Notas iniciais
Resolvi postar 3 cap hj!
Meninas, podem dizer, eu sou legal né? rsrsrs

A mansão suntuosa e antiga dos D'Crécy estava no breu. Exceto uma única luz. Jean vira todos eles saindo, um por um. O BMW saiu primeiro, com o maldito Jacques e seu irmão brutamontes, Marc. Esses seriam os primeiros homens pegos. Amelie – sua cruz – e o elegante irmão de Elisabete... como se chamava mesmo? Ah, sim, Jefferson. Hugo, sempre bonito e gracioso estava no volante, resmungando com Alienor, que havia enroscado a saia do vestido na porta do carro. Deslumbrante, como em toda sua vida. Era mesmo insultante que a garota fosse tão fabulosa. Uma pena que não sobreviveria por muito tempo. Ele olhou pra Emma e Peter a sua frente, no carro.

- Vocês sabem o que fazer, Isabelle está sozinha aí dentro. Emma, você irá fazê-la abrir a porta e bom, Peter... — seus olhos de safira encontraram os castanhos do outro agudamente.

- Eu sei o que fazer, apenas vá pro baile idiota – resmungou ele – Nos vemos com o serviço acabado. Jean ergueu as sobrancelhas mas não respondeu. O carro com James e Mary estava apontando na esquina, silencioso. Jean sorriu e abriu a porta do Honda prata de Peter e saltou pra fora. Sua roupa não era nada mais que um terno e a máscara de penas pretas, fazendo com que seus olhos se destacassem ainda mais. A porta traseira do Fiat preto se abriu e Jean entrou. James o encarou através do retrovisor.

- Vamos pegar os desgraçados – rosnou, um reflexo de suas presas apontando – Estou louco pra botar a mão neles.

- Então dirija, meu caro. Quanto mais cedo eu tiver um álibi, menos suspeitas sobre mim irão recair, assim ninguém vai sequer pensar que tive cúmplices, não é? — ele piscou para Mary que fez uma careta e virou o rosto pra janela.

- Você ao menos tem um convite? — perguntou, enquanto James manobrava e depois se movia com o carro.

- Sempre existe uma porta dos fundos, e sou bem persuasivo – respondeu, abanando a mão. Entrar não seria difícil, bancar o penetra era fácil demais, sua experiência ao longo de bailes de muitos séculos o tinham ensinado.

- Imagino – Mary lhe deu um sorriso de sarcasmo. Jean o devolveu com um deslumbrante. Estava de muito bom humor pra se irritar com aquela garota chata. Nem tinha acreditado em sua sorte. Mal havia entrado na faculdade pra espiar Elisabete e os D'Crécy, quando a festa de aniversário de Elisabete se tornou o comentário da semana. E ali estava sua chance, de afastá-los, para sempre. Os Stuart nem precisaram de muito incentivo. Quanto se tratava dos D'Crécy havia muito pouco pra falar. Antes que tudo acontecesse ele teria que ser visto por Elisabete, caso contrário ela poderia desconfiar dele, mesmo que houvesse uma prova no lugar. Uma prova crucial de culpa. Mesmo que ele pretendesse que se forjasse mais alguma, dera instruções pra isso. E tinha certeza de que seria feito. E então Elisabete ficaria arrasada, e ele seria um cara legal. E daí ela teria que agradecer, e Jean sabia exatamente o que pedir.

Notas finais
Hummm, será que o Jean vai conseguir o que tanto quer? dúvidas...