Rubi 2

5 Capitulo 5 - Acapulco


Notas iniciais
Desculpa a demora, mas foi difícil escrever esse capitulo imagine algo apaguei no meio espero que goste desse que acabei decidindo.

Chegamos a um restaurante um pouco afastado da cidade com vista para a praia, fomos para um canto mais reservado e exclusivo do restaurante. Ele era tão cavaleiro que puxou a cadeira para eu sentar.

Restaurante

– O cavalheirismo não morreu mesmo? – falei rindo.

– Gosto de lhe servir bem. – falou já sentando a minha frente. – O que achou do lugar?

– Mágico, realmente querendo me impressionar. –falei bebendo um pouco de vinho que o metre acabou de servir. – Mas gostaria de saber você já havia planejado isso ou foi de ultima hora?

– Sim e não. – falou também bebendo uma taça de vinho.

– Como assim?

– Assim que deixei você em casa ontem, planejei isso tudo antes de dormir.

– E como sabia que eu iria topar. – falei lançando um olhar sedutor.

– Sabia que estávamos precisando fugir de tudo e de todos e a praia e algo mágico e bom para limpa à alma e renova as energias.

– Obrigado às coisas estão ficando meio bagunçada na Capital, com os últimos dias da faculdade estou ficando perdida.

– Então um brinde a nós e os novos recomeços. – falou erguendo a taça de vinho.

– A nós. – falei com um sorriso de felicidade.

O Jantar seguiu normalmente como sempre conversamos muito sobre o futuro e não revivemos em nenhum momento o passado, parecia que naquele momento era só eu Fernanda e o Heitor não tinha nada haver com o que ele viveu ao lado da minha tia, pois todo o tempo em que passamos juntos era como se ele tivesse conhecendo uma nova mulher. Como a nossa mesa era mais reservada do restaurante ficamos muito perto da praia e acabamos indo molhar os pés.

– A água deve está fria. – falei

– Larga de ser medrosa vem cá. – ele falou correndo para me pegar e eu neguei com a cabeça enquanto fugia.

– Heitor não, por favor. – falei enquanto batia nas suas costas ao me carregar para o mar.

O mundo parou naquele instante éramos somente nós dois não havia mais ninguém habitando a terra somente nós. Ele me jogou na água e se afastou para jogar água diretamente em mim e comecei a revidar e naquele momento me sentia como uma criança, riamos provavelmente alto mais não importava. Até o momento que comecei a choramingar falando que havia entrada algo no meu olho e prestativo ele logo parou de jogar e foi ao meu socorro, mas assim que ele chegou perto eu o afoguei na água e sai correndo, pois saberia que teria volta.

E nesse momento ele conseguiu me pegar por trás e sabia que o jogo havia sido perdido, mas em vez de me afogar ele mergulhou junto comigo e me beijou embaixo da água, assim que ficamos sem ar, ele nós levantou e ficamos ali parando olhando um para o outro eu queria parar o tempo, pois ali seria só nos e quando voltássemos não poderia continuar com ele. Enquanto o encarava pedia a Deus para parar o tempo, ele começou afasta o meu cabelo que estava no rosto e coloca atrás da orelha.

– Vida. – ele falou e parou por um momento. – Você me faz sentir vivo.

E assim que terminou de falar ele me puxou mais perto do seu corpo e me beijou e segurou nos meus cabelos com força aquilo me excitou num nível em que nunca havia sentido, o nosso beijo foi ficando mais intenso e comecei a desabotoar a camisa, pois ele havia deixado o terno, o sapato e a gravata na praia.

Enquanto tirava a camisa dele ele acabou me ajudando, vê-lo assim sem camisa com os peitos e o abdome sarado de fora não aguentei parei e olhei pensar que naquele momento ele seria meu me causou arrepio ele percebeu e riu.

– Você tem certeza? – ele me perguntou.

Não conseguia responder eu estava hipnotizada a única coisa que consegui foi puxa-lo para mais um beijo aquilo foi ficando mais intenso até o momento em que sussurrei no seu ouvido.

– Heitor. – enquanto falava parecia mais um gemido enquanto ele continuava a beijar o meu pescoço.

Nesse momento ele começou a abrir o zíper do meu vestido até o momento em que fiquei só de calcinha e sutiã podia sentir sua ereção em mim e o olhar de tesão ao me olhar não podia medir as consequências do que estava preste a acontecer não podia afirmar que estava o amando, mas ele era a pessoa certa para eu me entregar pela primeira vez. A cada toque de sua mão era como se me corpo estivesse pegando fogo os meus batimentos deviam estar a mil por horas uma sensação inexplicável.

Até o momento em que me encontrava deitada na areia não sabia em qual momento havia saído da água e nesse momento olhei para sua ereção que estava visível os beijos começaram a descer pelo meu corpo até o momento em que ele parou no meio da minha barriga e olhei diretamente para mim que estava gemendo a cada toque, ele me deu um sorriso sacana então o puxei para cima pelo o cabelo ele prontamente subiu e me beijou sua mão deslizava sobre o meu corpo até o momento em que ele abriu o meu sutiã e ele desceu sua boca até o meu mamilo que estava excitado com o seu toque ao passar seus lábios lentamente sobre meu mamilo me fez gemer um pouco mais alto ele foi descendo a sua boca até a minha coxa e deu uma mordiscada na minha coxa e foi subindo até chegar ao meu ponto sexy, nesse momento olhei para ele não sabia o que dizer ele somente riu e continuo aquilo era o maior prazer que eu já havia sentindo enquanto ele beijava meu ponto sexy eu estava em êxtase eu não estava mais habitando o planeta estava em meu próprio mundinho de prazer e quando eu estava preste a gozar ele me penetrou não carinhosamente mais com uma força e com um frenesi que fez eu terminar de gozar com seu membro dentro de mim.

Ele continuava a me penetrar com força e pelo seu sorriso sacana ele sabia que eu havia gozado, mas nem por um momento ele diminui o ritmo ele começa a mordiscar meus lábios me deixando mais louca por esse momento eu comecei a falar o seu nome.

– Heitor. – realmente as minhas palavras não saíram como eu esperava meu corpo estava em um êxtase que eu não poderia explicar, mas ele me respondeu.

– Minha toda minha. — ele sussurrou aquilo no meu ouvido e a forma que gemia pude vê que ele estava preste a atingir o clímax aquilo me excitou ainda mais eu queria poder fazer ele gozar para mim ele poderia achar que estava transando com a Rubi, mas nesse momento ele gozaria e gemia sobre o meu corpo para mim era isso o que importava.

O momento que ele gozou em mim esse sim foi um dos meus melhores momentos da noite ele logo saiu de cima de mim e deitou ao meu lado a lua iluminava o nosso corpo nu e eu estava com a cabeça em seu peito enquanto ele fazia cafune nos meus cabelos.

– Acho que temos que ir antes que outro casal apaixonado tem a mesma ideia. – ele falou rindo e eu ruborizei.

Havíamos nós distanciado bastante do restaurante e como a praia era particular ninguém andava ou nadava perto e antes de sair Heitor havia deixado dois segurança na área do restaurante que dava acesso a praia. Será que ele já havia prevido o que iria acontecer, ficamos mais um tempo olhando o céu eu pelo menos não consegui o encarar ainda até o momento que ele puxa meu rosto e me da um beijo terno.

– Acho que está na hora, vou pegar o seu vestido. – falou saindo Fui olhar minhas lingerie que estavam com tanta areias que decidi somente colocar o vestido, Heitor se vestiu e acabou me agasalhando com o terno e fomos em direção ao restaurante de novo o segurança que Heitor tinha colocado na entrada para a praia ainda estava lá ele nós entregou duas toalhas e seguimos em direção ao carro entrei um pouco envergonhada imaginando o que eles estavam pensando de mim.

– E agora o que pretende fazer. – falei já dentro do carro enxugando meu cabelo com a toalha.

– Havia reservado a cobertura de um hotel para passarmos a noite e antes que diga que estava tudo planejado tem quartos separados se não sentir-se a vontade em dormi comigo de novo. – falou rindo e graças a Deus o motorista não podia nós vê.– E amanha gostaria de apresentar alguns lugares em Acapulco.

Dei um sorriso sacana para ele e sei o quanto aquilo o deixou louco, Sentei em seu colo ficando de frente.

– Acho que você como um homem educado não tentaria nada que comprometesse a minha honra. – falei mordendo os meus lábios e ele sorriu para mim.

– Jamais. – falou já beijando o meus lábios e mordendo o meu lábio inferior que havia acabado de morder. E começamos tudo de novo a nós beijar intensamente e quando ele começou a colocar sua mão dentro do meu vestido sentiu que eu estava sem calcinha.

– Menina malvada. – falou me encarando com o sorriso sacana que tanto me deixava louca. – O que pretende?

– Tudo. – falei no seu ouvido e mordisquei. Ele apenas subiu o meu vestido e mais uma vez chegamos ao clímax junto.

Só de pensar que não era mais virgem e que nunca imaginei que perderia numa praia ou numa limousine era tudo surreal por mais louco que fosse o local havia sido com alguém que eu gostava e que me fez sentir amada e sexy ao mesmo tempo. Logo depois que havíamos chegado ao orgasmo o motorista começa a descer e avisa pelo o interfone que havíamos chegado ao hotel. Só de imaginar que ele pudesse ter nos ouvido fico vermelha, subimos pelo elevador que fica no estacionamento e vamos direto para cobertura a vista do hotel era deslumbrante era de frente ao mar.

– Vamos tomar um banho? – perguntou Heitor ao abraçar por trás.

– Sim. – falei ao beijar o seu braço. Ele me levou para o banheiro aonde acabamos tomando banho junto o meu dia havia sido longo o meu encontro com Alessandro os meus planos com o Carlos e as minhas conclusões de trabalho e para fechar com chave de ouro a minha viagem e fazer amor com Heitor eu estava exausta.

Eu estava com a cabeça no colo do Heitor estávamos dentro da banheira enquanto ele me dava banho pensar sobre tudo que tinha acontecido me fez a pensar no que seria a parti de agora. Comecei a ouvir o barulho de um celular tocando quando eu dei por mim estava deitada na cama não me lembrava de como fui parar lá estava com uma camisola a ultima coisa que me lembrava era de estar na banheira com Heitor, logo reconheci que o toque era do meu celular.

– Alô? – atendi com uma voz de sono.

– Rubi. Acordei você? – falou a voz do outro lado da linha.

– Quem está falando. – ainda estava me despertando Heitor não estava no quarto.

– Alessandro, eu gostaria de vê você hoje tem como?

– Hum, Alessandro. – ai meu Deus esqueci que tinha dado o meu numero para ele.

– Eu não estou na Capital viajei com alguns amigos estarei na cidade só na terça se quiser podemos marca algo. – sabia que hoje à noite ou amanha cedo estaria de volta mais já havia combinado de encontra com Carlos e dependendo como terminasse meu fim de semana precisaria de uma boa noite de sono para me recuperar.

– Ok, podemos almoçar juntos eu pego você no seu prédio. – falou com uma voz de inconformado.

– Sim sobre o almoço, mais e melhor me ligar pois provavelmente estarei no serviço.

–Serviço. – ele parou e percebi sua risada não sei se era de alivio ou de surpresa. – então ligo para você de manhã. Beijo, ansioso pelo nosso encontro.

– Ok, Beijo Alessandro tchau. Assim que desliguei o celular Heitor entrou no quarto com uma bandeja de café na mão.

– Bom dia, minha dorminhoca desmaiou em meus braços ontem. – falou achando a maior graça.

– Sua dorminhoca?!

– Creio que esse final de semana você e só minha. – falou me dando um beijo e colocando a bandeja na minha frente.

Eu havia acordado com um apetite ótimo, comi quase tudo que tinha na bandeja Heitor acompanhou-me mordiscando algumas coisas.

– Quem era no telefone?

– Era sobre uma campainha que estou fazendo. – falei tentando não entrar em detalhe.

– Ok. – falou levantando da cama.

– Desculpa, mas combinamos que o resto não importa no momento. Então já sabe o itinerário de hoje? – falei fazendo biquinho.

Consegui desarma-lo.

– Estou pensando em te levar para conhecer Acapulco.

– Gostaria de saber o que visto já que vim só com a roupa do corpo.

– Mandei o chofer comprar umas roupas para você, como conheço o seu gosto dei as instruções para ele.

– E sobre o nosso retorno? – falei me aproximando mais dele na cama.

– Decidiremos isso mais tarde. – falou me beijando e fomos interrompidos pelo o celular do Heitor tocando.

– Oi! – Heitor atende e começa a falar com a pessoa do outro lado da linha.

– Sim.

– Claro, para que dia?

– Final de semana que vem.

– Ok, pode fechar sim e cederemos o espaço eles podem entrar com o buffet.

– Não sei ainda, mas conversaremos mais amanha de qualquer forma.

– Quem era? – perguntei assim que terminou a ligação. — Do hotel, mais e assunto que resolverei amanha. – falou ficando de pé.

– Vamos levantar dessa cama preguiçosa. – já disse me pegando no colo.

– Heitor não sou mais criança me solta. – falei batendo em sua costa novamente.

Ele me colocou no chão de frente para ele segurou o meu queixo e me deu um beijo terno começou a tirar a minha camisola e se afastou saindo do quarto e indo para a sala da cobertura.

– Vou te esperar na sala. – falou rindo me deixando no vaco seminua e com uma vontade enorme de fazer amor com ele.

– Idiota. – falei jogando um travesseiro nele que em vez de acertar ele acabou derrubando um vaso que estava em algum lugar o que o fez rir mais ainda.

Acabei colocando uma roupa que estava dentro de uma sacola, Heitor conhecia mesmo os meus gostos escolheu uma roupa que havia me caído perfeitamente provavelmente sabia muito de mim por conta da minha tia. Realmente roupas, comidas e viagens eram um dos gostos que ela me ensinou.

– Vamos. – falei o provocando sabia que estava sexy com a roupa que ele mesmo havia escolhido. Ele me olha fixamente, provavelmente pensando em coisas improprias e resolvo desconta o que ele me fez. Chego perto lhe dou um beijo no rosto como está sentado coloco minha mão entre suas coxas e como estou com um decote pude vê ele olhando para os meus seios mordiquei sua orelha e sussurrei no seu ouvido.

– Vamos. – já me colocando a sua frente e deixando ele lá rindo sentando.

Fomos para uma ilha que ficava em Acapulco, chamada ilha da Roqueta, fomos ao farol onde tinha uma vista para toda a baía almoçamos em um restaurante da ilha nadamos um pouco visitamos alguns lugares preservados da ilha foi algum extremamente mágico.

Chegamos ao hotel quase a noite tomamos um banho e decidimos pedir comida no quarto sairíamos de manhã cedo para a capital e só queria descansar porque teria uma aula cedo, reunião na agencia e ainda o encontro com o Carlos.

– O conto de fada está acabando. – falei já deitada na cama.

– Não ele apenas está começando. – dando-me um beijo na testa.

A noite ao lado dele foi tranquila não fizemos amor, pois estava exausta do dia havíamos aproveitado muito o dia e Heitor era tão cavalheiro que em nenhum momento percebendo o meu cansaço não exigiu e nem pediu nada.

Acordamos cedo ele já tinha organizado tudo para o café antes da viagem tomamos e seguimos para o aeroporto o jatinho já estava a nossa espera eu e Heitor seguimos a viagem inteira falando sobre trabalho ele falou de novo sobre a viagem a Cancun convidou-me a ir com ele para está ajudando em uma campainha que ele queria promover no hotel.

Assim que chegamos na capital o chofer dele já estava a nossa espera e ele me levou direto para casa, pois sabia que meu dia seria cheio não combinamos de nós encontrar somente que me ligaria a noite. Assim que entrei em casa fui logo buscar minha bolsa e pasta que tinha tudo sobre as campainhas que estava trabalhando a campainha toca.

– Meu Deus, espero que não seja ninguém inesperado se não mato o José que fica deixando estranhos entrar. – falei provavelmente alto.

– Sra. Perez? – falou um entregador com um buque de rosas vermelha.

– Sim.

– Assina aqui para mim. –falou me entregando uma prancheta.

Assinei e peguei o buque que estava com um bilhete.

A mulher que me proporcionou o melhor final de semana da minha vida.

Espero que aceite a viagem para Cancún, adoro fugir com você. E gostaria que me acompanhasse a um evento no sábado a noite.

Seu Querido Heitor.

Me sentia a mulher mais amada.

Notas finais
Comentem o que esperam que aconteça.