Road Trip

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Oi meu povo...
Então, estou eu aqui outra vez, não consigo ficar tanto tempo sem escrever algo sobre o nosso casal favorito.

Eu estava deitada na tranquilidade e no aconchego da minha cama, e depois de um dia incrivelmente estressante e nada produtivo, esse era um bom lugar para se estar.

Meu celular, ao meu lado na cama, começa a vibrar, e eu não tenho a mínima vontade de atender. Já se passava das quatro da manhã, de uma madrugada de sábado. E por Deus, eu estava precisando descansar. Fecho os meus olhos e insisto que esse barulho irritante é só obra do meu inconsciente que insistem em permanecer alerta há tudo. Mas parece que não era obra da minha cabeça, já que o meu telefone fixo resolve se juntar ao barulho insistente do outro lado da cama.

Com a voz meio zonza eu atendo o celular.

-Alô?

-O que você está fazendo que não atendeu isso ante? –Sua voz é áspera, e irritada.

-Você não está ouvindo a música alta, e o burburinho ao meu redor? Claro que eu estou em uma festa, super agitada e com um monte, um monte mesmo de amigos. – Meu sarcasmo é bem mais tácito quando sou privada de algumas necessidades básicas como dormir. – Onde raios você acha que eu estou Oliver? Claro que eu estou tentando dormir.

-Se troca, eu preciso de você pronta em dez minutos, eu estou passando ai. Um informante me disse que a nova droga que está sendo distribuída na cidade, tem componentes que são trazidos do leste de L.A. e precisamos rastreá-lo para saber quem são os produtores.

-Quando você diz informante, você quer dizer alguém que você aterrorizou até ele te contar o que você queria saber?

-Isso importa? –A voz dele é cética.

-Oliver isso não pode esperar até eu dormir, sei lá, duas horas pelo menos? –Eu estava quase em prantos com a cabeça no travesseiro.

-Você dorme no carro. E dá para você levantar?

-Você disse dez minutos.

-Já se passaram cinco, e eu estou na sua porta a pelo menos quinze.

-O quê? –Eu levanto de sobressalto.

Coloco um sobretudo e desço as escadas. Abro a porta e ele está encostado ali com toda a gloria que só Oliver Queen possui.

-O que você quis dizer com dormir no carro? –Tento focalizar minha mente em algo mais que não a exuberância do homem a minha frente.

-Eu disse L.A. –Ele fala entrando em minha casa.

-E?

-Acho que você vai precisar arrumar suas malas.

Eu respiro profundamente.

Subo as escadas resignada com o meu destino. Pego uma mala pequena e coloco algumas coisas lá dentro, nem ao menos sei o que levar, para uma viagem sem data de volta.

Entro no banheiro e tento retirar o resquício de sono de baixo de uma chuveirada rápida.

Prendo os meus cabelos em um rabo, e como estamos em meados de agosto o tempo prometia estar quente durante toda a viajem. Coloco um shorts Jeans confortável e uma regatinha branca, jaqueta também Jeans e um allstar, o típico traje de viajem para qualquer mortal. Pego alguns equipamentos, como meu tablete, note e afins.

Quando desci de volta, Oliver não estava a vista, o encontro e ele está às voltas com a minha cafeteira.

-Achei que precisaríamos de café. –Ele diz sem jeito.

-Cadê os outros? –Pergunto enquanto pego as canecas térmicas no armário da cozinha.

-Somos só nós dois, Dig e Roy vão ficar patrulhado a cidade. –Ele diz enquanto coloco o café nas canecas.

-Para que horas está marcado o voou?

-Vamos de carro, ninguém pode saber que Oliver Queen saio de Starling e está em L.A. por que magicamente o Arqueiro também pode aparecer por lá.

-Oliver é uma viagem de pelo menos dez horas. E nem você nem eu dormimos.

-Medo de viajar comigo? –Eu sei que ele estava se referindo ao fato de estar cansado, mas é claro que minha mente viajou para todas as possibilidades. Eu me viro com a desculpa de lavar o jarro de café, para ele não ver quão vermelha eu tinha ficado. – Sem falar que eu preciso de muito menos sono que você, e quando eu me cansar você me substitui no volante.

-Você vai deixar eu te guiar? –Eu digo pasma.

-Mas não é assim toda as noites, você me diz a onde ir eu sigo as suas coordenadas. –Ele diz rindo, e pela primeira vez eu me vejo como um GPS, sei que não era a intenção dele, mas me sinto um tanto quanto ofendida.

-Você sabe que tem aplicativos que você pode baixar no seu stmartfone que subsistiu os meus serviços de localização.

-Duvido. Pronta? –Ele me diz enquanto sai pela porta da cozinha e pega minha bagagem. -Só isso? –Ele fica pasmo.

-Você não disse que seria uma viagem longa. –Eu digo a contragosto. –Sinceramente pretendia nem sair de casa hoje, você está com sorte de eu ter conseguido colocar esse tanto de roupa na mala.

-Não importa, se necessário compramos o que for preciso. –Ele diz.

Eu bufo de desgosto e o sigo pela porta.

Notas finais
E então meu povo?
E ai gostaram?
Eu sei que esse é só o primeiro capítulo e ele não diz exatamente que rumo a historia vai tomar, mas sinceramente eu ainda não sei também. (rs)
Bjs e até o próximo capítulo.