Rubi 2
2 Capitulo 2 - Lembrança
Notas iniciais
Espero que gostem e comentem.
– O taxi que você pegou presta serviço para o meu Hotel. – disse Heitor já entrando pela porta.
– Estou atrasada não tem como falar com você agora, se me der licença preciso que saia.– Acho que chegou a hora da gente conversar. – disse Heitor já sentando no sofáFernanda já colocou sua bolsa e caderno em cima da mesa e sentou no sofá de frente para ele.– Ok, o que você quer conversar. Deixa-me vê então quer dizer que não sou viúva que o meu marido moribundo esteve esse tempo todo andando entre nós e fingindo de morto. O que você acha desse assunto.– Não acho, que tal a minha amada esposa fingiu que havia sofrido um acidente, mas pera não era ela então que estava no lugar dela. O que você acha desse assunto?– Olha Heitor não tenho tempo, estou tentando seguir minha vida, tenho uma reunião estou finalizando uma campainha publicitária acredito que não seja o momento. Agora tenho que me manter então preciso trabalhar, se me der licença você me procura outra hora e conversamos.Falei e me coloquei de pé para mostrar para ele que aquelas acusação não ia nos levar a nada. Ele também ficou de pé e veio em minha direção ficamos tão perto que por um segundo achei que me beijaria, mas não ele foi direto ao meu ouvido e sussurrou.– Não pensa que vai ficar livre de mim. – ele estava tão perto do meu pescoço que aquilo me causou arrepio a tensão entre nossos corpos era grande sabia que ele estava sentindo o mesmo, pois eu era a cara da mulher que pelo fato ele amou todos esses anos. Controlei-me e o acompanhei até a porta e no momento que fui toca a maçaneta para abrir ele pensou o mesmo e o toque de nossas mãos juntas causou uma eletricidade que demos choque um no outro. Ficamos por um algum tempo nos olhando não sei quanto ao certo, mas aquele momento foi mágico, sempre gostei do Heitor como tio ele me dava ótimos presentes me tratava com carinho e nos momentos que minha tia contava toda sua história, achava mágico o jeito que ele a amava acima de tudo e de todos. Não sei como ela não conseguiu se apaixonar ele foi o único que a defendeu e pensou em criar o filho que ela teria com Alessandro.– Então volto à noite. E não pense que vai conseguir escapar de mim. – falou saindo pela porta, onde fiquei parada por um momento até o meu celular tocar.– Alô?- falei ao atender o meu celular. Era do pessoal da agencia publicitaria aonde acabei conseguindo um bico por conta do meu bom desempenho na faculdade os ajudei em uma campainha de cerveja aonde provavelmente ganhara milhares e eu consegui alguns trocados que era suficiente para comprar minhas roupas e sair com os meus amigos, sendo que minha mãe me mandava dinheiro para despeça do apartamento.Fui até agencia onde fiquei horas enfurnada em um sala de reunião para decidirmos sobre a próxima campainha estava louca para ir embora, mas aquilo me ajudava a sobreviver na capital. Não consegui da grande ideias hoje estava pensando no encontro mais cedo com Heitor, no encontro com Alessandro e na minha falta de tempo para poder conhecer o filho do Alessandro e da manca da Maribel.– Esta tudo bem com você hoje Rubi? – um dos publicitários chamou minha atenção, tanto na faculdade quanto no serviço ensinei a todos a me chamarem de Rubi.– Estou sim, só não estou conseguindo ser de muito ajuda hoje posso ir levo o material e vejo tudo em casa.Corri em casa e me arrumei para ir de encontro a Alessandro, já havia ligado para sua secretária para saber se estava no hospital. Assim que entrei percebi todos os olhares em mim tinha me arrumado para deixar qualquer homem louco, coloquei um vestido bem colado ao corpo de renda um pouco acima do joelho sabia o que ele provocava nos homens. Assim que cheguei a secretário do Alessandro tentou me impedir falando que ele estava esperando uma paciente e não poderia me atender no momento, com certeza ele deve ter precavido ela.– Então não se preocupe a próxima paciente dele já chegou. – passei por aquela secretária medíocre que queria atrapalhar meus planos e adentrei sua sala.– Olá Dr. Cardenas?– Rubi! O que esta fazendo aqui? Eu já avisei a Sandra para não deixar ninguém entrar que eu tenho um paciente para atender agora. – sua voz quase não saiu enquanto falava ele me olhava fixamente e era isso que esperava dele.– Então não se preocupe sua paciente já chegou. – falei indo em sua direção e o beijando e como já esperava não me afastou me juntou mais ao seu corpo. O beijo estava sendo melhor do que o de ontem, eu sentia a angustia quando me beijava o medo que eu fosse embora e o deixasse de novo.– Rubi isso e loucura.– Alessandro meu Alessandro.Chama-lo de meu foi o seu êxtase no momento em que me deparei já estava deitada no seu sofá e ele estava em cima de mim. Os seus beijos e suas caricias começou a me deixar excitada podia sentir sua ereção de novo sobre o meu corpo eu não sabia o que estava fazendo não consegui me controlar aquilo não estava em meus planos, mas ele era tão experiente e aquilo que ele me fazia sentir era novo eu queria saber aonde isso poderia me levar. Até o momento em que o telefone do seu consultório tocou e por mais que aquele barulho tivesse nos desconcentrado continuamos nos beijando. Até o momento em que tive um pouco de consciência e o afastei.
– Alessandro, não podemos eu realmente quero, mas isso está errado eu vim aqui para pedir perdão por tudo o que eu fiz você passar. Eu fui ao seu casamento eu estava lá e vê você se casar com outra me fez querer mais da vida, pois sabia que tinha perdido você para a vida inteira naquele momento. – Falei tentando retomar o folego estava sentada na sua frente a suas mão ainda estava em mim enquanto falava pude vê dentro dos seu olhos sabia que ele estava transtornado com o misto de sentimento que ele estava sentindo e saberia que viria sua dúvidas aparecendo.– Ma? Mas como você pode está na minha frente sem nenhuma cicatriz, sua perna? – naquele momento ele se afastou de mim e sentou na sua cadeira e ficou de costa para mim sabia que estava tentando associar tudo o que estava acontecendo provavelmente acreditava que era um sonho.– Não era eu. – nesse momento ele se virou e começou a me encarar. – depois que havia perdido tudo a única coisa que me restava era fugir do país pois tinha um dinheiro fora Elena estava me vigiando ela tinha uma procuração ela poderia bloquei as minhas contas só precisava saber em qual paraíso fiscal se encontrava. Então contratei uma sósia, quando você esteve lá ela se escondeu assim que sai ela me viu tão transtornada que tentou ir embora. – parei e vi sua expressão de perplexo ele tinha que acredita na minha historia havia ensaiado ela minha vida inteira. – Não sei te dizer o que aconteceu, quando vi ela estava ali caída no chão você acreditava que era eu, então resolvei entrar na historia se Elena achasse que eu tinha sofrido acidente não me procuraria. Mas soube que a cirurgiã foi um sucesso e o que havia ocorrido com a paciente. Então fui até o hospital a fiz continuar se passar por mim, pois te daria mais do que havia prometido e como o rosto estava todo enfaixado e o rosto inchado a voz consegui passar despercebido.– Isso tudo que você está me falando e bizarro Rubi como posso acreditar tinha certeza de ter visto você.– Alessandro, me desculpe sumiu durante todos esses anos não procurei ninguém segui minha vida trabalho com publicidade. Estou vivendo do meu trabalho, mas precisava vê você. – falei indo parar na sua frente ele me olhou e dei um beijo em sua boca diferente suave, mas com emoção.– Eu te amo! – falei aquilo e o deixei sozinho mais uma vez percebi que ele havia batido algo na mesa, tinha conseguido deixar ele transtornado. Sei que teria que ir vê minha tia, mas sei também que teria que me justificar ao Heitor antes que ele botasse todo o meu plano a perde.Peguei um taxi em um lugar, mas afastado do hospital preferia-me precaver não que pensasse que Alessandro iria me seguir. Entrei no táxi olhei as horas e já era quase 7hrs esperava que o Heitor tivesse tirado da cabeça a ideia de me vê. Assim que entrei o vi parado na porta do meu apartamento.– Pensou que eu ia fugir?– Não sou um cavaleiro, gosto de ser pontual. – ao dizer aquilo percebi o sarcasmo em sua voz, mas conseguiu me fazer rir e aquilo alivia um pouco o clima.– Não me lembro de ter marcado a hora! – disse já abrindo a porta entrei coloquei minhas coisas em cima da mesa e ele entrou e fechou a porta.– Me deixa só trocar de roupa. – sai e o deixei na sala fui ao meu closet e peguei uma calça e uma blusa confortável e coloquei.– Pronto aonde paramos. – enquanto falo isso a campainha toca, mas Heitor já estava atendendo. – Quem lhe deu autorização de atender a minha porta? – falei brava.– Eu, sendo que era para mim. – falou indo em direção a minha cozinha nos 5 minutos que fui trocar de roupa pelo visto ele revistou minha casa.– O que e isso? – perguntei olhando para o pacote que estava em sua mão.– Nosso jantar. – disse com um sorriso irônico no rosto.– Como assim nosso jantar?– Sei que temos muita coisa para conversar, estou com fome e você também. – não discordei estava realmente com fome.Enquanto jantávamos ele me contou que passou esses anos morando em Madri, que teve um filho com Elena, mas devido aos fantasmas do passado não durou mais que um ano. O filho sempre passava as férias com ele em Madri e que resolveu voltar ao México por conta de negócios que depois da morte do seu padrinho não tinha ninguém para tomar conta.– Gostou. – perguntou ele com um sorriso no rosto.– Sim eu amo esse restaurante.– O que aconteceu com a gente? Como nós enganamos tanto? – o seu tom de voz já havia mudado.– Heitor, eu adorei o jantar você realmente me conhece como ninguém. Adorei saber que você sobreviveu e que está feliz com o filho que tanto sonhou, mas e tarde para a gente eu errei muito com você e peço perdão. Só que não temos que ficar revivendo o passado eu também mudei estou seguindo em frente estou trabalhando me afastei de tudo vivo uma vida simples. Não quero ficar revivendo o passado, por favor, esquece tudo. – ele chegou, mas perto de mim estávamos sentados no chão da sala e por outro momento achei que iria me beijar só que colocou uma mecha de cabelo atrás da minha orelha e me deu um beijo terno na testa.– Desculpa, mas só que vê você me fez sentir vivo novamente por mais que eu tenha sido feliz nunca me senti completo e agora nesse momento jantando aqui com você me sinto vivo de novo. — ele falou se afastando e ficando de frente para mim.Ficamos ali conversando sem exigir explicação um do outro falamos sobre as campainhas publicitarias que vinha fazendo, algumas ele até tinha visto e gostou. Ele me contou alguns problemas que ele esta tendo com os novos sócios no hotel. Acabei dando umas dicas de publicidade para o hotel que ele havia adorado e falou que seguiria e fomos conversando enquanto bebíamos um vinho. Dormimos ali mesmo no chão da sala dormi em seus braços não me lembro de como fui parar tão perto me lembrava de só está conversando em frente para ele. Já era 6 hrs da manhã o observei dormi não queria acorda-lo até que meu despertador toca e ele acorda e me encara olhando.– Bom Dia acho que bebemos demais. – disse olhando para mim– Não me lembro de como pegamos no sono. – disse saindo dos seus braços o que fez reagir também e começar a levantar.– Tenho que ir, acho que já passei da minha hora. Gostei muito da noite de ontem e espero que tenha sucesso nessa fase da sua vida. – falou me dando um beijo no rosto e indo embora.Aquilo me atormentou um pouco a noite ao lado dele foi ótima havíamos conversado falado sobre tudo, segui para o meu quarto para tomar banho dessa vez tomei um banho frio precisava refrescar os pensamentos vou para o quarto escolho uma das minhas lingerie favorita hoje tinha que ir para escola conhecer o filho do Alessandro e seguir com os meus planos. Até o momento que a campainha toca e vou abrir com meu roupão se fosse o Heitor iria o deixar doido por ter indo embora daquele jeito corro para abrir a porta.– O que foi dessa vez?-
Notas finais
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