Rubi 2

7 Capitulo 7 - Inside


Notas iniciais
Pessoal desculpem a demora estou com esse capitulo pronto a umas 2 semanas já comecei o próximo mais tinha começado digitar ele no meu notebook e tive que mandar formatar o resto havia digitado no computador. Espero que comente.

Depois de um banho demorado fui checar meus e-mail e lê as mensagens do celular. Acabei colocando o celular para carregar, sendo que nem havia percebido que estava sem carga. Não tinha nenhum e-mail importante, pois amanha seria um grande dia se os clientes aprovasse a campanha eu teria o resto do dinheiro para comprar meu carro e me firmaria ainda mais na agencia. Estava cansada que até esqueci-me de verificar se havia alguma mensagem ou ligação no celular acordei com o despertador tocando eu teria uma aula apenas sobre o meu TCC na faculdade e ficaria o resto do dia na agencia para ter certeza que tudo sairia perfeito.

Assim que tomei café fui verificar o meu celular Heitor não havia me ligado apenas deixou uma mensagem ele estava estranho deis do final de semana em Acapulco parecia que ele estava me evitando, será que a única coisa que ele queria era dormir comigo, Meu Deus, eu estava ficando louca com os pensamentos esse não era o momento. Fui para a faculdade aonde me reunia com a banca que apresentaria o meu TCC, liguei para o Carlos para passar o endereço da boate que o levaria, assim que conclui tudo na faculdade corri para o escritório pedi ao Chico para comprar algo para eu comer, pois gostaria de está finalizando os últimos detalhes da reunião.

Assim que cheguei Katia veio correndo ao meu encontro.

– Como foi tudo ontem com o bonitão? — falou saltitando.

– Não e nada demais e apenas um amigo. — falei tentando fugir do assunto.

– Deveria apresentar um amigo desses para mim, que manda até flores no dia seguinte.

– Ah?

–Entra, as flores estão em cima da mesa na sala de reunião. — falou me deixando sozinha.

Assim que abri avistei um lindo buque de rosas vermelhas com um bilhete entre as rosas.

Boa Sorte,

Mais sei que a vitória já esta no papo.

Bjus, Alessandro!

Estava tudo estranho Heitor sumindo e Alessandro se mostrando mais presente não sabia o que estava acontecendo e decidi que ligaria para ele, apos a reunião.

– Sra. Rubi, aqui está o seu almoço. — falou Chico.

– Obrigado, pode deixar ai em cima que já como.

Acabei comendo a comida um pouco depressa, pois quando me lembrei de comer já estava quase na hora da reunião fui escovar os dentes arrumar o cabelo e correr para a sala de reunião aonde provavelmente os clientes já havia chegado. Acabei fazendo a apresentação aonde todos os sócios da empresa amaram o que para mim foi um triunfo, pois com o fechamento desse contrato ganharia um bom dinheiro. Assim que os clientes foram embora resolvi ir para casa para contar as novidades ao Heitor que ainda não tinha dado sinal de vida, apenas havia me enviado SMS e eu estava louca para contar as novidades e resolvi ligar.

– Alô? – uma voz feminina falou.

– Desculpa, acho que liguei errado esse não serio o celular do Heitor Ferreira? – perguntei

– Sim ele não pode atender no momento ele está no banho. – falou a voz do outro lado da linha.

– Quer deixar recado?

– Desculpa quem está falando?

– A mulher dele! Quem gostaria mesmo? – a voz falou um pouco nervosa.

Apenas desliguei o celular não queria ficar indagando com a Sra. Ferreira, apenas fui tomar um banho e acabei chorando no banho me sentia traída, usada era a forma de ele retribuir tudo o que minha tia o fez passar provavelmente queria se vingar não entendia não conseguia chegar a uma conclusão o porquê de ele fazer tudo isso. Então resolvi seguir adiante tinha um plano para executar e hoje teria um encontro com o filho do DR. Cardenas e todos iriam sofrer em minhas mãos.

Havia mandado um SMS aonde o Carlos teria que me encontrar o levaria para conhecer um pouco mais de mim coisas que nunca minha tia faria e sim a Paola. Arrumei-me para a noite já era 22h30min queria poder comemorar a minha conquista e ao lado do Carlos seria muito mais parecida com a Fernanda e não a atriz que vinha sendo esse tempo todo, logo que sai de casa peguei um táxi e fui para a Boate Inside era a danceteria mais descolada de toda a capital os filhinhos de papai todos frequentava, conseguia reconhecer alguns riquinhos da faculdade eles que nunca me reconheceram, pois aqui todos me conheciam como Paola.

Carlos já estava a me espera assim que desci do táxi ele realmente ficou de pouca aberta quando me viu não era nenhum pouco parecido com o que ele conheceu na faculdade. Eu tinha algumas tattos falsas no braço à maquiagem estava mais pesada e a roupa bem mais colada.

Look Dj

– Uau, quem e você e o que fez com a moça que eu conheço? –

– Essa e um pouco de mim que você não conhece. – disse pegando em sua mão e encaminhando para a boate.

– Oi, Diego. – falei ao porteiro da boate onde a fila estava imensa.

– Oi Paola! Vai tocar hoje? – perguntou feliz em me rever.

– Pretendo, hoje estou eu e meu amigo. – falei apresentando Carlos que estava totalmente intrigado com tudo que estava acontecendo.

– Ok, podem entrar. – falou Diego ao disperdi.

Assim que entramos havia uma música tocando não muito boa por sinal, havia lido uma critica falando sobre o novo DJ alguns não haviam curtido o seu som.

– Poderia me explicar? Rubi? Paola? Qual e o seu verdadeiro nome? – falou intrigado.

– Para você Paola. Eu sou a Rubi na faculdade sou a ótima aluna de publicidade com notas excelentes um currículo admirável. Aqui você conhecera o meu verdadeiro eu Paola.

– Como assim? – falou sentando numa mesa na área vip que eu tinha pedido para reservar para a gente.

– Não sei se sabe mais não nasci de uma família rica venho batalhando para me manter aqui na Capital principalmente depois que minha mãe resolveu mudar para o interior, antes de eu me destacar como aluna eu tinha que arranja um meio de sobreviver na capital e como eu a alguns anos atrás havia feito um curso de DJ acabei entrando nesse ramo, todo final de semana por 2 anos eu tocava aqui nessa boate.

– Uau. Cada dia que passa me surpreende mais. — Um dos meus professores tocava aqui ele ficou doente um dia me chamou e foi à solução de todos os meus problemas que acabei me destacando e me chamaram para tocar no final de semana e não atrapalhava a minha faculdade. – falei tomando um drink, pois antes de tocar gostava de tomar uma dose.

– Paola. — falou um dos gerentes que veio me cumprimentar. – Saudade de você garota, espero que volte sempre quando você comanda a pista o nosso faturamento aumenta.

– Genaro, obrigado mais vocês tem ótimos DJ.

– Não igual você. – falou encarando Carlos que estava ao meu lado.

– E quem e esse moço?

– Genaro esse e Carlos. Carlos esse e um Genaro, os dois são grandes amigos meus. — falei enquanto cumprimentavam-se.

– Rapaz de sorte, muito tentaram e você e o primeiro rapaz que vejo ao lado da Paola.

– Sorte a minha então. – falou Carlos Assim que Genaro foi embora Carlos Voltou às interrogações.

– E porque mudar o nome aqui?

– Porque quero ser uma publicitária bem sucedida só de imaginar meus concorrentes pesquisando sobre mim e achando uma mulher que tocava a noite. O mundo e mau lá fora e prefiro me proteger dele. Por isso que pedi para me chamar de Paola, não sei, mas quando estou com você vejo que me sinto mais a Paola.

– Eu posso muito bem vê essa mulher que esta me falando.

– Ok, então chega de melodrama hoje tudo que beber e por minha conta. Afinal estarei tocando sem cobrar nada então hoje e totalmente open bar. – falei me pondo de pé. – então vou lá tocar um pouco espero que goste e assim que terminar iremos dançar a noite toda.

– Sim senhora. – falou rindo Acabei o acompanhando e rindo também adorava realmente controlar tudo a minha volta provavelmente isso e algo que aprendi com a minha tia que ela provavelmente aprendeu com o Conde prever cada passo dos seus adversários.

Tocando video

Então subiu a palco e toque era uma sensação emocionante era como se a música que eu comandava tinha poder sobre o corpo de cada como se fossem minhas marionetes e comecei com as misturas de algumas músicas só que cada um fosse à continuação da outra e com isso foi acelerando fiz uma seleção das musica mais tocadas das rádios e podia vê todo o indo ao delírio casais se beijavam no meio da pista, outros dançavam freneticamente com as batidas.

E de repente vejo alguns mais no canto dançando como coreografia parecia que havíamos ensaiado mais era a música tomando conta de tudo. Era uma das melhores sensações do mundo e sabia que tocar e fazer todo mundo se contagiar era algo que eu Fernanda amava fazer não gostaria de parar mais seria difícil compartilhar isso com a vida de uma nova publicitária alguns clientes não poderiam interpretar bem e eu amava criar uma campainha era todos os meus filhos que eu podia dizer que criei, mas se fosse possível gostaria de continuar conciliando as duas coisas.

De longe avistei Carlos bebendo e curtindo muito o ambiente ele seria o único dessa armadilha que conhecia o meu verdadeiro eu, com ele não precisaria fingir ser a minha tia, se ele apaixona-se seria totalmente pela a Fernanda e ele conhecia muito mais de mim que Heitor e Alessandro, sabia da faculdade, do trabalho e da DJ e um pouco da minha mãe. Assim que terminei despedi-me de pessoal que estava na pista podia percebe que alguns ficaram desapontados esperavam que eu tocasse mais infelizmente eu tinha outros planos para a noite e tentaria concretizar a paixão de Carlos por mim.

– Amei você parece uma deusa quando está lá em cima. – falou Carlos assim que cheguei.

– Obrigado, me sinto outra quando estou lá. Vamos comemorar a nova fase de nossas vidas. – falei levantando uma taça de champanhe que agora estava em nossa mesa.

O próximo a comandar a pista era um amigo meu que teria que reconhecer era um dos melhores em sua área, sabia que era boa mais eu tinha que admitir havia melhores do que eu mais sabia que se eu me dedicasse poderia me tornar tão boa quanto ele. Puxei Carlos para a pista e dançamos quase à madrugada toda ele havia bebido muito e estava um pouco alterado. Acabei voltando para o nosso camarote e decidi pedir uma água para ele, pois ele não estava muito bem.

– Realmente essa foi uma das melhores noites da minha vida. – falou ele um pouco alterado.

– Fico a disposição para uma próxima ainda tem muita coisa para conhecer. – falei dando lhe o copo de agua que bebeu, podia vê que ele era muito fraco para a bebida.

– Vamos amanhã você ainda tem aula. – falei levantando e dando lhe a mão para ele levantar.

– Ok, vamos. – falou se levantando.

Fomos para o lado de fora da boate e pegamos um táxi pedia para ele informar o endereço ao taxista ele falou que me deixaria em casa primeiro discordei falei que ele estava alterado que ficaria menos preocupada se vesse que ele chegou bem. O Taxista parou em frente a mansão dos Cardenas e pude sentir a raiva tomando conta de mim, era para minha tia estava vivendo naquela mansão e não vivendo das minhas esmolas.

Não poderia deixar isso impune eles teriam que sentir o que ela passou tomaria a casa, o dinheiro e amor de Maribel, mas não só do homem que ela amava mais também do seu filho amado e querido.

– Carlos já chegamos. – falei me despedindo.

– Até mais Paola. – falou me dando um beijo no rosto. — Até Carlos. – falei lhe dando um selinho eu queria que eu ficasse em sua cabeça.

Assim que ele desceu pude vê os seguranças abrindo a porta para ele entrar e mandei o taxista seguir para o meu endereço. Ligaria para minha tia e contaria como estava andando sei que ela também teria uma ideia brilhante para me ajudar. Assim que parou no meu prédio paguei o taxista e desci já era 05h00hrs a minha sorte e que não teria aula e nem precisaria ir para agencia o meu dia seria de folga total.

– Sra. Rubi!

– Oi José? – falei ao porteiro do meu prédio.

– Deixaram isso aqui na portaria ontem para senhora pediram para entregar pessoalmente. – disse me entregando um envelope.

– Ok, brigada. – falei só que acabei parando no meio do caminho. – José não deixe ninguém subir hoje eu não estou para ninguém ok?

– Sim Sra. – falou Assim que entrei no meu apartamento abri o envelope.

Era um convite de um jantar beneficente no Hotel do Heitor que aconteceria neste sábado pelo que pude vê a refeição estava saindo a $300,00 dólar por pessoa e era para arrematar fundos para criança carentes. Não sabia o que pensar só havia recebido o convite não tinha nenhum remetente.

Então resolvi interfonar para o José.

– Oi José e a Rubi.

– Oi Sra. Rubi o que houve? – perguntou preocupado.

– Sabe me dizer que me entregou esse convite?

– Olha não falou nome mais pelo o que parecia era um motorista e o carro que ele entrou parecia muito com o daquele Sr. que veio aqui outro dia.

– O loiro? – perguntei, pois Alessandro também havia ido lá.

– Esse mesmo Sra.

– Ok, José brigada.

Não sabia o que pensar Heitor some praticamente a semana inteira só me mandando mensagem agora do nada resolve me procurar e manda um convite pelo o motorista. Resolvo pesquisa sobre este evento na internet e pela minha surpresa quem estava organizando tudo era a SRA. Cardenas não podia acreditar Heitor e Maribel juntos será que eles sabiam disso o tempo todo o que eu fazia só tinha uma solução teria que falar com a minha tia.

– Tia sou eu, preciso falar com você urgente.

– Mais agora já e tarde, não pode ser amanhã.

– E caso de vida ou morte.

Ela sabia que esse era o código ferrou tudo fomos descoberta e sabia que ela pegaria o primeiro taxi faria eu pagar por ele e falaria um monte no meu ouvido. Passaram se 1 hr já era quase 06:00hrs da manhã estava uma pilha de nervo o que eu falaria para ela decidi omitir a parte que envolvia o Heitor se não ela me mataria e jogaria na minha cara pelo resto da vida só diria que recebi um convite misterioso de uma festa que quem está organizando e a Maribel. De repente a campainha toca e sou pega de surpresa.

– Oi. – falei abrindo a porta para a minha tia.

– O que aconteceu de tão grave para me tirar de casa essa hora da manhã? — Isto. – falei entregando o convite ela leu e não consegui entender nada.

– O que significa isso? — Isto e um convite que recebi misteriosamente organizado pela manca da Maribel. – falei olhando atentamente sua expressão.

– Tia? — Muito estranho não acredito que tenha sido ela, pode ter sido o filho dela o Alessandro não acredito que faria isso. – falou minha tia provavelmente pensando em voz alta.

– Tia?! – falei tirando do seu devaneio.

– Ok, você ira nesta festa.

– Como assim e se for armação? – falei preocupada.

– Não isso não e do feitio da Maribel provavelmente foi o filho dela você vai o mais linda possível e como vi e um baile de mascara ela não reconhecera você.

– Mas.. – antes que terminasse de falar ela me interrompeu.

– Está e uma grande chance de provar o envolvimento do Alessandro comigo. – provavelmente pensando em voz alta de novo. –Você tem que está acompanhada com alguém durante a festa ele precisa sentir ciúme de você vamos vê se ele e capaz de fazer uma cena durante o evento da mulherzinha dele só que o filho dele não pode desconfiar que você está presente.

– Você não vê está tudo saindo melhor do que imaginamos. – falou minha tia. – Mais me conta como foi seu encontro como filho dele, quero detalhes?

Estava exausta mais sabia que se não contasse nada ela não iria embora acabei falando que fomos a uma boate ele bebeu um pouco demais que tentou me beijar mais me afastei que havia levado ele em sua casa o que a deixou bastante feliz, pois queria o endereço e depois de tudo ela finalmente foi embora e me deixou dormir.

Notas finais
O Heitor volta no próximo capitulo para quem sentiu falta dele. Só que o próximo capitulo promete e pode ter certeza o baile vai pegar fogo.