Notas iniciais
Oieeeee Galera!
Que saaaaudades!
Quanto tempo... sentiram saudades da fic? Sei que faz muito tempo que eu não posto nada aqui, peço desculpas pela demora em postar, mas aproveito a oportunidade para avisá-los que voltarei a postar semanalmente os capítulos! Gostaram?

Mais uma vez desculpem pela demora na postagem!

Aproveito para agradecer:
* Pelas 155 Reviews;
* Pelos 35 Leitores;
* Pelos 22 Favoritos
* Pelas 6 Recomendações

Muito obrigada galera!

Boa leitura a todos!

(Lia pensa em ligar para Emiliano, mas fica com medo de que Valentina escute ela conversando. Então decide enviar uma mensagem pedindo socorro. Primeiro ela coloca o celular no silencioso para não fazer barulho nenhum e envia a mensagem, em seguida desliga o celular e o coloca de novo no bolso)

Mensagem de Lia:

Eli, socorro! A Valentina está aqui em casa. Ela quer me matar... está completamente louca! Socorroooooooooooooo! Estou trancada no banheiro. Não me liga, vou desligar o celular agora. Vem rápido! Estou com medo, SOS!

(Ao receber a mensagem, Eli sai correndo de dentro de casa, vai até a garagem, pega o seu carro e dirige em direção à casa de Lia)

(Enquanto isso Lia tenta enrolar o máximo de tempo possível no banheiro)

(Valentina) – Ei, garota? Vai demorar muito ainda?

(Lia) – Me deixa!

(Valentina) – Claro que não! Eu ainda não terminei a minha história e nem o que eu vim fazer aqui...

(Lia) – Porque você simplesmente não some?

(Valentina) – ... (ela não diz nada, apenas solta uma gargalhada)

(Enquanto isso no RJ)

(Lorenzo) – Como vai o nosso paciente, impaciente?

(Alice) – Você disse tudo Lorenzo... está impaciente!

(Lorenzo) – Calma, Dinho! Você está se recuperando muito bem, mas ainda precisa ficar mais alguns dias aqui até pelo menos fechar essa ferida.

(Dinho) – Quanto tempo?

(Lorenzo) – Mais uns 3 ou 4 dias... 1 semana, não sei ao certo! O seu caso foi muito grave! Você correu risco de vida...

(Dinho) – Eu sei disso tudo! Mas...

(Alice) – Mas nada! Pode deixar, Lorenzo que eu vou ficar de olho neste garoto! Ele não vai pregar mais nenhum susto na gente!

(Lorenzo) – Fico mais tranquilo! Agora eu preciso ir... qualquer coisa me chamem, porque o plantão hoje é meu!

(Alice) – Obrigada!

(Lorenzo) – Essa aqui foi mais uma visita mais de amigo, do que e médico... Dinho, mais tarde eu venho te examinar, ok?

(Dinho) – Uhum! E doutor Lorenzo, o senhor tem notícias da Lia?

(Lorenzo) – Não! Eu não falei com ela hoje! Você quer que eu ligue agora, para vocês conversarem?

(Dinho) – Eu quero, porque eu liguei mais cedo e ela não quis me atender!

(Dinho, que até então estava triste, solta um largo sorriso)

(Lorenzo pega seu celular e encontra as ligações perdidas da filha e a mensagem de voz que ela deixou)

(Lorenzo) – Nossa! Mas aqui tem um monte de chamadas não atendidas da Lia! Tem até uma mensagem de voz!

(Dinho) – Liga para ela, para a gente saber o que aconteceu!

(Lorenzo) – É isso mesmo que eu estou fazendo!

(Lorenzo liga, mas não consegue falar com ela)

(Dinho) – E então?

(Lorenzo) – Desligado! O celular da Lia está desligado! Deixa eu ouvir a mensagem que ela deixou!

(Lia) – “Oi, pai! Já te liguei algumas vezes, quando o senhor desocupar me liga. Beijos.”

(Lorenzo) – Porque a Lia não atende esse celular? Se ela queria falar comigo não faz nenhum sentido desligar o celular...

(Alice) – Calma, Lorenzo! Deve está tudo bem com a Lia... ela pode está tomando banho ou dormindo, a bateria pode ter acabado... e por isso não atendeu!

(Lorenzo) – Eu senti a voz dela meio tensa, nervosa, sei lá!

(Dinho) – Tensa?

(Lorenzo) – Sim, como se ela estivesse aflita, mas queria disfarçar para não me preocupar, sabe?

(Dinho) – Bem o estilo da Lia, né?

(Lorenzo) – Exato!

(Alice) – Acalmem-se vocês dois!

(Dinho) – O senhor não acha que deveríamos ir para a serra buscar a Lia, agora?

(Alice) – Lorenzo, você escutou a mesma coisa que eu?

(Lorenzo) – Escutei sim, Alice!

(Alice) – Olha o que esse rapazinho está querendo!

(Ela diz com um tom irônico)

(Lorenzo) – Até aonde eu sei você não teve alta ainda, Dinho. Como pretende ir para a serra? Fugindo?

(Dinho) – Pela Lia...

(Alice) – Nem termine de dizer isso!

(Lorenzo) – Eu preciso examinar outros pacientes, mais tarde eu volto, se eu tiver notícias da Lia eu os aviso. E Alice, cuide direitinho desse nosso paciente fujão!

(Alice) – Pode deixar, Lorenzo!

(Na Serra...)

(Valentina) – Ei, não vai sair daí não?

(Ela pergunta enquanto bate insistentemente na porta)

(Valentina) – Não vai me responder, não?

(Lia) – ... (Lia não diz nada, apenas reza baixinho torcendo para que Emiliano não demore para socorrê-la)

Ai, Eli... cadê você? Vem logo meu amigo!

(Valentina) – Já vi que você não vai sair, não é mesmo? Mas eu tenho um método que vai te tirar daí rapidinho, sabia?

(Valentina vai até a sua bolsa e pega um litro de álcool. Ela começa a jogar o líquido em alguns móveis e no chão)

(Valentina) – Lia... é a sua última chance! Não vai sair daí, não?

(Lia) – VAI EMBORA VALENTINA! (ela grita)

(Valentina) – Ah, que pena que você não vai ver a surpresinha que eu guardei especialmente para você!

(Valentina vai até a cozinha, tranca a porta e tira chave, liga a tubulação de gás e depois volta para a porta do banheiro)

(Valentina) – Então é 1... 2... 3... e... JÁ! QUE COMECE O SHOW!

(ela acende um fósforo e de repente as cortinas e os móveis começam a pegar fogo)

(Valentina) – Abre a porta!

(Valentina está completamente enlouquecida. Ela comemora ao ver o fogo se espalhando e se senta no sofá para apreciar o espetáculo. Lia ao sentir o cheiro da fumaça abre a porta do banheiro e presencia a destruição de sua casa)

(Lia) – FOGO? VOCÊ ENLOUQUECEU DE VEZ? OLHA O QUE VOCÊ FEZ COM A MINHA CASA! (ela diz desesperada)

(Valentina) – Hola querida! Resolveu sair do banheiro?

(Lia) – Valentina o que você fez? (ela corre até a porta, mas a encontra trancada)

(Valentina) – Eu disse que você não ia ficar com o Dinho, não disse?

(Lia) – Valentina pare de loucura! Cadê a chave?

(Valentina) – Joguei fora... (ela diz calmamente enquanto seus olhos brilham presenciando o fogo se alastrar)

(Lia) – Pare de brincadeira! Cadê a chave? Eu vou sair daqui!

“Eu tenho que fugir dessa louca!”

(Lia vai em direção à cozinha, mas ao ouvir o que Valentina disse, ela volta)

(Valentina) – Nem adianta perder tempo indo para lá... eu também joguei fora a chave da porta dos fundos.

(Lia se joga contra a porta várias vezes tentando arrombá-la, mas não consegue e começa a gritar)

(Lia) – Valentina você não percebeu que nós duas vamos morrer aqui? SOCORRO! SOCORRO! SOCORRO!

(Valentina) – Claro que sim! Esse é o plano! O Dinho não fica comigo, mas com você ele também não fica! E agora pare de gritar, porque você sabe que ninguém vai te ouvir!

(Lia começa a tossir por causa da fumaça, ela corre em direção ao banheiro, se tranca, pega uma tolha de rosto e a molha. Em seguida ela coloca a toalha úmida no rosto, para tentar facilitar sua respiração)

“Eu tenho que sair daqui... mas como?”

(Valentina) – Se trancou de novo no banheiro? Pensei que você fosse mais corajosa, Lia!


Pensamentos – Lia – On

(Dinho) – Eu nunca vou te deixar!

(Lia) – Promete?

(Dinho) – Porque isso agora?

(Lia) – Eu não sei! Apenas prometa isso!

(Dinho) – Prometo! Eu sempre vou está com você! Eu nunca vou deixar nada de mal te acontecer! NUNCA!

(Lia) – Eu sei! Eu confio em você!

(Dinho) – Pode confiar sempre! Eu nunca vou te desapontar!

(Lia) – Eu te amo!

(Dinho) – Eu também te amo... e amo muito!

(Eles se beijam)


“Ai, Dinho! Será que tudo o que nós vivemos vai acabar assim?”

“Agora que eu já sei a verdade, ou pelo menos parte dela (ela começa a chorar baixinho) eu queria poder te falar tantas coisas... será que eu vou ter tempo para falar que apesar de tudo o que aconteceu, eu ainda te amo? Como eu queria poder ver ainda o brilho dos teus olhos ao me olhar. E o meu pai, a vovó e a Tatá? Eles não mereciam mais esse sofrimento... porque as coisas tinham que ser assim? Porque eu tive essa ideia idiota de fugir para cá? Calma Lia... calma... você não tem culpa se essa louca resolveu te seguir até aqui... Eu tenho que sair daqui! Mas sair como se ela trancou todas as saídas? Será que depois de tudo o que eu já passei, esse vai ser o meu fim? Morrer dentro de um banheiro, intoxicada ou queimada por um incêndio provocado pela causadora da traição do Dinho? NÃO! Eu não posso morrer, não sem antes dizer a todas as pessoas que me amam que eu as amo muito mais... e também não posso partir sem perdoar e pedir perdão a minha mãe...”

(Raquel) – Filha, não faça assim! Vamos conversar!

(Lia) – Eu não tenho nada para te escutar! Eu ainda não entendi o que você ainda faz aqui!

(Raquel) – Eu não vou mais embora! O por mais difícil que seja de você acreditar, isso é verdade.

(Lia) – Você já falou isso das outras vezes!

(Raquel) – Não nego! Eu falei sim! Mas desta vez eu voltei pelas minhas filhas... infelizmente o marido eu já perdi; mas as minhas filhas eu não vou perder!

(Lia) – A mim você perdeu no dia que saiu de casa pela primeira vez, agora a Tatá como é ingênua ainda, se você mudar as suas atitudes, quem sabe pelo ela fica ao seu lado.

(Lia sai, deixando Raquel completamente abismada)

“Pai... como eu queria ter substituído aquele “eu também” por um “eu te amo”, você mais do que ninguém merece ouvir isso. Se eu sair dessa, isso vai ser a primeira coisa que eu vou te dizer”

(Lorenzo) – Feliz aniversário minha filha!

(Lia) – Obrigada pai!

(Ele a abraça)

(Lorenzo) – Eu te amo tanto Lia!

(Lia) – Eu também, pai!

“Vovó que sempre cuidou e se preocupou comigo e com a Tatá, como se fosse a nossa mãe... tantos detalhes que me passaram despercebidos, agora são tão óbvios...”

(Paulina) – Já vai sair Lia?

(Lia) – Estou atrasada vó!

(Tatá) – Você está sempre atrasada!

(Paulina) – Mas tu nem tomastes o teu café ainda, guria!

(Lia) – Estou sem fome vó! Beijo. Tchau.

(Paulina) – Tchau!

(Lia) – Tchau para você também, sua chata!

(Tatá) – Tchau, sua insuportável!

“Porque eu estou me lembrando dessas coisas? Porque? Será que eu vou... será que o fim da linha chegou para mim?” (as lágrimas cada vez ficam mais insistentes e urgentes)

Pensamentos – Lia – Off


(Valentina) – Essa garota está quieta de mais... será que ela fugiu? Droga! Eu não vou morrer sozinha! Eu não vou!

(Quando Valentina estava indo na direção do banheiro, as labaredas de fogo derrubam uma das madeiras antigas da casa, que também estavam em chamas, em cima da cabeça da falsa argentina. Ela cai inconsciente no chão. Lia que está no banheiro, sente cada vez mais dificuldade para respirar e aos poucos também vai perdendo a consciência)


(No hospital...)

(Alice) – Que inquietação é essa garoto?

(Dinho) – Ai mãe, eu não sei... de repente foi me dando uma falta de ar, como se eu não conseguisse respirar... um aperto aqui no peito...

(Alice) – Você está passando mal filho? Quer que eu chame o Lorenzo?

(Dinho) – Não precisa mãe! É só um pressentimento ruim! Eu preciso falar com a Lia e saber se está tudo bem!

(Alice) – A Lia está bem Dinho! Agora se acalme!

(Dinho) – Eu só vou me acalmar quando eu falar com ela.

(Alice) – Ficando agitado assim você sabe que não vai se recuperar rápido, né?

(Dinho ignora o que sua mãe diz, pega seu celular e liga para Lia)

(Dinho) – Aí, ela não atende! Ela não atende, mãe!

(Alice) – Calma! A Lia daqui a pouco vai dá notícias... ela vai ver as milhões de chamadas do Lorenzo e as suas e vai retornar, você vai ver!

(Dinho) – Tomara mãe! Tomara mesmo! Porque se acontecer alguma coisa com a Lia, eu não sei o que pode acontecer comigo!

(Alice) – Pare de besteiras! A Lia está bem! E se você se comportar direitinho, em breve você também estará bem!

(Dinho) – Obrigada por está aqui comigo!

(Alice) – Oh meu filho! Eu sempre estarei aqui ao seu lado... sempre! Agora tente descansar um pouco, você está muito agitado.

(Dinho) – Eu vou tentar

(Dinho fecha os olhos e apesar de está preocupado com a Lia acaba sendo vencido pelo cansaço e o efeito dos remédios)

(Alice) – Que bom que você conseguiu descansar meu filho! (ela diz enquanto acarinha os cabelos dele)


(Emiliano chega e para na frente da casa de Lia)

(Eli) – LIA? (ele grita desesperado)

Notas finais
Fazia tanto tempo que eu não postava aqui nesta fic... estava com saudades disso!
E aí gostaram do capítulo? O que vocês acham que vai acontecer agora?

E sobre o final de Malhação, o que vocês acharam? A minha opinião vocês podem ler logo abaixo:

Balanço sobre o último capítulo de Malhação:

Apesar de LiDinho não ter ficado junto, a cena do reencontro foi emocionante e o que deu a entender é que, mais para frente eles vão começar a brigar de novo, igual no início da temporada, que foi cheio de implicâncias, um negando o sentimento que nutria pelo outro, se escondendo através de novos "relacionamentos", e repetindo a história JuDi e GiLia, só que com novos pares: litor está indo pelo mesmo caminho que JuDi e sobre Dinho e Naomi, não preciso nem dizer que é uma cópia fiel de GiLia (que nunca existiu)... mas que no final apesar de inúmeros desafios e obstáculos, o amor será maior e vencerá, todas as barreiras do tempo e erros do passado... e em algum momento eles irão reencontrar esse amor perdido, machucado, restaurando-o e fortalecendo-o, e que depois de enfrentar tudo isso juntos, serão felizes, talvez não para sempre, porque o "para sempre" não existe, mas com a certeza de que lutaram e venceram; e finalmente ficaram juntos e foram muito felizes. Essa foi a conclusão que eu tirei do último capítulo de Malhação. E acredito que esta tenha sido a mensagem que as autoras queriam passar para nós, que independente do que aconteça eles irão sempre se reencontrar e reiniciar o ciclo de encontros e desencontros, porque #LiDinhoSeráEterno.

Leiam também:

http://fanfiction.com.br/historia/385301/Sempre_Ao_SeuMeu_Lado - (escrita por mim - fic concluída - essa é uma versão feliz do último capítulo da novela)

http://fanfiction.com.br/historia/351909/Esnobar_Implicar_e_Amar (esta fic está sendo escrita por mim e pela Fernanda. Quem quiser ler, garanto que não se arrependerão, muitas coisas boas (e outras nem tanto) estão chegando)

Até a próxima!

bjooooo