Romances Proibidos
27 Teenage Luna Volturi
Notas iniciais
P.O.V. Luna.
Eu tenho catorze anos e pareço ter dezesseis. Eu nunca apresentei nenhum poder de vampiro jamais. Só um a imortalidade.
Eu morri uma vez, mas eu voltei.
Estava num desfile de modas com a minha mãe quando eu vejo ele. E ele me vê.
Eu sou a cara da minha mãe, mas com a cor dos cabelos e olhos do meu pai. Meu rosto é delicado e meu sorriso é doce.
Não querendo me gabar, mas eu sou uma gata.
—Vamos querida. Temos horário na manicure.
P.O.V. Maximiliano.
Eu estava no desfile da minha mãe quando num acidente, um olhar de relance, uma distração meu olhar cruzou com o dela.
Ela tinha um ar de inocência, um olhar e um sorriso doces.
Mas, assim que o desfile acabou a cliente mais importante da minha mãe a levou embora.
—Mãe? Quem era aquela moça com a Senhora Volturi?
—Era a filha dela, a senhorita Luna.
—Ela era linda. E o que houve com o pai dela?
—Nada. Ele só não gosta muito de desfiles de moda.
—Sei.
—Maximiliano, a menina tem quatorze anos e é muito inocente. Ela é muito devota e você deve ir com calma.
—Quatorze anos?
—Sim. Ela aparenta tem mais, mas ainda é menor de idade.
—Ela foi criada dentro de um castelo literalmente.
—Eu sei. O Castelo de São Marcus.
P.O.V. Luna.
Enquanto a manicure pintava minhas unhas eu ficava pensando nele.
—Luna. Luna!
—O que?
—O pé. A manicure já terminou a sua mão.
—Oh! Desculpe.
Eu dei meu pé para a Rosa.
—Em que estava pensando filha?
—Pra mim que era num garoto.
—Rosa!
—E não era?
—Era um moço. Ele é mais velho que eu, mas ele é a alma que cabe na minha.
—Sei.
Quando a Rosa acabou de fazer minhas unhas do pé eu fui fazer o cabelo e deixei que ela tratasse da minha mãe.
Eu não paro de pensar nele. Quero muito vê-lo de novo. Descobrir o seu nome.
—Acabou. Pronta pra ir.
—Obrigado Carla.
—De nada.
Nós chegamos em casa e ele estava lá com um buque de flores.
—Posso entrar?
—Não.
—Não? Então vamos sair pra dar uma volta.
—Não. Já é muito tarde e hoje tem eclipse total da lua.
—Você não quer ver o eclipse comigo?
—Não. Não é seguro pra você.
—Porque não?
—Vai embora. O eclipse vai começar.
—Adorei o vestido e o cabelo parece uma fada.
—Obrigado.
—Luna o eclipse!
—Adeus.
Ela saiu correndo pra dentro e eu entrei atrás dela. Todas as mulheres usavam vestidos brancos soltos e seus cabelos estavam enfeitados com flores. Todas com o mesmo penteado, todas com o mesmo vestido, todas tinham rosas vermelhas menos uma. Luna. Lhe enfeitavam o cabelo rosas brancas.
Elas começaram a cantar e a dançar sincronizadamente. Era um ritual, elas estavam todas descalças.
—Linda.
Então a lua saiu de detrás do planeta e se mostrou, ela brilhou com tamanha intensidade que acho que podia cegar.
Os giros eram graciosos, elas pareciam cisnes dançando á luz do luar. Haviam meninas também, crianças, mas eram apenas mulheres. As menininhas faziam uma roda e giravam, as mulheres dançavam em volta e haviam passos de balé no espetáculo.
A música era numa língua que eu não conhecia. E aquela mesma palavra se repetia.
—Ixel.
Quando o ritual acabou elas estavam brilhando. Pareciam mais felizes.
—Seja bem vinda querida e que a sua guia a proteja.
Ela recebeu um colar e foi pra dentro.
—Você não devia estar aqui. Sabe, nos tempos antigos se um estranho visse a cerimônia de iniciação... ele perdia os olhos. Felizmente estamos na modernidade e você não sabe o que viu.
P.O.V. Maximiliano.
Ritual de iniciação? O que é esse tal ritual de iniciação?
Parece ser parte da religião delas. Minha mãe disse que Luna era muito devota, mas não disse a que religião.
Seria isso algum tipo de culto?
Parecia.

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