Rubro como sangue

22 Acte Trois - finale (parte 2)


Notas iniciais
Olá, seja muitíssimo bem vindo ao ultimo capítulo de Rubro Como Sangue. Não tenho muito a dizer antes da leitura então vos desejo uma boa leitura.

Um lindo dia nublado e com o clima agradável foi o cenário daquela data tão especial. Após o café da manhã, eles seguiram para o parque, relembraram cenas da infância, tomaram Milk-shakes e deram pão aos patos, muito embora minutos após terem o feito, ambos tenham concordado que aquilo era extremamente clichê.

Eles almoçaram em um pequeno restaurante próximo ao parque e depois partiram em direção ao cais, lá ficaram até o por do sol.

***

— Grell, você se lembra do dia em que nós nos conhecemos? — perguntou William baixando os olhos que antes fitavam o horizonte, para seu próprio colo onde a cabeça do ruivo repousava. Os esmeraldinos se fecharam suavemente e um suspiro fugiu de seus lábios.

— Foi no primeiro dia de aula, não foi? Você estava usando uma capa de chuva muito bonitinha azul... — comentou cruzando suas mãos sobre o tronco. — Você era uma criança bem mais tímida do que eu naquela época... — adicionou ruborizando enquanto fechava os orbes novamente.

— É verdade... — o moreno riu com o dito pelo outro — Mas não me referi àquela vez... — Ambos riram ao relembrar a situação do guarda-chuva colorido e o momento em que encontraram com Undertaker pela primeira vez.

— Nós nunca saberemos quem foi que disse aquilo... — concluiu o ruivo sentando-se ao lado do namorado. — Nem o que aconteceu com a sua camiseta — ele encostou a cabeça no ombro do maior e suspirou. William riu baixo da observação do outro e puxou sua mão esquerda para entre as suas.

— É... mas não faz diferença... — o moreno depositou um selo na mão em sua posse e encarou o horizonte pensando na sorte que havia tido.

***

Assim que a aquarela do crepúsculo desapareceu dos céus, eles voltaram para a casa, onde trataram de se arrumar, pois cada um deles tinha um plano para como prosseguiriam com a noite.

William arrumou-se primeiro, pois ainda iria cozinhar. Ele se vestiu com uma blusa preta de manga comprida, que havia sido dada pelo ruivo, calças e meias pretas. Seu cabelo não foi penteado, como sempre, e tudo que ele fez a mais foi passar perfume, nada muito forte, apenas um cheiro diferente do de seu sabonete, extremamente suave.

Assim que estava pronto o moreno disse para o outro ficar de costas quando passou, e foi atendido enquanto o outro ria. Grell correu ao banheiro e tratou de tomar um banho demorado, sabia que William precisava de tempo e ele fez o possível para dar ao outro este dito tempo, perdendo-se em alguns devaneios e ideias que não foram concluídos.

***

Enquanto isso

Andar de baixo, cozinha

***

William havia acabado de por a massa para escorrer e agora a colocava em uma panela em fogo baixo para termina-la e adicionar o molho carbonara que preparou enquanto o macarrão cozinhava. O moreno adicionou o ovo que faltava na massa e mexeu até que estivesse pronto, em seguida desligou o fogão e serviu o macarrão na travessa média, que havia trazido de casa, deitando o molho sobre a massa logo em seguida.

Após terminar isso ele tratou de arrumar a mesa, colocando uma toalha bonita, os pratos frente a frente, taças de vinho, embora não tivessem um vinho para beber, apenas suco de laranja, algumas velas e uma rosa sobre o prato que seria usado pelo menor. Tudo estava perfeito, então William se lembrou de tira o avental que havia posto para cozinhar e decidiu sentar-se em sua cadeira para esperar Grell.

Alguns minutos se passaram e finalmente passos foram ouvidos na escada, porém, por estar um pouco distraído, William não os escutou e manteve os olhos observando a aliança da mão direita, lembrando-se da ocasião em que a colocara pela primeira vez.

Já no ultimo degrau, Grell levou uma mecha de cabelo para trás da orelha e ruborizou pensando no que faria e diria a seguir.

— B-bem, como e-eu não sabia o que você estava vestindo... — fez uma pausa puxando a mesma mecha para frente da orelha novamente — espero não ter... exagerado — ele ergueu os olhos para o moreno e entreabriu os lábios, espantado com o quanto o outro estava bonito com aquelas roupas tão simples.

William teve a mesma reação, porém por Grell estar tão bonito com aquela camiseta branca e a calça vermelha, ambas sociais. Os cabelos rubros que batiam no meio das costas com certeza eram o charme do visual.

— Grell... — disse o moreno levantando-se da cadeira sem tirar os olhos do ruivo. O menor deu alguns passos até estar frente a frente com o namorado — você...

— e-eu posso ir me trocar... eu exagerei... s-seu eu soubesse que você ... — Grell foi interrompido por William, que selou seus lábios de leve em um beijo suave.

— você está lindo. — disse simples e puxou o menor pela mão em direção a mesa, sem esperar por uma reação do outro. Grell ruborizou por causa do elogio e se deixou ser lavado. — milady — disse alterando seu timbre para um galante, levemente sarcástico, enquanto puxava a cadeira para o ruivo. O menor riu da ação do outro e fez o que ele lhe sugeria, sentando-se na cadeira.

— que cavalheiro — murmurou afinando sua voz, que já é fina, enquanto fingia se abanar — encantada — ofereceu a mão para William, que a segurou lhe depositando um suave ósculo. Ambos riram daquilo, o moreno se afastou em direção a sua própria cadeira e sentou-se de frente para o menor.

Assim decorreu o jantar, Grell fazendo infindáveis elogios à comida preparada pelo moreno e William fazendo infindáveis elogios ao ruivo. Uma fez ou outra alguma piada era pronunciada e de momento em momento tocavam-se as mãos. Sorrisos marcavam os semblantes alegres daqueles dois apaixonados e vários “eu te amo” ecoaram durante o restante da refeição.

Quando a comida e o suco acabaram, ambos concordaram e subir para o quarto, afinal havia sido um longo dia e seria agradável descansar alguns minutos assistindo a um bom filme.

[...]

Com o filme escolhido e Grell já acomodado entre as pernas do moreno, deixando seu tronco repousar no troco do outro, a noite prosseguiu. Eles trocaram alguns beijos e caricias mínimas até que em um dado momento o ruivo respirou e sorriu abertamente, sentando-se no colo de William.

Um beijo delicado e lento se iniciou. Era como se eles descobrissem o interior dos lábios um do outro pela primeira vez, explorando, sentindo o gosto único daquele beijo. Não havia pressa, não havia necessidade de um choque necessitado e violento, apenas algo suave e cheiro de carinho.

Uma das mãos de William rodeava a cintura do menor enquanto a outra acariciava os fios rubros do outro. Grell já havia circulado o pescoço do moreno com ambos os seus braços e usava suas unhas curtas para arranhar a nuca do outro.

Enfim se afastaram, não muito, apenas o bastante para que pudessem encostar suas testas uma na outra e respirassem o mesmo ar. O ruivo então suspirou fundo, descendo do colo do outro e assentiu em uma ação involuntária, permitindo a si mesmo a se mover, levando sua mão em direção ao rosto do moreno, puxando-o para si enquanto se reclinava calmamente na cama.

William compreendeu o intento do outro e acompanhou seus movimentos, apoiando-se nos próprios braços para não cair sobre ele e para que pudesse ver a face ruborizada de seu ruivo.

Com a delicadeza do pintor que era, William circulou os traços de Grell com as pontas dos dedos, deixando seus lábios por último e ali roçou de leve as unhas ao descer a mão em direção ao queixo fino. Ele se baixou sobre o ruivo e lhe deu um ósculo nos lábios de forma suave, porém aquilo foi além, depois de segundos encostando apenas na área sensível, William começou a descer aquele beijo, primeiro logo abaixo dos lábios, em seguida o queixo, traçando um caminho de leves selos ate a curva de seu pescoço.

Por um instante o moreno hesitou, mas um mínimo gemido baixo fugiu das cordas vocais de Grell, lhe dando permissão para continuar.

William colou seus lábios do pescoço alvo abaixo de si, beijando-o e selando-o diversas vezes, terminando por marcar levemente o lugar sensível ao suga-lo. O ruivo aceitava a carícia, apesar de ser uma área complicada para ele aceitar que o tocassem devido as quase invisíveis cicatrizes que restavam dos cortes feitos pelas unhas de Claude.

Grell confiava em William e sabia que jamais lhe faria algo como aquele monstro lhe havia feito, portanto apenas sentiu a língua morna molhar sua pele.

Ao que terminou aquilo, o ruivo emitiu um muxoxo descontente, a verdade era que ele queria mais, mas se negava a dizer e também não eram necessárias palavras.

Novamente William traçou beijos pela pele clara, agora para o lado, permitindo-se beijar a curva do outro lado do pescoço obtendo mais alguns pequenos gemidos como aprovação. Estamos indo bem, pensou o moreno quando decidiu encerrar os beijos naquela área. Claro que se Grell desejasse ele continuaria ali, mas pelo ronronar que emitia e algo desconfortável que surgia entre suas pernas, o ruivo queria ir além.

William suspirou, nunca haviam passado dali, e como antes, ele saiu de cima do outro e esperou que lhe fosse dada permissão para sua próxima ação. Diferente das outras vezes, nas quais ali o ruivo desistia, Grell levou sua mão em direção a do outro e a segurou, puxando para si em direção aos botões de sua camiseta, coordenando o que deveria fazer.

Com sua instrução dada, William executou a tarefa que lhe foi cabida devagar e pacientemente tentando conter-se dentro de si, pois sua própria ereção já era incomoda. Um botão depois do outro e por fim o menor estava "livre" do tecido, porém o ruivo ainda não o tirou de seu corpo magro, em vez disso preferiu correr os dedos ate a barra da blusa do moreno, puxando-a para cima.

Vendo isso, William resolveu tirar a própria blusa de uma vez, exibindo seu tronco esguio e levemente definido, devido aos poucos exercícios que praticava. Grell suspirou ao ver o tronco nu que adorava e cobriu as bochechas com a mão esquerda, tentando disfarçar o rubor ali instalado.

O moreno curvou-se sobre o menor, puxando o tecido de sua camiseta para o lado, deixando visível sua pele. Hesitando novamente, William lançou um olhar e o ruivo assentiu em resposta a indagação muda do outro.

Com a permissão dada, o maior baixou seu rosto na altura dos mamilos de Grell, tocando-os, a principio um pouco hesitante, porém ao ver a expressão no semblante do outro, seguiu em frente. Primeiro os contornou com movimentos circulares, que fizerem o ruivo grunhir de prazer, seguidos por leves lambidas, que fizeram o menor gemer.

Grell puxou William de volta para cima, tendo outro encontro de lábios com o mesmo, porém agora de forma mais voraz e faminta, a final ambos estavam excitados e já envolvidos pela luxúria.

[...]

Preliminares eram preliminares e assim se seguiram, com enfim ambos desnudos e o menor deitado de bruços.

Não pense que fora rápido o caminho até aquele momento, pois muitos minutos de beijos e caricias na região do tronco e lábios foram necessários. Mas eles não tinham pressa apesar de tudo.

William sussurrava palavras doces ao seu doce amante enquanto descia sua mão pela coluna alheia em direção às nádegas fartas. Ele não era experiente com aquilo, porém havia pesquisado um pouco e aprendido um ou outro truque.

— posso? — questionou o moreno ao chegar em seu objetivo. O ruivo arregalou os olhos, tentando não pensar em o quanto obsceno aquilo lhe soou e assentiu enterrando sua face no travesseiro pela vergonha.

O maior seguiu com seu plano de preparação, porém parou ao notar que havia esquecido-se de pegar algum tipo de lubrificante. Daquela forma seria dolorosa para o menor e aquilo era tudo o que William não queria que fosse. Deslizou alguns beijos pela coluna do ruivo enquanto pensava se apenas saliva seria o bastante. Decidiu então que iria tentar apenas com a saliva, mas caso ele exprimisse dor iria pensar em outra forma.

Levou então três dedos em direção aos seus próprios lábios e os lambuzou com sua própria saliva enquanto com a outra mão arranhava suavemente o baixo ventre do outro, provocando-lhe, excitando-lhe.

Assim que se deu por satisfeito, sem pressa, o moreno inseriu o primeiro digito na entrada do menor. Grell calou-se, segurando o fôlego pela intromissão feita dentro de si, era desagradável a principio porem após alguns movimentos, apenas um não parecia o suficiente. O ruivo voltou a gemer baixinho de aprovação e William decidiu adicionar mais um digito, alargando ainda mais o menor. Uma fisgada de dor atingiu Grell e ele novamente segurou o ar dentro de si, embora soubesse que logo aquele incômodo se transformaria em prazer.

O moreno beijou-lhe os ombros e a nuca enquanto estocava os dedos dentro do menor, que procurava pelos dígitos do amado, selou seu pescoço por completo e buscou seus lábios na clara tentativa de distraí-lo da dor. Foi então que, intencionalmente ou não,William atingiu um ponto no interior do outro que o fez ver as estrelas. O incomodo desapareceu da mente do menor instantaneamente e, em uma confusão de ações, sensações e sentimentos, Grell mordeu os lábios do outro, gemendo em sua boca, levando o outro a loucura.

William separou aquele beijou e retirou seus dígitos de dentro do outro, obtendo um grunhido de desaprovação. Ele olhou para si mesmo e começou a salivar, seria impossível que fosse indolor sem o item apropriado, porém ele não conseguiu pensar em nada para usar como lubrificante então pensou em uma boa quantidade de saliva. Assim que não conseguia mais manter o liquido dentro de sua boca o cuspiu na própria mão e com esta mão se tocou, lambuzando-se para que não machucasse seu amado, que agora resistia impaciente, ainda de bruços.

— Wi~ru~ — chamou de forma dengosa e necessitada, fazendo com que o outro o olhasse de soslaio e tivesse uma visão mais que excitante. A face do ruivo estava escorada no travesseiro, seus olhinhos esmeraldinos estavam embaçados pelo desejo, sua boca entre aberta arfando por ar deixando um fio de saliva escorrer e molhar seu braço.

William respirou fundo para se conter, não queria cometer a monstruosidade de machucar seu amado daquela forma, então, mesmo com a mente nublada, ele se conteve e cuspiu novamente em sua mão, porém agora a levando em direção a entrada do menor, puxando delicadamente seu quadril pra cima e o empapando com sua saliva. Grell jogou-se contra os dedos que lhe preparavam ansiando por mais e foi assim que o outro percebeu que ele estava pronto.

O moreno encaixou-se sobre o menor de forma a que desse sustentação a ambos naquela posição e começou a entrar no outro, lentamente, para não machucá-lo, distribuindo beijos suaves para acalmá-lo enquanto prosseguia, fazendo pausas para que o outro se acostumasse com o objeto estranho dentro de si.

Quando William estava completamente dentro do ruivo, ambos expiraram o ar de forma ruidosa e o moreno esperou por um sinal do menor para que prosseguisse.

— Wi~ruu~ — gemeu Grell cerrando seus punhos envolvendo os lençóis abaixo de si, puxando-os na tentativa de livrar-se da sensação que queimava de forma incomoda dentro de si. Ele moveu seu quadril contra o do maior e o moreno viu aquilo como uma permissão.

As estocadas eram lentas, porém profundas, levando ambos as nuvens, não demorando muito para atingirem a sensação embriagante do orgasmo.

Após aquilo, cansados, deixaram que seus corpos caíssem sobre os lençóis maculados.

Ainda arfante Grell deslizou para o peito de William, deitando sua cabeça sobre ele e expirando o ar calmamente, entregando-se ao sono que lhe acolhia de braços abertos. O moreno não se demorou a fazer o mesmo, com a diferença que antes de ser levado pelo sono, levou seus lábios, um pouco secos por causa da respiração rápida, ao topo dos cabelos ruivos deixando um ósculo suave no local e murmurando um eu te amo antes de fechar seus olhos.

[50 anos depois]

— Eu disse que aquela não era a hora dele — afirmou a jovem de olhos rubros subindo no telhado da casa que observara durante aquela noite, sendo seguida por sua irmã.

— É... você estava certa... — disse a mais nova sentando-se ao lado da mais velha — mas vem cá, como você sabia que eles ficariam juntos? Muitas coisas podiam acontecer e até mesmo eles poderiam morrer naturalmente um antes do outro como aconteceu com aqueles dois... — questionou assistindo o registro cinematográfico que se desenrolava a sua frente.

— É verdade Ella, muitas coisas poderiam acontecer, mas almas como aquelas, que mesmo separadas fisicamente se mantêm unidas após a morte são especiais, são destinadas. Você viu, não viu, a forma como suas lembranças se entrelaçaram e suas almas vieram juntas para nós? Aquilo os antigos humanos das culturas chinesa e japonesa chamavam de Aka Ito. — contou ilustrando com suas mãos a forma como as almas haviam se entrelaçado. — unidos por um fio vermelho vindo do coração... talvez não ao pé da letra, mas estas almas estavam conectadas, eu não poderiam impedir o destino, mesmo que perdesse meu emprego... — confessou mantendo seus indicadores enlaçados soltando um breve suspiro. A mais nova inspirou e fitou o horizonte.

— Um amor como esse, capaz de fazer um anjo da morte-demônio se arriscar de tal forma é algo além da minha compreensão... essas almas... ligadas pelo seu destino manchado de sangue ainda insistiram em ficar juntas... eu não entendo isso... — murmurou arrumando seus óculos a face. Seus lábios se esticaram formando um “bico” de descontentamento.

É simples, cara Ella... — afirmou uma terceira pessoa que se juntava as irmãs — eheheh eu conheço essas almas a muitos séculos, por mais de duzentos anos pude interagir com elas pessoalmente... — o homem puxou sua franja para o lado exibindo seus brilhantes olhos verdes — e durante esses anos... hehehe... sempre foram ligadas por dor e sangue, mas esse sangue, ao longo do tempo, se transformou em um coração, vermelho e pulsante, que irriga essas almas do ardente, sofrido e rubro amor.

Notas finais
Bem, peço para que me perdoem caso o lemon não tenha sido o que esperavam (ou não esperavam), fiz o meu melhor. *///* ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Bem, esta era para ser a ultima atualização de Rubro como sangue e eu deveria estar chorando mais do que estou enquanto posto isso pela importância que essa fanfic teve pra mim, porém acabou acontecendo que ficaram faltando mil palavras para as 50.000, então eu decidi escrever um epílogo. Prometo não demorar um mês para postar, se der tudo certo, no maximo amanha já estará postado. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Mas bem, vamos lá a melosidade que estavam esperando. Muito obrigada pelos 24 acompanhantes, muito obrigada pelos 6 favoritamentos, muitíssimo obrigada pela recomendação, muito, mas muito, mas muitooo obrigada pelos incríveis 34 comentários, eles realmente me ajudaram bastante