Rubro como sangue

12 Final do ato II - Revelações


Notas iniciais
Ohayo. Sei que devem estar surpresos por me verem aqui de novo, na mesma semana, no dia seguinte ao do ultimo capitulo, mas eu terminei esse capitulo e então decidi postar logo. ~ô vontade de morrer ~ Cala a boca! ~vem calar~ *deixa pc em inglês* pronto. ------- enfim, mais uma vez obrigada as 700 (agora 728) visualizações, 17 comentários, 3 favoritamentos e a linda divosa e maravilhosa recomendação. --- chega de enrolação. Boa leitura.

Boa noite, Grell. Espero que se divirta essa noite comigo. — Os esmeraldinos de Grell se arregalaram.

— Fique longe de mim, não me toque! — disse tentando ser firme, mas falhando miseravelmente, e recebendo uma risada debochada como resposta.

— Vamos meu caro, não resista. — “pediu” Claude, ainda apontando a arma para o ruivo, que se afastava cada passo que ele dava em aproximação. Até que então a parede gélida impediss Grell de fugir.

— Professor, não! Eu não quero isso, se afaste de mim, por favor! — tentou argumentar novamente, agora já a poucos centímetros do homem, mas suas palavras foram tão significativas quanto um grão de areia.

— Não.resista. — o timbre usado pelo homem foi severo, transformando o que anteriormente havia sido um “pedido” em uma curta e grossa ordem. As mãos grandes e frias de Claude ameaçavam tocar o menor diante de si e, quando realmente o fizeram, Grell começou a debater-se, protegendo seu rosto com as mãos enquanto empurrava, ou tentava empurrar, o corpo maior a sua frente.

— Não! Não! Não! — protestou negando com veemência aquilo que o outro sugeria. O homem grunhiu em resposta e soltou um “tsc” antes de abrir outro sorriso lascivo.

— Você então não me deixa escolha — disse Claude antes de acertar o menor com a coronha do revolver, deixando Grell inconsciente com uma marca arroxeada no local do impacto.

***

William olhou pela quarta vez a tela do celular. Fazia 10 minutos que havia chego da casa de Eric, mas o moreno não tirara os olhos daquela maquina esperando ter noticia de Grell por meio desta, porém isso não acontecera ainda. Os outros rapazes também estavam preocupados, mas estavam tão absortos em suas conversas com seus respectivos parceiros e com a cantoria do karaokê, que acabavam por não demonstrar.

— E Eu estou aquiiiii... VIvEndo EssE momEnto liiiiiindo.... — cantava Ronald à música aleatória a qual havia sido desafiado à, tentar, cantar. Tristan cobria os ouvidos enquanto se arrependia internamente por tê-lo desafiado. Eric ria do garoto de olhos âmbar enquanto bebericava a cerveja em sua mão, ao mesmo tempo em que ele a bebia, Alan bebia da mesma garrafa.

— Vai Ronald canta mais uma! Ta arrasando! — incentivou Ciel, que estava sentado no colo de Sebastian, com um sorriso discreto. O moreno de olhos rubros acariciava a mão pequena de seu amante enquanto se divertia com a cantoria desafinada propositalmente do amigo.

— William você não acha que... — Iniciou Sebastian que se interrompeu, ao ver a fixação do amigo com o celular, e ficou em silêncio alguns instantes enquanto reformulava melhor sua frase. — digo, já tentou ligar pra ele? — falou com o tom preocupado, porque já sabia exatamente o que se passava na mente do outro.

— Já, mas ele não atende nem responde às minhas mensagens... — ele disse distante, ainda encarando o aparelho. Ciel focou-se na “conversa” dos dois e sentiu o impacto daquela mesma preocupação, motivada apenas por uma nuance diferença, já que nada sabia a respeito do assedio que o ruivo sofria.

— Alguém devia ir atrás dele, sabe, ele pode ser assaltado ou coisa do tipo... — falou o pequeno de olhos bicolores, alternando o olhar entre Sebastian e William. Os dois olharam-no e depois de entreolharam, porém antes que qualquer outro tivesse chance de se manifestar, Alan saiu do local onde estava.

— Eu vou. — disse firme. Os mais velhos levantaram-se, mas ele os cortou a fala. — não me sigam, por favor. — finalizou, voltando até Eric e roubando-lhe um beijo casto antes de ir a porta e sair noite adentro.

***

Grell abriu os olhos lentamente, sua cabeça latejava, e deparou-se com o teto de seu quarto. Ele suspirou, fazendo uma mecha de seu cabelo cair sobre seus olhos, e tentou mover sua mão para retirá-la, porém algo firme impediu o gesto. Os orbes esmeraldinos viraram-se na direção dos braços e o terror voltou habitar sua alma ao vê-los presos por cordas. Olhou em desespero para suas pernas, mas estas também estavam amarradas, porém de forma diferente aos seus braços que jaziam amarrados juntos atrás de sua cabeça, nos dois lados da cabeceira da cama. Era desconfortável.

Uma risada sínica irrompeu o ar fazendo com o ruivo estremecesse. O garoto olhou ao canto de onde o som proveio e outra vez deparou-se com aqueles olhos melados, agora mais que nunca transbordados de desejo.

— Meu pequeno, fico contente que tenha despertado e que me dê o prazer de contemplar tua bela fronte emanando tão bela expressão. — disse sádico. Lágrimas quentes escorriam pela face assustada de Grell e pequenos ruídos saiam de sua garganta, como se pedisse socorro. O homem se aproximou mais e mais da cama, aproveitando-se para desabotoar, e até mesmo despir, algumas peças que vestia. — Suas lágrimas apenas me excitam mais, pequeno.

***

Sebastian estava no quarto de visitas da casa de Eric olhando para seu reflexo no espelho do armário. Os olhos estavam miúdos e marejados, em sua mente certa repugnância era o que sentia olhando-se.

Pelo corredor vinha Ciel, batendo com a ponta dos dedos contra sua perna, demonstrando seu nervosismo e ansiedade. Ele temia por Grell, mas também por William e Eric que haviam seguido Alan. Os olhos heterocromáticos rapidamente encontraram o corpo encolhido do namorado diante do item refletor.

— Sebby? — chamou carinhosamente pelo outro. Um soluço baixo e reprimido soou no quarto, deixando Ciel apreensivo. — Sebastian, o que houve? — perguntou aproximando-se ruidosamente. O maior se mexeu e tratou de secar as próprias lágrimas rapidamente, mesmo sabendo que o outro já ouvira seu pranto.

— N-não é nada. — fungou estendendo a mão na direção dele, que a aceitou e foi puxado para sentar-se ao seu lado. — Estou apenas preocupado com Grell. — disse a meia verdade que tinha na ponta da língua. O menor não engoliu aquilo, certo de que havia outro motivo por de trás daquilo.

— Sebby, o que aconteceu? — questionou firme. Acariciando a mão do mesmo assim como ele havia feito consigo alguns minutos antes. — É pelo que aconteceu três anos atrás que está preocupado? — sugestionou, pondo suas duas pedras preciosas no campo de visão.

— Talvez... — sussurrou, num fio de voz, quase inaudível. Ciel teve sua curiosidade desperta e decidiu que iria tirar aquela história “a limpo” de uma vez por todas.

— Me conta. — disse baixinho. Sebastian sentiu o seu coração descompassar. — por favor... eu só quero saber... por que você estava chorando naquele dia... — pediu com o coração apertado ao lembrar-se daquele dia novamente. O maior deixou um som engasgado sair de sua garganta. Na mente dele, uma batalha era travada entre contar a verdade de uma vez ou manter aquela omissão de fatos. De uma lado estava a razão e no outro a emoção.

— ... Ciel... eu vou te contar a minha história.

(POV Sebastian)

18 anos atrás eu nasci, mas eu nunca conheci meu pai. Soube por minha mãe que ele era um bom homem e que descendia de uma longa linhagem de mordomos ligados à linhagem do cão da rainha, o clã Phantomhive. Ele conheceu minha mãe, Lady Ângela, que era a dama de companhia da senhora Rachel, que se tornaria Phantomhive naquele mesmo ano e logo se apaixonaram. Não podia ser melhor a situação: Dois belos casamentos e duas vidas a caminho.

Mas então, cinco meses antes de meu nascimento, houve um cerco à mansão dos Phantomhive e, apesar de ter conseguido proteger a seus mestres e família, perdeu sua vida para um sangramento causado pelo tiro que levou ao proteger à minha mãe e a mim.

Minha mãe recebeu o apoio dos mestres até meu nascimento (que foi,coincidentemente, no mesmo dia que o de Ciel), mas não conseguia mais ficar naquela casa, com isso fomo-nos para outra parte de Londres.

Cresci como uma criança normal por assim dizer, até meus onze anos, quando fui obrigado a frequentar um internato por causa da instabilidade psicológica de minha mãe, onde permaneci até os 15 anos, quando finalizei meus estudos básicos. Ao voltar para casa, quatro longos anos depois, descobri que minha mãe se encontrava em uma clinica psiquiátrica por causa da depressão. Eu fiquei desnorteado ao ver que, por causa dos remédios, minha própria mãe não me reconhecia e em uma onda de desespero, corri em direção ao cemitério onde estava meu pai enterrado. Ou pensei em correr, já que um homem, alto e de porte nobre, pele clara e olhos âmbar, me impediu.

“Você deve ser Sebastian não é?” disse ele. “Como sabe meu nome?!” gritei para ele tirando suas mãos de mim. “Meu nome é Claude, Claude Faustus. Creio que sua mãe tenha falado sobre mim em suas cartas a você...” se apresentou.

Claro, eu esqueci. Sim, minha mãe já havia me falado a respeito deste tal de Claude, quando ainda me escrevia. “Um homem honrado e encantador”, “acho que estou amando”, “nosso casamento foi lindo, queria que estivesse estado aqui”. Aquilo me remói até hoje.

Depois daquilo o homem, Claude, me guiou até sua casa (casa de minha mãe também) e me explicou os “por menores” da situação clinica de minha mãe no caminho. Quando chegamos “em casa” ele me apresentou a seu filho... (fim do POV Sebastian)

— Foi estranho não é? — Tristan irrompeu a narrativa aparecendo pela porta. — Tipo, “oi, meu pai casou com a sua mãe louca-depressiva, agora nós somos irmãos” — falou com ironia e uma curta risada no final.

— Sim. — respondeu o até então narrador, sorrindo fraco para seu meio-irmão. O de olhos âmbar se aproximou do olhar bicolor e lhe estendeu a mão.

— Prazer Ciel-kun, Tristan Faustus.

***

Claude estava desnudo quase que por completo. A visão do homem a sua frente fez Grell perder o ar e tentar fechar suas pernas, sendo impedido pelas cordas que estavam firmes demais para lhe permitir o movimento.

Conforme o professor se aproximava, mais repulsa e medo o ruivo sentia. Ele tentou articular uma frase, um pedido por redenção, por ajuda, mas as palavras trancaram-se em sua garganta. Ao notar isso Claude gargalhou, já em cima da cama, ajoelhado entre as pernas de Grell.

— Bem, para impedir que você gritasse ou me mordesse eu tive que tomar certas precauções. — murmurou passando a língua viscosa nos lábios. Seus olhos se estreitaram e suas mãos rudes tatearam as coxas de Grell de forma afoita. O ruivo tremia, mas por mais que tentasse nenhum som saia de seus lábios. — Realmente tens curvas de uma garota... — provocou elevando sua mão em direção ao baixo ventre do menor, que neste momento já suava frio. — Mas isso aqui... — Os dígitos finos e gélidos tocaram-no na região proibida e ele outra vez perdeu o ar. — nenhuma dama o tem... — falou, sorrindo lascivo. Grell sentiu sua garganta queimar e cerrou os dentes com força.

Claude moveu as mãos novamente, subindo-as pelo tronco do menor até chegar a seu pescoço e o envolveu, arranhando sua extensão de forma violenta, fazendo cortes que sangraram instantaneamente. O ar saia entrecortado das narinas de Grell enquanto ele fazia o maior esforço possível para manter sua boca fechada. O homem usou sua língua para lamber o sangue que escorria dos ferimentos causados por ele mesmo e em seguida umedeceu seus lábios, erguendo os olhos para o menor e movendo-se até estar frente a frente com ele, a poucos centímetros de seu rosto.

— Vamos, deixe-me sentir sua alma.

***

Alan havia apressando o passo e estava a duas quadras do ponto de ônibus quando notou que estava sendo seguido. Ele revirou os olhos pensando que depois que encontrasse com Grell iria discutir com os dois que o seguiam.

— Apressem-se ou vão perder o ônibus. — sugeriu já subindo do veículo, que partia naquele instante para Funtom academy em sua ultima viagem do dia. Os dois rapazes então correram até o ônibus e subiram no mesmo, encontrando com Alan olhando-os sem uma expressão verdadeiramente boa.

— Alan... — começou Eric a se justificar, mas o moreno menor apenas ergueu o pulso, mandando-o parar.

— não quero ouvir suas desculpas, já estão aqui mesmo... tudo que podemos fazer é ajudar-nos à ajudar Grell-senpai. — disse firme. William engoliu em seco e assentiu, sendo seguido por Eric.

***

(POV Sebastian)

Mesmo com pouquíssimo tempo de convivência, eu já odiava a Claude. Ele era gentil demais, prestativo demais, sempre saia à tarde para dar “aulas particulares” e voltava com as roupas amassadas e o cabelo despenteado.

Perguntei sobre aquilo a Tristan certa vez, mas ele nunca me respondeu claramente. Parecia estar disposto a acobertar o pai, tanto que me deu um nome que julguei sendo falso, agora vejo estar enganado, Alois Trancy. Que tipo de aulas poderiam ser aquelas? Eu sabia que era professor de dança em Funtom Academy, mas porque ir dar uma aula de dança vestido com fraque?

Eu o tratava bem, apesar de todas as minhas desconfianças, e talvez tenha sido isso que lhe tenha feito pensar estar no direito daquilo.

Foi em uma manhã quando estávamos apenas eu e ele na casa, ele veio até meu quarto, com uma xícara de chá em punhos. “Achei que talvez pudesse querer ter seu desjejum na cama hoje” justificou-se “Obrigado senhor Faustus, é muito gentil da sua parte” agradeci pegando a porcelana de suas mãos e a contragosto bebendo um gole do liquido amarelado. “Eu gostaria que não me tratasse com tanta formalidade meu filho, afinal agora somos da mesma família.” Pediu ele com a expressão séria. Eu meio assenti para ele. Não que quisesse ceder ao que ele pedia, mas eu aprendi que quando se trata de Claude Faustus, o melhor é não resistir, porque caso o contrário, ele ira te importunar com aquilo por dias. Senti algo incomodo na minha garganta e meu corpo parecia estar se paralisando. Em pânico procurei ajuda no homem a minha frente, mas tudo que tive de resposta foi seu olhar lascivo queimando minha pele, devorando-me com os olhos. Foi então que ele tirou a xícara de minhas mãos e passou um dos dedos nos meus lábios, em seguida levando-o aos seus.(fim do POV Sebastian)

— Não precisa continuar... — interferiu Tristan, que dentre os ouvintes parecia ser o único não surpreso com o relato dos olhos rubros. Centenas de lágrimas escorriam pelo semblante de Ciel que sentia um gosto amargo na boca e ojeriza sem tamanho pelo homem que já desgostava. Ronald estava pasmo outra vez, o garoto sabia que o “sogro” já havia se excedido com Sebastian antes, assim como quase se excedia consigo, mas nunca imaginou que tivesse chegado a tanto. — Sebastian foi abusado por aquele crápula, com quem ainda sou obrigado pela lei a morar. Não é preciso mais detalhes para que se possa ter essa visão infernal em mente. Eu sempre soube disso, desde aquela época, fui eu quem ajudou ele a fugir depois do que aconteceu. — relatou com o tom pesado e os olhos encarando a parede.

Ciel submergiu naquela frase, naquele relato e naquela lembrança que tivera no dia da morte de seu pai, e finalmente compreendeu tudo, ou perto disso, sobre o distanciamento próximo do namorado, de seus pensamentos, de seus sentimentos.

— Então é por isso que... nunca... — pensou em voz alta, corando violentamente ao perceber o olhar dos outros sobre si. Ele baixou os olhos e olhou de soslaio para Sebastian, vendo-o também corado, mas talvez fosse pelo choro...

— sim... — respondeu sussurrando tão baixo que somente Ciel pode ouvir.

***

A sensação de Grell era como se estivesse sendo esfolado de dentro pra fora, cortado por navalhas profundamente e caindo em uma piscina de álcool, mas pior que a dor era o asco. Asco daquele monstro, asco de si mesmo. O ruivo se sentia quebrado, por dentro e por fora, abusado de todas as formas por aquele homem que jamais julgaria ser capaz de tal atrocidade.

“Deus, alguém, qualquer um... me ajude” implorou no pensamento enquanto sentia aquele ser indo fundo dentro de si. O homem riu de forma perturbadora.

— Ninguém vai lhe ajudar, eu não vou permitir isso. — afirmou com um tom forte e decidido. Grell pode jurar ver um brilho róseo nos olhos dele, mas antes que pudesse olhar com mais atenção, as unhas de Claude se afundaram em sua carne, cortando-a, rasgando-a, enquanto ele chegava ao ápice de sua ação.

Assim, o homem afastou-se do corpo de seu aluno e tratou de vestir-se rapidamente. Antes de partir, Claude arrumou seu cabelo e pegou a pistola, apontando-a para Grell e levando o indicador a frente dos lábios, em sinal de silencio. O ruivo apenas assentiu assustado, fragmentado, e então o homem partiu pela noite fria, com seu revolver prateado, trancando a porta atrás de si.

Grell engasgou com a própria saliva e chorou. Estava sujo, maculado, usado da forma mais pútrida que poderia ter sido usado por outra pessoa. Todo o seu corpo doía, suas pernas, seus braços, boca, pescoço, mente e alma. A vergonha e o nojo de si mesmo era tão grande ou até maior do que a que sentia pelo homem e tudo que ele desejava era que alguém o tirasse da li, que William o tirasse da li. Seus olhos encharcados resvalaram até seus pulsos, arroxeados pela corda e a violência a qual foram submetidos durante aquele ato, mirando de forma continua a pulseira vermelha que ali estava, talvez por descuido de Claude ou propositalmente, para lembrá-lo de que ninguém poderia o ir ajudar.

Mas, neste instante, a porta do dormitório foi derrubada. Por ela, ou o que sobrou dela, entraram William, Alan e Eric, que ficaram assombrados pelo que viram ali.

***

O ambiente na casa de Eric estava menos tenso do que no momento imediato após a revelação dos segredos de Sebastian. O dito cujo, estava abraçado ao namorado, pedindo perdão por não ter lhe contado a verdade desde o principio enquanto o outro também pedia perdão por não ter compreendido aquilo antes e o ter feito contar todas aquelas coisas. Tristan estava perto do irmão naquele momento, enquanto Ronald havia ido até a varanda para fumar um cigarro.

O aloirado tinha o maço já entre os lábios quando seu telefone vibrou em seus lábios. Ele rapidamente o pegou e verificou a ligação se de Alan, seu coração palpitou na esperança de noticias dos amigos e o atendeu.

— Ronald, não entra em pânico, mas avisa aos garotos... que estamos no hospital.

Notas finais
pode ir abaixando isso ai! Se quiser me xingar pode xingar nos comentários, mas por obséquio não me morra. Se não dai não tem continuação e vocês não vão saber o fim que Claude vai ter, muito menos como Grell vai ficar depois disso. (~olha a pressão psicológica~) Já não te mandei calar a boca? --- enfim, comentem o que acharam do capitulo, do ato e como você mataria o Claude pelo que ele fez. Kisus, até o próximo( se eu ainda estiver viva) Michaelis