Rubi 2

6 Capitulo 6 - Cachoeira


Notas iniciais
Acho que está na hora das coisas desenrola entre a Fernanda e o Alessandro.

Estava na lanchonete da faculdade esperando o Carlos para nosso encontro e no tempo em que fiquei sozinha não sabia se queria continuar mais com essa vingança eu finalmente estava me sentido feliz ao lado do Heitor não saberia o que dizer a minha tia.

Tia me desculpe mais me apaixonei pelo seu ex. atual marido que achamos que estava morto e agora não podemos mais continuar com esse plano de vingança. Ela iria enlouquecer e acaba prejudicando o Heitor sabia que não poderia voltar atrás porque eu havia alimentado sua esperança então o jeito era seguir em frente, não conheço muito ainda do filho do Alessandro sei que e um menino provavelmente inteligente, bonito e educado no momento sei que ele estava interessado em mim como muitos mais sei que no momento era somente pelo o meu físico teria que fazer ele se apaixonar por quem eu era assim eu o teria em minhas mãos.

Alessandro por outro lado sempre foi apaixonado pela Rubi apesar de ter casado com a Manca da Maribel podia vê o quando ele ainda tinha sentimentos por mim quer dizer minha tia. Isso tudo me fazia pensar que ele se casou apenas por conveniência para não ficar sozinho. Tinha até um carinho por ele sempre achei que o Heitor havia sido um bobo na mão da minha tia, sabia que o Alessandro havia amado loucamente mais sempre conheceu o seu verdadeiro eu e mesmo assim a amava tê-lo conhecido foi interessante e como conhecer os seus personagens de filme ou história, pois todos Heitor, Maribel e Alessandro sempre fizeram parte de uma historia que a minha tia veio me contando através dos anos. Beijar o Alessandro e sentir todas as suas emoções através do beijo me deixou mais ligada a ele, sei que estava o usando para ferir a Maribel e por mais que o plano todo fosse fazer ele se apaixonar por mim acabei tendo um sentimento por ele não era parecido o que eu sentia com o Heitor, mais também não era algo que pudesse deixar de lado eu queria curar toda as suas aflições colar cada pedaço dele que estava quebrado por ter reencontrado o seu grande amor e o medo de se entregar a essa paixão.

Carlos era o mais inocente de toda a história até o momento não sentia nada por ele era ainda um estranho para mim, mas para machucar sua mãe teria que usá-lo no jogo.

– Uma flor pelo seu pensamento. falou Carlos atrás de mim e colando uma flor na minha frente.


– Obrigada. falei lhe retribuindo com um sorriso.

– Antes que se assuste tinha uma Sra. Vendendo rosas na faculdade ela pediu para eu comprar uma para ajuda-la então resolvi trazer para a senhorita. falou sentando em uma cadeira a minha frente.

– Não me assustei eu adorei.

– Como foi o final de semana, parece que esteve na praia. falou

– Estive sim acabei indo a Acapulco. Conhece?

– Não, ainda não sai da Capital. Mais quem sabe um dia você não me apresenta a cidade.

– Ok, e só marcar vou te levar para conhecer uma das melhores boates da cidade.

– O dia que quiser. falou chamando a garçonete. — Um suco de laranja, por favor. Já comeu? perguntou-me.

– Ainda não estava esperando você.

– O que sugeri nunca almocei aqui.

– Gosto muito do frango com legumes, arroz e a salada.

– Ótimo escolha o mesmo da Senhorita para mim. falou entregando o cardápio para a garçonete.

– Então você e uma mulher da noite gosta de dançar. falou tentando puxar assunto.

– Mais o menos, mas antes do almoçarmos poderíamos adiantar a campanha.

– Sim Senhora falou achando graça e acabei rindo junto.

Ele me mostrou algumas fotos artigos sobre HPV, alguns relatos sobre pessoas que pegaram sem usas camisinha com namorados que já estavam junto há dois anos. Acabou me falando que o estado em que se encontrava a mãe da Isabel era grave ela acabou ajudando em alguns depoimentos mais não pode fazer muito por conta da mãe, acabamos almoçando falando sobre os lugares para se visitar na Capital.

– Sabe o que me veio à cabeça. falei.

– O que?

– Gostaria de fazer um documentário, além da campanha algo viral podemos fazer pequenos comerciais sobre o uso da camisinha e fazer um documentário sobre as doenças, gravidez indesejada e até mesmo pessoas que pegaram a doença do seu parceiro de longa data. falei super empolgada com a minha ideia.– Mais precisaríamos de patrocinadores.

– Como pensa em conseguir.

– Fácil, a faculdade já nós apoia em relação ao documentário tenho certeza que podem ceder alunos e os equipamentos de jornalismo. E sobre os comerciais tenho alguns clientes em vista.

– Gosto disso em você e determinada, inteligente, bonita. — falou colocando um mecha do meu cabelo atrás da orelha até que o clima se desfaz quando o meu telefone toca.

– Alo?

– Oi, meu anjo.

– Só um momento preciso atender esse telefonema. falei saindo da mesa.
– Estou atrapalhando? perguntou Heitor.

– Não estava terminando um trabalho da faculdade. Como você esta?

– Bem, com saudade de você.

– Também estou vontade de volta para o nosso mundinho.

– Sempre que quiser, mas só de está só eu e você junto ele já fica perfeito. Então o que tem em vista para hoje à noite?

– Trabalho tenho, que terminar algumas coisas, já que me sequestraram o fim de semana todo.

– Então poderia está passando e levar algo para comermos juntos pelo menos. falou com sua voz de persuasão.

– Ok, as 08:00 pode ser?

– Tudo bem serei o doido do outro lado da porta batendo freneticamente. falou rindo Tenho que trabalhar você e uma tentação e fica me desviando.

– Vai logo..- por pouco não falei amor, meus Deus precisava de reabilitação.

–Beijos inte.

– Beijos, xau.

Voltei para a mesa aonde o Carlos se encontrava marcamos uma próxima reunião aonde iriamos nos encontrar com o pessoal do jornalismo para entrarem no nosso projeto. Assim que me despedi do Carlos segui para a agencia hoje teria que apresentar uma nova campainha já era quase 16h00minh conversando discutindo sobre o trabalho acabei perdendo o pouco da hora ao lado do Carlos e me parecia ser uma ótima companhia e já sabia aonde seria o nosso encontro menos forma ele iria conhecer outro lado meu mais despojado o que eu não podia deixar transparecer nem para o pai dele nem para o Heitor.

Já na agencia todos adoraram o que imaginava para a campanha seria apresentada na quarta-feira aos clientes a equipe de arte iria trabalhar no meu projeto e eu estaria na reunião, com as minhas ideias de campanha a agencia tinha conseguido mais cliente aumentado o faturamento e eu tinha um emprego garantido assim que formasse uma sala só para mim já começaria com honra diferente de muitos funcionários formatos que estavam na empresa há anos, seria chefe de muito deles e podiam vê que isso causava inveja em alguns.

Diferente da minha tia sabia que podia conseguir ganhar meu próprio dinheiro sem precisar casar com um homem rico, sabia também que ele já me nomearia chefe, pois o medo de eu abrir minha própria empresa era grande no momento não era o que eu queria na minha cabeça era concretizar o meu nome e depois eles teriam que me aceitar como uma de suas sósias.


Cheguei em casa já era quase sete como havia chegado tarde na agencia tive que ficar até um pouco a mais do horário para finalizar alguns detalhes com a equipe de arte. Fui direto ao banheiro tomei um banho morno que caiu muito bem coloquei uma roupa mais confortável e fui para sala onde estava meu notebook e o material de trabalho fiz algumas anotações enviei para a equipe de arte por e-mail. Respondi a alguns e-mail liguei para minha mãe, pois já tinha uma semana que não ligava e como sempre estava bem feliz sentia minha falta perguntou quando faria uma visita e que estava ansiosa para minha formatura. Quando cheguei meu e-mail havia um do Carlos.

De: Carlos Cardenas

Para: Rubi

Assunto: Lugares a se conhecer.

Acho que estou sendo um pouco intruso, mas depois que nos despedimos acabei pesquisando alguns lugares para se conhecer gostaria muito que me apresentasse à cidade. Que tal quarta?

Boa noite, Carlos.

Logo respondi seu e-mail.

De: Rubi

Para: Carlos Cardenas

Assunto: Lugares a se conhecer.


Quarta tenho uma reunião super importante no trabalho, mas se tudo de certo poderíamos sair a noite para comemorar.

Boa noite, Paola.
OBS.: Não esqueça Paola.

Assim que enviei olhei as horas e já eram 20h35minh estranhei Heitor ainda não ter aparecido fui pegar meu celular para ligar até que vi uma mensagem.
Não vou poder ir hoje, amanhã nós falamos.

Resolvi não responder comi uma fruta e fui dormir.

Acordei um pouco mais tarde, pois hoje eu não tinha aula e iria antes do almoço na agencia e de lá iria almoçar com Alessandro, resolvi colocar uma roupa mais social, pois além de ir para o trabalho antes não queria que pensasse que eu estava querendo o provocar com a roupa. Já era quase 12h00min até que Alessandro me ligou.

– OI, está de pé hoje?

– Oi, Alessandro está sim estou no serviço agora se poder me pegar aqui. Tudo bem para você?

– Sim, me passa o endereço. falou animado, assim que passei o endereço nós despedimos ele falou que chegaria dentro de 20 minutos.

Terminei a reunião com a equipe de arte já havia feito todo a minha apresentação em slide estava só esperando Alessandro na sala de reunião até que a secretaria veio me chamar.

– Rubi, tem um Sr. Lindo lá de fora te esperando. falou Katia

– Ok, já estou indo. falei pegando minha bolsa.

– Aonde você o conheceu? falou Katia curiosa.

– Em outra vida. falei rindo.

Assim que sai da sala Alessandro estava me esperando na recepção estava mais casual e quando me viu abriu um sorriso que até me deixou sem graça. Ele estava conversando com o porteiro provavelmente algo que ele havia gostado porque o clima estava descontraído.

– Oi! falei beijando o seu rosto Vamos?

– Vamos sim. Até mais. falou despedindo do porteiro e da Katia.

– Katia eu não volto no escritório mais hoje, se alguém precisar falar comigo pede para ligar no meu celular. E nós vemos amanha na reunião. falei me despedindo de todos.

Assim que chegamos ao carro Alessandro abriu a porta para eu entrar.

– Adoro saber que o cavalheirismo não morreu. falei com um sorriso bobo ele entrou no lado do motorista e saiu pela cidade. Já decidiu aonde vamos comer?

– Surpresa. falou piscando. Você esta mesmo diferente.

– Como assim?

– Não sei, senti-me orgulhoso em vê você trabalhando hoje mandando e desmandando.

– Bobo. falei sorrindo.

– Serio, pude vê que todos te respeitam no serviço e gostam de você.

– Falando nisso o que tanto conversava com o Chico?

– Chico?

– O porteiro!

– Não ele só estava me falando como eu era um homem de sorte. falou achando graça como se alguém tivesse te contado uma piada.

– Ah?

– Pelo o que ele me falou você recebe muitas cantadas de grandes empresários menos os funcionários por respeito, mas você e o sonho de muito deles. E que eu era o primeiro homem que ele já tinha visto com você. falou se sentindo o homem mais feliz e vê-lo assim tão leve me fazia sentir bem, pois era como ima eu podia sentir suas emoções.

– Seu Chico dando uma de fofoqueiro. falei rindo.

Seguimos o resto da viagem falando do meu serviço da reunião decisiva que eu teria amanhã e podia vê o seu orgulho e admiração pelo o que eu falava.
O restaurante que ele escolheu era um pouco afastado da cidade era no meio de uma floresta rodeada de muito verde e pelo que ele me falou tinha uma cachoeira bem perto.

– Amei o lugar.

– Imaginei que gostaria e para completar dizem que a comida e muito boa. falou pegando a minha mão e me levando para uma das mesas o contato com sua mão fez meu coração acelerar. Sentamos em um canto mais reservado do restaurante.

– E como esta, depois de anos longe do México? falei ironicamente.

– Estou voltando a me adaptar e muito burocrático ser diretor do Hospital, sinto que gosto mais de clinicar. falou como se não tivesse percebido a minha ironia.

– Imagino também não me veria mais longe de produzir uma campanha e como um filho. falei bebendo um pouco de água. Sério, não e para rir mais imagina você criar algo e como se tivesse dando a vida ao meu projeto todos tem um pedacinho de mim.

– Fico feliz que tenha voltado a trabalhar. falou bebendo um vinho.
– Você tem um filho? falei um pouco triste com a situação imaginando minha a tia aqui o questionando.

– Sim, Carlos e o nome dele. falou percebendo que não tinha ficado bem com sua resposta.

– Desculpe acho que não devia tocar mais no assunto, só que preciso saber que você tem uma família que e feliz.

– Rubi. falou pegando na minha mão e a beijando. Não quero discutir quero poder passar esse dia ao seu lado.

– Desculpe, mas Alessandro você ama a Maribel?

– Sim, ela sempre me apoiou e a mãe do meu filho e uma mulher maravilhosa. ele parou um pouco. Só que sempre acreditei que depois que você fez comigo era errado amar você que isso era só paixão e eu estava misturando os sentimentos.

– Só que? perguntei

– O que eu sinto por ela e somente isso amor mais nada e para viver como homem e mulher não e o suficiente precisa ter paixão, mas vivi com ela todos esses anos por conveniência ela era amiga parceira. falou pedindo ao metre para me servir um pouco de vinho.

– Ela sabe disso?

– Não sei dizer.

– Como não sabe dizer?

– Pois seguimos nossas vidas, nós respeitamos e uma grande amiga e até reencontrar você não tinha nada que me fizesse duvidar se era certo ou não está com ela.

– Entendo. falei bebendo o vinho que haviam me servido acabei escolhendo uma comida mais light acabamos falar sobre tudo economia, politica, trabalho, sonhos e em nenhum momento falamos do passado.

Já havíamos terminado de comer a mais de uma hora já havíamos comido a sobremesa estávamos apenas sentados bebendo e conversando riamos provavelmente a bebida tinha me deixado um pouco feliz.

– Socorro, alguém me ajuda. alguém gritou no restaurante e saímos para vê o que estava acontecendo uma mãe desesperada o seu filho estava sufocando e não sabia o que fazer.

Alessandro pediu que todos afastassem acabou socorrendo o menino que já estava fraco ele acabou fazendo um exame rápido checando a pulsação pediu um copo de água e explicou algumas coisas para a mãe a indicou esta levando a criança a um hospital somente para verificar que o motivo do engasgamento mais que no momento estava tudo ok.

Enquanto ele ajudava a criança e auxiliava a mãe fiquei o observando ele se iluminava quando ajudava alguém ficava mais jovem até o momento que ele olhou para mim e percebeu que eu estava o encarando e sorriu e piscou.

– Vamos?!- falou.

– Aonde? perguntei.

– Terminar o nosso passeio, ele vai ficar bem aconselhei a mãe levar ele ao hospital. falou pegando minha mão e me encaminhando para uma trilha.

– Espera. falei e ele parou na minha frente estávamos muito próximos e o beijei vê-lo ajudando aquele menino me fez desejar um beijo dele. E o beijo foi retribuído ele me agarrou na cintura e me beijou com paixão, aquela paixão que ele falou que era essencial para um homem e mulher estavam totalmente envolvidos era a nossa alma ligada eu podia sentir cada sensação do seu corpo passando pelo o meu.

Meu Deus o que esta acontecendo estou apaixonada pelo Heitor e não consigo ficar longe do Alessandro estou mais ferrada do que eu pensava. Quando tomei consciência do que estava fazendo o afastei apenas me encarou e acariciou o meu rosto.

– Vem temos que continuar antes que fica tarde demais. falou me puxando.

– Alessandro, você está parecendo uma mãe mandona me puxando dessa forma. falei rindo.

– E você uma criança birrenta. Vem quero te apresentar um lugar.

Ele acabou fechando os meus olhos no final e me guiando, podia ouvir um barulho de água imaginei que ele estava me levando à cachoeira.

– Pronto chegamos. falou tirando a mão dos meus olhos o lugar era realmente lindo.

– Que lindo, não conhecia Alessandro e perfeito. falei deslumbrada com a vista.

– Tem coisas que são únicas que nem você. falou me dando um selinho.

– Ok.- falei tirando a roupa o que o assustou um pouco.

– O que você esta fazendo?

– Sabe qual e o problema da maioria do povo que vem nesse restaurante, eles vêm comer num lugar lindo desse e nem pensam em vir aqui conhecer essa cachoeira ou se banharei e isso e um desperdício com a obra divina, vem vamos entrar.

– Você e louca. falou também tirando a roupa.

Assim que tirei entrei na cachoeira a água estava perfeita.

– Rubi temos que tomar cuidado bebemos um pouco. Falou Alessandro entrando na água.

– Larga de medo vem Alessandro. falei jogando água nele que acabou mergulhando e pouco tempo depois senti algo me puxando para baixo.

– Alessandro. o reprendi sabia que era ele que levantou sorrindo.

Acabamos nós beijando de novo só que as coisas começaram a ficar mais intensa do que o beijo que demos na trilha ele começo a mordiscar o meu lábio inferior segurava no meu cabelo que me fez dá um gemido baixo, mas ele ouviu e isso fez o sentir ainda mais o seu tesão sobre mim.

– Sr. Sra.- falou alguém. uuhuhuhuhu, desculpem mais está vindo uma tempestade peço para que deixe a cachoeira e retornem a suas casas.

Ficamos sem graça alguém provavelmente que trabalhava no restaurante.
– Já estamos saindo. falou Alessandro enquanto eu mergulhava de vergonha.

Assim que o moço saiu de vista vesti a minha roupa Alessandro fez o mesmo e antes que voltássemos para o restaurante ele me beijou de novo só que agora mais terno.

Alessandro acertou a conta e voltamos para a cidade realmente o tempo estava chuvoso, seguimos o restante do caminho em marcar um próximo encontro falei que essa semana estaria com muito trabalho por conta do projeto, mais que domingo poderíamos almoçar juntos ele me deixou na porta do prédio e nós despedimos com um selinho dei um breve tchau já fora do carro por conta da chuva. Logo entrei em casa e fui tomar um banho e trocar de roupa para checar meus e-mail.

Notas finais
Fico aguardando cometários.