não seria a favor de sua escolha, de levar a gravidez adiante. Ela iria esperar até o ultimo momento para contar a ele sobre o seu filho... Filho. Ela iria ser mãe, pensou com estranheza. Ela olha para sua barriga ainda lisa, e pousa sua mão sobre o ventre. Ali dentro crescia um pedacinho seu. Seu e de Byakuya... era tão estranho. Não sabia por que, mas se sentiu um pouco feliz ao pensar assim. Definitivamente não deixaria que tomassem esse filho dela.

Ela sentiu que precisava se distrair e procurar uma forma de se livrar dessa situação... conversar com um amigo, um verdadeiro amigo.

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“Que bom que terminamos a trabalho de historia mais cedo, assim podemos relaxar pelo menos um pouco.” Disse Ishida caminhando pelo parque, ao lado de Inoue e Ichigo.

“Sim Ishida-kun! Faz tempo que nos não temos uma folga, colégio e trabalho, colégio e trabalho...” disse Inoue saltitante. “Algum problema Kurosaki-kun?” perguntou ao perceber que o rapaz estava distante.

“Não é nada...” disse distante.

“Kurosaki, oque está acontecendo? Ultimamente você está sempre preocupado, pra ser mais preciso desde que Kuchiki-san foi embora” Ichigo olha para os amigos com aborrecimento.

“Kurosaki-kun aconteceu algo com Kuchiki-san, não é verdade? Você descobriu oque estava acontecendo naquela época, por isso está assim?” Ichigo bufou de aflição, ele não podia contar nada do estava acontecendo, só Rukia tinha esse direito.

“Eu não posso falar sobre isso, mas estou preocupado com ela” continuou andando “acho que vou à sereitei, ver como andam as coisas” Ichigo saiu na frente deixando os dois pra traz, mas ishida segura o rapaz pelo braço.

“Espere kurosaki! Kuchiki-san é nossa amiga também, vamos lá com você” Ichigo olha surpreso para o amigo.

“Acho que não vão precisar ir a lugar nenhum!” disse a pequena shinigami se aproximando de Inoue que estava pra traz olhando os meninos.

“Kuchiki-san!” exclamou feliz abraçando a amiga.

“Inoue, estou feliz em te ver!” disse retribuindo o abraço caloroso. Ishida largou Ichigo e foi de encontro à menina, observando se não tinha nenhum machucado ou algo assim.

“Oi Kuchiki-san. Ah parece que você está bem, pensei que algo tinha acontecido com você!” disse ele um pouco aliviado.

“Eu estou bem... quem disse que estava ferida ou coisa parecida?” Ishida olha acusador para garoto de cabelos laranja “Ichigo estava preocupado com você.” Ela olha para o rapaz.

“Oh desculpe Ichigo, eu devia ter mandado noticias...”

“Como você esta? Está tudo resolvido, sobre o clã?” perguntou preocupado.

“Eu ainda sou uma Kuchiki, se é oque você quer perguntar” responde desviando o olhar.

“Hein? Do que vocês estão falando?” perguntou Ishida.

“Kuchiki-san o que está acontecendo?” Inoue estava confusa também.

Rukia olhou para Ichigo, procurando alguma mentira pra escapar dessa conversa. O garoto olhava ainda interrogativo pela sua ultima declaração, mas quando viu Rukia tentando fugir do questionamento de seus amigos, lhe deu um aceno de cabeça negativo.

“Eu acho que você deve se abrir pra eles” enfim Ichigo falou “e em seguida me explicar o motivo de você ainda estar nessa família.” A pequena suspirou em derrota e se sentou nas escadas em frente ao riacho, e repetiu sua historia mais uma vez, apenas omitindo a parte de que seus direitos seriam praticamente tirados dela. Ishida e Inoue ficaram calados o tempo todo, em choque. Ela não sabia se eles ainda estavam ouvindo oque ela estava dizendo, ou se tinham paralisado, depois da parte do incidente com o hollow.

Depois que ela terminou de contar todos os acontecimentos, Ichigo se pronunciou.

“Pelo menos o desgraçado vai assumir a responsabilidade” disse desgostoso.

“Ichigo” disse em advertência.

“E vocês dois, vão ficar ai congelados pra sempre?” perguntou Ichigo irritado com a cara dos amigos.

“Oh isso é tão triste...” disse Inoue com os olhos cheios de água “e ao mesmo tempo tão legal! Estou confusa” Ichigo, Rukia e Ishida olharam para ela incrédulos. “Kuchiki-san vai ter um bebê!” Agora eles tinham uma gota na cabeça. Só Inoue pra os fazer ter essas reações, em uma hora dessas.

“É eu acho que vou, Inoue” disse também estranhando o fato.

“Kuchiki-san como você esta?” perguntou Ishida, ignorando a explosão da amiga ruiva.

“Um pouco confusa, tenho medo ainda... é tudo muito novo pra mim” o rapaz suspira triste pela amiga.

“Acho que é melhor pensarmos como a Inoue” ichigo olhou incrédulo para ele e voltou a dar atenção a Inoue, que estava entrando em euforia pelo fato de Rukia ter um filho.

“Bebês são tão kawaiis Kuchiki-san! Já escolheu o nome? Você prefere menino ou menina?” Rukia olhou para a cara dos dois meninos, pedindo socorro.

“Er tanto faz, eu não pensei nisso ainda...”

“Oh desculpe, eu me empolguei” disse Inoue corando. “É uma historia confusa, ainda deve ser difícil pra você Kuchiki-san” enfim ela entendeu que não era tudo um mar de rosas.

“Um pouco, e como vocês estão?” disse tentando mudar de assunto.

“Entre colégio e serviços de meio período e alguns hollows, às vezes esquecemos oque é vida social” Ishida disse rindo.

“E Imoyama-san? Não está dando conta dos poucos hollows que aparecem?”

“Temos que salva-lo quase sempre” disse Ichigo emburrado.

Assim eles ficaram conversando sobre o dia a dia evitando o assunto recém-descoberto. Até que o dispositivo de shinigami substituto toca no alerta de hollow. Os três suspiram em frustação.

“E lá se vão nossas horas de paz” diz Ishida desanimado. Os outros se levantam indo para ir atrás do hollow. Quando Inoue, Ishida e Ichigo olham para Rukia que já ia os seguir.

“Você fica!” disseram os três juntos. Uma gota surge na cabeça da pequena.

“Eu só ia olhar...”

“E você Kurosaki vai ficar também, vá pra casa com Kuchiki-san” agora os dois olham com veias saltando em seus rostos.

“Vocês não podem mandar na gente!” respondeu Ichigo.

“Vão conversar, sei lá” disse Ishida “iremos te visitar em breve Kuchiki-san” sorrindo ele se afasta.

“Até mais Kuchiki-san! Mantenha-nos informados!” Inoue saiu correndo atrás de Ishida.

Os dois ficaram observando os amigos desaparecerem atrás do hollow. Rukia da um suspiro e olha para Ichigo.

“Eles tomaram a noticia melhor que eu esperava”

“Deixa-me adivinhar, Renji saiu com o bankai pra cima do Byakuya. Eu queria fazer isso também.” disse com ar de zombaria. Ela olha aborrecida pra ele, por conta do ultimo comentário.

“Eu não contei ainda, poucas pessoas sabem... acho que quero manter em segredo” Ichigo olha surpreso pra ela. “Acho que ele não vai entender, o porquê de eu querer ter esse filho” disse ela abaixando a cabeça.

“Ele se acostuma, mas não tem como você esconder a gravidez por muitos meses.” disse Ichigo indiferente.

“Não, mas a identidade do pai eu posso. Tenho certeza que ele não vai importar se eu me negar a contar para os outros sobre, pelo menos por enquanto. Quero evitar as fofocas.” Ichigo olha surpreso “Acho que vou voltar pra casa, tenho muitos relatórios para fazer amanhã” disse se virando de costas. Ichigo a segurou pelo braço. “Ichigo...”

“Eu quero que saiba que eu vou sempre estar do seu lado” ele suspirou fundo reunindo coragem “você é muito importante pra mim, quero que você saiba disso” se aproximou e tocou seu ombro. Ela corou.

“B-baka! Você é muito importante pra mim também!” ele riu de sua reação, um pouco corado também.

“Toda essa situação seria mais fácil se você estivesse... er... com alguém, quero dizer as pessoas não iam te incomodar com perguntas sobre a gravidez e o pai do bebê” disse sem jeito.

“Eu acho que não teria cabeça pra isso, alias nunca pensei em ter um relacionamento. Muito menos agora”

“É verdade” diz coçando a cabeça ”Vamos você tem que descansar para trabalhar amanhã”

Ichigo sabia o que ele sentia por ela era não era amor... Mas também não era só amizade. Ele sabia que esse não era o momento para tentar nada. Ele não iria insistir. Talvez só com o tempo ele pudesse descobrir, não tinha pressa. Não importa só estar ao seu lado já bastava. Sua amizade já era o suficiente, se ela não quisesse tentar nada, apoia-la já bastava.

Notas finais
Acho que já dava para imaginar que os velhos fariam isso. Espero que tenham gostado, sábado tem mais! ^^