Notas iniciais
Sorry Sorry ;3 Eu fiquei sem postar muuuuuuito tempo e agora to meio lentinha pra escrever. Mas estou com algumas idéias. É beeeeeeeem pequeno o capitulo, mas espero que gostem.

Acordei as 23 horas. A casa estava silenciosa e apenas o som do vento a preenchia. Provavelmente o Rafa já estava dormindo, então resolvi sair um pouco para conhecer a vizinhança. Com a mesma calça e regata, peguei um casaco, tranquei a casa e sai silenciosamente.

Primeiro andei um quarteirão, as casas eram realmente lindas. Os postes decorados brilhavam em todas as ruas, a lua constante iluminava o céu com suas estrelas. A noite fria e apaixonante era como se fosse um beijo no inverno.

Admirava cada vez mais as casas, a noite e o frio até que me perdi.

– Realmente não acredito nisso. — Falava comigo mesma indignada. Eu sabia que a culpa era minha por me distrair, mas sempre confiei na minha intuição e ela não tinha me alertado agora. Sentei na calçada e comecei a pensar "por onde eu vim?". Comecei a refazer meu trajeto, mas era como um quebra cabeça.

Depois de algum tempo, me senti desconfortável. Minha intuição dizia: “Você não está sozinha, cuidado.” Me levantei da calçada e comecei a andar aleatoriamente. Não importava o quanto andasse aquela inquietação não desaparecia. "Ele ainda está aqui."

Entrei sem querer em uma rua sem saída e mal iluminada. Fui até o final e me virei. Estava no meio da rua um homem grande vestido de preto e encapuzado. Ele carregava duas facas e tinha uma presença assassina ameaçadora.

– Eu não tenho dinheiro — Eu Disse. Mas é claro que ele não queria dinheiro. O ar envolta dele era diferente. Ele desejava sangue.

Sem dizer uma palavra, ele veio violentamente em minha direção. "Rápido demais", ele cruzou 15 metros em poucos segundos. Mal tive tempo de reagir, pulei pra trás e ele veio junto, me esquivei para a esquerda enquanto seus movimentos pesados caiam para a direita. "Ele parece uma criança de cinco anos brincando com uma faca." Seus movimentos eram rápidos, mas as habilidades eram quase nulas.

Ele tinha um bom porte físico, se eu estendesse a luta iria morrer. Ou era o que eu achava, até que...

Em um piscar de olhos, todo o corpo do homem encapuzado se encheu de fogo. A noite fria agora estava quente. Afastei-me uns 5 metros do homem e observei aquela cena enquanto acalmava minha respiração. O homem no começo resistiu gritando e se jogando no chão, mas nada adiantou. Em no máximo um minuto ele foi completamente queimado e obviamente morto.

As chamas se apagaram tão rápido quanto se acenderam. "Isso não é normal." Tinha mais alguém ali. Uma sombra masculina apareceu atrás do corpo agora queimado.

– Obrigada. Chegou faz tempo? — Disse me dirigindo àquele homem.

Notas finais
Eai?